29
Jun 11
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Jun 11

Chegou o 1º painel publicitário iluminado «verde»

A Ricoh revelou esta quarta-feira o primeiro eco-board da Europa, um painel publicitário iluminado totalmente alimentado por energia eólica e solar.

 

A empresa de soluções de escritório, impressão de produção eManaged Document Services apresentou o modelo que está na auto-estrada M4, que liga Londres ao aeroporto de Heathrow, «uma das principais portas de entrada na Europa», segundo o divulgado em comunicado.

O painel, que é alimentado por 96 painéis solares e 5 turbinas eólicas individuais, ilumina-se apenas quando tiver sido recolhida energia suficiente.

«Com o lançamento do eco-board, damos mais um passo para recordar a um público mais vasto que deve agir de forma sustentável e pensar para lá do óbvio, quando se trata de proteger os recursos naturais», afirmou Steve Saito, presidente do conselho de administração e director-geral executivo da Ricoh Europa. 

«(…) Também estamos empenhados em encorajar outras empresas a adoptarem modelos empresariais sustentáveis que possam melhorar as nossas cidades, os nossos países e o nosso planeta, melhorando ao mesmo tempo a produtividade e os lucros empresariais», sublinhou.

Esta é a segunda iniciativa da empresa nesta linha, depois do painel publicitário alimentado a energia solar, lançado em Times Square (Nova Iorque), no ano passado. 

fonte:http://diariodigital.sapo.pt

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28
Jun 11

EDP Renováveis vai produzir energia eólica em Aragão

A cotada liderada por Ana Maria Fernandes obteve uma licença para produzir energia eólica na região, num concurso para a produção de 1,2 GW na região.

 

A EDP Renováveis obteve uma licença instalação de 127 MW de capacidade eólica em de Aragão. A participada da EDP para as novas energias assegurou 11% do total de capacidade atribuída na região. 

“A EDP prevê que a conclusão do processo de licenciamwento e desenvolvimento dos projectos adjudicados venha a ocorrer após 2013”, conclui o comunicado da EDP Renováveis enviado à CMVM hoje depois do fecho do mercado. 

As acções da eólica valorizaram 1,16% para 4,37 euros. .

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/

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28
Jun 11

Alstom entra no mercado da energia das ondas

A Alstom adquiriu 40 por cento da participação accionista da empresa escocesa AWS Ocean Energy, marcando a sua entrada no mercado da energia das ondas. A Alstom será accionista juntamente com a Shell Technology Ventures Fund 1 e o Scottish Investment Bank, que mantêm o seu apoio à AWS.

A mudança complementa as actividades existentes no negócio da Alstom Ocean Energy em Nantes, França, onde a empresa está a desenvolver o seu protótipo de turbina à escala comercial para energia das marés, a BELUGA 9.

A energia das ondas tem o maior potencial existente de todas as tecnologias marinhas com recursos mundiais estimados entre 200 e 300 GW.

Criada em 2004, a AWS Ocean Energy está actualmente a desenvolver a distribuição do seu convertor de ondas AWS-III, dispositivo flutuante avaliado com poder de saída de 2.5MW. O apoio da empresa do Fundo Escocês WATERS (Ondas e Energia das Marés: Pesquisa, Desenvolvimento e Demonstração) permitiu que um modelo AWS-III, à escala de 1:9, fosse testado em Loch Ness em 2010.

fonte:http://www.ambienteonline.pt/

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26
Jun 11

O vento sopra cada vez mais a favor das novas energias

Numa altura em que o nuclear está a ser posto em causa, a Europa e o mundo voltam-se ainda mais para as fontes renováveis.

Eram 5.45 em Portugal quando um sismo de magnitude 8,9 na escala de Richter atingiu o Norte do Japão. Seguiram-se dois tsunamis que devastaram o Norte do país e uns dias depois, apesar da destruição e do elevado número de vítimas, a preocupação passou a ser as centrais nucleares afectadas pela catástrofe: Onagawa e Fukushima, onde o risco de explosão parecia ser iminente.

A Europa apressou-se a considerar a situação nuclear japonesa como "apocalíptica", nas palavras do comissário europeu para a Energia, Günther Oettinger, e a questão da segurança nuclear entrou na ordem do dia, levando os governos a planear diversos testes de stress às centrais europeias. A última decisão tomada veio de terras alemãs e suíças. Segundo o anúncio feito no início desta semana, os dois países revolveram abandonar este tipo de produção eléctrica até 2022.

Com menos uma fonte de energia, as energias renováveis adquirem agora uma importância crescente na Europa, numa corrida da qual Portugal parte no grupo da frente.

Apesar de haver "países mais avançados do que nós", Portugal teve uma evolução interessante na última década, afirmou António Sá da Costa, presidente da Associação de Energias Renováveis (APREN), criticando, no entanto, a aplicação da legislação no sector, bem como a demora nos licenciamentos. Em declarações recentes, a ex-ministra socialista do Ambiente Dulce Pássaro afirmou que, apesar da aposta portuguesa neste tipo de energias, ainda há "muito potencial por explorar".

Actualmente, em Portugal, entre 20 a 25% da energia consumida provem de fontes renováveis, percentagem bastante acima da média mundial, que é de 12,9%. Mas a previsibilidade dos números é difícil de apurar, já que a percentagem pode subir ou descer, variando a capacidade de produção entre os meses secos e húmidos. Bom indicador é o primeiro trimestre de 2011, durante o qual 54% da electricidade consumida estava carimbada com o selo renovável.

Em 2010, a potência instalada renovável atingiu um total de 9490 MW, correspondendo a um crescimento de 52% face a 2009, facultado sobretudo pelo aumento do sector hídrico.

fonte:http://www.dn.pt/

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26
Jun 11

Cabo Verde produzirá 50% de energia a partir de fontes renováveis

Cabo Verde pretende garantir até 2020 a produção de 50% da energia consumida no arquipélago a partir de fontes renováveis e reduzir os custos energéticos atuais em cerca de 20%.

O programa faz parte de um Plano de Ação avaliado em 300 milhões de euros apresentado sexta-feira pelo Governo.

O Plano é baseado num estudo técnico que demonstra ser possível atingir esta meta porque “Cabo Verde tem um potencial de mais de 2.600 megawatts (MW) de energias renováveis”. Deste potencial, já foram estudados, até agora, mais de 650 MW em projetos concretos com custos de produção inferiores aos dos combustíveis fósseis.

O programa de ação para a implementação deste projeto assenta em cinco eixos principais: preparação das infraestruturas, garantia do financiamento, envolvimento do setor privado, implementação dos projetos, maximização da eficiência e lançamento do cluster das energias renováveis.

O estudo refere que, para a instalação até 2020, de mais de 140 MW de energia renovável o investimento ronda 300 milhões de euros e permitirá a criação de mais de 800 postos de trabalho diretos e indiretos e “atingir custos de geração de energia 20 por cento inferiores aos atuais”.

O plano refere também que o país poupará cerca de 37 milhões de euros em importações de combustíveis, o equivalente a cerca de 75 milhões de litros de fuel óleo ou gasóleo, além de reduzir substancialmente as emissões de dióxido de carbono.

No âmbito deste plano, os primeiros quatro parques eólicos, em fase de construção, vão entrar em funcionamento até ao final deste ano, aumentando a produção de energia eólica para 28 megawatts, permitindo uma poupança anual de 12 milhões de euros em combustível.

A montagem dos parques está a ser feita pela empresa Cabeólica, que resultou de uma parceria público-privada entre o Governo de Cabo Verde, a Empresa Nacional de Eletricidade e Águas (Electra) e a InfraCo, entidade empresarial de doadores internacionais, incluindo o Banco Mundial (BM).

Este projeto, orçado em 65 milhões de euros, prevê a instalação de uma potência de 28 megawatts, repartidos pelas centrais eólicas das ilhas de Santiago (10 MW), Sal (8 MW), São Vicente (6 MW) e Boavista (4 MW).

A produção de energia eólica vai permitir ao arquipélago ter uma taxa de penetração de energias renováveis de cerca de 25 por cento, o que contribuirá para a redução da dependência do país relativamente aos produtos petrolíferos.

Com os parques eólicos, vai evitar-se a emissão anual de mais de 12 mil toneladas de dióxido de carbono para a atmosfera, o que permite também avaliar a possibilidade de Cabo Verde vender créditos a países terceiros.

Entretanto, os dois primeiros grandes projetos na área das energias renováveis em Cabo Verde, as centrais fotovoltaícas do Sal e da Praia, estão em funcionamento desde os finais do ano passado.

As duas centrais, tidas como as maiores centrais africanas em funcionamento, asseguram a produção de cerca de 4 porcento da eletricidade total produzida em todo o arquipélago e evitam a emissão anual de 13 mil toneladas de dióxido de carbono.

fonte:http://www.africa21digital.com/

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24
Jun 11

Bioenergia: Gigante brasileira quer investir em Angola e Moçambique

A brasileira ETH Bioenergia, do Grupo Odebrecht, no âmbito do seu plano de expansão internacional, quer construir unidades de produção de biocombustíveis em Angola e Moçambique. A ideia é produzir etanol e energia eléctrica a partir do bagaço da cana-de-açúcar, assim como açúcar. A empresa estufa ainda a possibilidade de expandir-se para a Colômbia ou o México.

Após a consolidação no mercado brasileiro, com a construção e expansão de nove unidades produtivas até ao segundo semestre do ano, a gigante, criada em Julho de 2007, pretende crescer para outros países.

Assim, a partir de 2012, a ETH Bioenergia alcançará a posição de maior produtora brasileira de etanol e de energia eléctrica, gerada a partir de biomassa. A partir do próximo ano, a companhia prevê uma produção de três mil milhões de litros de etanol, avança o artigo portal Exame.

fonte:http://www.greensavers.pt/2

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24
Jun 11

A ilha mais verde do mundo

Em 2018, 75% da electricidade da Graciosa, nos Açores, virá de fontes renováveis

A ilha Graciosa, nos Açores, está prestes a tornar-se a primeira ilha do mundo abastecida por energias renováveis. Em 2012, as energias solar e eólica serão os principais recursos energéticos da ilha, o que fará diminuir as emissões de dióxido de carbono.

O projecto é da empresa alemã Younicos, especializada em energias renováveis, que escolheu a Graciosa devido à dimensão e aos seus recursos energéticos.

«A meta é que, em 2018, 75% da produção de electricidade provenha de fontes renováveis», afirma ao SOL José Cabral Vieira, director-regional para o sector da energia. Os restantes 25% poderão provir de motores a diesel, ou, caso tal seja viável, a biodiesel. «Pensa-se, também, na possibilidade do aproveitamento de biomassa».

Para cumprir estes objectivos, a tecnologia passa pela construção de baterias capazes de armazenar a energia. Já está em fase de testes em Berlim, onde se simulam as condições naturais da ilha.

Para José Cabral Vieira, esta é uma iniciativa que reforça a ideia de que os Açores estão na vanguarda das energias renováveis, uma vez que a Graciosa não é caso único. A ilha do Corvo está envolvida num projecto com o MIT (Massachusetts Institute of Technology) Portugal chamado Corvo Sustentável.

Outro exemplo é o caso da ilha das Flores, que durante algumas horas – por vezes oito e nalguns dias até 100% – é abastecida a partir de fontes renováveis. O que «constitui um motivo de orgulho para a população aí residente».

Na Graciosa, a expectativa é a mesma: «Na verdade, todos gostam de ter algo que valorize e distinga positivamente a sua ilha do ponto de vista energético e ambiental».

O projecto pode ser levado para mais ilhas dos Açores como Santa Maria ou até a outras ilhas fora de Portugal, «mas terá sempre o nome da Graciosa associado» por ter sido a primeira.

Mesmo depois de implementado, os principais emissores de CO2 continuaram a ser os transportes rodoviários, que poderiam sempre ser substituídos «por veículos eléctricos». No entanto, a sustentabilidade depende de factores alheios à ilha – é preciso esperar pela produção em massa para o mercado mundial e pela redução dos respectivos custos médios. «O ‘totalmente’ renovável pode levar mais alguns anos», considera Cabral Vieira.

O problema dos transportes e do CO2 que libertam é, definitivamente, uma das questões ambientais mais difíceis de superar.

Mesmo em Växjö, a cidade mais verde da Europa, os 1,2 milhões de habitantes que vivem naquela região sul da Suécia continuam a usar o carro para fazer viagens de apenas cinco minutos.

Por esta razão, uma das medidas adoptadas para incentivar a escolha de veículos menos poluentes, como os híbridos ou os eléctricos, foi a de tornar o estacionamento grátis para quem optasse por conduzir sem recorrer à gasolina ou ao gasóleo.

fonte:http://sol.sapo.pt

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20
Jun 11
20
Jun 11

Bicombustíveis ainda são pouco sustentáveis

«O mercado está a conduzir-nos para biocombustíveis pouco sustentáveis», revelou Nusa Urbancis, gestora de políticas na Federação Europeia dos Transportes e Ambiente, no Seminário Internacional sobre Políticas e Impactes dos Biocombustíveis em Portugal e na Europa, que teve lugar hoje em Lisboa.

Dados da entidade onde exerce funções, revelam que as alterações indirectas do uso do solo (ILUC, da sigla em inglês) podem levar a emissões adicionais entre 31 a 65 milhões de toneladas por ano, ou seja, ter um impacto correspondente a entre 14 a 29 milhões de veículos extra nas estradas.

Este mês deverá ser conhecido o relatório europeu de avaliação do impacto das alterações do uso do solo associadas aos biocombustíveis, após a Comissão Europeia ter decidido prorrogar o prazo por um mês. O documento deverá contribuir para a definição dos critérios de sustentabilidade dos biocombustíveis.

Chris Malins, gestor do programa de combustíveis limpos do Conselho Internacional para os Transportes Limpos, antecipou o que pode ser esperado com este documento: «em termos gerais, promover os biocombustíveis não é uma boa política de mitigação de GEE [Gases com Efeito de Estufa]», referiu.

fonte:http://www.ambienteonline.pt/

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16
Jun 11

Biomassa é metade da energia renovável consumida na Europa

O Eurostat revelou esta quarta-feira que metade da energia renovável consumida nos 27 Estados-membros é proveniente de madeira e resíduos florestais. Portugal atinge os 60 por cento da energia proveniente destes materiais.

A madeira e os resíduos florestais estão na origem de metade da energia renovável consumida nos 27 países da União Europeia (UE), embora existam grandes diferenças entre eles, variando entre os 16 por cento do Chipre e os 97 por cento da Estónia, diz a Lusa.

O relatório divulgado pelo Eurostat mostra ainda que a floresta representa cerca de 40 por cento da superfície europeia, ou seja, um total de 178 milhões de hectares, quatro por cento da floresta mundial.

fonte:http://www.ambienteonline.pt/n

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16
Jun 11

Geotermia pode aumentar produção de calor e electricidade até dez vezes

Um estudo divulgado pela Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês) revela que a energia geotérmica pode contribuir para aumentar em dez vezes a produção global de calor e electricidade até 2050.

O roadmap tecnológico da IEA aponta as medidas chave e acções políticas necessárias para alcançar um crescimento significativo da produção de energia a partir de fontes renováveis, e onde a energia geotermal pode desempenhar um papel fundamental.

Segundo o relatório, já há mais de um século que se efectua uma exploração activa da energia geotermal, mas os esforços para a extracção têm sido concentrados em zonas onde a água ou vapor surgem naturalmente, nomeadamente zonas vulcânicas.

Ora, a autora do estudo, Milou Beerepoot, nota que há ainda muitos outros locais por explorar, nomeadamente nos países em desenvolvimento e emergentes e que é necessário envidar esforços para remover todo o tipo de barreiras que continuam a “emperrar” o aumento da exploração nestes países.

Segundo o relatório do estudo, as fontes de energia renováveis, como o vento, o solar e a geotermia, terão que constituir uma parte muito maior da matriz energética mundial nos próximos anos, para conseguir cumprir o objectivo de limitar o aumento da temperatura global em 2°C, acordado pelos líderes mundiais na cimeira de Cancún, em 2010.

O relatório afirma que, através de uma combinação de acções que impulsionem o desenvolvimento dos recursos geotérmicos inexplorados e das novas tecnologias, a energia geotérmica pode ser responsável por 3,5 por cento da produção global anual de electricidade e por 3,9 por cento de energia térmica em 2050 – um aumento substancial, considerando que os números actuais se situam nos 0,3 e nos 0,2 por cento, respectivamente.

«Seria um contributo importante para os esforços globais de redução das emissões de carbono, utilizando uma fonte de energia fiável, que está disponível em todo o mundo, todos os dias do ano e cuja disponibilidade não é vulnerável ao clima ou condicionada pelas estações do ano», afirmou o Director Executivo da IEA, Nobuo Tanaka, no lançamento do relatório “Roadmap Tecnológico: calor e energia geotermal”, numa conferência em Estocolmo.

Este estudo é o último de uma série de roadmaps tecnológicos publicados pela IEA, com o intuito de orientar os governos e a indústria pelas acções e metas necessárias para alcançar todo o potencial de uma gama completa de tecnologias de energia limpa.

fonte:http://www.ambienteonline.pt/

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