16
Abr 13

Energias renováveis nos Açores vão crescer de 30 para 57% em quatro anos

A taxa de penetração das renováveis na energia elétrica dos Açores vai passar dos atuais 30 para 57 por cento em 2017, revelou à Lusa o diretor do planeamento e investimento da Empresa de Eletricidade dos Açores (EDA).

António Furtado explicou que esta meta será materializada através do reforço da capacidade instalada do projeto geotérmico de São Miguel, no Pico Vermelho, e da central piloto geotérmica que vai surgir na Terceira.

"Vamos ampliar a central geotérmica do Pico Vermelho, na ilha de São Miguel, em cerca de 5 megawatts e continuar a prospeção do projeto geotérmico da ilha Terceira, numa primeira fase, para tentar obter 3 megawatts e depois os 7 megawatts, para se totalizar o valor que normalmente viabiliza um investimento desta ordem de grandeza, que é os 10 megawatts", especificou.

Em termos de valores, apontou que a ampliação da central geotérmica do Pico Vermelho contempla um investimento de 19 milhões de euros e o projeto da ilha Terceira 30 milhões de euros.

A central geotérmica do Pico Vermelho vai potenciar um crescimento de energia de 6,25 por cento na produção total da ilha de São Miguel.

No caso do projeto geotérmico da Terceira, os 10 megawatts previstos gerarão um acréscimo na produção necessária da ilha de 38 por cento.

António Furtado destacou que atualmente existe uma potência geotérmica instalada em São Miguel de 23 megawatts que, a par dos dois investimentos que vão ser realizados, irá contribuir para um incremento da potência instalada dos Açores de cerca de 38 megawatts.

"Atualmente, em São Miguel, andamos com um grau de penetração de energia geotérmica de 47 por cento, enquanto nos Açores, no contexto global das energias renováveis, o valor é de 30 por cento", referiu.

Para além da geotermia, a EDA explora energias alternativas como a eólica e hídrica, não havendo "nesta fase" margem para crescimento da primeira, de acordo com David Estrela, responsável pela EEG, empresa do grupo da elétrica açoriana.

O plano de investimentos da energia eólica, que teve início em 2012, vai ficar concretizado ainda este ano, ficando os parques existentes no "limite" da sua capacidade de utilização, afirmou.

David Estrela revelou que o projeto de criação de uma central hídrica reversível na lagoa das Furnas, em São Miguel, cujo estudo de impacto ambiental deverá arrancar em breve, poderá gerar outros investimentos idênticos em outras ilhas dos Açores.

Em termos de produção, em 2012 a energia hídrica representava quatro por cento do total dos Açores e a eólica oito por cento, enquanto a geotermia assumia 17 por cento.

De acordo com o sítio www.eurelectric.org, no conjunto das regiões ultraperiféricas europeias, os Açores e a ilha de Reunião tinham em 2011 as maiores taxas de penetração de energias renováveis, à frente da Madeira, Canárias, Guadalupe e Martinica.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/E

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06
Nov 11

Berta Cabral defende aposta nas energias renováveis

A líder do PSD/Açores, Berta Cabral, defendeu uma "clara aposta" em energias renováveis, como forma de reduzir a dependência energética da Região.

Falando na sessão de abertura de um seminário sobre políticas de ambiente, realizada na ilha do Pico, organizado pelo Gabinete de Estudos do PSD-Açores, a líder social-democrata disse que o setor energético "é uma oportunidade" que não se deve descurar.

"Com uma política ambiental verdadeiramente eficaz é possível reduzir a dependência energética da Região face ao exterior", sublinhou Berta Cabral, para quem a aposta em energias renováveis permitirá reduzir a emissão de CO2 e diminuir a importação de combustíveis fósseis.

No seu entender, é possível criar "riqueza" a partir do setor ambiental, aplicando as regras da atividade económica, no que respeita à cadeia de valor.

"Quanto maior for o número de atividades da cadeia de valor desenvolvidas na Região, maior será a riqueza produzida, maior será o número de postos de trabalho criados", destacou.

Para a líder regional do PSD, é também possível "ganhar dinheiro" e criar o emprego a partir da gestão dos "lixos", não só reciclando, reutilizando e valorizando os resíduos, como também exportando-os para o exterior.

Para Berta Cabral, o Ambiente nos Açores deve ser encarado como uma "oportunidade" e não como um "entrave ao desenvolvimento", como tem acontecido, no seu entender, durante os governos do PS.

"Nos últimos anos, falar de ambiente é falar de planos, regulamentos, regras, proibições e coimas", disse a dirigente social-democrata, para quem estas palavras têm sido sinónimo de "impedimento e restrição".

O PSD/Açores defende, por isso, uma nova abordagem às questões ambientais nos Açores, de formar a "potenciar oportunidades" nos mais variados sectores da atividade.

No seu entender, é também necessária uma verdadeira política de ordenamento do território, que envolva a sociedade civil, as autarquias e os agentes económicos.

Berta Cabral acusou, por outro lado, o Governo Regional de demonstrar "falta de estratégia" no setor ambiental, ao criar e desfazer "a maior parte da legislação criada sobre o ambiente".

"Os Planos das Bacias Hidrográficas das Lagoas das Furnas e das Sete Cidades, por exemplo, tiveram um atraso de 11 anos entre o seu anúncio e o início da sua execução e quando finalmente foram colocados em prática, gastaram-se milhões de euros sem resultado compatível", frisou.

A líder do PSD/Açores contestou, por outro lado, a redução dos apoios às associações não governamentais de defesa do ambiente e a progressiva redução das suas competências.

"O que era feito, com qualidade, por parte das organizações não governamentais, como a gestão das Ecotecas ou os núcleos do ambiente, já não o é, porque o governo criou uma empresa pública, mais uma, para gerir tudo isto", lamentou.

No seminário sobre políticas de Ambiente participaram ainda Sérgio Ávila, investigador da Universidade dos Açores e presidente do Conselho Regional da Ordem dos Biólogos, e Fernando Luís, ex-diretor do Parque Natural da Ilha do Pico.

fonte:http://www.acorianooriental.pt/

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11
Ago 11

Geotermia já pesa quase 1/3 na produção eléctrica nos Açores

A produção da eléctrica da açoriana EDA com recurso a fontes renováveis aumentou 15% no primeiro semestre deste ano, face ao mesmo período de 2010, garantindo cerca de um terço da energia lançada na rede nos Açores.

 

Os dados da empresa, citados pelo Serviço Regional de Estatística, indicam que a produção de electricidade no arquipélago nas centrais geotérmicas, hídricas e eólicas cresceu de 114.129 para 131.390 MWh entre Janeiro e Junho, um aumento quase integralmente assegurado pela geotermia, que subiu neste período de 77.331 para 95.223 MWh.

Os Açores têm, na ilha de S. Miguel, as únicas centrais de produção eléctrica do país com base na utilização de fluidos geotérmicos captados em profundidade.

O aumento do volume de energia renovável lançada na rede regional na primeira metade do ano implicou uma redução na produção com recurso a centrais térmicas clássicas de 295.656 para 276.768 MWh.

Nos primeiros seis meses do ano, a produção total da EDA registou uma quebra de 409.786 para 408.158 MWh, ainda segundo os dados da eléctrica regional. 

O Governo dos Açores pretende que o aproveitamento de recursos renováveis permita garantir 75% da produção de electricidade no arquipélago dentro de sete anos.

Nesse sentido, a EDA tem em execução um plano que prevê que as fontes renováveis representem cerca de 50% da produção de energia em 2014.

Nos próximos quatro anos, a eléctrica regional tem previsto investimentos nesta área que ascendem a cerca de 100 milhões de euros.

fonte:Diário Digital / Lusa 

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24
Jun 11

A ilha mais verde do mundo

Em 2018, 75% da electricidade da Graciosa, nos Açores, virá de fontes renováveis

A ilha Graciosa, nos Açores, está prestes a tornar-se a primeira ilha do mundo abastecida por energias renováveis. Em 2012, as energias solar e eólica serão os principais recursos energéticos da ilha, o que fará diminuir as emissões de dióxido de carbono.

O projecto é da empresa alemã Younicos, especializada em energias renováveis, que escolheu a Graciosa devido à dimensão e aos seus recursos energéticos.

«A meta é que, em 2018, 75% da produção de electricidade provenha de fontes renováveis», afirma ao SOL José Cabral Vieira, director-regional para o sector da energia. Os restantes 25% poderão provir de motores a diesel, ou, caso tal seja viável, a biodiesel. «Pensa-se, também, na possibilidade do aproveitamento de biomassa».

Para cumprir estes objectivos, a tecnologia passa pela construção de baterias capazes de armazenar a energia. Já está em fase de testes em Berlim, onde se simulam as condições naturais da ilha.

Para José Cabral Vieira, esta é uma iniciativa que reforça a ideia de que os Açores estão na vanguarda das energias renováveis, uma vez que a Graciosa não é caso único. A ilha do Corvo está envolvida num projecto com o MIT (Massachusetts Institute of Technology) Portugal chamado Corvo Sustentável.

Outro exemplo é o caso da ilha das Flores, que durante algumas horas – por vezes oito e nalguns dias até 100% – é abastecida a partir de fontes renováveis. O que «constitui um motivo de orgulho para a população aí residente».

Na Graciosa, a expectativa é a mesma: «Na verdade, todos gostam de ter algo que valorize e distinga positivamente a sua ilha do ponto de vista energético e ambiental».

O projecto pode ser levado para mais ilhas dos Açores como Santa Maria ou até a outras ilhas fora de Portugal, «mas terá sempre o nome da Graciosa associado» por ter sido a primeira.

Mesmo depois de implementado, os principais emissores de CO2 continuaram a ser os transportes rodoviários, que poderiam sempre ser substituídos «por veículos eléctricos». No entanto, a sustentabilidade depende de factores alheios à ilha – é preciso esperar pela produção em massa para o mercado mundial e pela redução dos respectivos custos médios. «O ‘totalmente’ renovável pode levar mais alguns anos», considera Cabral Vieira.

O problema dos transportes e do CO2 que libertam é, definitivamente, uma das questões ambientais mais difíceis de superar.

Mesmo em Växjö, a cidade mais verde da Europa, os 1,2 milhões de habitantes que vivem naquela região sul da Suécia continuam a usar o carro para fazer viagens de apenas cinco minutos.

Por esta razão, uma das medidas adoptadas para incentivar a escolha de veículos menos poluentes, como os híbridos ou os eléctricos, foi a de tornar o estacionamento grátis para quem optasse por conduzir sem recorrer à gasolina ou ao gasóleo.

fonte:http://sol.sapo.pt

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30
Abr 11

Renováveis garantiram um terço da produção elétrica regional no 1.º trimestre

Cerca de um terço da produção de eletricidade nos Açores no primeiro trimestre deste ano foi assegurada pelo recurso a energias renováveis, refletindo acréscimos de rendimento das centrais geotérmicas e hídricas, revelou a elétrica regional. Dados da EDA a que a agência Lusa teve hoje acesso indicam que exploração da geotermia na ilha de S. Miguel, única zona do país em que este tipo de recurso é explorado, registou um acréscimo de rendimento entre janeiro e março de 22 por cento, face ao trimestre homólogo de 2010, representando 22,6 por cento da produção total da empresa no período. A eletricidade gerada pela produção hídrica (com um acréscimo de 22,2 por cento) e pela eólica (quebra de 3,1 por cento, devido a "anomalias técnicas") corresponderam a 9,8 por cento da produção global no trimestre, segundo a elétrica açoriana.

fonte:http://tv2.rtp.pt/

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09
Fev 11

Energias Renováveis representaram mais de 50% do consumo de energia na ilha de São Miguel

Em janeiro de 2011, as energias renováveis representaram mais de 50% do consumo de energia na ilha de São Miguel.


Em 2010, as energias renováveis representaram um total de 28% da produção elétrica dos Açores.

O aumento reflete o aumento de rendimento das centrais geotérmicas, hídricas e eólicas existentes nas ilhas.

O consumo de energias renováveis subiu cerca de 10,8% entre 2009 e 2010, um aumento considerado excecional por parte da empresa de eletricidade açoriana, uma vez que 28% da produção eletrica regional coube à Energias Renováveis, em 2010.

No que respeita a energias renováveis, a que tem maior peso na região é a geotérmica, e por ser a ilha de São Miguel o único ponto de Portugal em que é explorada.

A geotermia aumentou 7,3% e a eólica 8,4%.

Mas foi a energia hídroelétrica que teve maior destaque no ano de 2010.


Os utilizadores podem saber a quantidade de energia renovável e não renovável que consome. 

Os valores estão explícitos na fatura mensal.

fonte:http://ww1.rtp.pt/

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Renováveis atingiram o mais alto valor de sempre em janeiro na ilha de S. Miguel, Açores

A produção de energia elétrica em S. Miguel a partir de fontes renováveis atingiu o mais alto valor de sempre em janeiro, representando pela primeira mais de metade do total da energia produzida nesta ilha dos Açores.

Os dados divulgados pela elétrica açoriana EDA indicam que a energia de origem geotérmica cresceu 26,5 por cento em janeiro, enquanto a de origem hídrica aumentou 9,4 por cento.

No total, estas duas fontes de energia renovável representaram 50,7 por cento do total produzido em S. Miguel no mês de janeiro, o que, segundo a EDA, "corresponde à maior penetração de energias renováveis alcançada nesta ilha e mais 10 por cento do que o segundo maior valor atingido até agora".

fonte:http://www.rtp.pt

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06
Fev 11

Energia: Renováveis representaram 28% da produção da elétrica dos Açores em 2010

A componente renovável correspondeu a 28 por cento da produção da elétrica açoriana EDA em 2010, refletindo acréscimos de rendimentos das centrais geotérmicas, hídricas e eólicas em funcionamento nas ilhas, revelou a empresa.

No ano passado, a produção de energia com recurso à geotermia, apenas explorada em Portugal na ilha de S. Miguel, aumentou 7,3 por cento, face a 2009, representando 20,4 por cento de toda a eletricidade lançada na rede da EDA, indicam os dados da elétrica regional a que a agência Lusa teve acesso.

A produção hídrica registou um aumento de 39,4 por cento e a eólica de 8,4 por cento, garantindo, no seu conjunto, uma quota de produção de 7,6 por cento.

fonte:dn.pt

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03
Fev 11

100 milhões de euros para energias renováveis

A Electricidade dos Açores tem previsto, para o período 2011/2015, um extenso plano de empreendimentos no sector das energias alternativas.

 

A EDA tem previsto para o período de 2011-2015 um extenso plano de novos empreendimentos em aproveitamento de energias renováveis, de que resulta um investimento total de cerca de 100 milhões de euros. A informação é avançada por Roberto Amaral, presidente do Conselho de Administração da Eléctrica dos Açores. Segundo diz, "a concretização de todos esses investimentos permitirá aumentar, em 2015, a parcela correspondente à produção com base em energias renováveis dos actuais cerca de 28% para cerca de 50% no total dos Açores, e evitar a emissão de mais cerca de 164 mil toneladas de CO2 por ano a partir dessa data".

 

Por ilhas, está prevista, para Santa Maria, a ampliação do actual parque eólico, com a instalação de mais dois aerogeradores de potência unitária igual a 300 kW. "A concretização deste investimento, prevista para 2011, irá permitir um acréscimo de capacidade de produção anual na ordem dos 1,6 Gwh. O Parque Eólico do Figueiral passará a contar com uma potência total instalada de 1.500 kW, mais 67% do que a actual."

 

Na Terceira, "ao nível da produção geotérmica, os resultados dos trabalhos já efectuados permitem fazer uma previsão de uma potência geotérmica disponível, numa fase inicial (Fase - A), não superior a 3 MW", explica Roberto Amaral. "Estima-se para esta fase uma produção média anual de energia eléctrica da ordem dos 24 GWh. No entanto, prevê-se ainda a continuação dos trabalhos de prospecção no sentido de se aferir da possibilidade em se obter um potencial geotérmico com capacidade para uma potência de pelo menos mais 7 MW (Fase B), de modo a que, no conjunto, se consiga uma potência total disponível de cerca de 10 MW." Por outro lado, e como forma de compensar o atraso do projecto geotérmico, a EDA prevê concretizar, em 2011, a ampliação do actual Parque Eólico da Serra do Cume, com a montagem de mais 5 aerogeradores com potência unitária de 900 kW.

 

Para a Graciosa está prevista a instalação de mais dois aerogeradores, a transferir do actual parque eólico do Faial, de potência unitária igual a 300 kW, bem como a desmontagem dos dois ae- rogeradores em fim de vida útil de potência unitária igual a 100 kW. Em resultado da conclusão destas acções, previstas para 2011, o Parque Eólico da Serra Branca passará a contar com uma potência total instalada de 1.200 kW, mais 50% do que a actual.

 

Para S. Jorge está prevista a instalação de três novos aerogeradores com 330 kW de potência unitária. "A par desta intervenção, está também prevista a desclassificação de uma potência de 550 kW, correspondente a cinco aerogeradores em fim de vida útil. Assim, está previsto que, a partir de 2011, o Parque Eólico do Pico da Urze tenha uma potência total instalada de 1.590 kW, mais 38% do que o presente." Nesta ilha, está também prevista a construção de um aproveitamento hidroeléctrico, utilizando o potencial hídrico da Ribeira do Salto.

 

Para o Pico está prevista a ampliação do actual parque eólico, com a instalação de dois aerogeradores de 300 kW. Com esta ampliação, prevista para 2011, o Parque Eólico Terras do Canto passará a contar com uma potência total instalada de 2.400 kW, mais 33% do que a actual.

 

No Faial será construído um novo parque eólico. Nesta infra-estrutura serão instalados cinco aerogeradores com potência unitária igual a 850 kW. Com a sua entrada em serviço, prevista para 2011, a ilha passará a contar com uma potência eólica total instalada de 4.250 kW. O novo parque eólico terá uma produção anual estimada próxima dos 12,8 GWh.

 

Para as Flores estão previstos dois investimentos em aproveitamentos hidroeléctricos. "O primeiro corresponde à remodelação da Central Hidroeléctrica de Além-Fazenda, cuja conclusão está prevista para 2012/2013. O segundo investimento compreende à construção de uma nova central hídrica, para aproveitamento do potencial hidroeléctrico da Ribeira Grande, cuja entrada em serviço está prevista para 2013."

 

Projectos para S. Miguel

 

Em S. Miguel, e no que respeita a investimentos em geotermia, dar-se-á continuidade ao processo de optimização do aproveitamento dos recursos da actual Central Geotérmica da Ribeira Grande, através da beneficiação dos poços geotérmicos CL2 e CL4 e a possível execução de dois novos poços, o que permitirá manter uma produção média anual de cerca de 83 Gwh, refere Roberto Amaral. "Encontra-se ainda em fase de estudo a possibilidade de ampliação da Central Geotérmica do Pico Vermelho e a construção de um novo centro produtor na zona das Caldeiras da Ribeira Grande." "Ao nível da energia eólica, e como forma de compensar a necessidade de confirmação dos estudos ainda em curso sobre a potencialidade dos dois campos geotérmicos atrás referidos, está prevista, para 2011, a entrada em serviço de um parque eólico nos Graminhais. Esta infra-estrutura será dotada, numa primeira fase, de dez aerogeradores com 900 kW de potência unitária. Estima-se, assim, uma produção anual de energia eléctrica de cerca de 27 GWh (com base em registos da velocidade do vento obtidos durante o ano de 2009)."

fonte:expressodasnove

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