03
Nov 10
03
Nov 10

Oito novas mini-hídricas no Centro do país

A Administração da Região Hidrográfica do Centro lançou oito concursos públicos para a implantação e concessão de mini-hídricas, num total de 29 megawatts (MW) de potência.

Os lotes agora colocados a concurso situam-se nos rios Mondego (concelhos de Penacova e Poiares), Alva (Arganil e Tábua), Dinha, Pavia e ribeiras de Asnes e Sasse (Tondela e Viseu), Criz (Tondela), Alfusqueiro (Oliveira de Frades), Troço (São Pedro do Sul e Vouzela), Arões (Sever do Vouga) e Mel (Castro Daire).

São concursos, de âmbito internacional, para atribuição de concessões para captação de água do domínio público hídrico, produção de energia hidroeléctrica e concepção, exploração e conservação das respectivas infraestruturas hidráulicas, e que prevêem, ainda, a reserva de capacidade de injecção de potência na rede eléctrica de serviço público e a identificação de pontos de recepção associados, para a energia eléctrica produzida em centrais hidroeléctricas.

Previstos desde Setembro, estes concursos estão englobados num plano alargado que projecta o lançamento de outros concursos, em todo o país, num total de potência a atribuir de 150 MW. Até ao final de 2011, por outro lado, está previsto o lançamento de um outro concurso para a atribuição de 100 megawatts de potência.

fonte:ambienteonline

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02
Nov 10

Renováveis: lançados 8 concursos para centrais mini-hídricas

Concursos destinam-se à atribuição de concessões para captação de água do domínio público hídrico e produção de energia hidroeléctrica

 

A Administração da Região Hidrográfica (ARH) do Centro lançou oito concursos públicos para a implantação e concessão de centrais mini-hídricas, num total de 29 megawatts de potência, a instalar na rede hidrográfica sob sua jurisdição.

O anúncio foi feito esta terça-feira por aquele organismo. Os concursos destinam-se à atribuição de concessões para a captação de água do domínio público hídrico, para produção de energia hidroeléctrica e para a concepção, construção, exploração e conservação das respectivas infra-estruturas hidráulicas.

O concurso, com publicidade internacional, prevê ainda a reserva de capacidade de injecção de potência na rede eléctrica de serviço público. E também a identificação de pontos de recepção associados, para a energia eléctrica produzida em centrais hidroeléctricas.

A concessão define a atribuição, pelo prazo de 45 anos, da utilização privativa de recursos hídricos do domínio público, para produção de energia hidroeléctrica, mediante o pagamento ao Estado de uma contrapartida.

Os lotes colocados a concurso situam-se em troços previamente identificados nos rios: Mondego (concelhos de Penacova e Poiares), Alva (Arganil e Tábua), Dinha, Pavia e ribeiras de Asnes e Sasse (Tondela e Viseu), Criz (Tondela), Alfusqueiro (Oliveira de Frades), Troço (S. Pedro do Sul e Vouzela), Arões (Sever do Vouga) e Mel (Castro Daire).

O lançamento destes concursos decorre da resolução de Conselho de Ministros n.º 72/2010, de 10 de Setembro, que previa o lançamento, até ao final do mês de Outubro, de procedimentos concursais de iniciativa pública, em todas as regiões do país, por parte das entidades administrativas competentes, num total de potência a atribuir de 150 negawatts.

No decreto está ainda estabelecida a tomada de medidas para a identificação de potenciais adicionais para mini-hídricas, prevendo-se lançar, até ao final de 2011, outros procedimentos para atribuição de mais 100 megawatts de potência.

fonte:agenciafinanceira

publicado por adm às 22:52 | comentar | favorito
02
Nov 10

Renováveis evitarão custos de 15,3 mil milhões

O contributo das renováveis para a economia portuguesa pode ser medido no volume de negócios gerado, nos empregos criados e nos "clusters" industriais já lançados. Mas os defensores das energias limpas apontam também o impacto positivo na redução da dependência do exterior. Um estudo da Deloitte estima em 15,3 mil milhões de euros os custos totais que as renováveis terão evitado em Portugal entre 2005 e 2015.

A análise da Deloitte, em parceria com a APREN, indica que nesse período as renováveis terão permitido a Portugal uma poupança de 2,2 mil milhões de euros em emissões de CO2. Mas a maior poupança virá dos 13,1 mil milhões de euros de custos evitados por via da redução das importações, já que o sistema eléctrico nacional terá trocado parte do gás natural e do carvão das centrais térmicas por electricidade gerada a partir de fontes limpas. 

A Deloitte refere nesse mesmo estudo que em 2008 Portugal já evitou gastar 195 milhões de euros com emissões de CO2 graças às renováveis, bem como 1,27 mil milhões de euros em importações. 

Números mais recentes divulgados pelo Governo de José Sócrates confirmam um impacto positivo em 2010. O primeiro-ministro disse este mês, numa conferência em Lisboa, que "é na energia que se encontra um dos campos mais decisivos para o sucesso ou insucesso da afirmação das economias". Segundo José Sócrates, entre Janeiro e Setembro, mais de metade da electricidade consumida no país teve origem em fontes renováveis, o que permitiu poupar mais de 700 milhões de euros em importações de energia. 

O debate sobre o relevo económico das energias renováveis poderá inclusivamente pôr em cima da mesa a ideia de que muito do equipamento que gera electricidade verde em Portugal é importado. O país já produz painéis solares e torres eólicas. Mas também compra turbinas alemãs e painéis chineses. 

O estudo da Deloitte revela que em 2008 a contribuição directa das renováveis para o Produto Interno Bruto (PIB) português foi de 1,1 mil milhões de euros, acrescidos de 990 milhões de contributo indirecto. Em empregos directos registava-se um total de 2.400 (e 33.700 indirectos).

Para 2012 a Deloitte prevê que haja 4.800 empregos directos nas renováveis, um contributo para o PIB de 1,72 mil milhões de euros e custos evitados de 1,63 mil milhões. Falta dois anos para ver se as contas batem certo.

fonte:jornaldenegocios

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