26
Set 11

Renováveis custam menos de dois euros por mês aos consumidores

Os consumidores só estão a pagar 1,9 euros por mês de contribuição para as energias renováveis, revela um estudo hoje apresentado pela Roland Berger, solicitado pela Associação Portuguesa de Energias Renováveis (APREN).

De acordo com o documento, este valor é inferior ao assumido até agora que referia um custo acrescido de 5,5 euros mensais a mais na conta da luz.   

A conclusão surge de uma metodologia alternativa de calcular a diferença entre quanto custa produzir energia através de combustíveis fósseis como o carvão e o gás natural (que são importados) e quanto custa produzi-la através de energias renováveis, nomeadamente eólicas, fotovoltaicas ou mini-hídricas (as barragens e grandes centrais hídricas estão incluídas na produção de energia normal).

De acordo com o presidente da APREN, António Sá da Costa, a nova forma de cálculo é mais justa e menos simplista que a actual, uma vez que permite que os custos com as renováveis sejam partilhados por todos os consumidores e não apenas pelos domésticos como é actualmente.

"Hoje é o consumidore doméstico que paga a maior parte dos custos com a produção através de renováveis", repara Sá da Costa, acrescentando que "se todos pagassemos tudo fifaria mais barato".

Contudo, o mesmo responsável ressalva que, os custos totais para se continuar a investir em renováveis são os mesmos e que esta nova forma de cálculo "apenas rearranja os parâmetros de forma mais justa".

Por isso é que, além de baixar o peso na factura mensal, baixam também os custos anuais, passando a diferença entre os dois tipos de produção dos actuais 330 euros para 111 milhões de euros.

Segundo explicou Pedro Galhardas, um dos responsáveis pelo estudo, a nova forma de cálculo assenta numa visão económica dos custos de geração de energia, ao contrário da actual que assenta numa visão financeira.

Assim, os novos cálculos retiram dos custos com as renováveis uma série de parâmetros que hoje são contabilizados como é o caso das rendas obrigatórias que as centrais eólicas pagam aos minícipios (2,5% da produção); os custos de potência de reserva para fazer face às flutuações na produção renovável ou as perdas evitadas na rede de transporte.

O estudo sugere ainda que nos custos de produção não sejam incluídos o que se gasta a comprar licenças de emissões de carbono para a produção de electricidade.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/E

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14
Jul 11

Renováveis aumenta produção de energia eólica em 27%

A EDP Renováveis aumentou a produção de energia eólica em 27% no primeiro semestre face ao mesmo período do ano passado.

Em comunicado enviado à CMVM, a empresa liderada por Ana Maria Fernandes refere que os "EUA representaram o principal motor de crescimento anual (+39%), enquanto o nível de crescimento na Europa foi afectado pelo elevado recurso eólico registado em particular no primeiro trimestre do ano anterior."

Os dados mostram que no Brasil, a produção mais do que duplicou, com um crescimento de 107%.

Nos últimos doze meses, indica também a energética, a capacidade eólica instalada da EDP Renováveis aumentou em 1,4 gigawatts, uma subida de 24% face ao primeiro semestre do ano passado.

Entre Janeiro e Junho, a EDP Renováveis instalou 486 megawatts (MW) (60% do total da nova capacidade prevista para 2011), dos quais 362 MW na Europa, 70 MW no Brasil e 54 MW nos EUA.

fonte:http://economico.sapo.pt

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13
Jun 11

Pesquisadores criam gerador elétrico que usa vento, sol e gotas de chuva

Uma forma de fazer com que a energia verde não dependa exclusivamente de uma característica ambiental.

Por Daniel Pavani

Pesquisadores da Universidade de Bolton, no Reino Unido, desenvolveram um gerador de energia elétrica “híbrido”, que é capaz de produzir energia tanto por meio de painéis solares quanto pelo movimento de algumas de suas partes, que pode ser induzido tanto pelo vento quanto por gotas de chuva.

Elias Siores, do Instituto de Pesquisa e Inovação em Materiais da universidade, conta que a maioria dos geradores de “energia limpa” são intermitentes, ou seja, possuem períodos de inatividade, seja por falta de ventos, seja por falta de luz solar, por exemplo. Pensando nisso, conta o site New Scientist, Soires e seus colegas queriam algo que pudesse gerar energia a partir de diferentes elementos, ficando, assim, livre destes períodos sem produtividade.

Os pesquisadores criaram um dispositivo feito de um polímero piezoelétrico, capaz de gerar energia quando perturbado, seja pelo vento, seja por gotas de chuva. Além disso, eles envolveram cada um destes dispositivos em um filme fotovoltáico flexível, que produz energia elétrica a partir da energia solar.

Assim como comenta o site Dvice, talvez o que há de mais interessante na invenção dos pesquisadores britânicos é que, de uma só vez, eles utilizaram como “combustível” três dos principais elementos das energias renováveis.

Soires conta ainda que este mesmo tipo de tecnologia pode ser utilizada na fabricação de tecidos. Assim, roupas poderão gerar energia para carregar baterias de gadgets, por exemplo, seja ao sol, seja sob condições de vento ou chuva.

fonte:http://dpavani.geek.com.br

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