26
Fev 11
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Fev 11

Aguçadoura volta acolher projecto energético pioneiro

A EDP pretende instalar no mar de Aguçadoura um projecto inovador de aproveitamento energético. Trata-se de um torre eólica que irá flutuar no oceano, a cinco quilómetros da costa, e será activada pela força do vento para produzir energia.

 

 

Depois vários anos de avanços e recuos, que nos últimos tempos culminaram numa estagnação, o projecto para o aproveitamento energético no mar de Aguçadoura, poderá ganhar agora um novo fôlego, com o interesse da EDP em implementar um novo programa.

 

A revelação foi feita por Sérgio Cardoso, presidente da Junta de Freguesia local, que garantiu já ter havido contactos nesse sentido, embora desconhecendo pormenores.

 

"A EDP está com um novo projecto. Não sabemos concretamente qual é, mas estão estudar um projecto ligado às ondas. Já manifestaram interesse e têm feito estudos nesse sentido", afirmou o autarca.

 

Entretanto, na imprensa nacional foram já esta semana revelados mais alguns detalhes sobre os planos da EDP, que diferem um pouco da estrutura instalada na freguesia, por outra empresa, gizada para aproveitar a força das ondas.

 

Segunda as notícias difundidas, a WindPlus, consórcio liderado pelo grupo EDP, assinou um acordo com a dinamarquesa Vestas para o fornecimento de uma turbina eólica de 2 megawatts, que será implementada no mar região, a cinco quilómetros da costa, até ao Verão deste ano.

 

O projecto, denominada Wind Float, foi explicado da seguinte forma: "É uma estrutura flutuante patenteada, com design simples e económico, para suporte de aerogeradores offshore. As funcionalidades inovadoras do WindFloat - que atenua os movimentos induzidos pelas ondas e pelos aerogeradores/vento - permitem implantar aerogeradores offshore em locais antes inacessíveis, onde a água excede os 50 metros de profundidade e os recursos eólicos são superiores" sublinhou a EDP.

 

O sistema deverá ser assim testado na Aguçadoura, num parque EDP, ligado à rede, por um período não inferior a 12 meses, com o objectivo de validar o desempenho da integração entre o WindFloat e o aerogerador.

 "A EDP elegeu a energia eólica offshore como uma das suas cinco prioridades de inovação e o WindFloat é uma das tecnologias mais promissoras nesta área. Quando forem conhecidos os resultados desta fase de demonstração crucial, a EDP estará mais bem posicionada para superar os desafios da energia eólica offshore em todo o mundo", afirmou António Mexia, presidente da empresa, citado no comunicado.

fonte:expresso

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25
Fev 11
25
Fev 11

Sistema dessaliniza água do mar usando energia renovável

Um sistema mecânico capaz de transformar a água do mar em água potável utilizando energia renovável acaba de ser desenvolvido na Escola Politécnica (Poli) da USP. O equipamento poderá atender a necessidade de países como Cabo Verde, na África, onde a água potável não é um recurso tão abundante.

O projeto é de autoria do engenheiro Juvenal Rocha Dias, cidadão caboverdiano, que efetuou os cálculos e medições para o trabalho durante suas pesquisas de mestrado e doutorado na Poli. A ideia surgiu justamente pela observação das necessidades de seu país de origem.

Segundo Dias, já é possível que os governos de países menos desenvolvidos pensem numa alternativa menos custosa que a técnica mais comum de dessalinização, que funciona com energia elétrica obtida a partir da queima de combustível fóssil, como o Diesel. A nova alternativa propõe ser menos nociva ao meio ambiente e pode custar menos ao poder público, no que diz respeito aos gastos com a compra de combustíveis derivados do petróleo.

O sistema denominado “coluna de dessalinização” funciona basicamente como um filtro, utilizando Energia Eólica — fornecida pelos ventos — provinda de cataventos ou turbinas eólicas, e Energia Potencial Gravitacional, que existe por conta da força da gravidade, relacionada à massa dos corpos e à altura da qual se encontram. Dias explica que o processo de dessalinização se inicia com o bombeamento de água salgada para a parte superior de uma coluna, em formato cilíndrico, onde há um reservatório.

O peso dessa água impulsiona um êmbolo que pressiona o ar contido em uma câmara inferior do sistema. Esse ar exerce uma força sobre outro reservatório.

A água contida nele é pressionada e passa por uma espécie de membrana. A membrana é o “filtro” do sistema, que compõe o método conhecido como “osmose reversa”. Assim, a água, antes salgada, passa pela coluna, é filtrada e transformada em água potável.

Para pensar nas soluções do projeto, Dias utilizou principalmente as leis da Física e da Termodinâmica. Segundo o pesquisador, a dimensão da coluna a ser construída depende do consumo de água potável desejado. Por exemplo, para a produção de 5 mil metros cúbicos (m3) de água, o que equivale, em média, à água utilizada por 10 pessoas ao longo de um dia, o sistema deve possuir cerca de 25 metros (m) de altura.

De acordo com os cálculos realizados , o consumo específico de energia no processo equivale a 2,8 kWh/m3 de água potável produzida, bem abaixo do consumo especifico de energia de sistemas convencionais, que apresentam valores em torno 10 kWh/m3 de água potável produzida a partir da dessalinização da água do mar.

A professora Eliane Fadigas, orientadora do estudo, diz que os possíveis gastos com a construção e instalação do sistema podem ser caros. Porém, a longo prazo, o investimento pode valer a pena, principalmente para países na situação econômica como a de Cabo Verde.

– O governo vai poder redirecionar o dinheiro que era utilizado com a compra de Diesel para outras necessidades, ligadas também à população. É evidente que tudo isso depende da vontade política –, explica Eliane.

– Além de servir para transformar a água do mar em água potável, a coluna também pode ser adaptada e reprojetada para outros fins. Por exemplo, a partir do uso de filtros apropriados, o sistema pode ser utilizado para a despoluição de riachos e lagos, ou mesmo como fonte de água para uso na agricultura ou produção de energia elétrica –, acrescenta a professora Eliane.

– Ao idealizar o sistema, pensamos não só na questão dos gases poluentes, mas também onde poderíamos depositar o sal retirado da água. Esse ‘resto’ pode ser, por exemplo, devolvido para o mar de uma forma controlada –, completa o engenheiro.

Durante o estudo na Poli, o pesquisador construiu um protótipo da coluna, utilizando materiais diversos para teste, como baldes, papelão e concreto, e obteve sucesso nos testes. Segundo a pesquisa, os modelos reais terão como principal material o aço. Ainda será testado um protótipo da coluna mais próximo do real, por meio do qual será possível medir, por exemplo, as perdas por atrito, o que pretende aprimorar o modelo.

Segundo o engenheiro, há sim algumas limitações no funcionamento do sistema.

– Uma vez que é movido à energia eólica, depende das condições dos ventos, e até mesmo dos requisitos dos catavendos, que, por sua vez, devem ser instalados próximos ao mar ou a fontes de água. Isso não acontece caso a fonte de energia seja a turbina eólica, de mecanismo diferente do catavento. Há portanto a limitação de espaço, já que quanto mais catavento, mais potência –, aponta Dias.

Mas já imaginando possibilidades de compensar essas limitações, a pesquisa também sugere utilização da chamada “bomba clark”, que serve como reaproveitadora das energias ‘perdidas’ durante os processos do sistema.

fonte:correiodobrasil

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24
Fev 11

Dinamarca quer livrar-se dos combustíveis fósseis em 2050

O Governo dinamarquês prevê que em 2050 aquele País deixe de ser dependente dos combustíveis fósseis, segundo um relatório publicado no Green Futures.

Segundo a Comissão do Clima do Governo dinamarquês, citada pelo Green Futures, esta transição poderá implicar um investimento de apenas 2,1 mil milhões de euros. Um estudo realista ou pura ficção?

De acordo com o relatório, o investimento nesta transição energética será relativamente barato porque o preço dos combustíveis fósseis continuará a aumentar durante as próximas quatro décadas, enquanto as energias renováveis passarão a ser relativamente baratas.

Este aumento dos combustíveis fósseis, adianta o relatório, não surgirá apenas por factores externos. O Governo dinamarquês prevê o “aumento substancial” dos impostos sobre os combustíveis fósseis nas próximas décadas, sobretudo até 2030.

Esta Comissão do Clima é formada por cientistas independentes e especialistas da OCDE e foi criada pelo Governo dinamarquês há dois anos para averiguar o que é necessário para criar uma economia que não consuma combustíveis fósseis e que seja capaz de alcançar uma redução de 95% das emissões de gases com efeito de estufa em 2050.

Ainda segundo esta comissão, acabar com os combustíveis fósseis e mudar para a energia eólica e biomassa implicará a redução das emissões em 75% em comparação com os níveis de 1990.

Para tal, a maioria da tecnologia necessária já existe, está disponível e inclui redes inteligentes de distribuição e novas ligações internacionais que permitam exportar a energia eólica em caso de excedente – e importar a electricidade quando não houver vento.

Para chegar a níveis maiores de redução das emissões são necessárias alterações mais complexas noutros sectores da economia, sobretudo o da agricultura, avança ainda a comissão.

“[O Governo vai apresentar uma estratégia sobre] como deveremos ser completamente independentes dos combustíveis fósseis. Um plano de transição semelhante afectará todos os sectores da sociedade e todos os aspectos da política”, reagiu o primeiro-ministro dinamarquês, Lars Lokke Rasmussen.

“Estamos a enfrentar uma altura de decisões difíceis de adoptar. Não é um objectivo que possa conseguir-se de um dia para o outro, mas sabemos o que precisamos para iniciar o caminho”, revelou Lars Lokke Rasmussen.

fonte:http://www.greensavers.pt

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24
Fev 11

Últimos lotes do concurso fotovoltaico atribuídos para a semana

O Governo vai encaixar mais 20 milhões de euros com a atribuição dos últimos lotes do concurso fotovoltaico lançado em Outubro. Os 23 lotes em falta deverão ser atribuídos na próxima semana, dois meses depois do inicialmente previsto.

No âmbito do concurso para 150 MW de potência eléctrica, já tinham sido atribuídos 52 lotes, correspondendo aos de valores mais elevados, segundo o Diário Económico. Estes últimos lotes respeitam a desistências dos promotores por dificuldades em arranjar financiamento dentro do prazo estabelecido. Pelo que os segundos classificados nos concursos tiveram de ser notificados, entre outros trâmites formais, que acabaram por prolongar o prazo estabelecido para o final de 2010.

Assim, nos cofres do Estado receberam 86,5 milhões de euros em 2010, sendo que os 20 milhões remanescentes deverão só entrar na contabilidade de 2011.

fonte:http://www.ambienteonline.pt/

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22
Fev 11
22
Fev 11

Prioridade da EDP Renováveis passa ao largo da Península Ibérica

Os governos tem de dar condições de infra-estruturas e remunerações para as empresas investirem. O projecto português de eólicas ‘offshore’ vai este ano para o mar da Póvoa do Varzim.

A prioridade da EDP Renováveis (EDPR) não passa pela Península Ibérica. A garantia foi dada ontem por Enrique Alvarez-Uría, responsável pelos projectos de energia eólica ‘offshore' da empresa do grupo EDP. No II Encontro Energias do Mar, promovido em conjunto pelos jornais "Expansión" e Diário Económico, o responsável da EDPR falou perante um plateia de especialistas em energias do mar, muitos deles com reticências em considerar a eólica ‘offshore' como energia marinha. Em Portugal, o projecto Windfloat, de energia eólica ‘offshore', com turbinas dentro do mar na Póvoa do Varzim, arranca este ano com turbinas no mar.

 

fonte:http://economico.sapo.pt

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15
Fev 11
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Fev 11

Secretário de Estado da Energia incentiva empresas a exportarem energias renováveis

O secretário de Estado da Energia e da Inovação, Carlos Zorrinho, lançou o desafio às empresas portuguesas para exportarem para todo o mundo as suas soluções para as energias renováveis.

O membro do Governo participou, na quinta-feira, dia 10, na cerimónia de abertura da ENERVIDA’11 – Feira e Conferência de Energias Renováveis e Eficiência Energética, onde afirmou considerou que Portugal já atingiu “grandes objectivos” nesta área. “Produzimos 53 por cento de toda a nossa electricidade a partir de energias renováveis e o nosso objectivo é chegar a 60 por cento muito rapidamente”, frisou. O secretário de Estado defendeu, no entanto, ser necessário que, as empresas “tenham também soluções para todo o mundo” e as exportem. “Sabemos hoje que a economia portuguesa, para enfrentar as dificuldades que está a passar, tem de apostar muito no aumento das exportações e na substituição de importações”.

Carlos Zorrinho lembrou que Portugal tem empresas “verdadeiramente globais”, apontando um exemplo do distrito de Viseu, a Martifer, que tem “81 por cento do seu fundo de negócios fora de Portugal”.E considerou que Portugal deve apostar primeiro nas tecnologias maduras (como a eólica tradicional ou a hídrica), para que possam ser produzidas energias renováveis “de uma forma sustentável, com preços que possam ser pagos e que não criem problemas de competitividade à indústria”. No entanto, estão também a ser feitas apostas “em tecnologias que ainda não estão no ponto de maturidade”, explicou, aludindo à solar e também à eólica “offshore”.

A ENERVIDA’11 decorre até domingo, no pavilhão Multiusos, em Viseu. O distrito é um dos líderes nacionais na área das energias renováveis e eficiência energética. No que respeita às energias eólica e hídrica, está no primeiro e segundo lugar do “ranking” nacional.

No sábado, dia 12, a ENERVIDA recebe um dos grandes especialistas mundiais em questões ligadas às energias e recursos naturais, Paul Roberts. O jornalista norte-americano vai falar de “Economia da Energia e Eficiência energética, às 15h00, no Hotel Montebelo.

Por: Emília Amaral


Jornal do Centro

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09
Fev 11

Energias Renováveis representaram mais de 50% do consumo de energia na ilha de São Miguel

Em janeiro de 2011, as energias renováveis representaram mais de 50% do consumo de energia na ilha de São Miguel.


Em 2010, as energias renováveis representaram um total de 28% da produção elétrica dos Açores.

O aumento reflete o aumento de rendimento das centrais geotérmicas, hídricas e eólicas existentes nas ilhas.

O consumo de energias renováveis subiu cerca de 10,8% entre 2009 e 2010, um aumento considerado excecional por parte da empresa de eletricidade açoriana, uma vez que 28% da produção eletrica regional coube à Energias Renováveis, em 2010.

No que respeita a energias renováveis, a que tem maior peso na região é a geotérmica, e por ser a ilha de São Miguel o único ponto de Portugal em que é explorada.

A geotermia aumentou 7,3% e a eólica 8,4%.

Mas foi a energia hídroelétrica que teve maior destaque no ano de 2010.


Os utilizadores podem saber a quantidade de energia renovável e não renovável que consome. 

Os valores estão explícitos na fatura mensal.

fonte:http://ww1.rtp.pt/

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09
Fev 11

Renováveis atingiram o mais alto valor de sempre em janeiro na ilha de S. Miguel, Açores

A produção de energia elétrica em S. Miguel a partir de fontes renováveis atingiu o mais alto valor de sempre em janeiro, representando pela primeira mais de metade do total da energia produzida nesta ilha dos Açores.

Os dados divulgados pela elétrica açoriana EDA indicam que a energia de origem geotérmica cresceu 26,5 por cento em janeiro, enquanto a de origem hídrica aumentou 9,4 por cento.

No total, estas duas fontes de energia renovável representaram 50,7 por cento do total produzido em S. Miguel no mês de janeiro, o que, segundo a EDA, "corresponde à maior penetração de energias renováveis alcançada nesta ilha e mais 10 por cento do que o segundo maior valor atingido até agora".

fonte:http://www.rtp.pt

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08
Fev 11
08
Fev 11

Combustíveis fósseis podem ser relíquias do passado em 2050

 

Esta é a principal conclusão de um estudo realizado ao longo de dois anos pelo World Wildlife Fund.
O relatório mostra que, em quatro décadas, é possível habitarmos um mundo povoado por economias e sociedades vibrantes, movido por energias limpas, renováveis e com um significativo aumento de qualidade de vida. O estudo, que constitui igualmente um apelo à acção, incita a um investimento em eficiência energética e em reciclagem para baixar os níveis de procura de energia em 15%, de acordo com valores de 2005, mesmo que o output populacional, de viagens, transportes e industrial aumente.


Os investimentos iniciais para se atingir este resultado, apesar de extremamente elevados, irão permitir uma poupança no valor de 5,5 biliões de dólares por ano até 2050, de acordo com o Ecofys Group, consultora especializada em energias renováveis que apoiou a execução do relatório.


O WWF prevê um mundo onde a electricidade resultante das energias renováveis constitua o tipo predominante de energia, com os combustíveis líquidos e sólidos - a maioria proveniente de fontes de biomassa - a serem utilizados para as necessidades de transporte e da maioria dos processos industriais. Grande parte dos carros e comboios serão eléctricos e as "redes inteligentes" serão responsáveis por uma gestão eficaz da distribuição eléctrica. No modelo apresentado, a energia solar dará um salto da sua posição actual, na qual gera apenas 0,02 % do nosso fornecimento energético, para produzir metade da electricidade, metade do aquecimento dos edifícios e 15% da energia térmica e necessidades industriais.


As turbinas eólicas, por seu turno, irão gerar um quarto da electricidade mundial, sendo que deverá existir um investimento significativo em energia geotermal e das ondas. Ou seja, é possível atingir estes objectivos, desde que os governos se comprometam a estabelecer normas para a eficiência energética e politicas que encorajem estes investimentos.

fonte:http://www.oje.pt/

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07
Fev 11
07
Fev 11

Renováveis atingem 9 453 MW de potência instalada

A potência instalada de energia renovável atingiu os 9 453 MW no final de Novembro de 2010, segundo os dados disponibilizados pela Direcção-Geral de Energia e Geologia. A entrada em funcionamento de uma central fotovoltaica e de uma central de biogás, assim como o reforço de potência em quatro centrais eólicas, permitiu um acréscimo em relação ao mês anterior.

No global, de Janeiro a Novembro de 2010 a produção de energia renovável aumentou 59 por cento, em relação a igual período de 2009. A produção hídrica é um dos grandes responsáveis por este resultado. Num ano particularmente chuvoso, o aumento foi de 98 por cento, em relação aos dados de 2009. Já a eólica teve um acréscimo de 25 por cento, apesar de no mês de Novembro os valores terem sido inferiores aos registados no mês homólogo de 2009.

fonte;:ambienteonline

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