17
Nov 11
17
Nov 11

Reino Unido procura projectos de tecnologia energias renováveis

Mercado oferece oportunidades em sectores distintos e desafia a exploração de nichos. Economia é competitiva e pode facilitar ligação ao mercado asiático.

Há muito que Portugal conquistou os britânicos com o sabor adocicado do vinho do Porto, hoje uma referência mundial do que de melhor se faz no País. O Reino Unido é um dos grandes importadores, assim como um mercado crescente de destino dos têxteis portugueses.

À parte estes produtos tradicionais, o país quer mais de Portugal e em diferentes áreas, quer no âmbito das trocas comerciais quer do investimento directo estrangeiro (IDE). Osvaldo Tiferes, da área de International Business Development do Santander no Reino Unido, explica que "existe um interesse crescente em produtos de tecnologias de informação, matérias-primas e em mercados de nicho como o turismo de bem-estar". No caso do Investimento Directo Estrangeiro (IDE), o país oferece oportunidades para as empresas portuguesas no sector da construção, no tecnológico e nas energias renováveis".

Martin Hodges, responsável pela área de ‘trade finance' do Santander naquele mercado, destaca ainda a oportunidade para desenvolvimento da indústria, através da qual o país pode impulsionar as exportações, dando assim um novo fôlego à economia britânica. "Se houver empreendedores portugueses, ou de outros países, que possam trazer indústria, exportação, especialização para o Reino Unido, especialização... é algo que o Governo quer" estimular.

fonte_:http://economico.sapo.pt/

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16
Nov 11

Apoios à eólica e solar já sofreram cortes na Europa

Alemanha, Dinamarca, Itália e Espanha são alguns dos países que já sofreram cortes na subsidiação das energias renováveis, face à necessidade de restringir custos que acabam por se repercutir nas tarifas pagas pelos consumidores.

Na Alemanha os cortes começaram a fazer-se sentir ainda em 2009 no sector do solar, tendo sido já anunciado que as tarifas negociadas para a indústria solar para 2012 poderiam ser suspensas. A Dinamarca também iniciou o processo de phase out em 2009 na energia eólica, com o propósito de favorecer outras fontes de energia, como a solar, hidrogénio ou biomassa. Em Itália, os subsídios para a energia solar projectada para o período de 2011 a 2013 deverão permanecer em vigor apenas para os sistemas instalados antes de 1 de junho de 2011. Na eólica, os cortes são da ordem dos 22 por cento, e têm efeito retroactivo, ou seja, aplicam-se a sistemas que também estão em operação. Uma medida que pode revelar-se fatal para a indústria renovável italiana.

Em terras de «nuestros hermanos» a razia nos subsídios às renováveis começou o ano passado. O segundo maior produtor europeu de energia solar reduziu o apoio em 45 por cento neste sector. Na eólica, Espanha foi limitando a instalação de novos parques, mas já este ano a imprensa espanhola dava eco de um novo regime regulatório para subsídios à produção eólica, para parques que iniciem a produção em 2013. 

A proposta é mais restritiva do que o actual quadro legal, propondo cortes tanto nos prémios de produção, como no número de horas e quadro temporal remunerado em regime especial. Na prática, a proposta limita os subsídios a 1500 horas anuais de produção eólica e a um quadro temporal de 12 anos (até 2025). Em comparação, o regime actualmente em vigor estabelecia um período de 20 anos. A base remuneratória será variável e actualizada anualmente, sendo que o limite de horas subsidiadas permitirá que os parques fiquem sujeitos às condições de mercado. 

As empresas do sector mostraram reticências à proposta governamental, considerando-o «inviável», mas deverão ceder face ao prolongamento da incerteza, caso não seja aprovado antes das eleições já no próximo dia 20.

fonte:http://www.ambienteonline.pt/

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16
Nov 11

Hídrica e eólica fizeram renováveis crescer 20 por cento em 2009

Em 2009 o peso das fontes de energia renováveis no total da energia primária foi de 20 por cento, o valor mais elevado dos últimos 10 anos. Segundo dados publicados no Relatório do Estado do Ambiente 2011. No final de Dezembro de 2009, Portugal tinha 8 994 MW de capacidade instalada para produção de energia elétrica a partir de renováveis. Foi um crescimento de 24,5 por cento, comparativamente ao período homólogo, devido ao acréscimo de cerca de 23 por cento verificado na produção hídrica e ao acréscimo de 31 por cento na produção eólica,

A incorporação de renováveis no consumo bruto de energia elétrica foi de 44,4 por cento em 2009 e de 50,1 por cento em 2010, ultrapassando a meta definida para o ano em questão. Portugal foi, em 2009, o 3º país da UE-15 com maior incorporação de energias renováveis.

fonte:http://www.ambienteonline.pt/

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14
Nov 11
14
Nov 11

Nova estratégia para renováveis motiva recados ao Governo

Numa altura que é de crise, o Governo decidiu voltar a fazer as contas às renováveis e mudar de estratégia. Questionado pelo AmbienteOnline quanto ao futuro das renováveis, Henrique Gomes, secretário de Estado da Energia, é peremptório: «Vamos abandonar tecnologias não maduras e não eficientes, porque não é possível suportar os sobrecustos.

É o que se passa, por exemplo, com o fotovoltaico. Estas renováveis emergentes devem ser apoiadas em programas muito específicos de investigação», revelou. E admite que o Governo tem estimulado as empresas a deixar a especialização no fotovoltaico e a apostar na eficiência energética.

O novo rumo da estratégia não caiu bem nas associações do sector. «Não se podem tomar medidas avulso que têm consequências muito graves para o sector e não só. A Secretaria de Estado da Energia deveria de uma vez por todas realizar o planeamento energético do País», considera António Sá da Costa, presidente da Associação de energias Renováveis – Apren. Segundo o responsável, desenvolveu-se um tecido empresarial baseado num pressuposto que agora deixa de existir.

«Que haja um hiato é perfeitamente aceitável, desde que não comprometa os compromissos assumidos. No caso do solar há um conjunto de investidores que se propuseram a desenvolver projectos.-piloto com a esperança que a tecnologia fosse vingar», lembra. António Sá da Costa defende que a política não pode ser feita por «saltos descoordenados» e com «cortes a direito», até porque há muitos postos de trabalho em causa.

Os impactes indirectos desta decisão, diz, vão afectar a desejada quebra nas importações energéticas, para além de um descrédito que se instala, com repercussões nos mercados internacionais para onde as empresas já começaram a exportar.

Apesar de Custódio Miguéns ressalvar que o cluster para a Energia EnergyIn não faz declarações em termos de políticas energéticas, o responsável diz entender que o Governo tenha que moderar os gastos que Portugal tem com energia. «O que acho é que o Governo também tem que ter o cuidado de criar um mercado interno minimamente desenvolvido para apoiar as empresas que estão a produzir bens transaccionáveis para as apoiar no momento em que elas são criadas. Qualquer empresa só se vai lançar na exportação depois de ter demonstrado em Portugal que os produtos funcionam. Seria de boa política económica criar um pequeno mercado para proteger as empresas em fase nascente», defende.

Apisolar contra metas da micro e minigeração

Maria João Rodrigues, presidente da Apisolar, sublinha que não a choca o anúncio do Governo, até porque a associação defende centrais associadas a pontos de consumo, e a julgar pela recente portaria nº 285/2011, a mini e microgeração continuam activas.

A apisolar estima que 40 a 50 por cento dos painéis solares fotovoltaicos instalados em 2011 sejam de fabrico nacional. Num contexto global de excesso de oferta, a contração de 47 por cento do mercado nacional de micro e miniprodução preocupa as empresas nacionais, que apresentam já um perfil exportador acentuado. «A eventual reafectação de potência entre os regimes da micro e miniprodução poderá minimizar os efeitos negativos já que se espera uma penetração de produtos extra-comunitários mais acentuada no regime da miniprodução do que do regime da microprodução», diz a associação em comunicado.

Ainda assim, a associação diz-se preocupada: «Se as tarifas são aceitáveis face à evolução dos preços, já as metas são altamente redutores», diz Maria João Rodrigues. A APISOLAR considera «excessiva e preocupante» a contração de 60 por cento do volume de mercado da microgeração.

«A confirmar-se a expectativa de excesso de procura face à oferta de licenças de microgeração, considera a Apisolar que as metas dos regimes da micro e miniprodução devem ser entendidas de modo integrado e flexível, procedendo-se periodicamente à reafectação de quotas entre os regimes, de acordo com os perfis de procura efectivamente verificados», sublinha a associação.

fonte:http://www.ambienteonline.pt/

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09
Nov 11
09
Nov 11

Potencial de energia offshore em Portugal ronda os 22 mil milhões de euros

O director do Wave Energy Center, António Sarmento, afirmou que o potencial estimado de energia offshore em Portugal poderá cifrar-se em 22 mil milhões de euros no horizonte de 2050. O valor foi avançado terça-feira no Fórum Internacional da Energia, evento integrante da ExpoEnergia2011, que decorre até dia 10 de Novembro na Universidade Católica, em Lisboa.

«Esta é uma oportunidade para desenvolver uma economia do mar», defendeu António Sarmento, sublinhando que um cluster neste sector tem um «enorme potencial de exportação». De um total global potencial de 250 GW de energia das ondas, estima-se que Portugal possa preencher uma quota de seis por cento, ainda num horizonte a «muito longo prazo».

Em termos de desenvolvimento tecnológico, o director do Wave Energy Center é da opinião que, em 2015, «haverá uma estabilização da tecnologia» para aproveitamento da energia das ondas. O desenvolvimento comercial «dependerá das tarifas», mas 2020 é um cenário possível, na óptica de António Sarmento, para a fase de demonstração comercial.

fonte:_http://www.ambienteonline.pt/

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06
Nov 11
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Nov 11

Berta Cabral defende aposta nas energias renováveis

A líder do PSD/Açores, Berta Cabral, defendeu uma "clara aposta" em energias renováveis, como forma de reduzir a dependência energética da Região.

Falando na sessão de abertura de um seminário sobre políticas de ambiente, realizada na ilha do Pico, organizado pelo Gabinete de Estudos do PSD-Açores, a líder social-democrata disse que o setor energético "é uma oportunidade" que não se deve descurar.

"Com uma política ambiental verdadeiramente eficaz é possível reduzir a dependência energética da Região face ao exterior", sublinhou Berta Cabral, para quem a aposta em energias renováveis permitirá reduzir a emissão de CO2 e diminuir a importação de combustíveis fósseis.

No seu entender, é possível criar "riqueza" a partir do setor ambiental, aplicando as regras da atividade económica, no que respeita à cadeia de valor.

"Quanto maior for o número de atividades da cadeia de valor desenvolvidas na Região, maior será a riqueza produzida, maior será o número de postos de trabalho criados", destacou.

Para a líder regional do PSD, é também possível "ganhar dinheiro" e criar o emprego a partir da gestão dos "lixos", não só reciclando, reutilizando e valorizando os resíduos, como também exportando-os para o exterior.

Para Berta Cabral, o Ambiente nos Açores deve ser encarado como uma "oportunidade" e não como um "entrave ao desenvolvimento", como tem acontecido, no seu entender, durante os governos do PS.

"Nos últimos anos, falar de ambiente é falar de planos, regulamentos, regras, proibições e coimas", disse a dirigente social-democrata, para quem estas palavras têm sido sinónimo de "impedimento e restrição".

O PSD/Açores defende, por isso, uma nova abordagem às questões ambientais nos Açores, de formar a "potenciar oportunidades" nos mais variados sectores da atividade.

No seu entender, é também necessária uma verdadeira política de ordenamento do território, que envolva a sociedade civil, as autarquias e os agentes económicos.

Berta Cabral acusou, por outro lado, o Governo Regional de demonstrar "falta de estratégia" no setor ambiental, ao criar e desfazer "a maior parte da legislação criada sobre o ambiente".

"Os Planos das Bacias Hidrográficas das Lagoas das Furnas e das Sete Cidades, por exemplo, tiveram um atraso de 11 anos entre o seu anúncio e o início da sua execução e quando finalmente foram colocados em prática, gastaram-se milhões de euros sem resultado compatível", frisou.

A líder do PSD/Açores contestou, por outro lado, a redução dos apoios às associações não governamentais de defesa do ambiente e a progressiva redução das suas competências.

"O que era feito, com qualidade, por parte das organizações não governamentais, como a gestão das Ecotecas ou os núcleos do ambiente, já não o é, porque o governo criou uma empresa pública, mais uma, para gerir tudo isto", lamentou.

No seminário sobre políticas de Ambiente participaram ainda Sérgio Ávila, investigador da Universidade dos Açores e presidente do Conselho Regional da Ordem dos Biólogos, e Fernando Luís, ex-diretor do Parque Natural da Ilha do Pico.

fonte:http://www.acorianooriental.pt/

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05
Nov 11
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Nov 11

Câmara de Olhão aposta em energias renováveis

A Câmara de Olhão anunciou, esta sexta-feira, que quer diminuir a dependência de combustíveis fósseis, economizar nos gastos energéticos e, para isso, está a apostar na instalação de energias renováveis em equipamentos municipais.

 

A medida prevê a captação de energia solar nas piscinas municipais, no auditório, na biblioteca e em escolas, possibilitando uma recuperação a médio prazo do investimento realizado e permitindo, depois das estruturas todas pagas, uma poupança anual na ordem dos 21 mil euros, segundo afirmou o responsável pela manutenção dos equipamentos da câmara, Laranjo Martins.

"A aposta na vertente solar possibilita uma recuperação do investimento relativamente rápida, em cerca de seis a sete anos, promovendo igualmente a redução da dependência dos combustíveis fósseis e consequente redução dos gases poluentes. Desta maneira o município consegue, de uma forma ambientalmente limpa, economizar consideravelmente nos gastos com energia", justificou, em declarações à Lusa.

A Câmara de Olhão adiantou, ainda, que, "nas Piscinas Municipais, foi desenvolvido um sistema solar térmico que tem por base a instalação de 50 coletores solares, que possibilitam a produção de energia térmica para o aquecimento das águas sanitárias e das piscinas", o mesmo tipo de equipamento utilizado em duas escolas do concelho para "dar apoio às cozinhas às águas quentes sanitárias".

Nestes colectores solares para produção de energia térmica, "a câmara contou com fundos comunitários para um investimento de 85 mil euros, que será amortizado em seis anos e, depois de estar coberto, permitirá uma poupança anual na despesa de gás natural na ordem dos 15 mil euros, cerca de 35% do que actualmente é pago", explicou o responsável pela manutenção de equipamentos.

Foram também instalados na biblioteca municipal e no auditório "sistemas de microgeração que têm por base 28 colectores fotovoltaicos" e cujo objectivo será a "produção de energia eléctrica a ser 'injectada" na rede pública", explicou Laranjo Martins, acrescentando que estes equipamentos "custaram 42 mil euros, suportados integralmente pela autarquia".

 

A amortização será feita "num prazo um pouco maior, de 7,5 a oito anos, e quando estiver concluída, permitirá uma poupança anual de 5500 euros", acrescentou, sublinhando que "actualmente a autarquia paga cerca de 1500 euros mensais de eletricidade na biblioteca municipal e a instalação permitirá injectar energia na rede no valor de 350 euros".

"Esta é a perspectiva financeira, mas há também aqui questões ambientais a sublinhar, porque com estes equipamentos o município reduz a sua dependência de energias como o gás natural e a electricidade e reduz as suas emissões de CO2", concluiu.

fonte:http://www.jn.pt/p

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01
Nov 11

Empresas suíças de cleantech conquistam a China

A China está investindo bilhões de dólares em energia renovável e na eficiência energética.

Para aproveitar o boom da tecnologia limpa (cleantech), cada vez mais empresas suíças se lançam no vasto e lucrativo mercado chinês.

 

Uma nova Europa, mais ecológica e sustentável, está nascendo no deserto. À frente dos trabalhos, no entanto, não está Bruxelas, mas a Suíça, um país que a Europa (aquela comunitária) tem pouco a ver.
 
"Este é um projeto para o desenvolvimento de um novo bairro em Ordos, na Mongólia Interior, região autônoma no norte da China", mostra à swissinfo.ch Diego Salmeron, diretor-geral da LEP Consultants, uma spin-off da ETH Zurich, a politécnica federal de Zurique.
 
A ideia é ambiciosa, na definição chinesa do termo. No meio de uma região semidesértica será construído um assentamento urbano (45 mil pessoas) com uma arquitetura de estilo europeu. "Haverá um núcleo francês, inglês, italiano, alemão e, é lógico, suíço", explica Salmeron, que acaba de fechar um contrato com um parceiro local. "Ele nos pediu para desenvolver um conceito preliminar para o planejamento urbano e territorial."
 
O objetivo, segundo Salmeron, é construir um bairro energeticamente sustentável. "Os edifícios são projetados conforme o padrão energético suíço Minergie. Na parte alemã, pensamos criar um parque solar e eólico."

 

Mercado em expansão

A empresa de consultoria não é a única a se interessar pela China. De acordo com a plataforma de exportação de tecnologia limpa Cleantech Switzerland, entre 100 e 150 empresas suíças estão ativas no mercado chinês.
 
"Na China, o setor de tecnologia limpa está em expansão", diz Rolf Häner, diretor de operações da associação de promoção econômica. Segundo Haner, o país está investindo cerca de 170 bilhões de dólares para promover as tecnologias limpas.
 
A China já é o maior produtor de energia eólica (na frente dos EUA). Na lista dos maiores fabricantes de células fotovoltaicas, seis em cada dez empresas são chinesas, segundo os dados de 2010 da empresa de análise de mercados Bloomberg New Energy Finance.
 
O dragão asiático, no entanto, continua emitindo enormes quantidades de gás carbônico e outros poluentes. O ar e os rios de muitas de suas cidades estão entre os mais poluídos do mundo. "O país requer toda a gama de produtos que a indústria de tecnologias limpas da Suíça pode oferecer", observa Häner
 
Cleantech Switzerland cita, por exemplo, uma empresa de incineração de lixo chinesa que pretende criar uma parceria com uma empresa suíça para "melhorar o processo de triagem e o processamento de gás". De acordo com Rolf Häner, as empresas suíças com maior potencial são as que propõem "soluções para uma melhor eficiência energética".

 

Bons contatos

O acesso ao mercado chinês não é evidente. "É importante ter um bom produto e uma ampla rede de bons contatos, tanto com o governo e com particulares. A concorrência no mercado é muito grande", afirma Diego Salmeron.
 
Em seguida, é necessário superar a barreira da língua, presente em todos os níveis, e acompanhar seu projeto com as referências certas, acrescenta Rolf Häner. A chave do sucesso, insiste o diretor de operações, são as relações com os parceiros certos.
 
Por esta razão, a plataforma criada em 2010 pretende, com seus especialistas, dar apoio às pequenas e médias empresas da Suíça que buscam se lançar em mercados emergentes como China e Índia.

 

Uma leva à outra

No futuro, o número de empresas suíças na China deve crescer. Talvez até de forma exponencial. "Se nosso conceito for aceito, passaremos à realização de um projeto preliminar. Nesta fase, será importante envolver outras empresas suíças, capazes de cuidar de um setor específico", observa o diretor da LEP Consultants.
 
Aos olhos dos chineses, continua Diego Salmeron, a marca suíça é símbolo de qualidade e fiabilidade. No entanto, isto não é o suficiente para se sentar sobre os louros da vitória. "Se a Suíça quer se posicionar no topo da tecnologia verde, ela deve promover projetos de meio ambiente não só no exterior mas também no seu território."

fonte:http://www.swissinfo.ch/

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China anuncia 100 projetos de energia limpa na África

Dez nações africanas são beneficiadas pelos trabalhos; entre elas, estão Etiópia e Moçambique, que devem receber as instalações em breve

O governo chinês anunciou a implantação de cem projetos de energia limpa a serem realizados em países africanos. De acordo com a declaração das autoridades locais, a ação visa ajudar a África a combater as mudanças climáticas.

 

Segundo Lu Shaye, diretor-general do Departamento dos Assuntos Africanos no Ministério das Relações Exteriores da China, dez nações africanas têm sido beneficiadas pelos trabalhos realizados pelo governo chinês. A escolha deve-se ao fato que o continente é o mais afetado pelas mudanças no clima e assim parte desses efeitos pode ser minimizada.

Entre os cem projetos existem programa direcionados à energia solar, biogás, e hidrelétricas, com o intuito de facilitar e obtenção de energia e tornar o processo mais limpo. Etiópia e Moçambique estão na lista dos beneficiados, que devem começar a receber as instalações em breve.

O continente africano tem sido a principal preocupação de especialistas, que garantem que os impactos das alterações climáticas podem ser sentidos com mais intensidades nessas áreas, que atualmente já são afetadas pela pobreza e pela falta de estrutura em saneamento básico, por exemplo.

Neste mês, o pesquisador australiano Tony McMichael, da Universidade Nacional Australiana, alertou para o aumento das mortes na África, causadas pela fome e pela propagação de doenças infecciosas.

Assim como a China, muitos países desenvolvidos têm investido capital em estruturas de combate às mudanças climáticas em nações em desenvolvimento, devido ao compromisso estabelecido no Protocolo de Kyoto.

fonte:http://exame.abril.com.br/

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01
Nov 11

Energias renováveis: fontes infinitas de calor e eletricidade

As energias renováveis são obtidas de fontes que nunca se esgotam. Exemplos são as energias hidrelétrica, solar, eólica, oceânica, geotérmica e da biomassa

As energias renováveis são obtidas de fontes que nunca se esgotam. Exemplos são as energias hidrelétrica, solar, eólica, oceânica, geotérmica e da biomassa. Por outro lado, as não renováveis são baseadas em combustíveis fósseis ou outros recursos minerais que vão se esgotar. Exemplos são o petróleo, o carvão, o gás natural e o urânio, este último empregado nas usinas nucleares. Por maiores que sejam as reservas conhecidas dos recursos não renováveis, é certo que dentro de alguns anos a humanidade não poderá mais contar com a energia produzida a partir destas fontes. Por isso as fontes renováveis de energia são muito importantes para nossa sobrevivência. Além disso, as fontes renováveis são limpas e não poluem a atmosfera e o meio ambiente.

A energia hidrelétrica é uma fonte renovável muito conhecida no Brasil. Quase toda a nossa energia elétrica tem origem nas usinas hidrelétricas, que utilizam a energia potencial da água para produzir eletricidade. Nas usinas hidrelétricas a água de um rio é represada em barragens e depois é escoada por dutos onde existem turbinas. O movimento da água faz girar as pás das turbinas, que por sua vez acionam geradores elétricos. Como a água dos rios nunca se esgota devido ao ciclo de evaporação e das chuvas, as usinas hidrelétricas são uma fonte inesgotável de eletricidade.

A energia do Sol pode ser aproveitada como fonte de calor para aquecimento ou para produção de eletricidade. O calor do sol é captado por coletores solares instalados nos telhados de prédios ou residências para aquecer a água. Nas usinas termossolares o calor é captado por espelhos concentradores, que aquecem um fluido dentro de uma tubulação. Esse fluido quente é levado até uma central geradora que utiliza uma turbina a vapor para acionar um gerador elétrico -- desta forma o sol é uma fonte inesgotável de energia elétrica. Outra forma de utilizar a energia do sol para produzir eletricidade é através dos sistemas fotovoltaicos, que utilizam placas solares capazes de converter diretamente a luz solar em eletricidade. As placas fotovoltaicas podem ser usadas nos telhados das residências ou para construir grandes usinas geradoras de eletricidade. 

A energia eólica, ou dos ventos, pode ser extraída por uma turbina formada por pás, como um catavento, que aciona um gerador elétrico. Em regiões do planeta onde existem ventos constantes a energia eólica é uma fonte inesgotável de eletricidade. Os oceanos também podem ser uma fonte de energia para a humanidade. Na subida das marés um reservatório é enchido e na descida a água é escoada. O movimento da água é usado para acionar um gerador elétrico. Uma segunda forma de extrair a energia do oceano é através de geradores elétricos instalados nas profundezas do oceano, que capturam a energia do movimento das correntes marítimas. Outra forma de gerar eletricidade com o oceano é através de bóias flutuantes que oscilam com as ondas do mar e capturam a energia desse movimento.

O calor do interior da Terra também pode ser usado como fonte para aquecimento ou eletricidade. Em algumas regiões do planeta é possível encontrar temperaturas elevadas a apenas algumas centenas de metros de profundidade. Com tubulações subterrâneas de água é possível extrair o calor e levá-lo até centrais geradoras, que utilizam turbinas a vapor para acionar um gerador de eletricidade. A biomassa, ou a matéria orgânica, também é uma fonte de energia. A biomassa inclui os dejetos agrícolas, como o bagaço de cana, muito usado para produzir eletricidade no Brasil, os biocombustíveis e todo tipo de material vegetal que pode ser usado como combustível nos motores a combustão ou nas caldeiras para a produção de eletricidade nas usinas termelétricas. A biomassa é uma fonte renovável pois os vegetais empregados como fonte de energia podem ser obtidos através do plantio. Além disso, a biomassa é considerada uma fonte limpa de energia. 

fonte:http://portal.cruzeirodosul.inf.br

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