04
Abr 11
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Abr 11

BPI recomenda corte do investimento em eólicas e fotovoltaico

Uma redução do investimento previsto no Plano Nacional de Acção para as Energias Renováveis (PNAER) em 10,9 mil milhões de euros é a principal do estudo do BPI sobre o sector energético, divulgado a 31 de Março. O documento prevê o corte de dois terços dos investimentos previstos até 2020, devido à conjuntura de crise, sublinhando que este investimento minímo será suficiente para assegurar a satisfação do consumo para os próximos nove anos.

Na óptica do relatório, a redução do investimento seria feito essencialmente ao nível das renováveis, com o corte total do investimento no fotovoltaico e o adiamento do investimento previsto em nova potência eólica.

«Dado o actual contexto de endividamento e de mercados financeiros, o investimento previsto em nova potência eólica, ascendente a 2 619 MW de potência instalada e a 3,4 mil milhões de euros, deve ser adiado», explicita o estudo do BPI. Já no caso do fotovoltaico, o relatório afirma que os investimentos, avaliados em 4,7 mil milhões de euros, «não devem ser efectuados, pelo menos até que esta tecnologia atinja uma maior maturidade tecnológica».

O documento sublinha ainda que o reforço de potência na central termoeléctrica a gás natural de Sines e os investimentos em centrais hídricas serão suficientes para dispensar a aposta na central termoeléctrica de Lavos (estimada em 540 milhões de euros).

Face às conclusões do relatório, a Associação Portuguesa de Energias Renováveis (Apren) já demonstrou o seu desagrado. Ao Jornal de Negócios, o presidente da Apren, António Sá da Costa, referiu a existência de «erros graves», num trabalho «acabado à pressa». Entre várias críticas, Sá da Costa sublinha a existência de erros técnicos, como é o caso do custo de investimento estimado para cada megawatt de mini-hídrica e grandes barragens. «Nunca um MW instalado numa pequena central hídrica é mais barato que o de uma central grande», afirma o presidente da Apren.

fonte:http://www.ambienteonline.pt/

publicado por adm às 22:26 | comentar | favorito
02
Abr 11

Energia das ondas avança em Peniche

A empresa finlandesa AW Energy vai instalar até Setembro tecnologia de produção de energia a partir das ondas na praia da Almagreira, Peniche, disse o presidente da câmara à Lusa.
"A empresa prevê que até ao final do Verão sejam montadas três máquinas", afirmou António José Correia.
O objectivo dos promotores passa por criar nessa praia um grande parque mundial de energia das ondas e entrar numa fase de exploração comercial do projecto com uma potência instalada entre os 50 e os 100 megawatts (MW). Se avançar para a fase comercial, o investimento ascenderá a 100 milhões de euros e colocará Portugal na linha da frente no segmento da produção mundial desta energia.Com um investimento entre 3 a 4,5 milhões de euros, o projecto-piloto prevê a instalação de dezenas de máquinas que permitirão ter uma potência total instalada de 1 MW, suficiente para produzir até 2 gigawatts (GW)/ano que, por sua vez, serão capazes de "abastecer um aglomerado com cerca de dois mil habitantes".Este equipamento foi testado pela primeira vez a nível mundial na praia da Almagreira em 2007, mas foi retirado da água por problemas técnicos, atrasando a concretização do projecto em cerca de três anos.


fonte_:OJE

publicado por adm às 23:35 | comentar | favorito

Renováveis foram a principal fonte de electricidade em Espanha em 2010

As energias renováveis consolidaram-se como a primeira fonte de geração de electricidade em Espanha no ano passado, sendo responsáveis por 32,3 por cento da produção total.

Os dados foram revelados por Fabrizio Hernández, secretário de Estado da Energia, na apresentação do Balanço Energético de 2010 e Perspetivas para 2011, organizado pelo Clube Espanhol de Energia.

A produção eólica e hidroelétrica representaram, em conjunto, 81,7 por cento da energia renovável gerada.

No sentido negativo está o aumento de 2,4 por cento na intensidade energética, a energia consumida por unidade de produto, um indicador importante para medir a competitividade espanhola.


fonte:Público

publicado por adm às 23:34 | comentar | favorito
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02
Abr 11

LNEG produz biocombustível para aviação a partir de microalgas

O LNEG – Laboratório Nacional de Energia e Geologia está a desenvolver, em parceria com a APTTA – Associação Portuguesa de Transporte e Trabalho Aéreo, um projecto de investigação que visa a produção de um biocombustível para uso na aviação comercial.

A aviação comercial é actualmente uma indústria com elevados consumos energéticos e com uma considerável contribuição na emissão de gases com efeitos de estufa. Para 2012, altura em que a indústria do transporte aéreo será incluída no CELE – Comércio Europeu de Licenças de Emissão, a Comissão Europeia definiu como objectivo uma redução efectiva de três por cento nas emissões de CO2, no espaço europeu.

O presente projecto estará assim colocado na linha da frente nas áreas com maior potencial de desenvolvimento ao nível dos biocombustíveis: a utilização de microalgas como fonte de biomassa e a utilização do conceito BTL (Biomass-to-Liquid), segundo informação do LNEG. O laboratório prevê que no futuro poder-se-á utilizar, em complemento às microalgas, qualquer outra fonte de biomassa para a produção de biocombustíveis, incluindo resíduos de qualquer proveniência.

fonte:http://www.ambienteonline.pt/

publicado por adm às 23:29 | comentar | favorito