30
Abr 11
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Abr 11

Renováveis garantiram um terço da produção elétrica regional no 1.º trimestre

Cerca de um terço da produção de eletricidade nos Açores no primeiro trimestre deste ano foi assegurada pelo recurso a energias renováveis, refletindo acréscimos de rendimento das centrais geotérmicas e hídricas, revelou a elétrica regional. Dados da EDA a que a agência Lusa teve hoje acesso indicam que exploração da geotermia na ilha de S. Miguel, única zona do país em que este tipo de recurso é explorado, registou um acréscimo de rendimento entre janeiro e março de 22 por cento, face ao trimestre homólogo de 2010, representando 22,6 por cento da produção total da empresa no período. A eletricidade gerada pela produção hídrica (com um acréscimo de 22,2 por cento) e pela eólica (quebra de 3,1 por cento, devido a "anomalias técnicas") corresponderam a 9,8 por cento da produção global no trimestre, segundo a elétrica açoriana.

fonte:http://tv2.rtp.pt/

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29
Abr 11
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Abr 11

Produção de energia renovável diminui em relação a 2010

A produção de energia eléctrica a partir de fontes renováveis nos dois primeiros meses de 2011 foi menor do que no período homólogo de 2010. Os dados foram apresentados no relatório periódico da Direcção-Geral de Energia e Geologia sobre produção renovável, divulgado esta semana. A energia hídrica foi a principal causa desta descida, com uma quebra de 16 por cento.

Não obstante, os valores registados demonstram uma subida de produção instalada face a Dezembro de 2010, devido à entrada em funcionamento de três novas centrais eólicas, uma minihídrica e uma unidade de biogás. No global, no final de Fevereiro de 2011, Portugal tinha uma capacidade instalada de 9 731 MW de capacidade instalada para produção eléctrica renovável.

fonte:http://www.ambienteonline.pt/

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28
Abr 11
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Abr 11

PS rejeita energia nuclear e reforça aposta nas renováveis

O PS promete continuar a apostar nas energias renováveis e rejeita a opção pelo nuclear, segundo o programa eleitoral na área do ambiente, hoje apresentado, e que defende ainda uma abertura dos parques naturais ao cidadão.

"À tentação de alguns pela solução nuclear, o PS responde com a utilização dos recursos naturais renováveis mais presentes no país: sol, vento, mar e água", referem os socialistas no documento hoje apresentado pelo secretário-geral, José Sócrates.

Assim, é proposta a concretização do Plano Nacional de Barragens, o reforço da opção pela energia fotovoltaica, a continuação da aposta na eólica e o impulso à energia das ondas.

fonte:http://aeiou.expresso.pt

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27
Abr 11

Portugal é 5º país da UE com maior peso das renováveis

As energias renováveis representavam 19% do total do consumo energético de Portugal em 2009, colocando o país na quinta posição entre os 27 Estados-membros da União Europeia (UE), revela esta segunda-feira o Eurostat.

À frente de Portugal encontram-se a Letónia (36,2%), Suécia (34,4%), Áustria (27,3%) e Finlândia (23,2%). A média da UE cifrava-se em 9%.

Face a 1999, o peso das energias renováveis passou de 5,4% para 9% na União, enquanto em Portugal subiu de 13,4% para 19%.

O peso do petróleo e derivados passou de 39,2% para 36,6% na UE no espaço de uma década. Em Portugal, a redução foi de 63,5% para 50,5%.

Em igual período, o peso do gás natural subiu de 22,4% para 24,5% na UE e mais do que duplicou em Portugal, passando de 8,1% para 16,9%. 

fonte:http://diariodigital.sapo.pt

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27
Abr 11

PS mantém aposta na eólica e reforça na fotovoltaica

A aposta nas renováveis é para continuar: é pelo menos o compromisso assumido pelo Partido Socialista no seu programa eleitoral, apresentado esta noite. Manter a aposta na energia eólica, reforçar a aposta na energia fotovoltaica, concretizar o Plano Nacional de Barragens, lançar e incentivar projectos-piloto em energia das ondas e promover a opção pelos veículos eléctricos são, no entender dos socialistas, as apostas prioritárias. 

A questão do nuclear, ao contrário do que chegou a pensar-se, fica de fora do programa de governo: «À tentação de alguns pela solução nuclear, o PS responde com a utilização dos recursos naturais renováveis mais presentes no nosso País: sol vento, mar e água», pode ler-se no documento.

O PS quer ainda estabelecer metas de eficiência energética para os serviços públicos e incentivar à aquisição de equipamentos energeticamente mais eficientes, por parte dos cidadãos e empresas.

Investir em parques naturais, conservação da natureza e nas pessoas é outro dos pontos prioritários para os socialistas, que se comprometem ainda a lançar um programa de requalificação dos rios portugueses, «logo que as circunstâncias financeiras o permitam».

fonte:http://www.ambienteonline.pt/

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25
Abr 11
25
Abr 11

Presidente do Senegal pede compromisso para produção de electricidade alternativa

O Presidente do Senegal, Abdoulaye Wade, pediu ao seu governo para se comprometer activamente a promover a energia solar, anunciou um comunicado do Conselho de Ministros.
O chefe de Estado do Senegal pediu ao Governo “para fazer com que uma parte da iluminação das novas construções seja  garantida pela energia solar”. Para tal, Wade encarregou o Primeiro-Ministro, Souleimane Ndené Ndiaye, de proceder a uma revisão do Código de Urbanismo. O Chefe de Estado senegalês realçou a cobertura do território nacional pela empresa pública de electricidade e a sua potencialidade de generalizar a energia solar.
Abdoulaye Wade ordenou ao seu Governo para preparar textos a fim de redefinir as missões da Sociedade Nacional de Electricidade, no sentido de um “programa obrigatório de associação térmica e solar”, diz o comunicado.
De acordo com o Presidente Wade, trata-se de “reforçar a capacidade da Sociedade Nacional de Electricidade no fornecimento de energia e dotá-la de equipamentos solares paralelamente ao fornecimento da energia térmica”.
De acordo com o comunicado difundido pelo Governo, a instalação dos equipamentos  está a cargo dos clientes e dos beneficiários.
O chefe de Estado referiu-se à decisão do Banco Mundial de intervir na execução do plano de fornecimento de energia através de um financiamento de mais de 100 milhões de dólares,  para a vertente do transporte, da distribuição da energia eléctrica e da aquisição de contadores pré-pagos.
Em relação às dificuldades enfrentadas pelas comunidades locais na gestão da iluminação pública e recolha de lixo, o Chefe de Estado reiterou a disposição do seu Governo de prestar mais atenção a essas questões.
“O papel do Estado é estar ao lado das comunas e comunidades rurais, sempre que as suas obrigações excedam os seus meios”, lê-se no texto comunicado.
Segundo o comunicado, “o Senegal pretende pedir ao Banco Mundial o financiamento de um plano directivo no domínio da energia e do desenvolvimento de energias renováveis”. O ministério senegalês da Energia informou que “o Senegal assinou um acordo de empréstimo com a Índia de 28 milhões de dólares para o financiamento de projectos de electrificação rural”.

fonte:http://jornaldeangola.sapo.ao/

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23
Abr 11
23
Abr 11

Hotel com energias renováveis abre em Oliveira de Azeméis

Em Oliveira de Azeméis abre ao público na próxima semana o hotel rural Vale do Rio, o primeiro do país a funcionar integralmente com energias renováveis, recorrendo para o efeito a uma central hídrica e uma caldeira de biomassa.

Rita Alves, diretora desta unidade de quatro estrelas situada nas margens do Rio Caima, em Palmaz, e garante que “podem existir outros hotéis com preocupações ambientais, mas este é o primeiro desta dimensão a funcionar apenas com energia verde – tem 30 quartos e, recorrendo a várias soluções técnicas, está apto a produzir mais energia do que aquela de que precisa”.

Ocupando uma área de 10.000 metros quadrados – em que, além do hotel com o spa Four Elements, se inclui o edifício da mini hídrica, restaurante, salão de eventos e uma vasta área arborizada –, o empreendimento custou seis milhões de euros e 20 por cento desse investimento foi aplicado em recursos energéticos.

André Alegria é um dos gerentes e revela em que equipamento se materializou a aposta: uma caldeira de biomassa alimentada a pellets e estilha, um “chiller” de absorção, uma hídrica ativada pelo caudal do rio, painéis solares, térmicos e fotovoltaicos e um motor a óleo vegetal.

 

“Concorremos à certificação energética A++, que é a atribuída a edifícios que, mais do que produzir energia, têm capacidade para vendê-la”, explicou.

Rita Alves garantiu que “todo o hotel foi pensado para vender sossego, não só por esta preocupação ambiental, empenhada na preservação da beleza deste parque, mas também a nível paisagístico, já que todos os quartos, sem exceção, têm vista para o rio”.

O empreendimento deverá ser “bastante procurado pela classe empresarial, porque se situa numa zona sossegada”, mas a diretora do hotel aponta como público-alvo o turista sénior e os grupos familiares, que saberão apreciar a “tranquilidade do local e o potencial da zona em termos de lazer”.

 

Para Hermínio Loureiro, presidente da Câmara de Oliveira de Azeméis, a exploração do hotel “integra-se na componente turística do projeto de preservação e requalificação das margens do Caima”, que se propõe valorizar 40 hectares de terreno em torno da unidade e transformá-los no Parque Natural Bento Carqueja.

“São bem evidentes as preocupações ambientais do projeto e vamos ter um rio Caima despoluído e atrativo, o que, na área económica, será potenciador de riqueza para o município”, disse.

Com uma suite presidencial e quatro alojamentos comunicantes entre os seus 30 quartos, o edifício principal inclui o spa com piscina interior e exterior, biblioteca e uma área de pequenos-almoços.

As restantes refeições são servidas no HC Restaurante, que, com um bar e um salão de eventos para 180 pessoas, presta homenagem à bicentenária Hídrica do Caima. 

 

Restaurado, o edifício original da hídrica mantém a sua ligação ao canal que atravessa o jardim do hotel e pode apreciar-se em pleno funcionamento na zona contígua ao restaurante, devendo ser transformado num museu de energia vocacionado, sobretudo, para o público escolar.

fonte:Diário Digital / Lusa 

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22
Abr 11
22
Abr 11

Emirados: renováveis destronam petróleo

«Os Emirados Árabes Unidos (EAU) oferecem um ambiente que promove o crescimento futuro da energia renovável e é um espaço natural para ser a sede de longo prazo da IRENA», disse o diretor-geral da Agência Internacional de Energias Renováveis (IRENA), Adnan Amin, na primeira reunião da assembleia-geral da entidade. 


De facto, os EAU deram alta prioridade à questão das alterações climáticas e das energias renováveis. O Departamento de Energia e Alterações Climáticas dos Emirados Árabes Unidos foi criado como parte do Ministério das Relações Exteriores em Março de 2010, com o propósito de ali sediar a IRENA. Mas o forte compromisso da nação para impulsionar soluções e tecnologias sustentáveis tem sido também demonstrado através de acções como a iniciativa Masdar, o código de construção verde de Abu Dhabi (Estidama), a World Future Energy Summit e o prémio Zayed Future Energy. 


A cidade de Masdar, por exemplo, que está em fase de construção, pretende ser uma cidade sustentável neutra em carbono. O projecto está aberto a todo o tipo de tecnologias que promovam produtos e sistemas “verdes”, assumindo-se com um  ninho de oportunidades para empresas e outras organizações que queiram explorar parcerias tecnológicas. Em causa estão as áreas de ambiente construído (construção de sistemas), infra-estruturas (potência energética, isolamento térmico / refrigeração, água, resíduos, TIC), e transporte (veículos, infra-estrutura, sistemas).


Mas não é apenas a dependência de combustíveis fósseis que os Emirados querem derimir. A escassez de água é outra das questões que está a determinar as opções tecnológicas do pais. Estima-se que, até 2025,  seja necessário investir 200 000 milhões de dólares (147 000 milhões de euros) em infra-estruturas e no tratamento de águas e águas residuais, até porque, em Junho de 2010, o regulador nacional anunciou novas regras para o tratamento de efluentes e no sentido de promover a reutilização de água.
A dessalinização é outra das grandes apostas na região: só o Dubai vai investir cerca de 20 000 milhões de dólares (15 000 milhões de euros) em unidades de dessalinização, nos próximos sete anos. Já este ano a Agência de Ambiente de Abu Dhabi anunciou o desenvolvimento de um projecto de dessalinizaçao a energia solar que irá permitir reduzir custos e emissões de CO2. Os primeiros  testes foram realizados em duas unidades-piloto, cada uma com capacidade de produzir 35 KWh. Actualmente existem 30 sistemas a ser testados na região.

Portugal presente na World Future Energy Summit em 2012


Portugal está já de olhos postos neste mercado. Na World Future Energy Summit José Sócrates encabeçou uma delegação de 60 empresários portugueses dos mais variados sectores. O pavilhão português, de 200 metros quadrados, mostrou as iniciativas mais inovadoras nas tecnologias de energia e sustentabilidade sob o conceito renovável. O Mobi-E na mobilidade eléctrica e o InovCity nas redes inteligentes estiveram entre os principais projectos expostos.


A Secretaria de Estado da Energia e da Inovação faz um balanço «muito positivo» desta participação portuguesa, sublinhando o interesse dos gestores em participar no próximo fórum anual, a realizar em 2012. «Se há alguma coisa que se pode aprender com a experiência portuguesa é que é possível obter resultados em pouco tempo. Em seis anos, mudámos o cenário da energia», referiu o Primeiro-ministro, no seu discurso  aquando da cimeira.

A Zagope actua nos Emirados Árabes Unidos através da sua participada Zagope Gulf Contracting, LLC. Recentemente, esta empresa, com sede em Abu Dhabi, obteve uma Licença Especial, que lhe permite apresentar-se a qualquer concurso de Obras Públicas nos Emirados Árabes Unidos. No domínio das renováveis, a Janz, Solar Plus e Eneida aspiram a conquistar este mercado, depois dos inúmeros contactso frutíferos que resultaram da sua participação na  World Future Energy Summit.

fonte:http://www.ambienteonline.pt/

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20
Abr 11
20
Abr 11

Comissário Europeu defende redução de apoios às renováveis em Portugal

O Comissário Europeu para a Energia recomendou que Portugal reduzisse os apoios de produção em regime especial de energia de fonte renovável. Em entrevista à agência Lusa, Günther Oettinger defendeu ainda que fossem adoptados preços de mercado para a energia, «sem proteccionismos e ajuda estatal de longo prazo».

«Para aumentar o nível de competitividade na economia do vosso país, a segurança do abastecimento e o estabelecimento de preços viáveis para a energia são dos alicerces mais necessários», afirmou ainda o comissário.

fonte:http://www.ambienteonline.pt/

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15
Abr 11
15
Abr 11

REN investirá 450 milhões para apoiar nova produção renovável

As metas nacionais de aumento das renováveis levarão a REN a reservar mais de um quarto dos seus investimentos na rede eléctrica nos próximos cinco anos para dar suporte a essa expansão, mas Rui Cartaxo diz que o plano "é flexível".


Mais produção eólica obriga a reforço da rede de transporte.


A REN – Redes Energéticas Nacionais planeia investir cerca de 450 milhões de euros entre 2012 e 2016 na rede de transporte apenas para suportar as novas unidades de produção de electricidade a partir de fontes renováveis.

O valor consta do plano de desenvolvimento e investimento da rede de transporte de electricidade para os próximos cinco anos, plano esse que acaba de entrar em consulta pública e cuja versão final será entregue até 31 de Julho à Direcção Geral de Energia e Geologia.

O plano prevê investimentos globais de 1,6 mil milhões de euros, já incluídos na estratégia que a REN apresentou em Novembro no seu Dia do Investidor. A integração da nova potência renovável é a segunda maior componente do plano da REN para a electricidade.

A REN prevê destinar quase 34% do investimento de 2012 a 2016 à ligação à distribuição e a clientes, sendo a manutenção da segurança de abastecimento o principal objectivo da empresa.
O presidente da REN, Rui Cartaxo, afirmou durante a apresentação público do plano que o processo de consulta pública “assegura um diálogo muito grande entre a empresa e a sociedade”.

O CEO da REN disse ainda ao Negócios que “este plano é flexível”. Uma eventual contenção nos investimentos de Portugal nas renováveis terá repercussões na REN. “Se de facto vierem a ser revistas para baixo as metas de algumas renováveis, nós ajustaremos o plano”, indicou Rui Cartaxo.


fonte:Jornal de Negocios

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