21
Mar 11

Portugal é líder em energias renováveis

Portugal é o 10.º país mais atractivo para energias renováveis, segundo um estudo da Ernst & Young.

Portugal foi distinguido internacionalmente como líder de produção de energia renovável e é considerado um dos dez países mais atractivos do Mundo para se investir nesta área. O estudo da Ernst & Young determina que, em 2009, Portugal produziu 45% da sua energia com base em fontes renováveis.

Em Amareleja, no Alentejo, está instalada a maior central solar fotovoltaica do Mundo, a funcionar desde finais de 2008. Portugal também é o segundo maior produtor de energia eólica, à escala europeia.

fonte:http://jpn.icicom.up.pt/

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21
Mar 11

Biomassa florestal junta Galiza e Portugal

O projecto chama-se Silvaplus e desenvolve-se na zona sul da Galiza e norte de Portugal. O objectivo passa por fomentar o uso da biomassa florestal da região para a produção de energia, o que poderá passar pela instalação de fábricas de biomassa.A União Europeia disponibilizou-se para financiar o projecto com 565 000 euros, durante dois anos.

Associação Florestal de Portugal – Forestis; a Associação Florestal da Galiza – AFG; a Conselleria do Meio Rural da Junta da Galiza, os Conselhos galegos do Tomiño e Ponteareas e alguns municípios portugueses são os parceiros deste projecto.

«O desenvolvimento deste plano vai implicar a introdução de novas técnicas de sivilcultura, saber quais são as características físicas e caloríficas da biomassa que se pretendem utilizar, que podem vir dos cortes ou podas, e até testar novos cultivos energéticos com plantações mistas de eucalipto», adianta a Aicep.

fonte:http://www.ambienteonline.pt/

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19
Mar 11

Angela Merkel promete mais renováveis e menos nuclear

chanceler alemã, Angela Merkel, prometeu hoje acelerar a transição do setor energéticoda Alemanha do nuclear para as renováveis, em resposta ao acidente nuclear no Japão.

 

Num discurso perante o Bundestag (câmara baixa do parlamento alemão), Merkel disse que "a catástrofe no Japão tem dimensões apocalípticas".

No início da semana, Merkel anunciou uma moratória de três meses a uma decisão de prolongar o tempo de vida das sete centrais nucleares mais antigas da Alemanha (que tem atualmente 17 centrais em operação).
"Queremos chegar rapidamente à era das energias renováveis. Esse é o nosso objetivo", disse Merkel.

No ano passado, Merkel havia adotado uma lei para prolongar o tempo de vida das centrais nucleares alemãs, contrariando o prazo estipulado pelo governo anterior (sociais-democratas do SPD e Verdes), que apontava para o fim do recurso ao nuclear até 2020.

A chanceler justificou o retrocesso na política energética pelas preocupações de segurança suscitadas pela crise japonesa, e instou os partidos de oposição -- particularmente os Verdes -- a apoiar novas medidas visando o desenvolvimento das energias alternativas, nomeadamente através da criação de grandes parques eólicos.

Merkel também rejeitou acusações de eleitoralismo lançadas por deputados da oposição, que argumentaram que as medidas agora anunciadas destinam-se a ganhar votos numa série de eleições regionais previstas para este ano.

fonte:http://aeiou.expresso.pt/

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19
Mar 11

Energias renováveis produziram 52% da electricidade consumida em 2010

Em 2010, 52% da electricidade consumida em Portugal teve origem de fontes renováveis, segundo estatísticas publicadas pela Direcção Geral de Energia e Geologia, tendo o total da potência instalada renovável atingido 9 490 MW, no final do ano passado. A produção total de energia eléctrica, a partir de fonte de energia renováveis, cresceu 52,2% em 2010, relativamente a 2009. Para este crescimento contribuiu fortemente o comportamento da sua componente hídrica que cresceu 84%, tendo a componente eólica crescido 21%.

fonte:http://www.governo.gov.pt/

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06
Mar 11
06
Mar 11

Energia do planeta pode ser 100% renovável em três décadas

Cientistas afirmam que totalidade do consumo poderia ser completamente de fontes eólicas, solares e hidroelétricas

Um polêmico estudo elaborado pelos pesquisadores Mark Z. Jacobson e Mark A. Delucchi, da Universidade da Califórnia, em Davis, e publicado na revista “Energy Policy”, assegura que 100% da energia consumida no planeta poderia ser obtida de fontes completamente limpas e renováveis em um prazo de três ou quatro décadas. 

No relatório se garante que esta energia teria um custo comparável ao da energia convencional que utilizamos na atualidade, e consideram que a conversão ao novo sistema seria um desafio como o do projeto Apolo, com o qual fomos à Lua na década de 1960. 

O projeto consiste na utilização de 90% da eletricidade procedente das fontes eólicas e solares. O resto da energia necessária, 8%, poderia ser gerada a partir das fontes geotérmicas e hidroelétricas, enquanto os restantes 2% se extrairia da energia produzida pelas ondas e pelas marés.

 

No entanto, embora os dois cientistas tenham tentado dar resposta a muitas das dúvidas que se colocam no setor das energias renováveis, a controvérsia já está aberta: segundo alguns pesquisadores, esta é uma concepção otimista demais sobre o futuro das energias limpas. 

Substituir o petróleo

Para Antonio Chica, cientista titular do Conselho Superior de Pesquisas Científicas (CSIC) no Instituto de Tecnologia Química de Valência, Espanha, "é preciso ser muito prudente na hora de afirmar que podemos nos servir de energias renováveis no tempo que indica este relatório”. 

“Não se pode prever a provisão futura de petróleo, as altas de preços que possa ter ou os conflitos que se possam gerar em torno dele. Embora em questão tecnológica seja certo que, por exemplo, já há países que utilizam energia eólica ou solar que produz eletricidade em grandes quantidades e de uma maneira bastante fácil", diz. 

Segundo Jacobson e Delucchi, os meios de transporte seriam movidos por energia elétrica procedente de renováveis, eliminando completamente a dependência do petróleo. Carros, trens, navios seriam impulsionados por motores elétricos alimentados por pilhas de combustível, baseadas em hidrogênio obtido mediante eletrólises de água. 

"Agora todas as grandes indústrias do automóvel estão trabalhando em alternativas que não utilizem petróleo e as alternativas são baterias e pilhas de combustível ainda em desenvolvimento. Essa pesquisa se deve a que a indústria é consciente de que o petróleo tem um tempo limitado", adverte Antonio Chica. 

"Mas para eles tanto faz que seja petróleo, hidrogênio ou qualquer energia renovável, o que lhes importa é que seja o mais barato e, por enquanto, o mais barato continua sendo o petróleo pela infraestrutura já existente que possui”, comenta.

 

“O mercado não vai se movimentar porque se polui mais ou menos. Os governos são os que teriam que direcionar o processo, assim como os níveis de poluição", também assinala o cientista. 

Esta transição para estas novas formas de energia traz uma despesa de adaptação tecnológica, mas Jacobson e Delucchi opinam que não é preciso que desenvolvamos nenhuma nova tecnologia porque elas já existem e se encontram disponíveis.

Jacobson e Delucchi apresentam um planeta semeado de sistemas eólicos e solares entre os quais se pudesse redistribuir a energia elétrica estacionária. Recolher o que o vento produz durante a noite e a energia solar durante o dia, e aproveitar ao máximo os excessos de geração que se produzem em algumas regiões e poder enviar para outras com mais dificuldades para gerá-las. 

Quanto à instalação de turbinas eólicas, um dos maiores problemas é a das grandes superfícies que são necessárias para sua instalação. O número delas que aparece no projeto é tão grande que seria preciso cobrir 0,6% da terra firme disponível. 

Mas Jacobson também tem resposta para este problema e propõe que "a maioria da terra existente entre as turbinas eólicas possa ser utilizada para a pecuária ou a agricultura". Além disso acrescenta outra alternativa: instalá-los sobre plataformas flutuantes no mar. 

Jacobson, reconhecido professor de engenharia civil especializado em temas ambientais, assegura que não existem barreiras de caráter tecnológico ou econômico para substituir todas as fontes de energia que utilizamos na atualidade por outras que sejam limpas e renováveis, e que o maior desafio é superar as barreiras políticas que o impedem.

fonte:http://revistagloborural.globo.com/

 

 

 

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