05
Ago 11

EUA sugerem energias renováveis a Angola

David Sandalow, secretário assistente para os Assuntos Internacionais do Departamento de Energia dos Estados Unidos da América, considera que o governo angolano deve investir com prioridade no sector das energias renováveis, em particular a eólica.

O responsável norte-americano revelou que o seu país vai colaborar com as autoridades nacionais na elaboração de um 'mapa eólico' que vai inventariar os locais adequados ao aproveitamento da energia eólica.

fonte:http://sol.sapo.pt

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24
Jun 11

Bioenergia: Gigante brasileira quer investir em Angola e Moçambique

A brasileira ETH Bioenergia, do Grupo Odebrecht, no âmbito do seu plano de expansão internacional, quer construir unidades de produção de biocombustíveis em Angola e Moçambique. A ideia é produzir etanol e energia eléctrica a partir do bagaço da cana-de-açúcar, assim como açúcar. A empresa estufa ainda a possibilidade de expandir-se para a Colômbia ou o México.

Após a consolidação no mercado brasileiro, com a construção e expansão de nove unidades produtivas até ao segundo semestre do ano, a gigante, criada em Julho de 2007, pretende crescer para outros países.

Assim, a partir de 2012, a ETH Bioenergia alcançará a posição de maior produtora brasileira de etanol e de energia eléctrica, gerada a partir de biomassa. A partir do próximo ano, a companhia prevê uma produção de três mil milhões de litros de etanol, avança o artigo portal Exame.

fonte:http://www.greensavers.pt/2

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09
Abr 11

Aposta de Angola em energias renováveis

A implementação de projectos de energias renováveis é uma prioridade do Executivo angolano, no âmbito do programa de combate à fome e à pobreza, declarou a ministra da Energia, Emanuela Vieira, ao intervir na Assembleia-geral da Agência Internacional de Energias Renováveis, que decorreu em Abu Dhabi (Emiratos Árabes Unidos) de 2 a 5 do corrente.


A ministra da Energia, Emanuela Vieira Lopes, realçou a importância da contribuição da Agência Internacional de Energias Renováveis (IRENA) na redução dos preços das tecnologias de energias renováveis, principalmente em relação aos países em desenvolvimento, devido às limitações financeiras. Entretanto, a governante angolana pediu apoio à IRENA para o processo de transferência de conhecimentos, com vista a permitir o alargamento do acesso da população à energia eléctrica.


Participaram na primeira Assembleia-Geral da IRENA um Chefe de Estado, 50 ministros e 30 delegações chefiadas por um representante de ministros, além das Agências da Nações Unidas e de Organizações Não-Governamentais.Os participantes debruçaram-se sobre as questões relacionadas com o funcionamento e o papel da IRENA, o acesso à energia e ao desenvolvimento das tecnologias de energias renováveis.


As alterações climáticas, as experiências de vários países neste domínio e a sua contribuição para um mundo mais limpo e saudável preencheram a agenda de trabalhos da Assembleia.


Criada em Julho de 2009, através da assinatura dos seus estatutos por 149 Estados, dos quais 68 são considerados membros efectivos por terem concluído o processo de ratificação, a IRENA tem como objectivo a promoção da implementação generalizada e reforçada do uso sustentável de todas as formas de energias renováveis, a partir de fontes como: hidroeléctrica, biomassa, bioenergia, geotérmica, solar, eólica, térmica oceânica e das ondas marítimas.


Em 2010, a IRENA foi legalmente registada como organização internacional. O seu orçamento para o presente ano eleva-se a 18 milhões de dólares, dos quais 38 por cento provirão das contribuições dos membros e o restante da contribuição dos Emiratos, Alemanha e Áustria.


O Centro de Tecnologia e Inovação da IRENA está instalado em Bona, o Escritório de Ligação da Agência de Cooperação com outras Organizações activas no domínio das energias renováveis está sedeado em Viena.


A Agência Internacional de Energias Renováveis tem como Director-Geral um cidadão queniano que foi eleito no dia 3, para um mandato de quatro anos.


A delegação angolana à Assembleia-geral da IRENA foi chefiada pela Ministra da Energia e Águas  Emanuela Vieira Lopes.


fonte:Jornal de Angola

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