31
Jan 11
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Jan 11

€70 mil milhões por ano nas renováveis

A Comissão Europeia quer assegurar uma duplicação investimentos anuais em energia renovável a partir de € 35 mil milhões por ano para € 70 mil milhões.

No âmbito do novo quadro legislativo, os Estados-membros terão de comprometer os esforços necessários para continuar a investir e cooperar no desenvolvimento de energias renováveis.

A Comissão Europeia apresentou hoje uma comunicação sobre o progresso no domínio das energias renováveis na União Europeia, onde se pode ler que os objectivos traçados para o ano de 2020 (20% de energia com origem em fontes renováives) são para cumprir ou mesm o superar.

Poupança de 10 mil milhões/ano


Estimativas feitas pela própria Comissão indicam que se todos os Estados-membros cumprirem com a sua quota de investimentos em energias limpas, será possível atingir níveis de poupança energética da ordem dos €10 mil milhões por ano.

O Comissário europeu da Engeria, Günther Oettinger, afirmou: "Temos que investir muito mais em energias renováveis. Se os Estados-membros trabalhem em conjunto pode haver ganhos nos métodos de  produção de energia renovável, e tanto as empresas como os consumidores beneficiarão com isso. "

fonte:expresso

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30
Jan 11
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Jan 11

Algarve aposta nas energias renováveis

Aljezur é um dos concelhos que possui mais parques eólicos no Algarve, ao todo cinco localizações no Pico Alto, Feiteirinha, no Espinhaço de Cão, Pico Alto, Guerreiros e Bordeira, de acordo com a Direção Geral de Energia e Geologia, entidade que licencia estes projetos.

Entre as empresas See-Sul Energia Eólica, Lda e a Enernova, SA existem mais de 62.790 kWh por ano de potência.

Acrescem projetos particulares, na sua maioria com microturbinas com potência de 5 kWh a que se aliam também painéis solares, como é o caso da Feiteirinha.

Em Monchique, as eólicas rodam no Sítio da Madrinha (10750 kWh) e há também uma produção de biomassa alimentada com resíduos florestais da EDP,SA, que debita 15.750 de potência.

O Parque Eólico do Barlavento em Barão de São João (53750 de potência) e uma exploração hídrica da Associação de Regantes Beneficiários do Alvor coloca Lagos no caminho das energias renováveis.

Já em Silves, à produção de energia solar de alguns privados de 4 e 5 kWh, a empresa Águas do Algarve, SA tem duas hídricas com uma potência de 44 e 350 kWh em Alcantarilha.

Em Vila do Bispo destaca-se o Parque Eólico de Vila do Bispo com 11512 de potência, a que se juntam as explorações da Unit-Energy, SA que aliam a exploração da energia eólica à solar resultando num débito energético de 14.120 kWh.

Biogás e solar em Portimão

O parque solar do autódromo internacional do Algarve e a estação de biogás da Algar, SA com potência de 100 e 900 respetivamente, juntam-se as hídricas das Águas do Algarve em Chão das Donas e Fontainhas (8230 e 36 de potência), emPortimão.

Para o sistema ficar completo refira-se ainda o licenciamento, em agosto de 2009, para a extração de gás natural da empresa Such-Dalkia, ACE com uma potencia 1525 kWh.

Albufeira vê explorada a energia térmica através da Algar -Valorização de Resíduos Sólidos do Algarve, SA, enquanto emSão Brás de Alportel a mesma empresa tem a funcionar outra estação de biogás, representando ambas 1687 kw de potência instalada.

Em Loulé funciona igualmente uma estação de biogás da Algar, SA (1210 kWh) enquanto em Faro a aposta é na energia solar, através de painéis da BP,SA (18 kWh). A empresa Rolear, SA possui também uma estação de energia solar que debita 43 kWh.

Concluindo-se a exploração das renováveis neste concelho com a estação de aproveitamento de biomassa da Forestech, Tecnologias Florestais, SA com um potencial de 2260 kWh.

A Águas do Algarve instalou em Brancanes (Olhão) uma exploração de energia hídrica com a potência de kWh e, ao chegar a Tavira teremos em Pêro-Gil outra hídrica (61 kWh) e ainda o projeto da Tavira-Energia Solar, SA com uma potência licenciada de 6500 kWh/ano.

O parque eólico do Malhanito com potência de 62350 e exploração da ENEOP,SA e ainda o projeto em curso da Blue Future, Lda irá alargar a capacidade de energia eólica do concelho tavirense em mais 6500 kWh.

Castro Marim é, no sotavento algarvio e de acordo com a lista de projetos licenciados ou em curso da Direção Geral de Energia e Geologia (DGEG), o último concelho a leste que possui exploração de energias renováveis, com a mini-hídrica (32 kWh ), da Águas do Algarve SA, no Beliche.

fonte:http://www.observatoriodoalgarve.com/

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25
Jan 11
25
Jan 11

Custos das renováveis estão 14% abaixo da média europeia

Os custos das energias renováveis em Portugal situam-se 14% abaixo da média comunitária, defende o presidente da EDP, António Mexia.

O CEO da eléctrica nacional nota ainda que a tarifa paga pela energia eólica é a mais reduzida de toda a Europa.

"A energia eólica já é competitiva, com a produção de electricidade a partir do gás natural, para um barril de ‘brent' a 75 dólares ou 105 dólares por barril se incluirmos as estimativas do sobrecusto associado ao investimento em centrais de ‘back up' e reforço das redes", afirma o gestor da eléctrica nacional.

A EDP, que actualmente é a terceira maior produtora de energia eólica mundial, sublinha que apenas controla 14% do regime em produção especial em Portugal.

António Mexia acrescenta que, a longo prazo, com a generalização da tecnologia, as renováveis, sobretudo as mais maduras, como a eólica, deixarão de gerar sobrecustos. Uma realidade que se esbaterá dentro de 10 anos.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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23
Jan 11
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Jan 11

Alcoutim investe em energias renováveis

A câmara de Alcoutim tem três projectos na área das energias renováveis em fase de licenciamento, que representam «um investimento de largas dezenas de milhões de euros» e que podem gerar «receitas interessantes» para a autarquia, revelou o presidente. 

Numa entrevista à Lusa, Francisco Amaral disse que ainda é cedo para falar sobre estes projectos, mas precisou que dois são de energia solar e um de energia eólica. 

«Estamos a falar de investimentos de largas dezenas de milhões de euros, qualquer deles rondará os 60 milhões, e para Alcoutim é muito importante porque estamos a falar da criação de postos de trabalho e de receitas para a autarquia. Dois e meio por cento dessa energia produzida reverterá para o município», afirmou.

O autarca acrescentou que, «se os projectos forem avante», a autarquia poderá encaixar uma verba de 500 mil euros anuais.

«A energia solar dá muito mais emprego do que a eólica. Mas nos de energia solar estamos a falar da possibilidade de haver 50 postos de trabalho», precisou.

O autarca revelou que um dos projectos de energia solar «começará já a ser montado e instalado em Fevereiro» numa «área de 90 hectares», enquanto o segundo está previsto iniciar-se «em meados do ano».

«O de eólica posso dizer que são 17 hélices e que é em Vaqueiros, a freguesia mais pobre do concelho, para dar um bocado de autoestima àquela gente», adiantou ainda o autarca.

Francisco Amaral considerou que estes projectos «são privados, positivos e geradores de emprego e de riqueza para os alcoutenejos e para a autarquia», que terá assim direito a «receitas interessantes», num ano em que sofreu com a quebra de receitas e redução das transferências do Estado.

fonte:http://www.tvi24.iol.pt/

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21
Jan 11
21
Jan 11

«Portugal é reconhecido na linha da frente nas energias renováveis»

O primeiro-ministro, José Sócrates, defendeu esta sexta-feira que a aposta nas energias renováveis foi «uma das reformas mais bem conseguidas em todo o mundo num curto espaço de tempo», realçando a «mudança significativa operada nos últimos seis anos em Portugal», noticia a Lusa.

 

Na inauguração do Parque Eólico Terra Fria, em Montalegre, José Sócrates defendeu que «a reforma portuguesa da área energética foi uma das reformas mais bem conseguidas em todo o mundo num curto espaço de tempo», considerando que «leva a pensar que é possível nas áreas críticas fazer mudanças e mudanças muito significativas».

Durante a cerimónia, realizada numa tenda montada 1.200 metros de altitude, José Sócrates considerou que a herança de nenhuma reforma jamais feita em Portugal pode ser comparável à realizada em termos de produção energética: «Em matéria de reformas, nenhuma deixa uma herança como esta. Sou de uma geração que herdou um país completamente subordinado à estratégia do petróleo e deixamos um país mais autónomo e confiante em si próprio».

O primeiro-ministro realçou que, «em 2005, o país não tinha estratégia e a única coisa que fazia era velar pela segurança do abastecimento, resignando-se à ideia de que devia ser dependente do petróleo», considerando que não podia «continuar dependente das oscilações do petróleo que limita a liberdade e afirmação económica».

José Sócrates sublinhou que a mudança ocorrida «de um dia para o outro» é a que «mais prestigiou o país e que mais consequências tem para a economia», sustentando que, em 2010, 53 por cento da electricidade consumida em Portugal foi produzida com base em energias renovável.

«Vai-se a qualquer lugar do mundo e Portugal é reconhecido como um país que está na linha da frente nas renováveis», realçou o governante na inauguração do parque eólica da EDP Renováveis, um investimento de cerca de 126 milhões de euros, com uma capacidade de produção de 96MW, correspondendo às necessidades domésticas de 140 mil habitantes.

O primeiro-ministro recordou «os sorrisinhos» perante uma apresentação de uma comitiva dinamarquesa sobre energia eólica, que ocorreu no início dos anos 90, quando era porta-voz do PS para as questões ambientais, acrescentando, em 2005, Portugal tinha 441 geradores eólicos e com a entrada em funcionamento do Parque da Terra Fria ultrapassou-se «a barreira dos 2.000 aero-geradores instalados, um feito muito significativo».

fonte:http://diario.iol.pt

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13
Jan 11
13
Jan 11

Renováveis chegam aos 52,7 % da electricidade consumida em 2010

Portugal registou um máximo histórico de electricidade de origem renovável em 2010, atingindo 52,7 por cento da electricidade consumida no País. Retirando o facto de ter sido um ano húmido (30 por cento acima da média), este valor reduz-se para 45,6 por cento, de acordo com a Apren – Associação de Energias Renováveis. Significa que Portugal ficou 0,6 por cento acima do objectivo estipulado há três anos pelo Governo, quando voluntariamente subiu em 6 por cento a meta imposta pela União Europeia para Portugal em 2010.

A Produção em Regime Especial (PRE - produtores independentes de electricidade a partir de fontes de energia renováveis e cogeração fóssil) contribuiu com 34 por cento, «o que é inédito a nível mundial e prova que a mudança de paradigma para a produção descentralizada de electricidade é possível e já está em marcha», aponta a Apren.

A PRE renovável contribuiu com 25 por cento da electricidade consumida no País, sendo um pouco mais de 17 por cento proveniente da energia eólica. Isto significa que «em cada hora de consumo de electricidade em Portugal, 15 minutos tiveram origem nas centrais destes produtores, e mais de 10 minutos tiveram origem na eólica».

Assim, a produção de electricidade renovável, excluindo a grande hídrica, permitiu poupar, em 2010, 520 milhões de euros na importação de combustíveis fósseis, e evitar a emissão de 7,2 milhões de toneladas de CO2 equivalente, com um valor de 110 milhões de euros. Assim, «a produção de electricidade renovável por produtores independentes, permitiu ao País poupar um total de 630 milhões de euros. Saliente-se que este valor é da mesma ordem de grandeza do custo adicional de produção da electricidade de origem renovável, face ao custo de mercado», garante a associação.

fonte:http://www.ambienteonline.pt/

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08
Jan 11
08
Jan 11

Energia eólica ultrapassa carvão pela primeira vez em Portugal

Os parques eólicos produziram mais energia, em 2010, do que as centrais a carvão, pela primeira vez em Portugal. A produção térmica baseada no carvão caiu 45%, uma vez que a electricidade foi gerada, maioritariamente, pelas barragens, devido à forte pluviosidade que se fez sentir no território no ano passado.

As eólicas produziram mais 20% de energia do que em 2009, o que, combinado com a descida da produção de energia a partir do carvão, fez com que a energia do vento seja, actualmente, terceira principal fonte de abastecimento eléctrico em Portugal, atrás da hídrica e das centrais de ciclo combinado a gás natural.

Em 2010, segundo dados da REN – Redes Energéticas Nacionais, os parques eólicos injectaram no sistema eléctrico português 9,03 terawatt hora (TWh), um volume de produção suficiente para abastecer três milhões de consumidores na baixa tensão normal (quase dois terços das famílias portuguesas que este ano pagarão mais 3,8% pela electricidade.

A notícia é avançada pela edição electrónica do Jornal de Negócios.

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05
Jan 11
05
Jan 11

UE vai ultrapassar meta de energia renovável de 20 por cento em 2020

A UE-27 irá exceder a meta de 20 por cento do consumo bruto final de energia ser proveniente de fontes renováveis até 2020. A previsão da European Wind Energy Association (EWEA) aponta para uma cota de 34 por cento das renováveis no consumo total de electricidade, de acordo com a análise dos 27 Planos de Acção Nacional de Energia Renovável, apresentados pelos Estados-membros à Comissão Europeia.

A energia eólica vai gerar 14 por cento da procura total de electricidade da Europa em 2020 (494 TWh de 213 GW de capacidade instalada), mais do que qualquer outra fonte renovável, contra 4,2 por cento em 2009.
A Irlanda será o país com o maior nível de penetração de energia eólica com 36,4 por cento do seu consumo total de electricidade, seguido pela Dinamarca com 31 por cento.

Dos 34 por cento, 14,1 por cento é proveniente da energia eólica (10 por cento onshore, e 4 por cento offshore), 10,5 por cento a partir de hidroeléctricas, 6,6 por cento a partir de biomassa, 2,7 por cento a partir de energia solar fotovoltaica, 0,5 por cento a partir de energia solar concentrada, 0,3 por cento da energia geotérmica e 0,1 por cento do oceano.

A nível nacional, estima-se que nessa data a produção de electricidade a partir de renováveis corresponda a mais de 55 por cento do consumo total de energia, sendo que a energia eólica será responsável por 41 por cento desta fatia. Ainda assim, Portugal é um dos 10 Estados-membros que cumprirão os seus objectivos nacionais.

15 Estados-membros prevêem ultrapassar as suas metas nacionais: Bulgária, Espanha, Grécia, Hungria e Alemanha. Apenas Luxemburgo e Itália deverão socorrer-se dos mecanismos de cooperação para atingir os seus objectivos nacionais.

fonte:ambienteonline

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