14
Jan 14

Quase 60% do consumo de eletricidade oriundo de energias renováveis

Quase 60% do consumo de eletricidade em 2013 em Portugal foi oriundo de fontes renováveis, um aumento de 20% em relação 20%, refere a Quercus num comunicado emitido esta terça-feira.

 

A organização ambiental refere que se assistiu a uma "redução do valor de eletricidade importada em 2,8 vezes, o que, na prática, se traduz num decréscimo de 10% do total consumido".

A produção de energia hídrica mais do que duplicou, ao passo que a produção de energia eólica aumentou quase 20% e a fotovoltaica disparou 25% face a 2012, de acordo com a Quercus.

"Não podemos deixar de continuar a apostar nas energias renováveis e na eficiência energética, permitindo a recuperação da economia sem onerar o ambiente. Para tal, é preciso um investimento na sensibilização e um planeamento adequado do setor energético também em prol de uma desejável política climática exigente", afirmou Francisco Ferreira, coordenador do grupo de energia e alterações climáticas da Quercus, citado no comunicado.

A Quercus aponta que a produção de energia através de fontes renováveis foi responsável por 32% de toda a eletricidade produzida em Portugal continental, sendo que em 2012 esta proporção tinha sido de 27%.

Este aumento deve-se sobretudo à energia eólica, que garantiu 23% da produção elétrica, referiu a organização ambiental, estimando que, em cada hora de consumo de eletricidade em 2013, dezanove minutos tiveram origem nestas centrais renováveis, dos quais catorze minutos foram produzidos pela energia eólica.

fonte:http://www.jn.pt/Pa

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09
Nov 13

Energias renováveis criaram cinco mil postos de trabalho nos últimos quatro anos

A área das energias renováveis deu emprego a cinco mil pessoas nos últimos quatro anos. 

Para Carlos Pimenta, antigo secretário de Estado do Ambiente e presidente da Plataforma para o Crescimento Sustentável, Portugal vai acabar por conseguir produzir quase toda a energia que gasta. 

“Acredito muito que Portugal tem como objectivo que, em 2050, 100% da sua electricidade e uma percentagem muito grande do resto da energia de que precisa seja de fontes portuguesas, renováveis, com tecnologia portuguesa, feita em Portugal e investigada em Portugal”, afirma. 

O ex-governante elogia o potencial da indústria energética portuguesa, sobretudo na vertente de criação de emprego. 

“Só nos últimos quatro anos na indústria eólica criaram-se mais de dois mil postos de trabalho industriais, e mais três mil de serviços. Só este ano de 2013 exportaram-se mais de milhões de euros em máquinas e para o ano já temos mais de três milhões de euros em encomendas do estrangeiro de máquinas eólicas feitos em Portugal.” 

O agora eurodeputado Carlos Pimenta apresenta um guião para o crescimento do país. 

São 72 medidas em quase todas as áreas da governação, entre as quais a fixação de limites à despesa do Estado, condições para desagravar o IRS e a criação de uma instituição independente para as parcerias publico privadas.

fonte:http://rr.sapo.pt/i

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12
Out 13

Viver do renovável é possível e Portugal é exemplo mundial

Quando Thomas Midgley Jr. inventou, na década de 20, o aditivo de chumbo para a gasolina utilizado nos automóveis, além de alguns dos CFC utilizados em aerossóis, o seu trabalho foi acatado como de grande importância científica, tendo o inventor recebido vários prémios pelo seu trabalho. 

Só mais tarde se viria a descobrir que Midgley teve «mais impacto na atmosfera do que outro organismo na história da Terra», palavras do historiador ambiental J. R. McNeill.

Midgley ficaria conhecido como o «homem que matou mil milhões de pessoas», devido aos malefícios para a saúde da exposição ao chumbo libertado na atmosfera mundialmente, e dos danos causados pelos CFC na camada do Ozono.

Agora é preciso reverter este processo. E a maioria da comunidade mundial está interessada em retroceder os danos causados ao planeta, não só pelas invenções de Midgley, mas principalmente pela utilização de combustíveis fósseis para criação de energia. 

Portugal está, no entanto, no top 10 mundial de uso de energias limpas (dados de 2012), com 70% da energia consumida a nível nacional a provir de fontes renováveis, segundo dados da REN, relativos ao primeiro trimestre deste ano, e que foram esta quinta-feira referidos num artigo do jornal The Guardian. 

Significam estes números que a energia eólica (25% do consumo), a energia provinda de barragens (cerca de 36%), a solar, a biomassa e até a energia das ondas (produto inovador a nível mundial instalado no fundo do mar ao largo de Peniche) podem vir a sustentar o setor energético português se assim se entender.

A produção de energias renováveis, uma das bandeiras dos mandatos de José Sócrates, cresceram dos 38% de 2008, segundo estudo da APREN (associação das energias renováveis), para os 70 de hoje, com o norte e centro do país responsáveis pela maioria da energia gerada pelo vento, o sul encarregue da maioria da produção solar, e o litoral e arquipélagos responsáveis pela maioria da energia gerada pelo mar.

No dia 6 deste mês a EDP Renováveis conseguiu um contrato na Califórnia, EUA, para abastecer aquela zona com 100 mega Watts durante 20 anos, a juntar ao contrato de julho, para abastecer igualmente o estado de Oklahoma. 

A lembrar também, a fábrica de turbinas eólicas que estava nos planos da CTG, empresa que comprou a parte do Estado português na EDP, que poderia gerar uma fonte de riqueza ao nosso país e ainda não foi descartada pela empresa chinesa.

Portugal deu também um salto no setor automóvel, estando já disponíveis vários modelos de carros completamente elétricos, hoje mais apelativos que os primeiros modelos lançados há uns anos. 

Carros como o desportivo «Model S», da Tesla, conseguem já uma autonomia de 480km com uma única carga, que alimenta um motor de 410cv e vai dos 0 aos 100km/h em apenas 4.3 segundos. E se o seu problema é os pontos de carga, saiba que existem 1300, normais (6-8 horas), e 50 postos rápidos (de 20/30 minutos) em todo o país.

Por falar em carros, o projeto que está em desenvolvimento na cidade da Covilhã, onde está a ser testado um captador de energia cinética de automóveis que irá alimentar os semáforos e luzes de uma avenida da cidade.

O projeto da empresa, waydip, desenvolvido por dois ex-alunos da UBI, Francisco Duarte e Filipe Casimiro, consiste numa espécie de mosaico que capta a energia produzida pelo andar das pessoas, e dos carros, quando pisado. 

Estamos, por isso, mais além das meras lâmpadas económicas e dos carros híbridos disponíveis na década passada. Na semana em que se anunciou a produção de um carro que gasta apenas um litro de gasolina aos 100km, de um drone que consegue manter-se a uma altitude de quase 20km durante 5 anos sem gastar um único litro de combustível, e um mês depois do anúncio de um barco movido a energia solar, é possível pensar que num futuro próximo estaremos livres dos combustíveis habituais. E Portugal parece estar pronto para acompanhar o resto do mundo


fonte:http://www.tvi24.iol.pt/t

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14
Jul 13

Produção de energia a partir de renováveis atinge recorde de 72% até Junho

A produção total de energia eléctrica a partir de fontes renováveis atingiu níveis recorde no primeiro semestre deste ano, chegando a 72%. Esta é uma das conclusões do balanço feito pela Quercus-Associação Nacional de Conservação da Natureza sobre a produção de electricidade em Portugal continental, com base nos dados da REN (Redes Energéticas Nacionais).

A Quercus comparou a produção de electricidade com fontes renováveis no primeiro semestre do ano passado – que se ficava pelos 38% – com o mesmo período deste ano. Contas feitas, constatou que houve um aumento absoluto de 34%, lê-se em comunicado de imprensa divulgado este domingo.

A associação ambientalista explica que o aumento se fica dever à potência instalada de renováveis, mas principalmente às condições climáticas favoráveis. Este ano tem sido mais húmido do que o normal, o que permitiu um maior recurso ao uso de energia hídrica, e também mais ventoso, resultando numa maior produção eólica.

A produção da electricidade de origem renovável em regime especial (que representa toda a produção renovável excepto a grande hídrica) aumentou, tendo sido responsável por 49% de toda a electricidade produzida em Portugal continental no primeiros semestre deste ano.

Na electricidade de origem fóssil, houve um recuo no uso de carvão da ordem dos 22%, o que, aliado ao maior peso da produção renovável, conduziu a uma redução de emissões entre os dois primeiros semestres de 2012 e 2013 de cerca de 1,9 milhões de toneladas de dióxido de carbono.

Destaca-se ainda que Portugal exportou mais 50% de electricidade do que importou, o que é uma situação contrária à verificada em 2012, refere a associação. Mas, enquanto que ao longo de 2012 houve uma redução do consumo de electricidade de 2,8% em relação ao ano anterior, no primeiro semestre de 2013 a redução foi menos acentuada (-1,7%, por comparação com igual período de 2012). A Quercus considera que Portugal tem um enorme potencial para o aproveitamento das energias renováveis, em particular aquelas com menor impacte ambiental, como é o caso da energia solar.  A Quercus quer Portugal com 100% de electricidade de fontes renováveis até ao ano de 2050.

 

fonte:http://www.publico.pt/e

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04
Jun 12

"Renováveis já representam 44% da produção em Portugal"

Portugal está entre os três países da OCDE com maior produção de energia eléctrica com recurso a fontes renováveis. A hídrica mantém liderança, mas eólica está no encalço.

As energias renováveis - incluindo a produção hídrica - representam quase metade da electricidade produzida em Portugal. Segundo dados da APREN - Associação das Energias Renováveis a energia elétrica produzida a partir de fontes renováveis situava-se nos 44,3% em Janeiro deste ano, o que permite antever que as metas impostas para 2012 serão cumpridas.

A União Europeia impôs uma quota de 39% para a produção de electricidade de origem renovável mas os objectivos nacionais são mais ambiciosos, impondo um limite mínimo de 45%. "Não há, de momento, receio de não cumprir os objectivos de 2012. Contudo, o mesmo não posso dizer em relação às metas propostas para 2020 pois desconhecemos as políticas a implementar pelo Governo e as suas consequências", refere, a propósito, António Sá da Costa, presidente da direcção da APREN.

Este responsável mostra-se preocupado com alterações que a política de austeridade poderá trazer ao Plano Nacional de Acção para as Energias Renováveis (PNAER), já que só daqui a um ano será avaliado o seu grau de execução. "Sabemos, no entanto que o Governo se prepara para rever o PNAER em baixa, o que na minha opinião, é negativo não apenas para o sector das energias renováveis como para o país. Essa revisão em baixa vai desacelerar a economia, diminuir o emprego, aumentar as importações de combustíveis fósseis canalizados para a produção de electricidade e afasta a captação de investimento estrangeiro", afirma.

Portugal com objectivos ambiciosos 
Portugal está entre os cinco países com os objectivos mais elevados da Europa a 27, e está nos três primeiros lugares no que diz respeito ao peso da produção de electricidade de origem renovável, entre os países da OCDE. Os dados de 2010 revelam que Portugal se situava logo após a Áustria, com um peso de renováveis na ordem dos 61%, e da Suécia, com 54%, sendo que a média europeia (média a 15 países-membros) é de 20,6%. Os Estados Unidos ficam-se apenas pelos 10% e o Japão 9,4 por cento.

A produção hídrica é a que mais peso tem no conjunto das fontes renováveis, atingindo em Portugal mais de metade da produção. Também na restante Europa a utilização da água dos rios é a forma de produção renovável mais utilizada, com quase 54%. A produção eólica começa agora a ganhar terreno, estando em Janeiro de 2012 com uma potência instalada de 4.301 megawatts, nos 218 parques existentes, e com um peso de 39,7%.

Sá da Costa refere que a o principal entrave ao crescimento da produção eléctrica por fontes renováveis está nas dificuldades de financiamento. "Além das dificuldades que resultam do risco país, juntou-se o chamado risco regulatório devido à falta de definições que têm tido lugar desde Julho de 2011", afirma.

Microgeração com retorno a cinco anos
Sabia que, sendo consumidor de energia eléctrica em baixa tensão, pode tornar-se também produtor e vender o excedente à rede? Trata-se de um processo chamado de microgeração, aberto a qualquer pessoa que compre o equipamento (solar, eólico, biomassa, hídrico) e se candidate a uma licença. Neste momento, mais de 20 mil consumidores (particulares e empresas) já optaram por esta solução. Segundo Frederico Rosa, administrador da Sunergetic, empresa que actua no aproveitamente de energia solar, a rentabilidade é garantida. "O investimento está pago em cinco ou seis anos, com uma rentabilidade muito superior à da banca", diz. No actual mercado de microgeração, a energia solar fotovoltaica é a mais procurada, atingindo os 90%. Porém, o sector está em compasso de espera, pois a emissão de licenças para a microgeração bonificada (com tarifas mais altas durante 15 anos) está parada por ter sido esgotada a respectiva quota. "Há interessados, mas não há licenças. Há clientes que começam a optar pelo regime geral, que ainda tem licenças disponíveis, apesar de a tarifa paga ser mais baixa", refere Raúl Assunção, da Ecopower, empresa especializada em energias renováveis. Já a miniprodução destina-se a pequenos clientes empresariais com potências superiores à da microgeração. Em ambos os casos, os produtores apenas podem instalar metade da potência contratada.


O peso das  renováveis

1 - Hídrica 
Utiliza água dos rios. Produção bruta: 19%

2 - Eólica 
Utiliza o movimento das massas de ar. Produção bruta: 16,5%

3 - Biomassa (com e sem cogeração)
Utiliza resíduos naturais. Produção bruta: cerca de 12%

4 - Solar Fotovoltaica 
Utiliza a energia solar. Produção bruta: cerca de 0,5%

5 - Biogás 
Utiliza gás como combustível. Produção bruta: 0,3%

6 - Geotérmica
Utiliza o calor da terra. Produção bruta: marginal

7 - Ondas e mares
Utiliza a força das marés. Produção bruta: marginal

fonte:http://economico.sapo.pt

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05
Mai 12

Energias renováveis alternativas ganham novo impulso

Especialistas de 36 centros de pesquisa europeus anunciaram que os resultados do estudo da Agência Internacional de Energia (AIE) sobre soluções de energia solar térmica e bombas de calor estarão concluídos no final de 2012.

O grupo de trabalho da AIE – Task 44/Annex 38 – reuniu-se pela primeira vez em Portugal, na Póvoa de Varzim, para debater a otimização e a sustentabilidade dos sistemas que combinam energia solar térmica com bombas de calor. A Energie, empresa portuguesa líder mundial de sistemas solares termodinâmicos e membro da Task 44, foi a promotora da reunião, em parceria com o Laboratório Nacional de Energia e Geologia (LNEG).
 
O grupo de trabalho apresentou o ponto de situação do estudo que teve início em 2010 e que dá um novo impulso a soluções alternativas de energia renovável.
 
A grande vantagem dos sistemas combinados de energia solar térmica com bomba de calor, entre os quais se encontra o sistema solar termodinâmico da Energie, é a redução significativa do consumo de eletricidade da bomba de calor e o aquecimento/arrefecimento 24 horas por dia, ao contrário dos sistemas solares térmicos tradicionais.
 
Recorde-se que a diretiva 2009/28/CE considera as bombas de calor uma fonte de energia renovável, dentro de parâmetros que serão anunciados em 2013.

fonte:http://noticias.portugalmail.pt

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21
Abr 12

Portugal é o quarto país da UE mais perto de atingir meta das renováveis em 2020

Portugal é o quarto país da União Europeia mais avançado em termos de cumprimento das metas para 2020 sobre peso das fontes de energia renováveis no consumo final de energia, de acordo com um relatório do Ministério da Economia.

Segundo o documento de apoio à revisão dos Planos Nacionais de Ação para a Eficiência Energética (PNAEE) e para as Energias Renováveis (PNAER), Portugal já tinha cumprido, em 2009, 79 por cento dos objetivos previstos, sendo apenas superado pela Suécia, Finlândia e Áustria.

Para cumprir a meta até 2020, faltavam apenas seis por cento, de acordo com o documento, que conclui que “os desafios associados ao PNAER são hoje facilmente alcançáveis com medidas de menor investimento”.

“A revisão do plano requer uma redução no pacote de medidas e deve centrar-se no ajustamento da oferta à procura”, realça o documento hoje divulgado, que está disponível para consulta pública até ao próximo dia 18 de maio.

Neste contexto, a potência atribuída e não instalada, de fontes renováveis, é de 1,6GW, considerando “prioritário” o seu seguimento e garantia de entrada na rede, mas, ressalvando, não parecer crítico licenciar potência adicional no curto/médio prazo.

O documento admite a possibilidade de a obrigação de incorporação de biocombustíveis substitutos da gasolina ser numa percentagem superior à inicialmente prevista, de 2,5 por cento.

Em matéria de eficiência energética, refere, "o pacote de medidas deve ser reforçado em algumas das medidas existentes e com novas medidas de baixo custo para atingir as metas".

fonte_:http://www.energiasrenovaveis.com/

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20
Jan 12

Investimentos em renováveis atingem máximo em 2011

Ao todo, foram investidos 260 mil milhões de dólares (cerca de 204 mil milhões de euros) em energias renováveis em 2011. O valor, adiantado pela Bloomberg New Energy Finance, representa um máximo histórico e surge num período de conjuntura económica desfavorável.

O investimento global marca uma subida de 10 por cento em relação a 2010 e é cerca de cinco vezes superior ao montante aplicado no sector das renováveis em 2005. Por segmentos, a energia solar tem o destaque, representando quase o dobro dos investimentos feitos no sector eólico. Em 2011, o montante investido na tecnologia solar foi de 136,6 mil milhões de dólares (subida de 36 por cento em relação ao ano anterior), contra os 74,9 mil milhões de dólares para a eólica (queda de 17 por cento).

As tecnologias “inteligentes” tiveram, à semelhança da eólica, uma descida de 17 por cento em relação a 2010, alcançando os 19,2 mil milhões de dólares. Este tipo de investimentos, baseados sobretudo em departamentos empresariais de I&D, capital de risco e private equity, tem permitido o desenvolvimento de tecnologias de armazenamento energético, transporte e redes inteligentes.

Só a Europa representou um investimento de 100,2 mil milhões de dólares, num crescimento de três por cento.

O continente contou com a aposta forte da Alemanha e da Itália em infra-estruturas de energia solar. Porém, por país, os Estados Unidos são sinónimo dos maiores investimentos em energia de fonte renovável. O país conseguiu recuperar o primeiro lugar no ranking – que tinha perdido para a China desde 2009 – e apresenta um investimento em renováveis na ordem dos 55,9 mil milhões de dólares. O valor é o resultado de uma subida de 33 por cento em relação a 2010.

fonte:http://www.ambienteonline.pt/

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30
Dez 11

Portugal: IVA dos equipamentos para renováveis sobe para 23%

Nem os equipamentos de utilização de energias renováveis escaparão à actualização das taxas do IVA. Segundo o Orçamento de Estado para 2012, estes equipamentos verão a taxa do IVA aumentada para 23%, o que, de acordo com o jornal Climatização, agravará em 10% o preço para o cliente final, “o que deverá desincentivar ainda mais o investimento nas tecnologias”.

Até aqui, os equipamentos de captação e aproveitamentos de energias renováveis, em particular energia solar, eólica e geotérmica, eram taxados à taxa reduzida intermédia – 13%.

No pacote dos produtos que verão o seu IVA aumentar para 23% incluem-se os sistemas solares térmicos, solares fotovoltaicos e bombas de calor.

Citada pelo Climatização, a Associação Portuguesa da Indústria Solar revelou que este medida irá levar a um “aumento real do preço ao consumidor final. “[O acréscimo em 10% no valor destes equipamentos deverá provocar um decréscimo acentuado no sector], pondo em causa a manutenção da procura”.

Finalmente, o Orçamento de Estado acaba também com os benefícios fiscais para os equipamentos de utilização de energias renováveis. Em 2011, a aquisição destes equipamentos ainda usufrui de benefício fiscal, cujos tectos são reduzidos, variando de acordo com o escalão de rendimentos. Em 2009 e 2010, foi possível deduzir à colecta 30% das despesas com estes equipamentos, com um limite, respectivamente, de €796 e €803.

fonte:http://www.greensavers.pt

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20
Dez 11

Governo tem um mês para rever subsídios às renováveis

O Governo compromete-se a analisar a eficiência dos regimes de apoio aos produtores de energia em regime especial até Janeiro de 2012, um mês após a data definida em Setembro na primeira revisão do memorando de entendimento com a troika.

Na segunda revisão do documento, os prazos para a análise da eficácia dos regimes de apoio à cogeração e possíveis reduções na tarifa, uma redução implícita da subvenção, são prolongados até Janeiro de 2012, face ao final deste ano, anteriormente previsto.

Também a revisão dos regimes de apoio às energias renováveis resvala para Janeiro do próximo ano, o que também devia acontecer no final deste ano.

Na revisão do memorando de entendimento com a troika, reitera-se que as tarifas reguladas de electricidade e de gás serão eliminadas até Janeiro de 2013, tendo o Governo que legislar sobre a liberalização dos mercados até ao final deste ano. 

As tarifas reguladas de electricidade «serão progressivamente eliminadas o mais tardar até 1 de Janeiro de 2013», tendo o Governo que implementar legislação até ao final do ano, que especifique o calendário e os critérios para a liberalização dos sectores regulamentados, reduzindo o período de transição de três anos para 30 meses.

Nesse período de transição, tem que estar garantido que as tarifas praticadas estão acima do preço do mercado e que a diferença vai aumentando à medida que o tempo passa, de forma a criar incentivos para a gradual transição dos consumidores para o mercado liberalizado.

No caso do gás, o início de 2013 continua a ser o prazo para a eliminação das tarifas reguladas, tendo o Governo que elaborar, até ao final do ano, um relatório com medidas para resolver a falta de diversificação de fontes de gás. 

Na segunda revisão do memorando de entendimento entre Portugal e o Fundo Monetário Internacional, Comissão Europeia e Banco Central Europeu, o Governo reitera que tomará medidas para acelerar o funcionamento de um mercado ibérico para o gás natural, tendo os reguladores de Portugal e Espanha de apresentar propostas de convergência regulatória e da harmonização tarifária entre Portugal e Espanha até ao final do ano. 

No início do próximo ano, o Governo tem que rever o apoio aos produtores em regime especial, que inclui a energia eólica, cogeração, biomassa e microgeração, analisando a eficiência dos subsídios.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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