24
Jan 12

Reino Unido prepara-se para energia das ondas de baixo custo

Os planos são ambiciosos, mas a empresa britânica Ecotricity acredita que, em cinco anos, vai conseguir instalar 200 equipamentos de energia das ondas na costa do Reino Unido. A tecnologia pioneira, com o nome comercial de SeaRaser, apresenta estimativas de custo inferiores ao desempenho da energia nuclear ou gás natural.

A empresa avança que o equipamento de 240 kW tem potencial para produzir electricidade a dois pence (cerca de dois cêntimos de euro) por kWh. A tecnologia foi desenvolvida pelo inventor britânico Alvin Smith e depois comprada pela Ecotricity, por um preço que não foi divulgado pela empresa. Os planos passam agora por instalar um primeiro equipamento à escala comercial no próximo ano, depois dos primeiros ensaios com um modelo de demonstração.

Também no outro lado do oceano Atlântico há planos para conquistar o potencial energético do mar. A Verdant Power Inc obteve uma licença do Regulador Federal dos Estados Unidos para implementar um projecto piloto de energia das marés em Nova Iorque. A empresa quer instalar cinco turbinas no East River até finais de 2013, com a possibilidade de, nos dois anos seguintes, acrescentar até um total de 30 geradores.

A licença de dez anos para o projecto RITE (Roosevel Island Tidal Energy) tem a duração de 10 anos e prevê a instalação de uma capacidade energética de 1,050 kW.

fonte:http://www.ambienteonline.pt/n

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28
Set 11

Inglaterra aposta nas ondas para produzir energia limpa

O Reino Unido tem apostado na força das marés para aumentar o seu potencial de produção energética. O intuito é que os países britânicos produzam até 190 gigawatts desta energia limpa até 2050. Para auxiliar nesta produção a Inglaterra criou o Wave Hub.

A estrutura está localizada na área costeira do país e possui a tecnologia necessária para transportar a energia do mar até à rede de eletricidade. Para isso, o sistema conta com um cubo de 12 toneladas, que transporta 1,3 tonelada de cabos submarinos por 25 quilómetros.

O Wave Hub funciona também como um laboratório, onde as empresas podem testar e aprimorar as suas tecnologias de produção energética a partir do movimento da maré. Existem diversos sistemas que cumprem essa função, que variam em capacidade e formato.

A Ocean Power Techonologies é uma das empresas que tem feito uso deste sistema em alto mar, para testar a PowerBuoy. A tecnologia é uma espécie de bóia flutuante gigante, com 41 metros de altura e 11 metros de diâmetro, que transforma o movimento mecânico das ondas em eletricidade. O esperado é que a estrutura produza 150 kW de potência contínua.

O Penguin é outro dispositivo que deve começar a ser testado em breve. Criado pela empresa finlandesa Wello, o equipamento atua de maneira bastante distinta. Ele transforma a energia rotacional das ondas num movimento circular, capaz de gerar 500kW de energia. O nome é dado pelo movimento que o dispositivo faz com a passagem das ondas, que é parecido com o andar de um pinguim e é o responsável por acionar um gerador e produzir eletricidade.

O alvo dos britânicos é ter 190 gigawatts de energia proveniente das ondas nos próximos 40 anos. Este montante é três vezes maior do que toda a energia produzida no Reino Unido atualmente.

Inglaterra aposta nas ondas para produzir energia limpa-1

Inglaterra aposta nas ondas para produzir energia limpa-2

Inglaterra aposta nas ondas para produzir energia limpa-3

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Imagens: Ciclo Vivo

 

Fonte: Ciclo Vivo

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Reino Unido inaugura primeira estação de abastecimento a hidrogénio

A Grã-Bretanha inaugurou a semana passada a primeira estação de abastecimento a hidrogénio comercial no Reino Unido, em Swindon, Wiltshire, na fábrica da Honda em South Marston.

A estação tem capacidade para encher de células de combustível e outros veículos abastecidos a hidrogénio com hidrogénio gasoso a 5.000 psi e 10.000 psi pressões. A bomba está instalada no recinto da Honda, mas está aberta a membros do público que foram submetidos a um curso de formação BOC segurança .

A estação Swindon é um passo significativo no caminho para o Reino Unido vir a desempenhar um papel no desenvolvimento de veículos com células de combustível. A falta de instalações de reabastecimento já havia impedido os fabricantes de automóveis, tais como a Honda e a Mercedes-Benz de experimentarem os seus veículos no Reino Unido.

A estação representa um investimento de mais de meio milhão de euros e possui uma reserva de pelo menos 200 kg de hidrogénio gasoso em garrafas BOC, sendo capaz de reabastecer o tanque 8.8lb/37.6-gallon no FCX Clarity da Honda - carro a célula de combustível a uma pressão de 5.000 psi - em cerca de quatro minutos, o que permite uma autonomia entre 250 e 270 milhas. A unidade também está preparada para reabastecer comerciais leves e autocarros.

fonte:http://pelanatureza.pt/

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22
Set 10

Experiência de Portugal nas renováveis deve ser aproveitada pelo Reino Unido

Esta ideia foi defendida pela jornalista Syma Tariq num artigo publicado hoje no "The Guardian".

"Claro que a indústria energética em Portugal beneficia de um clima favorável. Mas mesmo que o tempo esteja mau durante a maior parte do ano, o Reino Unido também tem condições favoráveis. Tem dez vezes mais costa do que Portugal e beneficia de muito vento durante todo o ano", escreve Syma Tariq.

Assim, se "Portugal pode aumentar a dependência de electricidade verde de 17% para 45% em apenas cinco anos, os nossos líderes têm poucas desculpas para os nossos meros 3%".

A jornalista reconhece que as "energias renováveis são caras" mas acrescenta que "à medida que os custos com o investimento diminuem, e dado que as energias verdes têm poucos custos de manutenção, os preços deverão estabilizar ou até cair".

Syma Tariq defende que o Reino Unido devia aprender com a experiência portuguesa e destaca as medidas tomadas pelo governo português para incentivar o investimento em energias verdes.

"Há dez anos as linhas de transmissão eram detidas por empresas privadas que não tinham interesse em investir em energias renováveis devido aos custos envolvidos. Para contornar esta situação, o governo comprou estas linhas e começou a adaptar a rede, incluindo maior flexibilidade e melhores ligações em áreas remotas que permitem a produção e distribuição de energia a partir de pequenos geradores, como painéis solares domésticos. O governo concedeu ainda uma boa combinação de incentivos", destaca a jornalista.

Syma Tariq alerta que devido à queda da produção no Mar do Norte e ao aumento dos custos do uso do carvão, o Reino Unido pode tornar-se o maior importador de petróleo e gás em 2015. "Já Portugal que não tem combustíveis fósseis próprios, está a aproveitar os seus recursos naturais para produzir a sua própria energia limpa, segura e controlada internamente", destaca Tariq.

fonte:JN

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