13
Ago 12

Sumo de melancia pode ser o novo biocombustível

Um estudo recente do Governo norte-americano aponta o sumo da melancia como um possível biocombustível no futuro. A ideia é aproveitar as melancias que não são comercializadas e, através dos compostos açucarados do seu sumo, produzir etanol.


O Governo norte-americano chegou à conclusão, através de um estudo recente, que é possível aproveitar as melancias para produzir biocombustível. O fruto é especialmente procurado no verão por ser refrescante mas, a partir de agora, poderá ser procurado para fazer mover os automóveis.

Assim, a ideia do Governo dos EUA é aproveitar a enorme quantidade de melancias que é rejeitada pelos consumidores porque têm algum defeito e dar-lhe um outro fim.

"Aproximadamente um quinto das melancias que se cultivam têm marcas que as tornam pouco atrativas para o consumidor", explica Wayne Fish, co-autor do estudo e químico do Serviço de Investigação Agrícola de Lane, no estado de Oklahoma.

Os investigadores começaram, então, a procura pelas potencialidades desconhecidas da melancia e descobriram que, depois de retirar os compostos antioxidantes da fruta, era possível produzir etanol através dos compostos açucarados que restavam.

Os investigadores prepararam vários litros do novo do combustível em laboratório e optimizaram o processo de modo a produzir cerca de 87 litros de etanol a partir de um acre de melancia rejeitada.

"As quintas entre 121 e 405 hectares poderiam conservar elas mesmas o etanol e utilizá-lo na sua produção", afirma Wayne Fish. Para a produção deste biocombustível seria sempre necessário passar por um laboratório mas, segundo o investigador, "o processo não é muito diferente de fazer cerveja caseira".

Para além disto, seria uma possibilidade para as quintas que produzissem grandes quantidades de biocombustível a partir do sumo da melancia venderem o excedente no mercado.

fonte:http://www.jn.pt/Pa


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17
Dez 11

Microgerador transforma movimento dos pneus em eletricidade

Energia dos pneus

O laboratório belga IMEC criou um minúsculo gerador capaz de produzir energia a partir das vibrações normais dos pneus durante o movimento de um carro.

O "dispositivo de colheita de energia" é capaz de gerar 42 microWatts de potência de forma sustentada quando o veículo roda a 70 km/h.

Em condições especiais de rodagem, ele chegou a gerar quase 12 vezes mais - 489 microWatts.

Contudo, os 42 microWatts são suficientes para alimentar sensores, como os usados nos sistemas de monitoramento da pressão dos pneus, já presentes em alguns carros - a vantagem é que esses sistemas não mais dependerão da troca de baterias.

O aparelho deverá também viabilizar automações adicionais, como sensores para monitorar a qualidade da estrada, ajustando automaticamente a suspensão, sistemas de segurança, detectando estilos de direção mais agressivos, e mesmo um monitoramento da integridade estrutural dos pneus.

 

 

Indústria e meio ambiente

Mas o coletor de energia não terá seus usos restritos à indústria automotiva.

Ele poderá ser instalado em qualquer equipamento que apresente algum tipo de vibração ou esteja sujeito a choques periódicos.

Isto inclui desde máquinas industriais até o monitoramento de estruturas civis, como pontes e edifícios, viabilizando ainda as redes de sensores, que deverão ser usadas para monitorar o meio ambiente e até a integridade estrutural de aviões.

O chip coletor de energia usa minúsculas vigas feitas de um material piezoelétrico, o nitreto de alumínio, que gera eletricidade quando é submetido a um impacto mecânico.

fonte:http://www.inovacaotecnologica.com.br

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09
Out 11

Ilha neozelandesa será 100% sustentável em 2012

Formada por três atóis e com aproximadamente 1,5 mil moradores, a Ilha de Tokelau, na Nova Zelândia, passará a ser totalmente sustentável a partir da segunda metade do ano que vem. Os moradores contarão com painéis fotovoltáicos para captar a energia solar e também terão um gerador que usará óleo vegetal de coco para funcionar e gerar energia. As informações foram divulgadas pela NewScientists. 

Segundo Foua Toloa, líder das Ilhas Tokelau, 93% da energia gerada será solar e 7% virá do óleo do coco. Christopher Dey, da Universidade de Sidney, na Austrália, conta que cada atol terá um painel fotovoltáico de 200 metros quadrados e o óleo será utilizado em um gerador, nos períodos de maior demanda energética da ilha. 

Pelos cálculos do engenheiro Dey, serão necessários 20 a 30 litros de óleo de coco por dia, o que equivaleria a 200 cocos. Este dado foi obtido pela Empower Consultoria, da Nova Zelândia, depois de um estudo que comprovou asustentabilidade do sistema, já que os frutos são abundantes em Tokelau. 

Foua Toloa diz que a energia limpa será usada, principalmente para abastecer as residências e recarregar as próprias baterias do conjunto solar. O líder diz que a comunidade já está estudando alternativas para substituir o combustível usado nos automóveis da ilha e o óleo de cozinha. Atualmente, querosene, gasolina e gás natural usados em Tokelau são comprados em Sidney,ou 
em Wellington, capital da Nova Zelândia.

Ilhas-modelo

A iniciativa dos moradores da ilha não é inédita. Há quatro anos, a Ilha de Samso, na Dinamarca, instalou usinas eólicas com quatro mil turbinas no Mar do Norte, que produzem 100 milhões de quilowatts por ano. Também foram instalados painéis solares e geradores movidos a biocombustíveis na ilha. Como a produção é maior que a demanda local, o excedente de energia é exportado para a Dinamarca continental. Existem aproximadamente 5 mil moradores em Samso. 

Já na costa espanhola está a El Hierro, ilha das Canárias, que passará a ser 100% sustentável até dezembro deste ano. Com um investimento de US$ 87 milhões, a ilha terá um parque eólico, uma usina hidrelétrica e painéis fotovoltáicos para atender a demanda de energia de 11 mil moradores.

fonte:http://revistagloborural.globo.com

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28
Set 11

Casa que produz própria energia é quase 100% autossuficiente

 

 

Os lares norte-americanos são responsáveis por 23% do consumo de energia do país, e também somam 18% das emissões de carbono. Gastos com sistemas de aquecimento e condicionamento de ar estão entre os grandes vilões das contas de luz, principalmente em cidades em que a temperatura varia muito, como Chicago. Pois foi lá mesmo que a empresa de arquitetura e design urbano Farr Associates construiu uma casa quase 100% autossuficiente. Com 2,6 mil metros quadrados, o lar chega "muito perto" de gerar toda a energia que utiliza, segundo o arquiteto Jonatahn Boyer, à revista Wired.

No teto da construção, 48 painéis fotovoltaicos são capazes de transformar a luz solar captada em 10 quilowatts de energia elétrica. A parte de cima da casa também tem um telhado com superfície refletiva, que ajuda a direcionar os rios de sol para a placas e aumenta o rendimento delas em até 10%. A energia excedente que não é imediatamente usada é enviada à rede elétrica municipal, e quando os painéis não produzem o suficiente para manter a casa (como no inverno, quando há menos exposição ao sol), ela volta da rede normal, o que evita a necessidade de ter baterias para estocagem, e reduz as perdas na conversão.

O telhado ainda tem quatro painéis solares térmicos de aquecimento de água. Eles são compostos por tubos de vidro transparente, que possuem duas camadas. O espaço entre as duas tem o ar removido, o que gera vácuo e, em consequência, evita perdas de temperatura por condução e convecção. Além disso, permite que o vidro de dentro atinja temperaturas de até 170 graus, o que é usado para aquecer a água utilizada na casa, e também para ajudar o sistema geotérmico de aquecimento.

O sistema é composto por três poços geotermais, localizados 76 metros abaixo do nível do lar, sob o jardim, e por uma bomba elétrica. As estruturas enviam e recebem o líquido usado nos equipamentos de aquecimento e resfriamento do ambiente. No verão, o sistema funciona com troca de calor, deixando a casa mais fresca, com eficiência semelhante a de um ar-condicionado.

No inverno, a água quente sai dos poços e alimenta um sistema de tubos colocado sob o piso da casa. Com isso, o chão chega a uma temperatura de até 16°C. O ar que vem das estruturas geotermais subterrâneas também aquece a casa, que fica com temperaturas entre 16°C e 21°C.

Para diminuir os gastos de energia elétrica com aquecimento e resfriamento, a casa quase 100% autônoma tem paredes compostas de duas camadas de 20,3 centímetros de espessura de concreto, que protegem a parte interna do cômodo do calor que faz do lado de fora. Isso porque o concreto absorve e retém o calor, impedindo que chegue ao interior do lar, enquanto à noite o material lentamente libera o calor e mantém a temperatura estável.

E não são só as paredes que ajudam no controle de temperatura. As janelas da construção usam vidros triplos, que garantem até duas vezes mais resistência térmica do que os vidros temperados regulares. Isso porque permitem a entrada do sol, mas em dias frios demoram mais para deixar o calor sair, mantendo a casa aquecida por mais tempo.

Em termos de economia de água, duas tecnologias são principais na casa. Em cima, o telhado no formato da letra V, capta água da chuva, usada para regar o jardim. Um fonte na parte da frente da casa serve para decorar e para manter a água da cisterna em constante movimento, evitando a proliferação de bactérias. Dentro da construção, o sistema de reuso de água filtra o recurso usado na máquina de lavar e permite que seja tratado e reaproveitado na descarga - com sistema dual flush, que despeja volumes diferentes de água de acordo com o tipo de resíduo.

Outras iniciativas verdes da casa estão nos materiais: a cerca é feita de um compensado de plásticos reciclados com fibras de soja, e a pavimentação do jardim interno usa blocos também reciclados. O balcão da pia da cozinha é de papel reciclado, e o tecido dos móveis também reutiliza materiais.

fonte:http://tecnologia.terra.com.br

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03
Jul 11

As 10 cidades com menor emissão de dióxido de carbono

Estudo realizada mostra as cidades com as menores emissões e indica quais são as características principais.

Num momento em que as crises ambientais começam a repercutir mais na vida das pessoas, várias cidades assumem políticas públicas de mudança, mostrando que é possível mudar a maneira de gerir as cidades. E, apesar das mudanças individuais serem importantes, a mudança dos sistemas urbanos facilita novos modelos e faz com que pessoas que ainda não se importavam comecem a fazer parte do processo.

Uma investigação feita pelo Instituto Internacional do Meio Ambiente e Desenvolvimento calculou a emissão de CO2 das cidades, listando os locais mais sustentáveis. Dados mostrados pelo estudo dizem que a maioria das cidades europeias apresentam menos de metade da emissão por pessoa que a maioria das cidades da América do Norte.

Conheça a lista das cidades com as menores emissões de CO2:

1. Honolulu, EUA - 
Localizada no Havaí, a cidade apresenta a menor emissão de CO2 do mundo, segundo o estudo. Outros estudos indicam que as cidades metropolitanas mais afastadas, mesmo que com um consumo menor de energia, emitem mais CO2 que as cidades mais populosas e concentradas, mesmo quando apresentam um consumo de energia maior. E é esse o caso de Honolulu, sendo uma das principais causas de ocupar o primeiro lugar da lista.

2. Los Angeles, EUA
 - O clima moderado, faz com que o uso de aquecedores ou aparelhos de ar condicionado seja baixo, é apontado pelo estudo devido aos baixos níveis de emissão de CO2.

3. Dhaka, Bangladesh - 
Infelizmente, nesse caso o estuo indica que os baixos níveis de emissão devem-se à pobreza da população, fazendo com que o nível da industrialização e consumo sejam baixos. A intenção do governo é fazer um crescimento mantendo os índices de emissão mais baixos possível.

4. Chicago, EUA
 - Mudanças da administração da cidade foram capazes de mudar a política pública da cidade, tornando mais sustentável nos últimos anos. Uma das mudanças, por exemplo, foi o uso de caixotes de separação de lixo e a reciclagem.

5. Boise, EUA - 
As principais ações da cidade é o uso de energia hidroelétrica de baixo impacto (quando não danifica profundamente o ambiente onde a central foi instalada) e o uso de combustíveis alternativos no transporte público (como híbridos, biodiesel e etanol).

6. Moreland City, Austrália
 - Para diminuir a emissão de CO2, a cidade parou de produzir energia termoelétrica e passou a utilizar fontes alternativas de energia limpa.

7. Melbourne, Australia - 
A cidade é destacada pelas iniciativas de proteção do ambiente e de responsabilidade social.

8. Calgary, Canadá - 
A mudança incentivada em Calgary conta com a participação da própria comunidade, que desenvolve estratégias próprias para a redução da emissão de gases do efeito estufa.

9. Freiburg, Alemanha - 
Para se tornar mais sustentável, essa cidade adotou o uso de energia solar, entre outras fontes renováveis.

10. Songdo, Coreia do Sul
 - As iniciativas sustentáveis da administração pública são o parque central da cidade, irrigado com água do mar, uma linha de metro, faixas para bicicletas e um projeto de recolha de pneus.

fonte:http://pelanatureza.pt/

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29
Jun 11

Chegou o 1º painel publicitário iluminado «verde»

A Ricoh revelou esta quarta-feira o primeiro eco-board da Europa, um painel publicitário iluminado totalmente alimentado por energia eólica e solar.

 

A empresa de soluções de escritório, impressão de produção eManaged Document Services apresentou o modelo que está na auto-estrada M4, que liga Londres ao aeroporto de Heathrow, «uma das principais portas de entrada na Europa», segundo o divulgado em comunicado.

O painel, que é alimentado por 96 painéis solares e 5 turbinas eólicas individuais, ilumina-se apenas quando tiver sido recolhida energia suficiente.

«Com o lançamento do eco-board, damos mais um passo para recordar a um público mais vasto que deve agir de forma sustentável e pensar para lá do óbvio, quando se trata de proteger os recursos naturais», afirmou Steve Saito, presidente do conselho de administração e director-geral executivo da Ricoh Europa. 

«(…) Também estamos empenhados em encorajar outras empresas a adoptarem modelos empresariais sustentáveis que possam melhorar as nossas cidades, os nossos países e o nosso planeta, melhorando ao mesmo tempo a produtividade e os lucros empresariais», sublinhou.

Esta é a segunda iniciativa da empresa nesta linha, depois do painel publicitário alimentado a energia solar, lançado em Times Square (Nova Iorque), no ano passado. 

fonte:http://diariodigital.sapo.pt

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14
Jun 11

Novo Ibis de Sintra terá 18 painéis solares, que vão aquecer 75% da água utilizada no hotel

O novo Ibis Sintra, o 20º da cadeia hoteleira em Portugal, contará com 18 painéis solares, que permitirão aquecer 75% da água utilizada no hotel, explicou a marca em comunicado.

Segundo o Ibis, a sustentabilidade faz parte do novo hotel, que terá um programa automático de ar condicionado, redutores aplicados em todas as torneiras e uma fachada com propriedades térmicas inovadoras – o sistema ISODUR, um revestimento com materiais isolantes térmicos e sonoros que permitem uma economia de 20% de toda a energia.

Paralelamente, toda a gestão do fluxo de informação do hotel será efectuada pelo programa All Online, ou seja, totalmente informatizada, o que representa uma poupança de 80% no consumo de papel e 50% em tinteiros de impressoras.

“Estas acções demonstram o compromisso efectivo da rede Ibis em matéria ambiental”, explica a marca.

fonte:http://www.greensavers.pt

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13
Abr 11

Casca do café também é fonte de energia

Há mais no café do que o seu sabor, famoso mundialmente: o processamento dos grãos gera um resíduo que pode ser utilizado como fonte de energia, diminuindo custos e reduzindo a poluição ambiental.

 

Potencial energético do café

Durante o cultivo do café, aproximadamente dois milhões de toneladas de cascas de grãos são produzidas por ano no Brasil.

Esse subproduto normalmente vai para o lixo ou é usado para a forração dos terrenos dos cafezais, restituindo parte dos fertilizantes retirados pela planta.

Mas a casca do café tem um potencial energético que pode, em alguns casos, torná-la substituta da lenha, sendo uma opção mais barata e ecologicamente correta para empresas que usam a madeira na geração de energia.

Suprir as necessidades desse mercado significa cortar menos árvores e contribuir para a redução do desmatamento.

 

Eletricidade da biomassa

Para otimizar esse potencial, pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB), liderados pelo engenheiro florestal Ailton Teixeira do Vale, fizeram um estudo para demonstrar a importância dos resíduos agroflorestais como fonte de energia, tanto para indústrias quanto em comunidades rurais.

"A casca do café, assim como outras biomassas, pode gerar eletricidade em termoelétricas, a partir da combustão em fornalhas, gerando energia na forma de calor, utilizado para a produção de vapor, que por sua vez é utilizado para a produção de energia elétrica e, em cogeração, outras energias como a mecânica", explica Vale.

Quando usada como combustível, a casca do café, assim como outros resíduos agroflorestais, tem inúmeras vantagens em relação aos combustíveis fósseis.

"Em primeiro lugar, é um combustível renovável, e os compostos liberados na sua combustão são sequestrados pelos novos plantios, fechando o ciclo do carbono, e, portanto, não contribuindo com o efeito estufa. Outra vantagem é a possibilidade de agregar valor a um resíduo que geralmente é descartado e, com isso, gerar emprego, renda e desenvolvimento social nas regiões onde a cultura do café é uma prática", explica o pesquisador.

 

Combustão, gaseificação e carvão

Espera-se que os dados obtidos a partir desse estudo possam ser utilizados para melhorar a gestão dos resíduos provenientes de biomassa e que isso possa abrir a possibilidade de uso na produção de energia em pequenas comunidades rurais e nas agroindústrias, a partir da combustão, da gaseificação ou da transformação em carvão vegetal, assim aumentando sua participação na Matriz Energética Brasileira.

A agregação de valor ao resíduo, gerando um novo produto, é bem-vinda ao diminuir a poluição do meio ambiente e possibilitar uma qualidade de vida melhor para as pessoas envolvidas no processo ou moradoras da região

"Além de agregar valor ao resíduo, [o uso dessa biomassa] demandará mão-de-obra, equipamentos, capitais, empresas de serviços e toda uma infraestrutura administrativa, industrial e comercial, elevando o nível econômico e beneficiando a sociedade", afirma Vale.

 

Substituição do petróleo por biomassa

O Brasil é referência internacional na substituição do petróleo por biomassa, embora o assunto esteja repleto de controvérsias.

O maior exemplo é o uso do etanol como combustível para veículos de passeio e de carga - que tem impactos sobre as terras agricultáveis e desbalanceamento do ciclo de nitrogênio, além de consumir água demais.

Na siderurgia, o uso de carvão vegetal na produção de ferro gusa é uma realidade há décadas - com constantes denúncias de uso de vegetação não-plantada, principalmente do cerrado.

Outra frente que tem crescido é a produção de energia elétrica em termoelétricas, principalmente nas usinas de açúcar e álcool e nas fábricas de celulose e papel, a partir de resíduos, com unidades movidas a bagaço de cana-de-açúcar, licor negro, restos de madeira, casca de arroz, biogás e carvão vegetal.

fonte:http://www.inovacaotecnologica.com.br/

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