30
Ago 11
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Ago 11

Picadora de eucalipto produz biomassa

Florestas energéticas. É neste conceito que a New Holland vem trabalhando de dois anos para cá. Durante a Expointer, em Esteio (RS), que prossegue até o dia 4 de setembro, a fabricante de tratores, colhedoras e outras máquinas agrícolas apresentou uma roçadeira que, com uma plataforma específica, transforma-se numa colhedora e picadora de eucalipto para produção de biomassa. O equipamento, autopropelido, com potência de 600 cavalos e batizado de FR9060, será vendido com a plataforma de corte de madeira FB130 e é o primeiro do gênero no País, garante a fabricante.

Esta biomassa são cavacos de eucalipto, cada vez mais utilizados para geração de energia a partir da combustão. No filme que apresenta a máquina em operação, árvores de eucalipto de no máximo dois anos, cultivadas no sistema adensado (7 mil plantas por hectare, em vez das usuais 5 mil plantas por hectare), são cortadas rente ao chão, à altura de 10 centímetros e até menos, logo engolidas e trituradas pelas facas internas da plataforma. Um transbordo recolhe os cavacos.

A máquina com plataforma já tem preço, cerca de R$ 850 mil, mas ainda está em processo de validação na Universidade Estadual Paulista (Unesp), câmpus de Botucatu (SP). “Vamos levar cerca de dois anos até concluírmos todos os testes de validação”, diz o especialista de Produto da New Holland, Roberto Jonker, explicando que a máquina foi desenvolvida na Bélgica, testada com outras espécies de árvores, e agora está sendo avaliada com eucalipto cultivado no Brasil.

Este tipo de máquina compreende, na verdade, a venda de um pacote tecnológico, em que até a maneira convencional de cultivo de eucalipto terá de ser modificada, passando-se do convencional para o adensado – além de o cultivo ter de ser feito em áreas com pouco declive para garantir a operação da máquina. Ou seja, ao contrário do que preconizam recomendações técnicas, de utilizar para o plantio de eucalipto áreas declivosas e com pouca aptidão para o cultivo de alimentos. Jonker não acredita, aliás, que o eucalipto cultivado sob este novo sistema, para se adaptar à nova máquina, concorrerá com áreas de lavoura de grãos. “Há uma grande extensão de pastos degradados no País, na qual pode-se plantar eucalipto. Além disso, a necessidade de eucalipto para abastecer energeticamente o País não tomará nem 0,5% da área total cultivada”, diz.

fonte:http://blogs.estadao.com.br/

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29
Ago 11
29
Ago 11

Alemanha bate cota de produção de energias renováveis

As energias renováveis atingiram 20,8% da produção elétrica alemã na primeira metade de 2011, um número recorde para a primeira economia europeia, anunciou nesta segunda-feira a Associação Federal da Economia da Energia e a Água (BDEW).

 

A produção de fontes renováveis supôs um total de 57.3 bilhões de kilowatt/hora nesse período, frente aos 50,4 bilhões de kilowatt/hora (18,3% do total) do primeiro semestre do ano anterior.

Concretamente, a energia eólica representou 7,5% da produção elétrica total entre janeiro e julho, seguida pela biomassa (5,6%), a solar (3,5%) e a hidrelétrica (3,3%).

O Executivo federal se comprometeu que para 2020 pelo menos 35% da energia que se consuma na Alemanha provenha de fontes renováveis.

Por sua vez, o comissário europeu de Energia, o democrata-cristão alemão Günther Oettinger, qualificou nesta segunda-feira de "exemplar" o modelo energético alemão, mas advertiu sobre os custos do "blecaute" nuclear aprovado recentemente na Alemanha.

Em um congresso sobre energias renováveis realizado em Berlim, pediu aos países do sul da Europa a instalar mais parques solares para aproveitar o potencial desta energia em seus territórios, que desfrutam de mais horas de sol que a Alemanha, algo que ajudaria a contornar parcialmente seus problemas de dívida.

"Azeitonas e queijo de cabra não bastam", acrescentou Oettinger em referência à Grécia.

fonte:http://exame.abril.com.br/

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26
Ago 11

Energia de biomassa com benefício fiscal

Referência na geração de energia a partir de biomassa, a ERB – Energias Renováveis do Brasil, acaba de ter seu projeto UTE ERB Candeias habilitado ao REIDI (Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento de Infraestrutura). O projeto está localizado no complexo industrial de Aratu (Candeias-Bahia), onde fica a maior instalação da Dow Brasil e consiste no fornecimento de vapor industrial para a petroquímica e eletricidade para a rede.

A ERB é responsável pelo investimento, instalação e operação da planta de cogeração de energia a partir de eucalipto de reflorestamento. O objetivo da Dow é substituir 200 mil m3 de gás natural por dia, reduzindo as emissões de CO2 da planta em 180 mil toneladas por ano.

O benefício conquistado pela ERB prevê a suspensão de alguns tributos federais pelo período de cinco anos, contado da data de habilitação do titular do projeto de infraestrutura. A habilitação ao benefício se deu por meio do Ato Declaratório Executivo nº. 20, de 15 de agosto de 2011, da Receita Federal.

A partir de agora o projeto fica isento da contribuição ao PIS/PASEP (Programa de Integração Social) e da COFINS (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) na compra de bens e serviços, como aquisição de máquinas e equipamentos. O benefício também se aplica ao aluguel de maquinário necessário para a implantação do projeto.

Criado em 2007 por meio da Lei 11.478, o REIDI visa incentivar os investimentos em infraestrutura no âmbito do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) por meio da redução de custos.

fonte:http://www.revistafator.com.br/

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26
Ago 11

Como a África pode ser o paraíso das energias renováveis

O continente africano tem algumas das melhores condições globais para as energias renováveis, sobretudo solar e eólica, de acordo com a Greenpeace.

“Há um potencial considerável para a utilização de energias renováveis no norte de África, um potencial que ainda nem arrancou”, explicou ao Deutsche Welle Andrea Boehling, da Greenpeace. A responsável diz que é preciso, acima de tudo, um enorme investimento em parques eólicos e solares.

Um dos países que poderá beneficiar deste potencial é o Egipto, que tem um plano ambicioso de, até 2020, utilizar 20% da sua factura energética a partir de renováveis, sobretudo eólica.

Há vários projectos que estão a ser alinhavados no norte africano, como o Parque Eólico de Zafarana, perto do Golfo de Suez e que é já o maior de África. O parque, aliás, é co-financiado por vários governos europeus. Há também planos de curto prazo para lançar um novo projecto eólico em Gabal el-Zeit.

O Mar Vermelho é um dos melhores locais do mundo para a energia eólica, com um potencial estimado de 20.000 megawatts – o equivalente à energia gerada por 16 centrais nucleares.

Os restantes países do norte de África têm estratégias diferentes. Enquanto a Argélia continua a apostar nas suas reservas de gás e petróleo, outros, como Marrocos, desenvolveu uma estratégia baseada nas renováveis. Sobretudo com a ajuda europeia, como os parques eólicos de Essaouira e Tangier.

Há ainda outro ambicioso projecto africano, o Desertec. Lançado em 2009, este projecto pretende promover as energias limpas a partir dos desertos de todo o mundo. Um dos objectivos deste projecto é que, em 2050, cerca de 15% das necessidades energéticas da Europa sejam garantidas através dos parques eólicos e solares do Sahara.

“Quase toda a tecnologia está pronta. O próximo passo é estabelecer a estratégia política necessária”, explicou Alexander Mohanty, um dos responsáveis pelo conceito.

“O conceito Desertec pode resolver o problema global de energia”, mas as linhas de transmissão entre África e a Europa precisam de ser estendidas. E isso poderá demorar, pelo menos, dez anos.

fonte:http://www.greensavers.pt/

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25
Ago 11
25
Ago 11

Até Setembro Região da Madeira terá 28% de energia renovável

«Estas duas só vão ter mais capacidade do que as outras seis. São duas torres, com 80 metros de altura, da mais recente tecnologia a nível mundial».

 

Até o final de Setembro, a Madeira terá um novo parque de energia eólica: o do Loiral II, que terá uma capacidade de produção de seis megawatts, com apenas duas torres (aerogeradoras) de 80 metros cada. 
Com esse investimento, a Região atingirá os 28 por cento de produção de energia renovável, percentagem superior aos 20 por cento que a União Europeia exige até 2020. 
Com a conclusão da ampliação da Central Hidro-eléctrica da Calheta, que deverá estar pronta dentro de ano e meio, a percentagem madeirense subirá para 38 por cento.
O anúncio foi feito ontem pelo vice-presidente do Governo, na inauguração do Centro Logístico da Empresa de Electricidade da Madeira, no Parque Empresarial de Machico.
Em relação ao Loiral II, Cunha e Silva disse que «significará uma grande quota de investimento, em penetração de energia renovável, em termos eólicos, que é digna de registo e de salientar-se neste momento».
O governante acrescentou que o parque do Loiral I tinha seis aerogeradores, com capacidade para 0,85 megawatts.
«Estas duas só vão ter mais capacidade do que as outras seis. São duas torres, com 80 metros de altura, da mais recente tecnologia a nível mundial e que significará a conclusão do ciclo que se iniciou com a ampliação da Central Hidro-Eléctrica dos Socorridos e que trará para a Região a penetração de 28 por cento em termos de energias renováveis. Se juntarmos a esta infraestrutura e a todas as já existentes a que virá com a Central Eléctrica da Calheta, atingiremos a meta que falei há tempos dos 38 por cento, ultrapassando em larga percentagem o que são as metas exigidas pela União Europeia para 2020 e nós ainda estamos no ano de 2011», disse Cunha e Silva.
O vice-presidente do Governo acrescentou que tudo isto se deve a «um trabalho notável, que não me canso de sublinhar, da Empresa de Electricidade da Madeira, servindo a Madeira e os madeirenses».
Cunha e Silva sublinhou que a empresa em causa, para além da sustentabilidade dos seus projectos, «trabalha com projectos que vão ajudar, não só a empresa, mas a própria Região, porque quanto menos importarmos matéria-prima é mais dinheiro que fica na Região, é mais dinheiro que circula na Região e portanto é uma achega que se dá para elevarmos o Produto Interno Bruto e ficarmos menos dependentes do exterior».
O governante acrescentou que a EEM não se preocupa apenas em criar projectos que nos conduzam à modernidade, que sejam auto-sustentáveis, mas também em ajudar a Região e a sua economia.
Cunha e Silva considerou «exemplar» o facto de a EEM se ter instalado no parque empresarial de Machico.
No seu discurso, o presidente do Conselho de Administração da EEM, Rui Rebelo, disse que o investimento associado à construção do Centro Logístico da empresa no Parque Empresarial de Machico ascendeu a 258 mil euros.
Rui Rebelo explicou que esta unidade permitiu concentrar num só espaço várias tarefas e equipamentos que se encontravam dispersos em pequenos e inadequados espaços. Isso contribuiu, conforme disse, para a melhoria da qualidade do ambiente, do ordenamento territorial e da requalificação urbana, «aspectos, indiscutivelmente, relevantes para um arquipélago que se pretende afirmar como um caso de sucesso nas regiões insulares da Europa».

 

fonte:http://www.jornaldamadeira.pt/

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21
Ago 11
21
Ago 11

UE mantém aposta forte nas renováveis

Portugal deverá atingir 31 por cento de renováveis no consumo total de energia em 2020

 

A União Europeia está comprometida com os objectivos que traçou em 2009 em termos de energias renováveis, como o aumento, no sector dos transportes, do recurso aos biocombustíveis, que Bruxelas exige todavia que sejam sustentáveis.

Fonte do gabinete do comissário europeu da Energia, Günther Öttinger, disse à Lusa que a política da UE sobre energias renováveis e biocombustiveis se mantém inalterada, com os 27 apostados nos objectivos da «nova» directiva (lei comunitária) para a promoção das energias renováveis.

A directiva estabelece objectivos ambiciosos para todos os estados-membros, tal como, até 2020, a UE alcançar 20 por cento de energias provenientes de fontes renováveis e de alcançar uma «fatia» de 10 por cento de energias renováveis (sobretudo biocombustiveis) no sector específico dos transportes (contra os 5,75 por cento fixados para 2010), embora esta segunda meta não seja vinculativa.

Portugal tem metas ainda mais ambiciosas em ambos os casos, das mais altas ao nível da UE, esperando-se que atinja 31 por cento de «renováveis» no consumo total de energia em 2020 - apenas atrás de quatro outros países: Suécia (49 por cento), Letónia (42), Finlândia (38) e Áustria (34) -, tendo também o governo português voluntariamente subido a fasquia dos biocombustíveis, propondo-se alcançar a meta dos 10 por cento muito antes de 2020.

A mesma fonte comunitária sublinhou que é urgente que se alcance o objectivo dos 10 por cento de energia no total de energia consumida no sector dos transportes - quer seja electricidade ou hidrogénio a partir de fontes de energia renováveis, ou biocombustiveis da primeira ou segunda geração - para aliviar a carga ainda muito pesada de combustíveis fosseis, mas acautelando o aspecto da sustentabilidade dos biocombustíveis.

A nova directiva estipula que a expansão do uso de biocombustíveis na UE só pode ser feita através de recursos sustentáveis, sem impacto negativo na biodiversidade e no uso da terra.

Aprovados sete regimes de certificação

Por isso, sublinhou a mesma fonte, a UE decidiu implementar um sistema de certificação de biocombustíveis sustentáveis.

Fontes comunitárias indicaram que a Comissão aprovou sete regimes de certificação para todos os tipos de biocombustíveis, cujo objectivo é assegurar que esta fonte produzida na UE ou importada para a UE é sustentáveis, ou seja, deve produzir reduções substanciais das emissões de gases com efeito de estufa e não deve provir de florestas, de zonas húmidas e de áreas naturais protegidas.

De acordo com dados divulgados em Abril passado, Portugal foi dos estados-membros da União Europeia a registar um dos aumentos mais significativos da percentagem de energias renováveis no total de energia consumida entre 1999 e 2009, que numa década subiu de 13,4 para 19 por cento.

Além de o valor de 19 por cento ficar muito acima da média comunitária - de 9,0 por cento - sendo mesmo o quinto mais elevado entre os 27, a subida de seis pontos percentuais foi a terceira mais elevada, a par da Alemanha.

O país da União com mais renováveis é no entanto a Suécia, com um valor de 34,4 por cento.

Em termos gerais, o petróleo continua a ser a principal fonte de energia na UE (36,6 por cento, mas menos que os 39,2 por cento de 1999), e em Portugal (50,5 por cento, contra 63,5 dez anos antes), seguido do gás (24,5 por cento no conjunto da UE, 16,9 em Portugal), combustíveis sólidos (15,7 na UE, 11,5 em Portugal), e do nuclear, que no conjunto da União ainda representa 13,6 por cento, embora seja inexistente em cerca de metade dos estados-membros, Portugal incluído.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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18
Ago 11
18
Ago 11

DST conclui dois projectos de energia renovável

A DST Solar continua a crescer no sector das energias renováveis. A empresa concluiu mais dois  projectos nesta área de negócio, mais precisamente o Parque de Campismo Aboim da Nóbrega e o Lar Conde Agrolongo, ambos em Braga.

Em comunicado, a empresa explica que, o parque de campismo é o primeiro em Portugal "a investir em soluções de produção de energia renovável, contribuindo de forma decisiva para a sua auto-sustentabilidade".

Para já, foram instalados um seguidor solar fotovoltaico, um sistema solar térmico para aquecimento das águas sanitárias e um aerogerador, e está prevista ainda, numa segunda fase, a instalação de uma micro-hídrica.

No Lar Conde Agrolongo, foi instalada uma central térmica com 102 painéis solares térmicos na cobertura do edifício, que garantem 75% das suas necessidades de aquecimento de águas sanitárias.

Para já, foram instalados um seguidor solar fotovoltaico, um sistema solar térmico para aquecimento das águas sanitárias e um aerogerador, e está prevista ainda, numa segunda fase, a instalação de uma micro-hídrica.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt

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17
Ago 11
17
Ago 11

Exército dos EUA investe US$ 7 bilhões em energia renovável

 

 

 

O exército norte-americano pretende suprir, ao menos, um quarto de seus gastos energéticos através de fontes renováveis. O desafio deve ser cumprido até o ano de 2025 e, para que isto vire realidade, devem ser investidos US$ 7 bilhões.

 

O assunto é tratado com tanta seriedade, que as forças armadas criaram um departamento especial para definir as estratégias, chamado de Escritório de Iniciativa em Energia (EIO, da sigla em inglês), que tem como uma de suas funções conseguir parcerias que facilitem a inserção de tecnologias para a produção energética. “Através desse escritório, pretendemos trabalhar muito duro com o setor privado”, explicou o secretário do Exército, Jonh M. McHugh, em uma teleconferência aos jornais dos EUA.

Somente o governo federal norte-americano gasta 1,5% de toda a energia usada no país. Deste montante, 80% é utilizado apenas pelo departamento de defesa, no qual está incluso o Exército. McHugh explica que através dessa iniciativa o governo pretende usar melhor o dinheiro resultante dos impostos pagos pela população, que será direcionado, tanto à segurança, quanto à redução da dependência da nação por combustíveis fósseis.

A parceria com o setor privado deve proporcionar a compra de equipamentos a preço de custo e, em contrapartida, as empresas têm a garantia de um grande cliente, que é o Exército. A expectativa é de que o projeto resulte na produção de dez megawatts de energia limpa.

Até o momento, as Forças Armadas dos EUA já têm 126 projetos de energia renovável em andamento, um deles inclui a instalação de uma central de energia solar na base da Califórnia.

fonte:http://exame.abril.com.br/

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15
Ago 11
15
Ago 11

Maior instalação de energia solar do Japão inicia suas operações

As fontes de energia renováveis têm sido estudadas para substituir a energia nuclear, uma das alternativas estudadas é a energia solar que recentemente ganhou a maior instalação do tipo apelidada de Mega Solar localiza-se na cidade de Kawasaki e já iniciou suas operações.

Com a adição de uma outra instalação, que iniciará suas atividades em dezembro, a Mega Solar será capaz de cobrir uma área do tamanho de 7 estádios do Tokyo Dome. A energia combinada destas duas plantas gerará o equivalente a 20 mil quilowatts, o suficiente para garantir energia para 5.900 famílias.

A Mega Solar é um projeto em conjunto entre a cidade de Kawasaki e a TEPCO. A prefeitura forneceu o terreno para a construção da usina de energia solar, enquanto que a TEPCO é a responsável pelas operações da usina.

fonte:http://portalnippon.com/

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11
Ago 11
11
Ago 11

Geotermia já pesa quase 1/3 na produção eléctrica nos Açores

A produção da eléctrica da açoriana EDA com recurso a fontes renováveis aumentou 15% no primeiro semestre deste ano, face ao mesmo período de 2010, garantindo cerca de um terço da energia lançada na rede nos Açores.

 

Os dados da empresa, citados pelo Serviço Regional de Estatística, indicam que a produção de electricidade no arquipélago nas centrais geotérmicas, hídricas e eólicas cresceu de 114.129 para 131.390 MWh entre Janeiro e Junho, um aumento quase integralmente assegurado pela geotermia, que subiu neste período de 77.331 para 95.223 MWh.

Os Açores têm, na ilha de S. Miguel, as únicas centrais de produção eléctrica do país com base na utilização de fluidos geotérmicos captados em profundidade.

O aumento do volume de energia renovável lançada na rede regional na primeira metade do ano implicou uma redução na produção com recurso a centrais térmicas clássicas de 295.656 para 276.768 MWh.

Nos primeiros seis meses do ano, a produção total da EDA registou uma quebra de 409.786 para 408.158 MWh, ainda segundo os dados da eléctrica regional. 

O Governo dos Açores pretende que o aproveitamento de recursos renováveis permita garantir 75% da produção de electricidade no arquipélago dentro de sete anos.

Nesse sentido, a EDA tem em execução um plano que prevê que as fontes renováveis representem cerca de 50% da produção de energia em 2014.

Nos próximos quatro anos, a eléctrica regional tem previsto investimentos nesta área que ascendem a cerca de 100 milhões de euros.

fonte:Diário Digital / Lusa 

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