15
Nov 12
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Nov 12

Subsídios às renováveis somaram 69,2 mil milhões em 2011

Em 2011 os subsídios às renováveis ascenderam a 69,2 mil milhões de euros, a nível mundial. Mas nos combustíveis a subsidiação ultrapassou os 411 mil milhões.

Os subsídios à produção de energia eléctrica a partir de fontes renováveis (e à produção de biocombustíveis) ascendeu a 88 biliões de dólares (69,2 mil milhões de euros), refere o relatório da Agência Internacional de Energia (AIE) divulgado esta segunda-feira.

No entanto, e ainda segundo o mesmo documento, os subsídios aos combustíveis fósseis foi da ordem dos 523 biliões de dólares (411,5 mil milhões de euros).

Outra das conclusões da AIE nota que as renováveis  serão a segunda fonte de geração de energia eléctrica já em 2015, a nível mundial, com o carvão ainda à frente. "A rápida expansão das energias eólica e solar tem consolidado a posição das energias renováveis como componente indispensável da matriz energética global", referem os responsáveis da AIE.

E adiantam ainda que "as fontes de energia renováveis aumentam a um ritmo rápido devido à baixa dos custos da tecnologia, ao aumento dos preços dos combustíveis fósseis e também do carbono".

Recorde-se que no final do primeiro semestre de 2012 Portugal era o 10º país do mundo com mais capacidade eólica. Uma tabela liderada pela China, logo seguida pelos Estados Unidos.

fonte:http://expresso.sapo.pt/s

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06
Nov 12
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Nov 12

25% da eletricidade consumida produzida a partir do carvão

Um quarto do consumo de eletricidade em Portugal nos primeiros dez meses do ano foi assegurado pela produção a partir de carvão, principal fonte para produção de elétrica, quando as barragens apenas responderam a 9% do consumo, revelam dados da REN e citados pela Lusa.

Nos primeiros dez meses do ano, 25% do consumo de eletricidade foi assegurado pela produção a partir de carvão, 22% a gás natural, sendo a eólica a terceira principal fonte de energia para a produção de eletricidade, tendo assegurado 19% do consumo.

Apesar de uma ligeira melhoria, outubro foi um mês seco, com a quantidade de água nas barragens a representar 60% dos valores normais para esta época, tendo a produção hídrica caído 56% nos primeiros dez meses do ano, garantindo apenas 9% do consumo. 

Em compensação, a importação comercial de eletricidade aumentou 102,8% até outubro, representando cerca de 17% do consumo. 

A tendência de redução do consumo de eletricidade apresentou um abrandamento no mês de outubro, com uma contração de apenas 2,5% em relação ao período homólogo, de acordo com a REN. 

O consumo de eletricidade caiu 4% nos primeiros dez meses do ano, em relação ao período homólogo, o que permite antecipar um recuo do consumo total em 2012 para os valores de 2006, em resultado da recessão que o país está a viver. 

O consumo de energia elétrica até outubro foi de 41.992 GWh (gigawatt/hora), o que representa uma queda de 3,1% face ao mesmo período do ano passado com a correção dos dias úteis e da temperatura.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/ec

publicado por adm às 20:47 | comentar | favorito
03
Nov 12
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Nov 12

Ondas de Peniche já produzem eletricidade

Se pensava que Peniche só era famoso no surf, então leia com atenção: o Waveroller já está a produzir energia elétrica a partir das ondas. É uma máquina única a nível mundial e está no fundo do mar, a 900 metros da costa, perto do Baleal.

O último realtório da sobre energias renováveis publicado há poucos dias pela Direção Geral da Energia e Geologia (DGEG) não deixa margem para dúvidas. Portugal voltou a ter energia elétrica produzida a partir da força das ondas.

Há três anos já tinha havido uma experiência com o Pelamis, na Aguçadoura (Póvoa de Varzim), mas agora é o Waveroller (de origem finlandesa), que já está em teste no fundo do mar de Peniche, na zona do Baleal, a cerca de 900 metros da costa.

O Waveroller é já a segunda fase de um projeto que nasceu há cerca de dois anos, em articulação com a Eneólica (do grupo Lena) e a finlandesa AW Energy.

Ou seja, este protótipo pré-comercial surge na sequência de uma experiência anterior, a uma escala muito menor, mas que correu muito bem "e superou todas as expectativas", nota Leocádio Costa, da AW Energy.

Mais de seis milhões no fundo do mar 


Custou perto de €6,5 milhões (em grande parte financiados por programas comunitários) e pesa 600 toneladas. Tem 43 metros de comprimento, por 18 de largura e 12 de altura. Mais de 50% desta estrutura submarina terá incorporação nacional.

Está desde agosto colocado no fundo do mar, onde as suas pás gigantes vão oscilando com a força das ondas que lhe passam por cima. Com esse movimento é acionado um dispositivo que transforma a energia das ondas em energia elétrica. Essa energia é depois enviada para a costa por um cabo submarino, onde é recebida por um transformador que depois a injeta na rede.

O Expresso mostra-lhe aqui um vídeo onde é revelado o momento em que as várias componentes do Waveroller começam a ser acopladas, realizado poucos meses antes da sua entrada em funcionamento.



fonte: http://expresso.sapo.pt/ 

publicado por adm às 22:04 | comentar | favorito