Ikea disposta a analisar projectos de energias renováveis em Portugal

Nos últimos dois anos, o grupo Ikea tem somado torres eólicas em França eAlemanha. As 52 torres representam já 10% do consumo de electricidade das operações mundiais do grupo. Trabalhar de forma sustentável é compatível com redução de custos, relembra Kristina Johansson (na foto), directora-geral da Ikea Portugal desde Abril de 2010. E pode ser uma oportunidade de investimento, além dos 1,1 mil milhões de euros que a Ikea já destinou para sete lojas em Portugal. 

Além dos actuais projectos de Loulé e Gaia ainda têm mais duas lojas previstas para Portugal. Sete lojas esgota o mercado português?

Sim, temos duas lojas a serem definidas, e uma provavelmente será no centro de Portugal. O que é importante é que estejamos bem representados, que os nossos clientes não tenham que andar muito para chegar às nossas lojas - normalmente não deve ser mais do que uma hora de distância. Com estas sete lojas cobrimos bastante bem essa necessidade. 

Porquê investir 1,1 mil milhões de euros [em sete lojas] em Portugal, sendo claro que o País está em dificuldades económicas? Porque não redefiniram os vossos planos?

Antes de aceitar a missão de vir para Portugal vi números fantásticos sobre o País, de um desempenho da Ikea tão bom em todas as áreas, e perguntava a mim mesmo: como é possível? Desde o início os consumidores portugueses deram-nos as boas vindas. A Ikea é simples: somos para as pessoas que querem poupar, existe para fornecer mobiliário doméstico a preços razoáveis. Portugal é um mercado estrategicamente muito importante para o grupo Ikea. Vemos que estamos cá para ficar.

fonte:jornaldenegocios

publicado por adm às 22:05 | comentar | favorito