26
Abr 13
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Abr 13

Portugal no 6º lugar do ranking europeu das renováveis

Desde 2004 (últimos dados disponibilizados pelo Eurostat), Portugal tem vindo a aumentar a sua quota de energias renováveis.

Portugal registou, em 2011, a sexta percentagem mais elevada, 24,9%, do consumo final bruto de energia na União Europeia (UE), de acordo com dados divulgados hoje pelo Eurostat. Um valor que traduz um crescimento de 2,2 pontos percentuais face ao ano anterior.

Desde 2004 (últimos dados disponibilizados pelo Eurostat), Portugal tem vindo a aumentar a sua quota de energias renováveis. Em 2004, a percentagem de energia de fontes renováveis representava, em Portugal, 19,3% do consumo final bruto de energia, em 2006 de 20,6% e, em 2008, de 22,3%. A percentagem de energia de fontes renováveis representava, em 2011, 13% do consumo final bruto de energia na União Europeia.

De acordo com os dados do gabinete de estatísticas europeu, citado pela Lusa, a percentagem de energia proveniente de fontes renováveis na UE tem vindo a aumentar: em 2004 era de 7,9%, em 2006 de 8,5%, em 2008 de 9,6%, em 2010 de 12,1% e em 2011 de 13%.

As percentagens de energias renováveis mais elevadas, em 2011, pertenceram à Suécia (46,8%), à Letónia (33,1%), Finlândia (31,8%), enquanto as mais baixas foram observadas em Malta (0,4%), Luxemburgo (2,9%) e Reino Unido (3,8%).

A estratégia da UE para lutar contra as alterações climáticas tem como objectivo aumentar para 20% a quota das energias renováveis até 2020.

 fonte:http://economico.sapo.pt/no

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17
Abr 13
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Abr 13

Produção de electricidade da Renováveis sobe 10% até Março

A produção de electricidade da EDP Renováveis cresceu 10% no primeiro trimestre face ao ano anterior, para 5,8 TWh.

"O crescimento anual da produção reflecte o aumento de capacidade instalada nos últimos 12 meses e o elevado recurso eólico na Europa", indica a empresa liderada por Manso Neto em comunicado ao mercado sobre os dados operacionais previsionais dos primeiros três meses do ano.

A EDP Renováveis salienta que as suas operações na Europa "foram o principal motor de crescimento da produção ao registar um aumento de 36% para 2,9 TWh" face ao mesmo período do ano passado, representando 50% da produção.

Na Europa, a empresa salienta o aumento da produção na Península Ibérica, que cresceu 42%, registando um forte crescimento em Portugal, que foi de 62%.

No documento, a EDP Renováveis indica ainda que alcançou um factor de utilização de 36%, mantendo a sua posição de destaque na indústria, em resultado de uma carteira de activos bem diversificada e evidenciando, uma vez mais, a elevada qualidade dos seus parques eólicos".

No final de Março de 2013, a eléctrica geria uma carteira de activos de 8,1 GW em 9 países, dos quais 7,7 GW consolidados integralmente e 390 MW (atribuíveis à EDPR) através do consórcio Eólicas de Portugal.

A EDP Renováveis apresenta as contas do primeiro trimestre a 8 de Maio, antes da abertura da bolsa.

Na sessão de hoje, os títulos caíram 3,43% para 3,63 euros.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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16
Abr 13
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Abr 13

Energias renováveis nos Açores vão crescer de 30 para 57% em quatro anos

A taxa de penetração das renováveis na energia elétrica dos Açores vai passar dos atuais 30 para 57 por cento em 2017, revelou à Lusa o diretor do planeamento e investimento da Empresa de Eletricidade dos Açores (EDA).

António Furtado explicou que esta meta será materializada através do reforço da capacidade instalada do projeto geotérmico de São Miguel, no Pico Vermelho, e da central piloto geotérmica que vai surgir na Terceira.

"Vamos ampliar a central geotérmica do Pico Vermelho, na ilha de São Miguel, em cerca de 5 megawatts e continuar a prospeção do projeto geotérmico da ilha Terceira, numa primeira fase, para tentar obter 3 megawatts e depois os 7 megawatts, para se totalizar o valor que normalmente viabiliza um investimento desta ordem de grandeza, que é os 10 megawatts", especificou.

Em termos de valores, apontou que a ampliação da central geotérmica do Pico Vermelho contempla um investimento de 19 milhões de euros e o projeto da ilha Terceira 30 milhões de euros.

A central geotérmica do Pico Vermelho vai potenciar um crescimento de energia de 6,25 por cento na produção total da ilha de São Miguel.

No caso do projeto geotérmico da Terceira, os 10 megawatts previstos gerarão um acréscimo na produção necessária da ilha de 38 por cento.

António Furtado destacou que atualmente existe uma potência geotérmica instalada em São Miguel de 23 megawatts que, a par dos dois investimentos que vão ser realizados, irá contribuir para um incremento da potência instalada dos Açores de cerca de 38 megawatts.

"Atualmente, em São Miguel, andamos com um grau de penetração de energia geotérmica de 47 por cento, enquanto nos Açores, no contexto global das energias renováveis, o valor é de 30 por cento", referiu.

Para além da geotermia, a EDA explora energias alternativas como a eólica e hídrica, não havendo "nesta fase" margem para crescimento da primeira, de acordo com David Estrela, responsável pela EEG, empresa do grupo da elétrica açoriana.

O plano de investimentos da energia eólica, que teve início em 2012, vai ficar concretizado ainda este ano, ficando os parques existentes no "limite" da sua capacidade de utilização, afirmou.

David Estrela revelou que o projeto de criação de uma central hídrica reversível na lagoa das Furnas, em São Miguel, cujo estudo de impacto ambiental deverá arrancar em breve, poderá gerar outros investimentos idênticos em outras ilhas dos Açores.

Em termos de produção, em 2012 a energia hídrica representava quatro por cento do total dos Açores e a eólica oito por cento, enquanto a geotermia assumia 17 por cento.

De acordo com o sítio www.eurelectric.org, no conjunto das regiões ultraperiféricas europeias, os Açores e a ilha de Reunião tinham em 2011 as maiores taxas de penetração de energias renováveis, à frente da Madeira, Canárias, Guadalupe e Martinica.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/E

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13
Abr 13
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Abr 13

Sal pode ser a primeira ilha do país abastecida totalmente com energias renováveis

A ilha do Sal pode vir a ser a primeira de Cabo Verde a ser abastecida a cem por cento com energias renováveis até ao final de 2014.

Segundo o ministro do Turismo, Indústria e Energia, Humberto Brito, os investimentos no Sal para a produção e distribuição de energia eólica e fotovoltaica representam já uma taxa de penetração superior a 40%.

O governante adiantou que a Electra, empresa pública de abastecimento de água e energia, dispõe atualmente de uma capacidade instalada à volta de 21,5 megawatts, incluindo as energias renováveis.

fonte:http://www.abola.pt/

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02
Abr 13
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Abr 13

Produção renovável abastece 70% do consumo nacional de eletricidade

A produção de eletricidade a partir de fontes renováveis permitiu abastecer cerca de 70% do consumo no primeiro trimestre deste ano, devido à existência de condições meteorológicas favoráveis à produção hidráulica e eólica, de acordo com a REN.

Entre janeiro e março, a produção hidráulica aumentou 312% face ao ano anterior e abasteceu 37% do consumo, enquanto a produção eólica aumentou 60% no mesmo período e abasteceu 27% do consumo, de acordo com os dados da gestora das redes energéticas.

Estas duas fontes de energia são as que têm mais peso na produção de origem renovável, que quase duplicou no primeiro trimestre, depois de, em 2012, ter representado apenas 37% do consumo.

O regime eólico ocorrido neste trimestre - 36% acima da média - foi o mais elevado de sempre, segundo os dados recolhidos pela REN.

No primeiro trimestre de 2013, o consumo de energia elétrica caiu 2,3% face ao período homólogo, valor que baixa para os 0,4% com a correção dos efeitos de temperatura e número de dias úteis.

Estes números confirmam a tendência de abrandamento na queda dos consumos que se começou a verificar no final do ano passado. Em março registou-se mesmo uma evolução positiva com um crescimento de 4,7% ou 1,6% com correção de temperatura e dias úteis.

O ano de 2012 foi o segundo consecutivo de redução dos consumos, acumulando uma quebra de 6% face ao máximo ocorrido em 2010 e situando-se ao nível de 2006.

A produção das centrais térmicas a carvão e gás natural caiu 29% e 44% respetivamente no primeiro trimestre, em relação ao período homólogo.

Entre janeiro e março, o sistema português manteve-se exportador ao longo do trimestre, tendo vendido ao exterior o equivalente a 6% do consumo nacional.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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