30
Jan 12

Produção renovável cai 12% em 2011

A produção de energia eléctrica de fonte renovável, entre Janeiro e Novembro de 2011, registou uma quebra de 12 por cento, em relação a período homólogo de 2010. As estatísticas foram apresentadas pela Direcção-Geral de Energia e Geologia (DGEG) na sexta-feira e referem a baixa produção hídrica como a principal responsável pela tendência.

Segundo a DGEG, a produção hídrica decresceu 24 por cento em relação a 2010, o que representou uma fatia significativa da descida de produção geral renovável de 25 Twh para 22 Twh. A título de exemplo, a produção hidroeléctrica de Bacia do Lima registou uma quebra de 63 por cento em Novembro, em relação ao mesmo mês de 2010. A contornar a tendência, a energia eólica registou uma subida de oito por cento, na comparação entre 2010 e 2011.

No final de Novembro de 2011, a capacidade instalada para a produção renovável de energia eléctrica era de 10309 MW. Um valor que representa um acréscimo em relação a Outubro, devido sobretudo à entrada em funcionamento de duas novas centrais a biogás e ao reforço de potência numa central eólica já existente.

fonte:http://www.ambienteonline.pt/

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30
Jan 12

Espanha corta subsídios às renováveis

O governo espanhol suspendeu todos os apoios aos novos projectos de energias renováveis. A medida do executivo de Mariano Rajoy é «temporária», segundo a imprensa espanhola e surge como forma de travar o défice tarifário espanhol avaliado em cerca de 24 mil milhões de euros. 

A medida anunciada no final da semana passada pelo primeiro ministro espanhol deverá ser regulamentada esta semana, no entanto, sabe-se já que não terá efeitos retroactivos quer nos projectos em funcionamento, quer nos que estão em fase de instalação. Endesa, Iberdrola e Gas Natural Fenosa são as principais empresas credoras, no entanto, a EDP e a E.ON Espana também são afectadas com este défice. 

O governo de Rajoy garante que a medida não terá impacto no cumprimento da meta de capacidade instalada de 63.8GW de renováveis em 2020. No ano passado, a produção de renováveis foi responsável por cerca de 34,5 por cento do consumo de energia cifrado em 270TWh, em Espanha.

Os custos associados à produção de energia renovável estão avaliados em 40 por cento (6,6 mil milhões de euros) dos custos do sistema eléctrico em 2011, valor que deverá aumentar em 2012, segundo informação do entidade reguladora espanhola CNE.

fonte:http://www.ambienteonline.pt/

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27
Jan 12
27
Jan 12

Espanha trava novos subsídios às energias renováveis

O Governo de Rajoy pretende com esta medida reduzir o elevado défice tarifário de 24 mil milhões de euros.

O Executivo de Mariano Rajoy aprovou esta manhã, em Conselho de Ministros, a suspensão dos subsídios às energias renováveis (em especial à energia termo solar), que, em 2011, totalizaram 6,4 mil milhões de euros.

De acordo com o "El País", esta medida "não é retroactiva" e há 60 mil instalações que vão continuar a receber subsídios. A medida aprovada hoje – defendida pelas grandes empresas do sector - afecta apenas as novas instalações e tem dois objectivos: travar a escalada do défice tarifário (a lei define que este tem que desaparecer em 2013) e aliviar a pressão sobre a factura paga pelos consumidores (esta não subiu em Janeiro por decisão do Governo mas teria que aumentar de forma significativa em Março, caso não fossem tomadas medidas urgentes), refere o diário espanhol.

O ministro da Indústria espanhol, José Manuel Soria, garantiu que esta medida é "temporária". Soria, citado pelo "El País", garantiu ainda que Espanha tem uma capacidade de produção superior à procura e que esta medida não coloca em causa o cumprimento dos objectivos do Plano de Renováveis 2005-2020 da União Europeia. 
fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/h
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24
Jan 12
24
Jan 12

Reino Unido prepara-se para energia das ondas de baixo custo

Os planos são ambiciosos, mas a empresa britânica Ecotricity acredita que, em cinco anos, vai conseguir instalar 200 equipamentos de energia das ondas na costa do Reino Unido. A tecnologia pioneira, com o nome comercial de SeaRaser, apresenta estimativas de custo inferiores ao desempenho da energia nuclear ou gás natural.

A empresa avança que o equipamento de 240 kW tem potencial para produzir electricidade a dois pence (cerca de dois cêntimos de euro) por kWh. A tecnologia foi desenvolvida pelo inventor britânico Alvin Smith e depois comprada pela Ecotricity, por um preço que não foi divulgado pela empresa. Os planos passam agora por instalar um primeiro equipamento à escala comercial no próximo ano, depois dos primeiros ensaios com um modelo de demonstração.

Também no outro lado do oceano Atlântico há planos para conquistar o potencial energético do mar. A Verdant Power Inc obteve uma licença do Regulador Federal dos Estados Unidos para implementar um projecto piloto de energia das marés em Nova Iorque. A empresa quer instalar cinco turbinas no East River até finais de 2013, com a possibilidade de, nos dois anos seguintes, acrescentar até um total de 30 geradores.

A licença de dez anos para o projecto RITE (Roosevel Island Tidal Energy) tem a duração de 10 anos e prevê a instalação de uma capacidade energética de 1,050 kW.

fonte:http://www.ambienteonline.pt/n

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20
Jan 12

Nasce em Peniche um projecto inovador de produção de energia

Chama-se Wave Roller e foi concebido para converter a energia de ondas em eletricidade. O projeto foi criado pela empresa finlandesa AW-Energy que constitui com a portuguesa Eneólica, pertencente ao Grupo Lena, o consórcio detentor da tecnologia. É inovador, único a nível mundial e está a ser implantado em Peniche.

No passado dia 2 de Janeiro de 2012, chegaram aos Estaleiros Navais de Peniche os três módulos de produção do projeto Wave Roller, que gera energia através das correntes submarinas do fundo do mar. Estes módulos, constituem a versão pré-comercial desta tecnologia e serão instalados no mar de Peniche, ao largo da praia da Almagreira, onde anteriormente foi testado um protótipo. 
Os componentes foram fabricados em Kotka, na Finlândia, mas os trabalhos de montagem final e preparação da fixação da estrutura ao fundo do mar estão a cargo dos Estaleiros Navais de Peniche, um dos dez parceiros do projeto - entre os quais estão entre os quais o Município de Peniche, o Instituto Hidrográfico, a Bosch Rexroth do Grupo Bosch, e as duas empresas que constituem o consórcio detentor da tecnologia, a finlandesa AW-Energy e a portuguesa Eneólica, pertencente ao Grupo Lena.

Porquê Peniche?

Segundo a Eneólica, entre as particularidades que levaram à escolha de Peniche para o lançamento deste projeto-piloto estão as “condições naturais de recurso (ondas) extraordinárias”, a existência de know-how associado à economia oceânica local, nomeadamente os estaleiros e atividades relacionadas com empreitadas no mar e ainda a “forte vontade local de fazer parte da história do desenvolvimento da energia das ondas”.
O consórcio prevê que a versão pré-comercial do Wave Roller seja instalada durante a primavera de 2012. Esta tecnologia visa produzir energia elétrica a partir das ondas de fundo que se formam entre os 15 e os 30 metros de profundidade. A profundidade e os fundos com características adequadas a esta tecnologia foram identificados há cerca de quatro anos ao largo da praia da Almagreira, onde começa a surgir uma zona piloto para instalação de tecnologias de geração de energia das ondas, revela uma nota divulgada pela Câmara Municipal de Peniche.
Esta tecnologia inovadora foi criada em 2007 pela AW Energy para ser comercializada e testada em Portugal pela Eneólica, durante uma primeira fase de demonstração do projecto-piloto. A perspetiva de sucesso do equipamento a instalar na versão pré-comercial, levou os promotores a iniciar o desenvolvimento de uma versão comercial de 5Mw, com previsão de instalação em 2013. 
A versão pré-comercial do WaveRoller é cofinanciada pela Comissão Europeia, através do 7.º Programa-Quadro, num projeto denominado SURGE - Simple Underwater Renewable Prodution of Electricity (Produção Subaquática Simples de Energia Elétrica Renovável). 
O objetivo dos promotores passa por vir a criar na praia da Almagreira um grande parque mundial de energia das ondas e entrar depois numa fase de exploração comercial do projeto com uma potência instalada entre os 50 e os 100 megawatts (MW).
Impactos ambientais e nas atividades marinhas locais limitados, menor exposição aos fenomenos climáticos, maior proximidade a terra, operação e manutenção simples de baixo custo e uma menor dependência das condições de vento locais nas zonas de ondulação, são algumas das vantagens deste sistema, segundo a Eneólica.  “A energia contida nos oceanos, por ser uma forma muito concentrada de energia solar, e vento, representa um potencial energético muito grande e de importância fulcral, especialmente para Portugal”, destaca a Eneólica no seu site na internet, acrescentando a energia oceânica poderá seja uma das fontes renováveis com maior crescimento em termos de aproveitamento até 2020. 
fonte:http://www.mundoportugues.org/c
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20
Jan 12

Investimentos em renováveis atingem máximo em 2011

Ao todo, foram investidos 260 mil milhões de dólares (cerca de 204 mil milhões de euros) em energias renováveis em 2011. O valor, adiantado pela Bloomberg New Energy Finance, representa um máximo histórico e surge num período de conjuntura económica desfavorável.

O investimento global marca uma subida de 10 por cento em relação a 2010 e é cerca de cinco vezes superior ao montante aplicado no sector das renováveis em 2005. Por segmentos, a energia solar tem o destaque, representando quase o dobro dos investimentos feitos no sector eólico. Em 2011, o montante investido na tecnologia solar foi de 136,6 mil milhões de dólares (subida de 36 por cento em relação ao ano anterior), contra os 74,9 mil milhões de dólares para a eólica (queda de 17 por cento).

As tecnologias “inteligentes” tiveram, à semelhança da eólica, uma descida de 17 por cento em relação a 2010, alcançando os 19,2 mil milhões de dólares. Este tipo de investimentos, baseados sobretudo em departamentos empresariais de I&D, capital de risco e private equity, tem permitido o desenvolvimento de tecnologias de armazenamento energético, transporte e redes inteligentes.

Só a Europa representou um investimento de 100,2 mil milhões de dólares, num crescimento de três por cento.

O continente contou com a aposta forte da Alemanha e da Itália em infra-estruturas de energia solar. Porém, por país, os Estados Unidos são sinónimo dos maiores investimentos em energia de fonte renovável. O país conseguiu recuperar o primeiro lugar no ranking – que tinha perdido para a China desde 2009 – e apresenta um investimento em renováveis na ordem dos 55,9 mil milhões de dólares. O valor é o resultado de uma subida de 33 por cento em relação a 2010.

fonte:http://www.ambienteonline.pt/

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14
Jan 12
14
Jan 12

Investimento em energias limpas atinge novo recorde em 2011

Os investimentos globais nas energias limpas atingiram um novo recorde em 2011, apesar da crise económica mundial.

O volume de investimentos subiu 5% em relação a 2010, chegando ao equivalente a 203 mil milhões de euros, segundo um relatório da Bloomberg New Energy Finance.

A aposta maior foi na energia solar, cujos investimentos cresceram 36%, para 105 mil milhões de euros. O valor é o dobro do dos projectos de energia eólica – 59 mil milhões de euros –, onde houve uma queda de 17%. O salto do solar ocorre a despeito da redução no preço dos painéis fotovoltaicos, o qual foi compensado pelo aumento nas vendas.

O ano também ficou marcado pelo retorno dos Estados Unidos à posição de maior investidor individual em energias limpas, ultrapassando a China, que estava em primeiro lugar desde 2009. Apoios públicos – que se estendem até ao final de 2012 – terão contribuído fortemente para a subida de 33% nos valores investidos nos EUA. “Deverá haver uma corrida para concluir projectos em 2012, seguida de uma queda nos investimentos em 2013, se [os apoios] acabarem”, antecipa Michael Leibreich, administrador principal da Bloomberg New Energy Finance.

Colectivamente, a Europa ultrapassa o investimento dos EUA e da China, com 79 mil milhões de euros. A Índia (8,1 mil milhões de euros) e o Brasil (6,5 mil milhões) também figuram entre os maiores investidores em energias limpas.

fonte:http://economia.publico.pt/N

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11
Jan 12
11
Jan 12

Vêm aí as fusões no mercado das energias renováveis

O mercado das energias renováveis vai ser “varrido” por uma onda de consolidação, com fusões e aquisições entre empresas do sector. Esta é a opinião de Anders Soe-Jensen, CEO da Vestas Offshore.

“Antevejo fusões também na Europa. Espero ver isso acontecer”, revelou ao Jornal de Negócios o responsável, que lidera um dos principais fornecedores de turbinas eólicas da EDP.

A Vestas, que está a fornecer 2,1 GW de turbinas à EDP, foi também responsável pela construção do aerogerador do projecto Wind Float, que recentemente foi ancorado ao largo de Aguçadoura, Póvoa do Varzim.

“Quando falamos de Wind Float falamos de uma convergência entre o conhecimento offshore, no lado das fundações, e as turbinas que produzimos para serem utilizadas no mar. Vai ser uma combinação interessante e estamos expectantes para ver o trabalho deste projecto”, revelou o responsável.

Recorde o projecto Wind Float.

A Vestas, que já instala turbinas eólicas, em alto mar, desde 1990, conta já com mais de 1.000 MW fornecidos a parques eólicos offshore. Dinamarca, Holanda, Reino Unido e Bélgica são os principais destinatários.

fonte:http://www.greensavers.pt/

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10
Jan 12
10
Jan 12

Renováveis poupam €721 milhões em importação de combustíveis

Produção de eletricidade de origem renovável permitiu poupar €721 milhões na importação de combustíveis fósseis em 2011.


A produção de eletricidade de origem renovável (excluindo a grande hídrica) permitiu poupar €721 milhões na importação de combustíveis fósseis (gás natural, carvão, e fuel nas Regiões Autónomas) e €104 milhões em licenças de emissão de dióxido de carbono. No total, segundo um comunicado hoje emitido pela Associação Portuguesa de Energias Renováveis, a produção de electricidade renovável por produtores independentes permitiu uma poupança de €825 milhões, mais €195 milhões do que em 2010.

No dia 12 de Novembro, entre as 7 e as 8 horas da manhã, todo o consumo de eletricidade em Portugal foi assegurado pela Produção em Regime Especial (renováveis) tendo, nesse mesmo dia, 64% do consumo sido assegurado pela produção eólica.

"O aumento do preço dos combustíveis vai reafirmar a importância dos benefícios que o sector traz para o desenvolvimento do País, uma vez que o preço da eletricidade renovável é totalmente independente. Este é um fator que contribui para aumentar a segurança de abastecimento e a independência energética, aspectos fundamentais para o relançamento da economia portuguesa", afirma António Sá da Costa, presidente da Associação Portuguesa de Energias Renováveis.
fonte:http://aeiou.expresso.pt
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06
Jan 12
06
Jan 12

Peniche: produzir energia através das ondas

Uma nova tecnologia para a produção de energia eléctrica a partir das correntes marítimas vai ser instalada em Peniche até à próxima Primavera.

Trata-se de uma unidade-piloto, de tecnologia finlandesa, já testada em terra, e que vai ser aplicada numa plataforma de 40 metros.

Construída nos estaleiros navais de Peniche, pode ser o início do aproveitamento eficaz da energia das ondas.

fonte:http://www.tvi24.iol.pt/t

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