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Brasil é o 10º país mais atraente para energias renováveis

De acordo com pesquisa divulgada pela consultoria Ernst & Young, apesar dos esforços no investimento em fontes alternativas de energia, o Brasil ainda não é atrativo para novos aportes no setor


Apesar dos esforços no investimento em fontes alternativas de energia, como é o caso da construção dos Complexos Eólicos, na região Nordeste, e da maior usina de energia solar do Brasil, em Campinas (SP), o país não é um destino atraente para novos aportes no setor. Esta é a conclusão da última edição de 2012 do Índice de Atratividade dos Países em Energias Renováveis, divulgado pela consultoria Ernst & Young.

O estudo é publicado a cada três meses e reúne as 40 nações mais atraentes para investimentos em energia eólica, solar, geotérmica e de biomassa. O primeiro lugar ficou com a China, que somou 69,6 pontos de média numa escala de 0 a 100. Entre os quatro tipos de produção de energia avaliados, a produção eólica foi a mais bem pontuada, chegando a 76 pontos. A segunda melhor nação para aportes é a Alemanha, que ficou um ponto à frente dos Estados Unidos pela primeira vez desde que o ranking foi criado.

O Brasil ocupa o 10º lugar entre os países avaliados pelo Índice, ficando também atrás de Índia, França, Reino Unido, Canadá, Japão e Itália, com 50,5 pontos. Apesar de estar bem no meio da lista, a posição é considerada ruim pelo histórico do país no ranking. Na última edição, divulgada em agosto de 2012, ocupava a nona posição. Em relação à avaliação divulgada em setembro do ano passado, o país teve uma evolução já que estava em 11º lugar.

Entre os quatro tipos de energias avaliadas, a geotérmica é a menos atraente com apenas 24 pontos. Em terceiro e segundo lugares estão, respectivamente, a geração solar (48 pontos) e a eólica (52). A melhor opção para investimentos em energia renovável no Brasil é a produção com o uso de biomassa, que tem como fonte as matérias orgânicas sejam elas animal, mineral ou vegetal, tais como lenha e madeira em geral, carvão vegetal, bagaço de cana e fontes primárias de energia.

Na cidade de Piracicaba, uma das maiores produtoras de cana de açúcar do país, está localizado o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), que está em negociação com BNDES, FINEP e Governo do Estado de São Paulo para a criação de um Projeto de Gaseificação de Biomassa. O custo atual estimado para viabilizar a ideia é de R$ 83 milhões. De acordo com estudos do IPT, o programa piloto teria capacidade de processar cerca de 400 mil toneladas de bagaço e palha de cana por ano.

A produção de gás de síntese a partir do bagaço e palha da cana-de-açúcar é uma forma de obter, de modo mais eficiente, a energia contida nestes resíduos. A utilização de fontes de biomassa, além de ser uma forma mais ecológica de gerar energia, também contribui para o aproveitamento dos recursos naturais resultantes de desmatamentos, queimadas e outros problemas ambientais.

fonte:http://invertia.terra.com.br/e

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Consumo de renováveis atingiu recorde do ano

O consumo de energia de origem renovável atingiu em Novembro o valor mais elevado do ano, de acordo com a informação disponibilizada no 'site' na Internet da REN - Redes Energéticas Nacionais.

Para este crescimento do peso das renováveis contribuíram as centrais eólicas, que atingiram a produção mensal mais elevada de sempre, representando quase 30% do consumo de energia em Novembro.

No conjunto, a produção de origem renovável representou este mês 56% do consumo, que é o valor máximo do ano, de acordo com os dados da empresa gestora das redes energéticas nacionais.

No acumulado entre Janeiro e Novembro, o consumo de energia em Portugal foi abastecido maioritariamente com produção a carvão (25%), seguido do gás natural (21%) e energia eólica (20%). O consumo de energia hídrica contribuiu com 10%, a biomassa com 5% e a fotovoltaica apenas 1%. Já a importação abasteceu 16% do consumo.

Num ano marcado pela seca, a afluência aos aproveitamentos hidroeléctricos (barragens) atingiu em Novembro 85% dos valores normais para a época, sendo os mais elevados de 2012.

Quanto ao consumo de energia, em Novembro este continuou a contrair, mas segundo os dados da REN de forma menos acentuada do que nos outros meses, numa redução de 0,9% face ao período homólogo.

Também no acumulado dos 11 meses do ano caiu, neste caso 2,9%.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/


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