14
Abr 11
14
Abr 11

Marques Mendes quer que governantes ponham as mãos na biomassa

"Só num país de doidos é que há um concurso que o Governo abre em Março de 2006 para 15 centrais de biomassa e cinco anos depois tem o concurso praticamente no papel", afirmou o gestor e antigo dirigente do PSD.

 

Luís Marques Mendes, administrador da Nutroton Energias, afirmou hoje que no domínio da energia "as prioridades de investimento precisam de ser reavaliadas", reclamando uma maior consideração do Governo português pela produção deelectricidade a partir de biomassa. 

Marques Mendes sublinhou hoje, num seminário da Câmara de Comércio Luso-Belga-Luxemburguesa e da Sociedade Rebelo de Sousa, que "o poder político não tem manifestado sensibilidade [para a biomassa], com excepção do actual secretário de Estado [da Energia, Carlos Zorrinho]". 

O mesmo responsável, que tem dado a cara pelos interesses de várias empresas dedicadas à biomassa, lançou críticas ao actual Governo. "Só num país de doidos é que há um concurso que o Governo abre em Março de 2006 para 15 centrais de biomassa e cinco anos depois tem o concurso praticamente no papel", afirmou Marques Mendes. 

O gestor e antigo dirigente do Partido Social Democrata lembrou ainda que os parques eólicos funcionam cerca de 2.500 horas por ano e as centrais solares cerca de 1.600 horas, enquanto as unidades de biomassa produzem electricidade durante quase 7.500 horas por ano. 

Marques Mendes também chamou a atenção para o papel de geração de emprego das centrais de biomassa, por contraposição às eólicas e energia solar. Ainda assim, o administrador da Nutroton Energias considera que "esta aposta que o país tem feito nos últimos anos nas renováveis é estrategicamente correcta". 

Luís Marques Mendes lamenta ainda que haja menos investidores virados para o sector da biomassa. "Os bancos não acham graça nenhuma a financiar a biomassa", referiu o mesmo responsável. 

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt

publicado por adm às 23:48 | comentar | favorito
13
Abr 11
13
Abr 11

Casca do café também é fonte de energia

Há mais no café do que o seu sabor, famoso mundialmente: o processamento dos grãos gera um resíduo que pode ser utilizado como fonte de energia, diminuindo custos e reduzindo a poluição ambiental.

 

Potencial energético do café

Durante o cultivo do café, aproximadamente dois milhões de toneladas de cascas de grãos são produzidas por ano no Brasil.

Esse subproduto normalmente vai para o lixo ou é usado para a forração dos terrenos dos cafezais, restituindo parte dos fertilizantes retirados pela planta.

Mas a casca do café tem um potencial energético que pode, em alguns casos, torná-la substituta da lenha, sendo uma opção mais barata e ecologicamente correta para empresas que usam a madeira na geração de energia.

Suprir as necessidades desse mercado significa cortar menos árvores e contribuir para a redução do desmatamento.

 

Eletricidade da biomassa

Para otimizar esse potencial, pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB), liderados pelo engenheiro florestal Ailton Teixeira do Vale, fizeram um estudo para demonstrar a importância dos resíduos agroflorestais como fonte de energia, tanto para indústrias quanto em comunidades rurais.

"A casca do café, assim como outras biomassas, pode gerar eletricidade em termoelétricas, a partir da combustão em fornalhas, gerando energia na forma de calor, utilizado para a produção de vapor, que por sua vez é utilizado para a produção de energia elétrica e, em cogeração, outras energias como a mecânica", explica Vale.

Quando usada como combustível, a casca do café, assim como outros resíduos agroflorestais, tem inúmeras vantagens em relação aos combustíveis fósseis.

"Em primeiro lugar, é um combustível renovável, e os compostos liberados na sua combustão são sequestrados pelos novos plantios, fechando o ciclo do carbono, e, portanto, não contribuindo com o efeito estufa. Outra vantagem é a possibilidade de agregar valor a um resíduo que geralmente é descartado e, com isso, gerar emprego, renda e desenvolvimento social nas regiões onde a cultura do café é uma prática", explica o pesquisador.

 

Combustão, gaseificação e carvão

Espera-se que os dados obtidos a partir desse estudo possam ser utilizados para melhorar a gestão dos resíduos provenientes de biomassa e que isso possa abrir a possibilidade de uso na produção de energia em pequenas comunidades rurais e nas agroindústrias, a partir da combustão, da gaseificação ou da transformação em carvão vegetal, assim aumentando sua participação na Matriz Energética Brasileira.

A agregação de valor ao resíduo, gerando um novo produto, é bem-vinda ao diminuir a poluição do meio ambiente e possibilitar uma qualidade de vida melhor para as pessoas envolvidas no processo ou moradoras da região

"Além de agregar valor ao resíduo, [o uso dessa biomassa] demandará mão-de-obra, equipamentos, capitais, empresas de serviços e toda uma infraestrutura administrativa, industrial e comercial, elevando o nível econômico e beneficiando a sociedade", afirma Vale.

 

Substituição do petróleo por biomassa

O Brasil é referência internacional na substituição do petróleo por biomassa, embora o assunto esteja repleto de controvérsias.

O maior exemplo é o uso do etanol como combustível para veículos de passeio e de carga - que tem impactos sobre as terras agricultáveis e desbalanceamento do ciclo de nitrogênio, além de consumir água demais.

Na siderurgia, o uso de carvão vegetal na produção de ferro gusa é uma realidade há décadas - com constantes denúncias de uso de vegetação não-plantada, principalmente do cerrado.

Outra frente que tem crescido é a produção de energia elétrica em termoelétricas, principalmente nas usinas de açúcar e álcool e nas fábricas de celulose e papel, a partir de resíduos, com unidades movidas a bagaço de cana-de-açúcar, licor negro, restos de madeira, casca de arroz, biogás e carvão vegetal.

fonte:http://www.inovacaotecnologica.com.br/

publicado por adm às 21:21 | comentar | favorito
12
Abr 11

ZOO de Lagos investe em energias renováveis

O Parque Zoológico de Lagos vai investir 25 mil euros na instalação de uma unidade de microgeração de energia com 18 painéis fotovoltaicos para abastecer todo o complexo, sistema que permitirá ainda vender energia à EDP, anunciou hoje o empreendimento. 

O projeto, cuja conclusão está prevista até ao final deste mês, contribuirá para reduzir em várias toneladas as emissões de gases CO2, responsáveis pelas alterações climáticas no planeta. 

Em comunicado, o ZOO de Lagos considera que o investimento constitui uma aposta “prioritária” para reduzir os custos com a fatura elétrica e, ao mesmo tempo, “dinamizar os bons valores ambientais” através de sistemas de energias renováveis. 

“A energia que é produzida é vendida e pode alimentar a zona onde vai ser instalada. Por mês, durante os primeiros oito anos vamos reduzir 200 euros na fatura eléctrica”, destaca aquele empreendimento, instalado na freguesia de Barão de São João, no concelho de Lagos. 

A unidade de microgeração é composta por 18 painéis fotovoltaicos com 230 watts cada um e um painel solar térmico para aquecimento de águas sanitárias, ocupando uma área de cerca de 55 metros quadrados. 

Inaugurado em 2000, o Parque Zoológico de Lagos acolhe cerca de 600 animais, de 140 espécies, entre as quais aves, primatas, répteis e animais de quinta, estando referenciado como o parque com o maior número de animais em cativeiro do Algarve.

fonte:http://www.regiao-sul.pt/

publicado por adm às 22:38 | comentar | favorito
tags:
12
Abr 11

Generg lucra 25 milhões em 2010

A Generg aumentou em 12 por cento, em 2010, os proveitos de exploração, sendo que no ano passado foram investidos 95 milhões de euros. Os lucros conseguidos pela empresa cifraram-se em 25 milhões de euros, enquanto que em 2009 o número foi de 18,5 milhões de euros.

No que toca às energias renováveis, a empresa terminou o ano com uma potência instalada de 482.1 MW, dos quais 436,4 MW eólicos, 33,2 MW hídricos e 12,4 MW solar fotovotaico. A produção global de energia foi de 1.063,7 GWh, a que corresponde uma penetração de 2,3% no consumo total de electricidade do país, que evitou a emissão de cerca de 700 mil tons de CO2.

Para além do envolvimento no projecto ENEOP, a Generg está a terminar construção de mais uma central solar fotovoltaica de 6MW no concelho de Almodôvar. Já este ano irá arrancar um novo projecto eólico na Serra da Gardunha, com uma potência de 25MW, assim como deverá arrancar a joint-venture estabelecida com a EDP Renováveis para o desenvolvimento de projectos solares fotovoltaicos em Portugal.

fonte:http://www.ambienteonline.pt/

publicado por adm às 22:32 | comentar | favorito
11
Abr 11
11
Abr 11

Portugal dos países europeus com maior subida no uso de renováveis na última década

Portugal foi dos Estados-membros da União Europeia a registar um dos aumentos mais significativos da percentagem de energias renováveis no total de energia consumida entre 1999 e 2009, que numa década subiu de 13,4 para 19 por cento.

Os números foram revelados hoje pelo gabinete oficial de Estatísticas da União Europeia, Eurostat, por ocasião da celebração da "semana europeia de energia durável".

Além de o valor de 19 por cento ficar muito acima da média comunitária -- de 9,0 por cento -, sendo mesmo o quinto mais elevado entre os 27, a subida de seis pontos percentuais foi a terceira mais elevada, a par da Alemanha.

fonte:http://aeiou.visao.pt

publicado por adm às 23:16 | comentar | favorito
09
Abr 11

Aposta de Angola em energias renováveis

A implementação de projectos de energias renováveis é uma prioridade do Executivo angolano, no âmbito do programa de combate à fome e à pobreza, declarou a ministra da Energia, Emanuela Vieira, ao intervir na Assembleia-geral da Agência Internacional de Energias Renováveis, que decorreu em Abu Dhabi (Emiratos Árabes Unidos) de 2 a 5 do corrente.


A ministra da Energia, Emanuela Vieira Lopes, realçou a importância da contribuição da Agência Internacional de Energias Renováveis (IRENA) na redução dos preços das tecnologias de energias renováveis, principalmente em relação aos países em desenvolvimento, devido às limitações financeiras. Entretanto, a governante angolana pediu apoio à IRENA para o processo de transferência de conhecimentos, com vista a permitir o alargamento do acesso da população à energia eléctrica.


Participaram na primeira Assembleia-Geral da IRENA um Chefe de Estado, 50 ministros e 30 delegações chefiadas por um representante de ministros, além das Agências da Nações Unidas e de Organizações Não-Governamentais.Os participantes debruçaram-se sobre as questões relacionadas com o funcionamento e o papel da IRENA, o acesso à energia e ao desenvolvimento das tecnologias de energias renováveis.


As alterações climáticas, as experiências de vários países neste domínio e a sua contribuição para um mundo mais limpo e saudável preencheram a agenda de trabalhos da Assembleia.


Criada em Julho de 2009, através da assinatura dos seus estatutos por 149 Estados, dos quais 68 são considerados membros efectivos por terem concluído o processo de ratificação, a IRENA tem como objectivo a promoção da implementação generalizada e reforçada do uso sustentável de todas as formas de energias renováveis, a partir de fontes como: hidroeléctrica, biomassa, bioenergia, geotérmica, solar, eólica, térmica oceânica e das ondas marítimas.


Em 2010, a IRENA foi legalmente registada como organização internacional. O seu orçamento para o presente ano eleva-se a 18 milhões de dólares, dos quais 38 por cento provirão das contribuições dos membros e o restante da contribuição dos Emiratos, Alemanha e Áustria.


O Centro de Tecnologia e Inovação da IRENA está instalado em Bona, o Escritório de Ligação da Agência de Cooperação com outras Organizações activas no domínio das energias renováveis está sedeado em Viena.


A Agência Internacional de Energias Renováveis tem como Director-Geral um cidadão queniano que foi eleito no dia 3, para um mandato de quatro anos.


A delegação angolana à Assembleia-geral da IRENA foi chefiada pela Ministra da Energia e Águas  Emanuela Vieira Lopes.


fonte:Jornal de Angola

publicado por adm às 23:45 | comentar | favorito
tags:
09
Abr 11

REN vai investir 450 milhões em apoio às renováveis

A estratégia da REN para o período 2012-2017 assenta num investimento de 1,6 mil milhões de euros, com 450 milhões destinados ao apoio a nova produção renovável. Os valores constam do Plano de Desenvolvimento e Investimento na Rede de Transporte de Electricidade (PDIRTE), que foi lançado em consulta pública esta semana.

A integração das energias renováveis na rede é a segunda maior fatia do orçamento da REN para o horizonte de 2017. Acima deste investimento, estão apenas os 800 milhões de euros destinados à «segurança e qualidade do abastecimento de energia eléctrica».

Não obstante, a REN já sublinhou que o valor está dependente dos investimentos nacionais no domínio das renováveis. Ou seja, uma revisão das metas nacionais de energias renováveis para 2020 poderá resultar num menor investimento em redes por parte da REN.

A empresa espera entregar a versão final do PDIRTE à Direcção-Geral de Energia e Geologia (DGEG) até 31 de Julho.

fonte:http://www.ambienteonline.pt/

publicado por adm às 23:41 | comentar | favorito
07
Abr 11
07
Abr 11

Amarsul aumenta produção energética a partir de biogás

O Ecoparque de Palmela, gerido pela Amarsul, começou a produção de energia eléctrica através do aproveitamento de biogás produzido no aterro. A aposta no aproveitamento energético do biogás foi possível através do contrato celebrado com a EDP, a 21 de Março.

O novo centro electroprodutor, cujo investimento rondou os 1,8 milhões de euros, está equipado com dois motogeradores, com uma potência eléctrica de 1 200 kW cada. De acordo com a entidade gestora, o ecoparque da Palmela tem capacidade para produzir anualmente cerca de 18 000 Mwh de energia eléctrica injectada na rede.

Este projecto junta-se à produção eléctrica do centro electroprodutor do ecoparque do Seixal, também da Amarsul. Inaugurado em 2004, este centro foi pioneiro no aproveitamento do biogás dos aterros para fins energéticos, com uma capacidade instalada de 1,7 MW.

Entretanto, com a entrada em funcionamento da Central de Valorização Orgânica da entidade, prevista para o final deste ano, há também planos de aproveitamento do biogás produzido no processo de digestão anaeróbia dos resíduos. Este aumento de produção, e conseguente valorização energética, permitirão à Amarsul produzir anualmente cerca de 45 000 MWh de electricidade.

fonte:http://www.ambienteonline.pt/

publicado por adm às 22:20 | comentar | favorito
05
Abr 11
05
Abr 11

Smartwatt e Bongás juntas na eficiência energética e nas renováveis

A Smartwatt e a área de negócio das energias renováveis da Bongás Energias concluíram no passado dia 1 de Abril de 2011 um processo de reestruturação societária, que culminou com uma fusão entre as duas partes.

Pedro Salsa e Quadros, administrador da Smartwatt, explica que o objectivo principal desta operação é «potenciar o crescimento da Smartwatt, como empresa de serviços de energia líder de mercado, apostando fortemente na inovação e fornecendo serviços energéticos, soluções na área das energias renováveis e da eficiência energética, consultoria estratégica a produtores, utilizadores e consumidores finais de energia, complementando-os com serviços nas áreas da sustentabilidade e gestão de carbono».

A fusão permite à Smartwatt alargar as suas competências, bem como todo o conjunto de produtos e serviços, «trabalhando junto dos seus clientes na optimização da sua performance energética e na definição e implementação de estratégias que permitam um melhor controlo de custos e ganhos de eficiência energética, assessorando a criação de valor dentro das organizações e processos, tanto ao nível do sector público, como ao nível do sector privado, oferecendo um modelo one-stop-shop, através de uma equipa multi-disciplinar e multi-tecnológica, com metodologias devidamente estruturadas e baseados em princípios como a independência e a competência», conclui Pedro Salsa e Quadros.

fonte:http://www.ambienteonline.pt/
publicado por adm às 22:47 | comentar | favorito
04
Abr 11
04
Abr 11

Consórcio instala turbina renovável em Aveiro

O consórcio Spheraa / Luságua anunciou o lançamento da primeira Turbina de Energia Renovável Em Sistema de Abastecimento (TERESA), através da instalação da Central Hidroeléctrica do Carvoeiro-Vouga, junto ao Reservatório R6.O conceito traduz-se na instalação de grupos geradores de pequena dimensão (micro turbinas) colocados em locais onde seja necessário e/ou possível promover uma diminuição da pressão.

O investimento, da ordem de 250 000 euros, integralmente suportados pelo consórcio, traduz-se na instalação de uma central com 85 kW de potência instalada, e numa produção anual de 500 000 kW.h por ano, evitando a emissão de 200 toneladas de CO2 por ano.

«A TERESA é uma iniciativa que o consórcio Spheraa/Luságua quer replicar noutros sistemas de abastecimento do País, por forma a aproveitar o máximo da capacidade de produção de energia a partir do potencial existente nos sistemas de abastecimento de água», afirmou João Alves Pereira, sócio-gerente da Spheraa.

fonte:http://www.ambienteonline.pt/

publicado por adm às 22:28 | comentar | favorito
tags: