24
Jun 11

Bioenergia: Gigante brasileira quer investir em Angola e Moçambique

A brasileira ETH Bioenergia, do Grupo Odebrecht, no âmbito do seu plano de expansão internacional, quer construir unidades de produção de biocombustíveis em Angola e Moçambique. A ideia é produzir etanol e energia eléctrica a partir do bagaço da cana-de-açúcar, assim como açúcar. A empresa estufa ainda a possibilidade de expandir-se para a Colômbia ou o México.

Após a consolidação no mercado brasileiro, com a construção e expansão de nove unidades produtivas até ao segundo semestre do ano, a gigante, criada em Julho de 2007, pretende crescer para outros países.

Assim, a partir de 2012, a ETH Bioenergia alcançará a posição de maior produtora brasileira de etanol e de energia eléctrica, gerada a partir de biomassa. A partir do próximo ano, a companhia prevê uma produção de três mil milhões de litros de etanol, avança o artigo portal Exame.

fonte:http://www.greensavers.pt/2

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18
Mai 11

Moçambique quer privados a investir nas energias renováveis

O governo moçambicano pretende que operadores privados explorem diferentes fontes de energias renováveis, de modo a aumentar o número de pessoas com acesso à electricidade no país.

Entre 2004 e 2009, o número de moçambicanos com energia eléctrica "subiu de sete para 29%, mas ainda estamos na situação em que aqueles que não têm acesso à energia serem mais que os que têm", disse à Lusa o ministro da Energia de Moçambique, Salvador Namburete.

Na terça-feira, o Conselho de Ministros de Moçambique aprovou a estratégia de desenvolvimento de energias novas e renováveis para os próximos 15 anos, que define normas de utilização de energias limpas no país.

O plano admite que operadores privados explorem também a energia solar, eólica, hidráulica maremotriz (nos mares e oceanos), explicou hoje à Lusa o director de biocombustíveis do Ministério de Energia de Moçambique, António Saíde. 

"Estamos a olhar para as possibilidades de desenvolvimento tecnológico em Moçambique, o capital humano e a questão da procura", pelo que "queremos envolver diferentes componentes da sociedade, queremos ver um sector privado que actua como máquina motora, criar um sector privado actuante para criar o negócio", onde "o papel do Estado será de facilitador", disse António Saíde.

Em Moçambique, os operadores privados, incluindo os de capitais portugueses, já estão a explorar algumas formas de energias limpas, mas "o governo ainda não está a beneficiar com isso, porque os projectos têm que ter um certo nível de maturação para poder gerar rendimentos", reconheceu ontem à Lusa o ministro moçambicano da Energia.

"Queremos que o sistema seja integrado para que possamos abranger maior número de compatriotas", até porque "somente 29% da população tem acesso à energia", daí que "é preciso andar cada mais depressa", disse Salvador 

A Estratégia de desenvolvimento de energias novas e renováveis, de 15 anos, será revista de cinco em cinco anos, visando adequá-la aos progressivos avanços tecnológicos, princípios e metas definidos em cada fase da implementação.

fonte:Diário Digital / Lusa 

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