17
Dez 11

Abasteça o carro com casca de laranja

Que tal usar as cascas da laranjada do café da manhã para abastecer seu carro com energia limpa? Essa é a ideia de pesquisadores da USP – em parceria com especialistas das universidades de Córdoba e York, na Espanha e Grã-Bretanha –, que estão testando um método de produção de biocombustível a partir da casca da laranja.

Funciona assim: os restos da produção industrial de suco de laranja – só no Brasil, cerca de oito milhões de toneladas de casca da fruta são jogadas no lixo, todos os anos – são triturados e colocados em uma máquina, onde são expostos a altas potências de micro-ondas, capazes de ativar a celulose presente na casca. A substância, então, é isolada e utilizada na fabricação do biocombustível – usado, entre outros fins, para o abastecimento de veículos.

Se der certo, a tecnologia – que está em fase de testes, inclusive no Brasil – poderá incentivar a produção de energia limpa no mundo e, ainda, ajudar a resolver o crescente problema do lixo. Isso porque, de acordo com os pesquisadores, a máquina desenvolvida por eles é capaz de processar cerca de seis toneladas de resíduos por hora. E mais: a técnica funciona não só com cascas de laranja, mas com qualquer produto que contenha celulose – incluindo papel e cartolina.

Como se não bastasse, os cientistas ainda garantem que, no futuro, a tecnologia poderá ser aplicada em escala doméstica, por qualquer mortal que tenha dinheiro para comprar a “máquina mágica” desenvolvida por eles – atualmente, avaliada em R$ 2,7 milhões. Um investimento e tanto…

fonte:http://super.abril.com.br/

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20
Jun 11

Bicombustíveis ainda são pouco sustentáveis

«O mercado está a conduzir-nos para biocombustíveis pouco sustentáveis», revelou Nusa Urbancis, gestora de políticas na Federação Europeia dos Transportes e Ambiente, no Seminário Internacional sobre Políticas e Impactes dos Biocombustíveis em Portugal e na Europa, que teve lugar hoje em Lisboa.

Dados da entidade onde exerce funções, revelam que as alterações indirectas do uso do solo (ILUC, da sigla em inglês) podem levar a emissões adicionais entre 31 a 65 milhões de toneladas por ano, ou seja, ter um impacto correspondente a entre 14 a 29 milhões de veículos extra nas estradas.

Este mês deverá ser conhecido o relatório europeu de avaliação do impacto das alterações do uso do solo associadas aos biocombustíveis, após a Comissão Europeia ter decidido prorrogar o prazo por um mês. O documento deverá contribuir para a definição dos critérios de sustentabilidade dos biocombustíveis.

Chris Malins, gestor do programa de combustíveis limpos do Conselho Internacional para os Transportes Limpos, antecipou o que pode ser esperado com este documento: «em termos gerais, promover os biocombustíveis não é uma boa política de mitigação de GEE [Gases com Efeito de Estufa]», referiu.

fonte:http://www.ambienteonline.pt/

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06
Jun 11

Por que as petrolíferas estão de olho nos biocombustíveis

Para Shell e BP, duas das maiores empresas do setor de petróleo do mundo, os combustíveis renováveis são um aliado para suprir a crescente demanda energética dos transportes

De um lado, a energia renovável e limpa dos biocombustíveis. Do outro, a energia fóssil e finita dos combustíveis derivados do petróleo. Duas fontes antagônicas, mas com um desafio comum: suprir a crescente demanda energética mundial do setor de transporte. Por isso, não é de causar surpresa que as maiores companhias globais de petróleo e gás tenham uma queda pela energia verde, cada vez mais apontada como a fonte que deverá abastecer a economia de baixo carbono.

 

“Longe do que se pensa, os biocombustíveis não são uma ameaça à indústria do petróleo. Eles são mais um aliado para garantir o suprimento de energia para o setor de transporte”, afirma Mark Gainsborough, vice-presidente de Portfólio Estratégico e Energias Alternativas da Shell, que participou nesta segunda (6) do Ethanol Summit, em SP, evento da indústria sucroenergética para discutir os desafios e oportunidades do setor no Brasil e no mundo.

A petrolífera desenvolve pesquisas sobre tecnologias em biocombustível há pelo menos dez anos. “Temos quatro equipes centradas nisso e parcerias com universidades pelo mundo”, conta o executivo. Em agosto passado, a Shell fechou um acordo com a Cosan, maior produtora mundial de açúcar e álcool, para criação de uma joint-venture, que foi concluída na semana passada. “Se queremos proteger o futuro, precisamos criá-lo já”, diz.

Outra gigante do setor petrolífero, a BP, também aparece como uma grande entusiasta da energia renovável. “Nossas projeções mostram que os biocombustiveis responderão por 9% da demanda energética dos transportes daqui a dez anos, devendo alcançar um crescimento anual na produção de 40% em 2020”, afirma Phil New, presidente da BP Biocombustíveis, que também participou do encontro. “Como uma empresa de energia, consideramos legítima nossa participação nesse processo”, defendeu. 

Não é de hoje o interesse da petrolífera britânica no mercado brasileiro. A BP Biocombustíveis iniciou suas operações no país há três anos, com a compra de 50% da usina Tropical BioEnergia, em Goiás. E há dois meses, adquiriu o controle majoritário da CNAA, que tem duas usinas em operação por aqui. “Acreditamos que os biocombustíveis são a melhor alternativa e a mais viável no curto e médio prazo para atender a demanda por combustível renovável no mundo”, destacou Phil New.

De acordo com o presidente da Petrobrás Biocombustíveis, Miguel Rossetto, o Brasil deve ter uma liderança mais efetiva na coordenação de investimentos em combustíveis sustentáveis. “Entre 2009 e 2010 a Petrobrás investiu R$ 400 milhões em biocombustíveis e tecnologias ambientais”, destacou.

Aposta em novos produtos da cana
Para além dos biocombustíveis, algumas empresas do setor petrolífero apostam na pesquisa e desenvolvimento de novos produtos da cana. É o caso da petrolífera francesa Total, que possui parceria com a Amyres para estudo de sistemas de conversão de moléculas de açúcar em produtos químicos renováveis. “Um dos nossos focos é produzir biocombustível para aviões”, diz Philippe Boisseau Presidente de Gás e Energia da Total. “Com esses novos produtos, atraímos mercados interessados em produtos verdes. Ao final da década, acreditamos que esse negócio pode representar até 10% do mercado sucroenergético mundial”, prevê.

Para o presidente da Khosla Ventures, Vinod Khosla, inovação é essencial nesse processo. Segundo ele, só os EUA serão capazes de produzir 300 bilhões de litros de biocombustíveis em 2030. “E o Brasil pode fazer mais. Mas é preciso se comprometer com os riscos”, alertou. “Não acredito que o etanol de cana de açúcar seja o combustível do futuro. Para mim, os biocombustíveis de segunda geração, como os hidrocarbonetos, serão mais importantes.

fonte:http://exame.abril.com.br/

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16
Mai 11

Novos projectos de biocombustíveis ainda não saíram do papel

Numa altura em que um relatório da Agência Internacional de Energia (AIE) revela que o contributo dos biocombustíveis para a matriz energética dos transportes pode subir dos actuais dois por cento para 27 por cento em 2050, se a eficiência do processo de produção for melhorada, os mais recentes projectos anunciados para o sector em Portugal ainda não saíram do papel. A empresa Greencyber, que quer construir uma refinaria com uma capacidade para produzir 250 mil toneladas por ano, anunciada já em 2007; e que já recebeu um financiamento de 23 milhões de euros do QREN está mesmo em «reavaliação profunda».

«Fizemos um contrato de investimento com o Estado, mas este não cumpriu o estipulado, pelo que estamos a analisar qual será o nosso próximo passo», explicou ao AmbienteOnline Pedro Sampaio Nunes, presidente da Greencyber. O projecto ,orçado em mais de 100 milhões de euros, apostava numa forte componente de exportação de biocombustível, pelo que o responsável acredita que o próximo Governo poderá «desbloquear positivamente o projecto», uma vez que o actual Governo de gestão pouco pode fazer. Entretanto a empresa já despendeu cerca de 4 milhões de euros em arrendamentos, licenças e estudos, que terão de ser ressarcidos, adverte Sampaio Nunes, admitindo aguardar até à constituição do novo Governo para então avançar.

Também a Galp anunciou um mega-projecto, já em 2008, que ainda não saiu do papel. Paulo Carmona, presidente da APPB – Associação Portuguesa de Produtores de Biocombustíveis mostra-se preocupado com esta situação: «As metas nacionais estão garantidas até 2016.

Depois poderá haverá problemas no cumprimento, se se mantiver a capacidade instalada actual, que é de 600 milhões de litros/ano», explica. Actualmente o País produz cerca de 400 milhões de litros de biodiesel, o que corresponde a cerca de 5,3 por cento de toda a energia gasta no sector dos transportes, sendo que esse valor poderia passar para os 7,5 por cento caso a capacidade instalada fosse toda utilizada.

«Para chegarmos aos 10 por cento estipulados por Bruxelas, para 2010, teremos de construir qualquer coisa como 1,5 ou 2 fábricas, no máximo, ou ainda a expansão das actualmente existentes. E isso faz-se facilmente num ano», assevera o representante do sector. A questão de avançar «o mais cedo possível» é apenas uma questão «política».

Hoje o mercado nacional dos biocombustíveis funciona unicamente através de mecanismos de mercado, depois de ter terminado a isenção do ISP em 2010. «Com a isenção do ISP, o consumo do biocombustível não baixou porque as metas europeias estão fixadas e têm de ser cumpridas, mas esse custo reflectiu-se logo no custos final da matéria que ficou 36 cêntimos mais caro . Só a retracção do consumo de combustível se traduziu automaticamente na diminuição do consumo de biocombustível», segundo Paulo Carmona.

De acordo com a AIE os biocombustíveis poderão competir em termos de preço com os combustíveis fósseis até 2030. Mas para que o prognóstico seja cumprido, as tecnologias de produção de biocombustíveis precisam «ser mais eficientes, mais baratas e mais sustentáveis», lê-se no relatório.

Em Portugal, essa questão ainda não se põe, garante Paulo Carmona, uma vez que as cinco unidades a laborar são recentes - foram construídas em 2006 e 2008 - tendo recorrido às tecnologias mais eficientes e inovadoras do mercado. No País estão em funcionamento as unidades da Iberol; Fábrica Torrejana; Prio (Grupo Martifer); Biovegetal (Grupo SGC) e Sovena (Grupo Nutrinveste), únicos produtores de biodiesel a cumprir a norma europeia (EN14214) em Portugal.

fonte:http://www.ambienteonline.pt/

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28
Dez 10

Reactor usa energia solar para produção de biocombustível

Um grupo de investigadores norte-americanos e suíços desenvolveu um reactor de biocombustível que funciona a partir de energia solar. Para a produção dos hidrocarbonetos, a equipa conjunta da Caltech, da ETH Zurique e do Instituto Paul Scherrer utilizou dióxido de carbono, água e óxido de cério, além da energia solar, através de um processo termoquímico de duas fases.

Em termos de continuidade, o protótipo mostrou sinais positivos, ao assegurar a produção constante de combustível líquido durante mais de 500 ciclos de produção. Não obstante, a eficiência solar está aquém do desejável, com um aproveitamento entre 0,7 e 0,8 por cento da energia recebida para o funcionamento do processo. Os investigadores defendem que a fraca eficiência se deve à escala e design do protótipo, e não devido ao processo químico. Caso estas barreiras se solucionem, a eficiência esperada é de 19 por cento.

fonte:ambienteonline

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26
Out 10

2011 obriga a 5% de incorporação de biocombustíveis

O Governo publicou esta segunda-feira o decreto-lei que transpõe para a ordem jurídica portuguesa as directivas comunitárias relativas ao uso de biocombustíveis nos transportes. Assim, para alcançar a meta de 10 por cento de utilização de energias renováveis no sector dos transportes, definida por essas directivas comunitárias, os incorporadores (vendedores de combustíveis) são obrigados a incluir nos combustíveis vendidos uma percentagem crescente de biocombustíveis.

Já em 2011 e 2012, essa percentagem deve atingir os 5 por cento, subindo para 5,5 por cento nos dois anos seguintes. Em 2015 e 2016, passa para 7,5 por cento e continua a subir até chegar aos 10 por cento em 2020.

O decreto-lei, que entra em vigor a 1 de Janeiro de 2011, estabelece ainda regras específicas para o biodiesel: até ao final de 2014, o volume de biodiesel no gasóleo usado no sector dos transportes terrestres tem de alcançar, pelo menos, os 6,75 por cento.

O documento inclui, ainda, a criação de um sistema de certificação dos biocombustíveis, através da emissão de títulos de biocombustíveis (TdB) para garantir que estas metas são atingidas. Assim, por cada quantidade de biocombustível produzida equivalente a uma tonelada de petróleo, os produtores recebem um TdB, sendo que os biocombustíveis produzidos usando certos materiais (resíduos, madeira, produtos não alimentares e outros) são mais valorizados.

Os títulos são emitidos pelo Laboratório Nacional de Energia e Geologia (LNEG) e têm que ser entregues até ao dia 31 de Maio na Direcção Geral de Energia e Geologia (DGEG), comprovando a quantidade de biocombustível que incorporaram no ano anterior. Se não tiverem incorporado biocombustível suficiente, os incorporadores podem comprar TdB aos produtores ou a outros incorporadores. Se não entregarem TdB suficientes para cumprir a meta, têm de pagar uma compensação por cada TdB em falta.

A partir de 1 de Julho de 2011, a emissão dos TdB fica dependente de os biocombustíveis e biolíquidos serem considerados sustentáveis, o que significa, segundo o decreto-lei, que estes têm que representar uma diminuição na emissão de gases prejudiciais para o ambiente, relativamente ao combustível que estão a substituir. Essa redução mínima tem que ser de 35 por cento até 2017, de 50 por cento durante o ano de 2017 e, a partir de 2018, de 60 por cento.

fonte:ambienteonline

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15
Set 10

Biocombustíveis de segunda geração podem substituir 65% da gasolina

90 mil milhões de litros de etanol de segunda geração poderão ser produzidos pela União Europeia a 27, em 2020. Esta produção corresponde a cerca de 65 por cento do consumo previsível de gasolina, segundo um estudo do grupo Bloomberg New Energy Finance, divulgado esta terça-feira.

Para produzir este etanol, a União Europeia (UE) poderá construir pelo menos 100 refinarias por ano a partir de 2013, sublinha o mesmo estudo. No entanto, alerta para o facto de o bloco comunitário não dispor ainda de instalações comerciais de refinação de biocombustíveis a partir de resíduos industriais.

Recorde-se que a UE definiu que, em 2020, dez por cento do combustível dos transportes públicos têm de provir de biocombustíveis. Para o etanol de nova geração – que não recorre às colheitas agrícolas, mas é produzido a partir de resíduos – , a UE não estebeleceu ainda qualquer meta.


Contudo, esta temática ainda suscita polémica entre os membros da UE. A Nestlé, a maior empresa alimentar do mundo, opõe-se ao uso de colheitas agrícolas para a produção de biocombustíveis. A Bloomberg, que salienta o facto de serem necessários 9,1 mil litros de água para produzir um litro de biodiesel, refere ainda o facto de várias empresas europeias, incluindo a Galp Energia, terem comprado terras em África para impulsionarem as culturas de produtos não-agrícolas, como a jatropha, para a produção de biocombustíveis.

fonte:ambienteonline

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14
Set 10

Biocombustíveis derivados de resíduos podem substituir metade da gasolina em 2020

Os biocombustíveis produzidos a partir de resíduos sólidos municipais e industriais poderão substituir mais de metade da gasolina utilizada na UE em 2020, diz um estudo da Bloomberg New Energy Finance.

 

O bloco das 27 nações que compõem a União Europeia poderá produzir 90 mil milhões de litros do chamado etanol de nova geração (a partir de resíduos e não de colheitas agrícolas). Esta produção corresponde a cerca de 65% do uso previsível de gasolina proveniente de fonte fóssil, segundo um estudo do grupo Bloomberg New Energy Finance, sedeado em Londres.

A UE poderá construir pelo menos 100 refinarias por ano a partir de 2013, sublinha o mesmo estudo, acrescentando que este bloco comunitário não tem de momento instalações comerciais de refinação de biocombustíveis a partir de resíduos industriais.

“A agricultura europeia poderá beneficiar de uma nova indústria de bioenergia, uma vez que os agricultores terão uma fonte adicional de rendimento, aumentando o rácio euros-por-hectare por cada pedaço de terra”, afirmou Roberto Rodriguez Labastida, co-autor do estudo, citado pela Bloomberg.

A União Europeia definiu a meta de, em 2020, 10% do combustível dos transportes públicos provir de biocombustíveis. Para o etanol de nova geração – que não recorre às colheitas agrícolas – , a UE não tem ainda qualquer meta. 

A Nestlé, maior empresa alimentar do mundo, opõe-se ao uso de colheitas agrícolas para a produção de biocombustíveis. Os preços das matérias-primas agrícolas estão a aumentar, dificultando uma suficiente produção de alimentos a nível mundial, afirmou hoje o “chairman” da empresa, citado pela Bloomberg.

A Bloomberg, que salienta o facto de serem necessários 9.100 litros de água para produzir um litro de biodiesel, refere ainda o facto de várias empresas europeias, incluindo a Galp Energia, terem comprado terras em África para impulsionarem as culturas de produtos não-agrícolas, como a jatropha, para a produção de biocombustíveis.

A Galp refere, no seu “site”, que no ano passado o seu projecto de produção de biocombustíveis alcançou progressos significativos com o cultivo das primeiras parcelas experimentais de “jatropha curcas linn” (JLC) em Moçambique e com o início do projecto de produção de óleo de palma em Belém, no Brasil.

fonte:jornaldenegocios

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08
Set 10

Escócia desenvolve biocombustível com resíduos de uísque

Um grupo de cientistas da Universidade de Napier, em Edimburgo, Escócia, desenvolveu um novo biocombustível à base da refinação dos resíduos provenientes da produção de uísque.O biobutanol, que, segundo os cientistas, gera 30 por cento mais potência que o etanol, utiliza dois produtos derivados da produção do uísque.


Ao contrário do que acontece com o etanol, os motores dos automóveis não precisam ser alterados para utilizarem o biobutanol em vez do combustível convencional. O biobutanol também pode ser utilizado para fabricar outros bioquímicos ecológicos, como a acetona.

Os cientistas, que solicitaram a patente e querem criar uma empresa para comercializar o novo produto, afirmam que se inspiraram num processo desenvolvido há um século por Chaim Weizmann, químico de origem judaica refugiado em Manchester, que se tornou no primeiro presidente de Israel.


Weizmann estudou a fermentação do butanol como parte de um programa de produção de borracha sintética, e o processo seria utilizado mais tarde para a fabricação de explosivos.

O projecto de desenvolvimento do combustível foi financiado pelo Scottish Enterprise, organismo de apoio ao empresariado, que conta com a ajuda do governo escocês.

fonte:ambienteonline

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17
Ago 10

Enzima encontrada nas raízes das sementes podem «criar» combustível para automóveis

Enzima encontrada nas raízes das sementes de soja pode vir a ser utilizada como energia para fazer funcionar automóveis

 

Uma enzima encontrada nas raízes das sementes de soja pode ser utilizada como energia para mover os automóveis, avança a «Chemestry World». A Vanadium Nitrogenase consegue produzir amoníaco a partir de nitrogénio, já usado actualmente para encher pneus em alternativa ao ar normal, porque permite maior resistência e menor desgaste.

Os cientistas dizem que a pesquisa ainda está numa fase embrionária, mas também acreditam que este pode ser o caminho para criar um combustível amigo do ambiente e até, quem sabe, gasolina.

Este organismo é uma bactéria muito comum que é bem conhecida, já que é estudada desde há algum tempo” disse Markus Ribbe, cientista da Universidade da California.

Fonte:Auto portal

 

Leia também o artigo:Algas podem inaugurar a química verde e substituir metade do petróleo

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