28
Mai 13
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Mai 13

Maior hidrelétrica do mundo será construída na África

A maior hidrelétrica do mundo será construída no Rio Congo, o maior rio do mundo depois do Amazonas.

A hidrelétrica Inga, que será construída na República Democrática do Congo, terá uma capacidade de geração de eletricidade duas vezes maior do que a maior hidrelétrica do mundo atualmente, a usina de Três de Gargantas, na China.

Hidrelétrica sem barragem

Mas, além da potência, ela terá uma vantagem imbatível: a hidrelétrica será construída sem a necessidade de construir uma represa.

Isso será possível porque, nas chamadas Cataratas Inga, cerca de 42.000 metros cúbicos de água por segundo descem uma sucessão de corredeiras única na Terra.

Assim, as turbinas da usina de 40 GW serão acionadas pelo próprio fluxo normal do rio Congo, sem represa, sem terras inundadas e sem desalojamento da população

Aliás, assim que foi anunciado, o projeto já recebeu inúmeras críticas porque, segundo algumas organizações não-governamentais, não irá beneficiar a população do Congo: metade da energia será usada nas minas de cobre do país, cujo metal é exportado para o primeiro mundo, e a outra metade será comprada pela África do Sul.

Segundo seus defensores, com a instalação da infraestrutura adequada de transmissão, a energia gerada na usina de Inga poderá abastecer a Nigéria, o Egito e até a Europa.

O Banco Mundial, que está financiando o projeto, não vê sentido na polêmica, afirmando em nota que a usina vai "catalisar benefícios de larga escala para melhorar o acesso aos serviços de infraestrutura na África.

Segundo o Banco, a usina de Inga terá um dos custos de energia mais baixos do mundo, de cerca de US$0,02/kWh.

As obras deverão começar em 2015.

fonte:http://www.inovacaotecnologica.com.br/

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26
Mai 13
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Mai 13

Escócia anuncia construção da maior usina das marés do mundo

O governo escocês aprovou, na última quinta-feira (23), a construção da maior usina de energia a partir das ondas no mundo. O projeto faz parte do esforço do país em reduzir a dependência de combustíveis fósseis, partindo para fontes mais limpas.

De acordo com a empresa responsável pelo projeto, Aquamarine Power, a proposta é construir uma estrutura capaz de gerar 40 megawatts de energia renovável. O montante seria suficiente para abastecer 30 mil residências.

Para que seja possível aproveitar a energia das ondas, a companhia pretende instalar de 40 a 50 dispositivos conhecidos como “Oyster” na costa de Lag ne Greine. A tecnologia permanece flutuante, ao mesmo tempo em que está conectada a sensores instalados em profundidade que vai de dez a quinze metros. A estrutura deve ser instalada a, aproximadamente, meio quilômetro da costa.

No último ano as autoridades escocesas já haviam aprovado a construção de uma usina hidrelétrica e o intuito é manter as duas centrais conectadas. No entanto, para que a proposta se concretize ainda é necessário melhorar a infraestrutura das redes de transmissão, que deve acontecer somente em 2017.

A usina hidrelétrica já entrou em fase de construção e a expectativa é de que ela comece a operar ainda neste ano, sendo capaz de gerar 500kw de energia limpa. Quando estiver totalmente concluída, a estrutura deverá produzir 7,5 MW, eletricidade suficiente para abastecer dez mil casas. Com informações do Planning Source,Fish Update e Energy Live News.

fonte:http://ciclovivo.com.br/no

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20
Mai 13
20
Mai 13

Hidrelétrica submersa guarda energia no fundo do ma

Uma hidrelétrica geralmente é formada por uma barragem para elevar o nível da água - quando desce, a água faz girar uma turbina, que aciona um gerador para produzir eletricidade.

Por isso, pode parecer um tanto estranha a ideia do pesquisador norueguês Rainer Schramm: ele quer construir uma hidrelétrica no fundo do mar.

"Imagine abrir uma escotilha em um submarino submerso. A água vai fluir para dentro do submarino com uma força enorme. É justamente esse potencial de energia que queremos utilizar," explica Schramm.

"Muitas pessoas já lançaram a ideia de armazenar energia explorando a pressão no fundo do mar, mas nós somos os primeiros no mundo a idealizar uma tecnologia para tornar isso possível," acrescenta ele.

Hidrelétrica de armazenamento

Na prática, para usar a pressão da água no fundo do mar, a energia mecânica é convertida por uma turbina reversível, como em uma hidrelétrica normal, mas o sistema usa o bombeamento, em vez da queda natural.

Nesta usina bombeada, a turbina será ligada a um reservatório no leito marinho a uma profundidade entre 400 e 800 metros.

A turbina é equipada com uma válvula e, quando esta válvula é aberta, a água entra e começa a girar a turbina. A turbina aciona um gerador para produzir eletricidade.

"Uma usina de armazenamento bombeada é uma hidrelétrica que pode ser 'carregada' novamente bombeando a água de volta para o reservatório superior depois que ela tenha passado através da turbina. Esse tipo de usina é usada como uma 'bateria' quando conectada à rede de energia," explica Schramm.

Assim, ela pode ser usada para equilibrar a inconstância das energias renováveis, como solar e eólica - uma parte da energia solar ou eólica pode ser usada no bombeamento durante o dia, e a hidrelétrica submersa faz o trabalho noturno.

Pode-se conectar qualquer número de tanques. Em outras palavras, é o número de tanques de água que decide quanto tempo a hidrelétrica submersa pode gerar eletricidade.

O inventor já criou uma empresa para tentar comercializar a tecnologia, que está sendo desenvolvida com o apoio do instituto SINTEF, do governo da Noruega.

fonte:http://www.inovacaotecnologica.com.br/

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19
Mai 13
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Mai 13

Torres Vedras produz mais de metade da energia que consome

O concelho de Torres Vedras, onde residem 80 mil pessoas, produz mais de metade da eletricidade que consome e pode tornar-se autossustentável em 2015, devido à existência de fontes de energia renováveis.

Dados da Direção Geral de Energia e Geologia (DGEG), disponibilizados pela câmara municipal, revelam que as várias fontes renováveis existentes no concelho já contribuem com a produção de 250 gigawatts (GW) para as necessidades anuais de consumo, que são de 336 GW, informa a agência Lusa.

A entrada em funcionamento de uma central de gás natural, uma parceria da Galp Energia com uma empresa hortícola, para aquecimento de estufas e geração de energia, vai permitir tornar o concelho autossustentável até 2015.

Desde o início do ano, um sistema de cogeração com uma potência de 8,8 MW poderá produzir por ano cerca de 70 GW de eletricidade, números que poderão duplicar em 2015, com a ampliação prevista do projeto.

Em Torres Vedras, a força dos ventos permitiu a fixação de nove parques eólicos, com uma capacidade instalada de 116 megawatts (MW). A autarquia tem vindo também, nos últimos anos, «a adotar políticas de eficiência energética, como a instalação de 15 painéis fotovoltaicos nos edifícios públicos», disse à agência Lusa Carlos Bernardes, vice-presidente da câmara.

«Hoje conseguimos uma redução de 20% na fatura total da eletricidade consumida pelo município, que por ano para 1,2 milhões de euros», precisou Carlos Bernardes, também vereador com o pelouro do Ambiente.

A substituição da iluminação pública convencional por lâmpadas de baixo consumo, o incentivo aos particulares para aderirem à microgeração e ao veículo elétrico e a criação de uma rede de bicicletas públicas gratuitas na cidade, a inaugurar em junho, são outras das medidas levadas a cabo pelo município que tem o concelho com a maior área do distrito de Lisboa.

Em empresas e habitações, existem cerca de 330 sistemas instalados com uma potência equivalente a uma torre eólica de 1MW, capaz de abastecer um aglomerado populacional com 500 moradias.

As políticas municipais de eficiência energética contribuíram também para a instalação de empresas ligadas às renováveis no concelho, onde se localiza a única fábrica de produção de painéis fotovoltaicos do país, da multinacional espanhola Eurener, e uma outra empresa que fabrica componentes tecnológicos para transformar o hidrogénio em combustível.

A meta da eficiência energética deverá ser alcançada «tendo em conta as enormes potencialidades em energias renováveis» que existem na região, explicou à Lusa João Bernardo, diretor do departamento das renováveis da DGEG.

fonte:http://www.tvi24.iol.pt/

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05
Mai 13
05
Mai 13

Renováveis: Custos superiores a mil milhões de euros Preço bonificado aumenta fatura

Produtores de energias renováveis recebem mais 112% do que o preço de venda

Os portugueses pagaram a mais 1,1 milhões de euros na fatura de eletricidade de 2012, devido aos preços bonificados das energias renováveis. Esta energia foi paga em 2012 aos produtores, nomeadamente à EDP, a 109,9 €/MWh, e vendida por eles a 51,80 €/MWh, de acordo com estudo do economista Eugénio Rosa.

Os produtores de energia renovável tiveram uma "renda excessiva de 58,1 €/MWh ou seja receberam um preço 112,1% superior ao preço de venda de eletricidade", contabiliza ainda o economista.

O preço subsidiado da energia eólica, por exemplo, é de 101,8 €/MWh em Portugal, mas em Espanha é de apenas 88 euros. E não têm parado de aumentar desde 2000, quando o valor de referência era de 53,8 €/MWh.

O preço pago aos produtores de energia renovável é fixado pelo Governo, independentemente do preço de venda. Ou seja, é subsidiada pelos consumidores, gerando mais valias para os produtores, sobretudo de eólicas e biomassa. Para além dos preços, os contratos da Produção em Regime Especial (PRE) preveem que toda a energia renovável seja incorporada na eletricidade vendida.

"Este preço excessivo determina, por um lado, preços de eletricidade elevados pagos pelas famílias e empresas e, por outro lado, o aumento do défice tarifário a pagar no futuro pelos consumidores", sublinha Eugénio Rosa. Recorde-se que as rendas excessivas foram referidas no memorando de entendimento com a troika, tendo o Governo já negociado alguns cortes.

Há já alguns anos que a Deco questiona os valores da subsidiação da energia renovável tendo defendido a revisão dos contratos, à semelhança do que fez o executivo espanhol.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/n


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