11
Set 10
11
Set 10

Cidade alemã produz mais energia do que consome

Um exemplo a seguir certamente por todos os paises.

 

 

Cinquenta e duas casas, entre residenciais e comerciais, formam o bairro ancorado em Freiburg, na Alemanha, que se tornou referência em boa vida e impacto ambiental mínimo. Situado em uma das regiões mais ensolaradas do país, o vilarejo de Sonnenschiff é capaz de produzir quatro vezes mais energia do que consome.

 

A auto-suficiência é atingida através do seu projeto de energia solar, que utiliza painéis fotovoltaicos posicionados estratégicamente para aproveitar ao máximo a incidência dos raios de sol. O projeto, assinado pelos arquitetos da Rolf Disch, foi realizado de acordo com as normas Passivhouse, selo que garante a eficiência energética de construções europeias e norte-americanas.

De acordo com o site Magazine Deutschland, entre o conjunto de atraentes e modernas casas geminadas, algumas são particulares, e outras de investimento do fundo solar de Freiburg.

Além de aproveitar a luz natural, com amplas aberturas para deixar o sol entrar nos ambientes internos, as casas ecológicas também contam com tecnologia para economizar água. Os telhados possuem sistemas de captação de água da chuva, que depois é utilizada na irrigação de jardins e nas descargas de vasos sanitários, diminuindo ainda mais o impacto no ambiente.

 

fonte:portalexame.abril

publicado por adm às 16:04 | comentar | favorito
09
Set 10

Portugal no Top 10 dos países mais atractivos para projectos de energia renovável

Portugal é o 10º país mais atractivo para os projectos de energia renovável, segundo o índice trimestral da Ernst & Young.

 

A Ernst & Young publicou a 26ª edição do seu “ranking” trimestral dos países mais atractivos no conjunto das energias renováveis, que abrange 27 países de todo o mundo, e Portugal manteve a 10ª posição.

No topo da lista está a China, que superou pela primeira vez os Estados Unidos, depois de na edição de Maio de 2010 deste “ranking” ter ficado ex-aequo com os EUA na posição cimeira.

Seguem-se, neste Top 10, a Alemanha, Índia, Itália, Reino Unido, França, Espanha, Canadá, Portugal e Irlanda (com quem o nosso País partilha a 10ª posição). No 27º e último lugar está a Finlândia.

A China também encabeçou o índice de atracção da Ernst & Young para os investimentos em energia eólica. Nesse “ranking”, Portugal mantém o 11º lugar que ocupava na classificação de Maio de 2010.

Nos Estados Unidos, a EDP Renováveis vai contribuir para impulsionar o segmento de energia eólica da dinamarquesa Vestas Wind Systems, a maior fabricante mundial de turbinas eólicas – que espera conseguir competir com a General Electric pela “pole position” no mercado norte-americano, salienta esta análise da consultora Ernst & Young.

A Vestas já iniciou a produção de turbinas nas suas instalações no Colorado devido a uma encomenda no valor de 2,9 mil milhões de dólares (2,4 mil milhões de euros) para entregar e fazer a manutenção de 2.100MW de turbinas na América do Norte e do Sul, bem como na Europa para a EDP Renováveis.

fonte:jornaldenegocios

publicado por adm às 22:35 | comentar | favorito
09
Set 10

Eda reforça investimentos em energias renováveis

O presidente da empresa, Roberto Amaral, que esteve de visita a S. Jorge, explicou que a intenção da EDA é continuar a investir nas renováveis em ilhas com maior vocação, como é o caso de S. Jorge e Flores.

No decorrer da visita à ilha, os membros do Conselho de Administração da EDA visitaram diversos locais.

As fajãs de São João e Cubres, onde decorrem trabalhos de electrificação, fizeram parte da agenda.

Por: José Fernando Bettencourt.

http://ww1.rtp.pt/acores/index.php?article=17067&visual=3&layout=10&tm=7

publicado por adm às 22:31 | comentar | favorito
08
Set 10

DST prepara entrada nas renováveis dos Estados Unidos

O grupo na corrida para centrais fotovoltaicas norte-americanas no valor de 50 milhões.

O grupo DST está a preparar a entrada no mercado das energias renováveis dos Estados Unidos. O Diário Económico apurou que a empresa liderada por José Teixeira está a concorrer a várias centrais fotovoltaicas em quatro estados norte-americanos - Nova Iorque, Nova Jersey, Connecticut e Pensilvânia -, um projecto global que representa um investimento na ordem dos 50 milhões de euros.

Estas centrais com base em energia solar equivalem à instalação de 5 MW até ao final de 2011 e de mais 15 MW até 2013. Nessa altura, a potência prevista poderá fornecer energia suficiente para três mil casas. A decisão relativa a esta adjudicação deverá ser conhecida ainda durante este mês.

Com este projecto, a DST Renováveis, subsidiária do grupo nortenho liderada por Margarida Monteiro quer abrir portas no mercado norte-americano. O objectivo é aumentar a facturação em 650% face ao ano passado, ultrapassando os 20 milhões de euros em 2013.

fonte:economico

publicado por adm às 23:19 | comentar | favorito
tags: ,
08
Set 10

Escócia desenvolve biocombustível com resíduos de uísque

Um grupo de cientistas da Universidade de Napier, em Edimburgo, Escócia, desenvolveu um novo biocombustível à base da refinação dos resíduos provenientes da produção de uísque.O biobutanol, que, segundo os cientistas, gera 30 por cento mais potência que o etanol, utiliza dois produtos derivados da produção do uísque.


Ao contrário do que acontece com o etanol, os motores dos automóveis não precisam ser alterados para utilizarem o biobutanol em vez do combustível convencional. O biobutanol também pode ser utilizado para fabricar outros bioquímicos ecológicos, como a acetona.

Os cientistas, que solicitaram a patente e querem criar uma empresa para comercializar o novo produto, afirmam que se inspiraram num processo desenvolvido há um século por Chaim Weizmann, químico de origem judaica refugiado em Manchester, que se tornou no primeiro presidente de Israel.


Weizmann estudou a fermentação do butanol como parte de um programa de produção de borracha sintética, e o processo seria utilizado mais tarde para a fabricação de explosivos.

O projecto de desenvolvimento do combustível foi financiado pelo Scottish Enterprise, organismo de apoio ao empresariado, que conta com a ajuda do governo escocês.

fonte:ambienteonline

publicado por adm às 23:10 | comentar | favorito
07
Set 10
07
Set 10

Abu Dhabi gasta 500 milhões em armazenamento de água

 

O projecto é da GTZ International Services, a divisão de negócios da GTZ, organização de ajuda alemã para o desenvolvimento, e está orçado em cerca de 500 milhões de dólares. A ideia, que está a ser desenvolvida há dez anos, é implementar um gigantesco reservatório subterrâneo natural de água para ser utilizado em situações críticas pela população de Abu Dhabi.

 

Hoje, o armazenamento de água da região é feito em tanques de superfície. Em caso de emergência as reservas de Abu Dhabi acabarão em 48 horas. Em 2013, um suplemento de emergência será erguido sob a areia do deserto, mantendo a água bombeada a partir das centrais de dessalinização costeiras para ampliar as reservas para 90 dias. Para «encher» o reservatório, 26 milhões de metros cúbicos de água dessalinizada serão bombeados pelos tubos que percorrem 100 km, da costa até o oásis, durante um período de dois anos.

 

A ideia é que a água dessalinizada pingue no aquífero, que é semelhante a uma esponja, até atingir uma camada de areia e argila que não deixa a água atravessar. Em caso de emergência, 16 milhões de metros cúbicos serão bombeados, proporcionando 150 litros diários de água por habitante, durante três meses. Tanques enterrados preenchidos com brita devem impedir que a água se infiltre no solo.

fonte:ambienteonline

publicado por adm às 22:48 | comentar | favorito
06
Set 10
06
Set 10

Alemães estudam alternativas para o petróleo

Alemanha poderia produzir e importar biomassa suficiente para cobrir um quarto de seu consumo de petróleo, mas a opção pelas matérias-primas renováveis ainda não é economicamente vantajosa.

 

Não há matéria-prima da qual o mundo industrializado seja tão dependente quanto o petróleo. Essa situação não vai mudar tão cedo, apesar de todos saberem que as reservas do "ouro negro" não são infinitas.

Há anos, os especialistas especulam sobre o chamado "pico do petróleo", o ponto máximo de extração a partir do qual a produção necessariamente começará a declinar. Segundo alguns prognósticos, esse ápice deverá ser atingido em torno do ano 2030, dependendo do grau de elevação do consumo.

Na Alemanha, o Departamento Federal de Ciências Geológicas e Matérias-Primas (BGR) parte do pressuposto de que o petróleo convencional não estará disponível por muito tempo na quantidade em que é consumido hoje. Os cientistas do BGR preveem que daqui a dez anos, no máximo, deverá se atingir o ponto máximo da extração de petróleo em todo o mundo. Outros especialistas, por sua vez, já consideram esse nível há muito superado.

 

País comportaria ampliação do cultivo de biocombustíveis

Na Alemanha, as plantas a serem utilizadas na produção de petróleo vegetal poderiam cobrir 12% da demanda de combustível até 2020. Isso é o que preveem a Agência de Energias Renováveis, uma organização que alerta para a urgência dessa problemática, e a Federação Energia Renovável, associação integrada por todas as organizações alemãs do setor. Acrescendo-se a isso a biomassa vegetal importada, a Alemanha poderia cobrir um quarto de sua demanda de petróleo por meio de matérias-primas renováveis.

O potencial é imenso, garante Andreas Schütte, diretor da Agência Matérias-Primas Renováveis: "Atualmente, as matérias-primas renováveis perfazem 18% da agricultura alemã. Seu cultivo ocupa 2,1 milhões de hectares. No futuro, poderemos ampliar o plantio para 4 milhões de hectares, sem ter que restringir a produção de alimentos e rações animais na Alemanha. Além disso, ainda dispomos de 5 milhões de hectares de superfícies verdes, dos quais poderemos aproveitar 1 milhão".

 

 

Baixas do petróleo desfavorecem energias renováveis


Campo de colza em Duisburg

Campo de colza em Duisburg

 

A opção dos agricultores pelo plantio de alimentos ou de colza, uma planta adequada à produção de biocombustível, é determinada pelo preço de mercado. O fato de o combustível fóssil ser hoje mais barato que as matérias-primas agrícolas acaba freando o desenvolvimento das energias renováveis.

Mas, segundo cálculos da Agência Internacional de Energia, o preço do petróleo bruto deverá aumentar para 190 dólares o barril até 2030.

De acordo com uma previsão da Federação Energia Renovável, em dez anos a Alemanha poderia produzir biomassa suficiente para compensar a energia liberada por 22 milhões de toneladas de petróleo bruto. Hoje a bioenergia já representa 70% da energia extraída de fontes renováveis na Alemanha.

Além disso, a eficiência também poderia ser otimizada por meio da reutilização do material obtido das plantas. "Se uma substância à base de matérias-primas renováveis for empregada na produção de autopeças ou de embalagens, por exemplo, mesmo se ela não for reciclável, poderá ser reaproveitada por via térmica e gerar mais energia", explica Schütte.

Autora: Verena Kemna (sl) 
Revisão: Alexandre Schossler

fonte:dw-world

publicado por adm às 22:21 | comentar | favorito
03
Set 10
03
Set 10

Caldeiras a biomassa serão aposta da Solar Project

A Solar Project estabeleceu uma parceria com a Palazzetti, grupo italiano que lidera na Europa o fabrico de caldeiras a biomassa. A Solar Project reforça, assim, o seu leque de ofertas ao nível das energias renováveis, através da sua rede de lojas franchisadas, 12 até ao momento.

O interesse da Solar Project na biomassa reside no facto de querer desenvolver soluções de climatização, através de equipamentos, pequenos, de elevada potência e rendimento, mas com baixo consumo de combustível, conseguindo ainda potenciar os resíduos florestais, um dos principais recursos do País.

Estes novos equipamentos vão estar disponíveis nas lojas já neste mês, sendo que a sua aquisição contará com incentivos fiscais, nomeadamente IVA à taxa de 13 por cento e dedução à colecta em sede de IRS de 30 por cento do valor dispendido.

fonte:ambienteonline

publicado por adm às 23:48 | comentar | favorito
02
Set 10

Governo quer 250MW de energia hídrica em 2011

O Conselho de Ministros decidiu lançar diversos procedimentos concursais de iniciativa pública para adjudicação de centrais mini-hídricas durante os anos de 2010 e 2011, em várias regiões do país.

Esta Resolução vem no sentido de concretizar a Estratégia Nacional para a Energia 2020, no que respeita ao potencial de produção de energia hídrica através de mini-hídricas e alcançar, assim, a meta de atribuição de potência estabelecida por esta estratégia.

As previsões apontam para que, com o lançamento destes procedimentos, seja atingido o potencial de 250 MW já em 2011.

A ideia é concentrar num único procedimento a obtenção das duas autorizações necessárias à total exploração de uma central mini-hídrica: por um lado, o título de utilização de recursos hídricos e, por outro lado, a capacidade de injecção de potência na rede eléctrica de serviço público. Uma articulação que, segundo o comunicado publicado no sítio do Conselho de Ministros, se traduz «numa importante simplificação de procedimentos, ao mesmo tempo que contribui de forma decisiva para o cumprimento de uma meta estabelecida na Estratégia Nacional para a Energia 2020».

O mesmo comunicado recorda que «a aposta que se fez nas energias renováveis, aprovada pela Estratégia Nacional para a Energia 2020, é essencial para assegurar a diminuição da dependência energética do País» e que «a produção de energia nacional permite, por um lado, a criação de riqueza e de postos de trabalho e, por outro lado, a diminuição das importações de energia».

fonte:ambienteonline

publicado por adm às 23:38 | comentar | favorito
02
Set 10

Novas garrafas de Champagne para reduzir emissões de carbono

Depois de muitas pesquisas e testes, os fabricantes de garrafas de Champagne conseguiram afinar o recipiente para diminuir as emissões de carbono envolvidas em sua cadeia produtiva. Isso porque, em 2003, um estudo revelou que eram emitidas 200 mil toneladas de CO2 por ano só para distribuir a bebida pelo mundo.

As garrafas de Champagne que pesavam, originalmente, 900 gramas e possuiam três vezes mais ar comprimido do que um pneu de carro comum, pesam, agora, 65 gramas a menos. Vários produtores da bebida, entre eles Moët & Chandon e Veuve Cliquot, já substituíram suas garrafas este ano ou estão planejando fazer isso em breve.

Essa é apenas uma das estratégias da indústria de Champagne para atingir sua meta de reduzir sua pegada de carbono em 25% até o ano de 2020 e 75% até 2050. A medida, em si, diminui as emissões em 7%, pois o tamanho reduzido da embalagem permite que cada caminhão transporte 2.400 garrafas a mais.

O velho design foi mantido.

fonte:super.abril

publicado por adm às 10:07 | comentar | favorito