28
Set 11

Inglaterra aposta nas ondas para produzir energia limpa

O Reino Unido tem apostado na força das marés para aumentar o seu potencial de produção energética. O intuito é que os países britânicos produzam até 190 gigawatts desta energia limpa até 2050. Para auxiliar nesta produção a Inglaterra criou o Wave Hub.

A estrutura está localizada na área costeira do país e possui a tecnologia necessária para transportar a energia do mar até à rede de eletricidade. Para isso, o sistema conta com um cubo de 12 toneladas, que transporta 1,3 tonelada de cabos submarinos por 25 quilómetros.

O Wave Hub funciona também como um laboratório, onde as empresas podem testar e aprimorar as suas tecnologias de produção energética a partir do movimento da maré. Existem diversos sistemas que cumprem essa função, que variam em capacidade e formato.

A Ocean Power Techonologies é uma das empresas que tem feito uso deste sistema em alto mar, para testar a PowerBuoy. A tecnologia é uma espécie de bóia flutuante gigante, com 41 metros de altura e 11 metros de diâmetro, que transforma o movimento mecânico das ondas em eletricidade. O esperado é que a estrutura produza 150 kW de potência contínua.

O Penguin é outro dispositivo que deve começar a ser testado em breve. Criado pela empresa finlandesa Wello, o equipamento atua de maneira bastante distinta. Ele transforma a energia rotacional das ondas num movimento circular, capaz de gerar 500kW de energia. O nome é dado pelo movimento que o dispositivo faz com a passagem das ondas, que é parecido com o andar de um pinguim e é o responsável por acionar um gerador e produzir eletricidade.

O alvo dos britânicos é ter 190 gigawatts de energia proveniente das ondas nos próximos 40 anos. Este montante é três vezes maior do que toda a energia produzida no Reino Unido atualmente.

Inglaterra aposta nas ondas para produzir energia limpa-1

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Imagens: Ciclo Vivo

 

Fonte: Ciclo Vivo

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Reino Unido inaugura primeira estação de abastecimento a hidrogénio

A Grã-Bretanha inaugurou a semana passada a primeira estação de abastecimento a hidrogénio comercial no Reino Unido, em Swindon, Wiltshire, na fábrica da Honda em South Marston.

A estação tem capacidade para encher de células de combustível e outros veículos abastecidos a hidrogénio com hidrogénio gasoso a 5.000 psi e 10.000 psi pressões. A bomba está instalada no recinto da Honda, mas está aberta a membros do público que foram submetidos a um curso de formação BOC segurança .

A estação Swindon é um passo significativo no caminho para o Reino Unido vir a desempenhar um papel no desenvolvimento de veículos com células de combustível. A falta de instalações de reabastecimento já havia impedido os fabricantes de automóveis, tais como a Honda e a Mercedes-Benz de experimentarem os seus veículos no Reino Unido.

A estação representa um investimento de mais de meio milhão de euros e possui uma reserva de pelo menos 200 kg de hidrogénio gasoso em garrafas BOC, sendo capaz de reabastecer o tanque 8.8lb/37.6-gallon no FCX Clarity da Honda - carro a célula de combustível a uma pressão de 5.000 psi - em cerca de quatro minutos, o que permite uma autonomia entre 250 e 270 milhas. A unidade também está preparada para reabastecer comerciais leves e autocarros.

fonte:http://pelanatureza.pt/

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28
Set 11

Casa que produz própria energia é quase 100% autossuficiente

 

 

Os lares norte-americanos são responsáveis por 23% do consumo de energia do país, e também somam 18% das emissões de carbono. Gastos com sistemas de aquecimento e condicionamento de ar estão entre os grandes vilões das contas de luz, principalmente em cidades em que a temperatura varia muito, como Chicago. Pois foi lá mesmo que a empresa de arquitetura e design urbano Farr Associates construiu uma casa quase 100% autossuficiente. Com 2,6 mil metros quadrados, o lar chega "muito perto" de gerar toda a energia que utiliza, segundo o arquiteto Jonatahn Boyer, à revista Wired.

No teto da construção, 48 painéis fotovoltaicos são capazes de transformar a luz solar captada em 10 quilowatts de energia elétrica. A parte de cima da casa também tem um telhado com superfície refletiva, que ajuda a direcionar os rios de sol para a placas e aumenta o rendimento delas em até 10%. A energia excedente que não é imediatamente usada é enviada à rede elétrica municipal, e quando os painéis não produzem o suficiente para manter a casa (como no inverno, quando há menos exposição ao sol), ela volta da rede normal, o que evita a necessidade de ter baterias para estocagem, e reduz as perdas na conversão.

O telhado ainda tem quatro painéis solares térmicos de aquecimento de água. Eles são compostos por tubos de vidro transparente, que possuem duas camadas. O espaço entre as duas tem o ar removido, o que gera vácuo e, em consequência, evita perdas de temperatura por condução e convecção. Além disso, permite que o vidro de dentro atinja temperaturas de até 170 graus, o que é usado para aquecer a água utilizada na casa, e também para ajudar o sistema geotérmico de aquecimento.

O sistema é composto por três poços geotermais, localizados 76 metros abaixo do nível do lar, sob o jardim, e por uma bomba elétrica. As estruturas enviam e recebem o líquido usado nos equipamentos de aquecimento e resfriamento do ambiente. No verão, o sistema funciona com troca de calor, deixando a casa mais fresca, com eficiência semelhante a de um ar-condicionado.

No inverno, a água quente sai dos poços e alimenta um sistema de tubos colocado sob o piso da casa. Com isso, o chão chega a uma temperatura de até 16°C. O ar que vem das estruturas geotermais subterrâneas também aquece a casa, que fica com temperaturas entre 16°C e 21°C.

Para diminuir os gastos de energia elétrica com aquecimento e resfriamento, a casa quase 100% autônoma tem paredes compostas de duas camadas de 20,3 centímetros de espessura de concreto, que protegem a parte interna do cômodo do calor que faz do lado de fora. Isso porque o concreto absorve e retém o calor, impedindo que chegue ao interior do lar, enquanto à noite o material lentamente libera o calor e mantém a temperatura estável.

E não são só as paredes que ajudam no controle de temperatura. As janelas da construção usam vidros triplos, que garantem até duas vezes mais resistência térmica do que os vidros temperados regulares. Isso porque permitem a entrada do sol, mas em dias frios demoram mais para deixar o calor sair, mantendo a casa aquecida por mais tempo.

Em termos de economia de água, duas tecnologias são principais na casa. Em cima, o telhado no formato da letra V, capta água da chuva, usada para regar o jardim. Um fonte na parte da frente da casa serve para decorar e para manter a água da cisterna em constante movimento, evitando a proliferação de bactérias. Dentro da construção, o sistema de reuso de água filtra o recurso usado na máquina de lavar e permite que seja tratado e reaproveitado na descarga - com sistema dual flush, que despeja volumes diferentes de água de acordo com o tipo de resíduo.

Outras iniciativas verdes da casa estão nos materiais: a cerca é feita de um compensado de plásticos reciclados com fibras de soja, e a pavimentação do jardim interno usa blocos também reciclados. O balcão da pia da cozinha é de papel reciclado, e o tecido dos móveis também reutiliza materiais.

fonte:http://tecnologia.terra.com.br

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26
Set 11
26
Set 11

Renováveis custam menos de dois euros por mês aos consumidores

Os consumidores só estão a pagar 1,9 euros por mês de contribuição para as energias renováveis, revela um estudo hoje apresentado pela Roland Berger, solicitado pela Associação Portuguesa de Energias Renováveis (APREN).

De acordo com o documento, este valor é inferior ao assumido até agora que referia um custo acrescido de 5,5 euros mensais a mais na conta da luz.   

A conclusão surge de uma metodologia alternativa de calcular a diferença entre quanto custa produzir energia através de combustíveis fósseis como o carvão e o gás natural (que são importados) e quanto custa produzi-la através de energias renováveis, nomeadamente eólicas, fotovoltaicas ou mini-hídricas (as barragens e grandes centrais hídricas estão incluídas na produção de energia normal).

De acordo com o presidente da APREN, António Sá da Costa, a nova forma de cálculo é mais justa e menos simplista que a actual, uma vez que permite que os custos com as renováveis sejam partilhados por todos os consumidores e não apenas pelos domésticos como é actualmente.

"Hoje é o consumidore doméstico que paga a maior parte dos custos com a produção através de renováveis", repara Sá da Costa, acrescentando que "se todos pagassemos tudo fifaria mais barato".

Contudo, o mesmo responsável ressalva que, os custos totais para se continuar a investir em renováveis são os mesmos e que esta nova forma de cálculo "apenas rearranja os parâmetros de forma mais justa".

Por isso é que, além de baixar o peso na factura mensal, baixam também os custos anuais, passando a diferença entre os dois tipos de produção dos actuais 330 euros para 111 milhões de euros.

Segundo explicou Pedro Galhardas, um dos responsáveis pelo estudo, a nova forma de cálculo assenta numa visão económica dos custos de geração de energia, ao contrário da actual que assenta numa visão financeira.

Assim, os novos cálculos retiram dos custos com as renováveis uma série de parâmetros que hoje são contabilizados como é o caso das rendas obrigatórias que as centrais eólicas pagam aos minícipios (2,5% da produção); os custos de potência de reserva para fazer face às flutuações na produção renovável ou as perdas evitadas na rede de transporte.

O estudo sugere ainda que nos custos de produção não sejam incluídos o que se gasta a comprar licenças de emissões de carbono para a produção de electricidade.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/E

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20
Set 11
20
Set 11

Renováveis são fonte que mais cresce até 2035 - governo EUA

Nos próximos 25 anos, as fontes de energia renováveis são as que mais vão crescer, mas as fósseis vão continuar a dominar o consumo energético, de acordo com um relatório anual do Departamento de Energia dos Estados Unidos.

No que se refere às emissões de dióxido de carbono, o relatório estima um crescimento de 43 por cento das emissões, sendo que se prevê que a maioria ocorra nos países em desenvolvimento, sobretudo na Ásia.

"O consumo de energia renovável vai crescer a uma taxa de 2,8 por cento ao ano e a quota das renováveis no consumo total de energia vai aumentar dos dez por cento em 2008 para os 15 por cento em 2035", refere o Departamento Norte-Americano da Energia, no 'International Energy Outlook 2011', publicado segunda-feira.

fonte:lusa

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19
Set 11
19
Set 11

Hidrogénio fornece energia renovável em espaços habitacionais

Hidrogénio fornece energia renovável em espaços habitacionais

A McPhy Energy, empresa que trabalha no armazenamento de hidrogénio, desenvolveu uma solução que permite o armazenamento de energia de fontes renováveis para aplicação em espaços micro-residenciais. O sistema foi criado para a Universidade de Nottingham, na Grã Bretanha, no âmbito do projecto Creative Energy Homes(CEH)que visava motivar soluções energéticas limpas, de baixo custo e inovadoras paras espaços habitacionais.

A empresa desenvolveu uma solução segura e sem impactos para o ambiente, que permitirá armazenar o excesso de energia produzida via sol e vento para as casas. Estas habitações compreendem uma variedade de tecnologias de baixo carbono, que inclui a produção de energia utilizando micro eólica, geotérmica e energia solar. A ideia é as casas serem completamente autónomas em termos energéticos.

O projecto prevê o armazenamento da energia excedente na forma de hidrogénio sólido em 4-MCP-N, um hidreto de magnésio (MgH2).

Fonte: h2portugal

publicado por adm às 23:03 | comentar | favorito
18
Set 11
18
Set 11

Renováveis representam 50% da electricidade consumida em Portugal

A produção, no entanto, tem estado a cair, em parte devido à componente hídrica.

No final de Agosto a electricidade de origem renovável representava 50% da electricidade consumida em Portugal sendo que a PRE-REN (Produção em Regime Especial Renovável), de onde se exclui as grandes centrais hidroeléctricas, representava 25,3%. Os dados foram fornecidos por António Sá da Costa, presidente da Associação Portuguesa de Energias Renováveis (APREN), que afirma ser "natural que até final do ano este valor suba ligeiramente".

O responsável acredita que o aumento da produção de energias através de fontes renováveis trará "uma poupança nas importações de combustíveis fósseis, carvão e gás natural, usados na produção de electricidade e que este ano deverá rondar mil milhões de euros".

De acordo com os dados da Direcção Geral de Geologia e Energia (DGGE) relativos a Junho, o total da potência renovável instalada atingiu os 9.688 MW no final desse mês. O maior aumento de potência, diz a entidade, verificou-se na potência instalada eólica, fotovoltaica e de biogás. Isto face a Maio.

No entanto, a produção total de energia eléctrica, a partir de fontes de energia renováveis desceu 19% no 1º semestre de 2011, face a igual período de 2010. Um decréscimo que foi "fortemente" influenciado o comportamento da sua componente hídrica. Já relativamente à produção eólica nos primeiros seis meses do ano, desceu 6% relativamente a igual período do ano anterior.

A produção a partir de biomassa, por seu turno, regista uma subida de 12% no 1º semestre face ao período homólogo de 2010.

Sá da Costa vê Portugal como um exemplo e garante que o país, "ao investir em tecnologias maduras, como é o caso da electricidade hídrica e eólica, fez a opção correcta pois conseguiu tirar partido do desenvolvimento feito noutros países, em especial no sector eólico". O presidente da APREN afirma que esta opção "é suportada pelo facto de não termos dimensão nem economia que possa custear o desenvolvimento de tecnologias novas, mas temos recurso e capacidade técnica para implementar tecnologias maduras, uma vez que elas se encontrem num estado de desenvolvimento aceitável".

Microgeração com 6,8MW disponiveis
Em Agosto estavam ainda disponíveis 6,8 MW dos 29,6 MW para microgeração previstos para 2011, o que que poderá representar cerca de 1.800 instalações e um mercado potencial de perto de três milhões de euros até ao esgotamento da potência ou até fim de Outubro. Apesar da boa notícia, continua a dúvida se haverá uma revisão significativa aos valores das quotas e tarifas para o ano de 2012, pelo que há uma maior necessidade de que todas as instalações contratualizadas em 2011, estejam concluídas até 31 de Dezembro do corrente ano de forma a assegurar a tarifa actual de 380 euros por/MWh.

Parques
Até ao final de Junho havia 213 parques e 2 161 aerogeradores em Portugal continental . 36% da potência instalada situa-se em parques com potência igual ou inferior a 25 MW.

Produção
A produção, em 2010, situou-se nas 2.476 horas equivalentes por MW, um valor, de acordo com a DGGE, superior ao registado para 2009.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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15
Set 11
15
Set 11

Mar da Madeira tem potencial para as energias renováveis

O mar da Madeira tem potencial, mas a verdade é que, neste momento, as energias marinhas estão ainda numa fase inicial. Melim Mendes, responsável pela AREAM, lembrou que é preciso acima de tudo conhecimento para saber como aproveitar este potencial.

Neste momento, está feito um estudo, mas não existem, para já, projectos para aproveitar essa energia. "Existem algumas formas de energia off-shore no mar que já estão em velocidade de cruzeiro como a energia eólica off-shore na Europa do Norte, em zonas de mar de baixa profundidade", explicou o presidente da AREAM à margem do Seminário das Energias Renováveis.

Para os mares profundos com a Madeira e os Açores estão a ser estudadas tecnologias para plataformas flutuantes, mas estão ainda em fase de estudo e existem muitas dúvidas quanto à sua aplicação. "O que tem sido feito de forma mais recorrente e sistemática é a avaliação dos recursos, do potencial. Nós desenvolvemos o Onda Atlas da Madeira". Esse é o primeiro passo para se avançar no aproveitamento deste potencial, explicou.

fonte:http://www.dnoticias.pt/

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14
Set 11
14
Set 11

Ilhas do Pacífico pretendem ser autossuficientes em energia através do sol e cocos

As pequenas ilhas Tokelau, no Pacífico sul, querem tornar-se energeticamente autossuficientes a partir do próximo ano, através de energias renováveis como o sol e óleo de coco.

Atualmente as três ilhas que compõem Tokelau, território da Nova Zelândia, dependem quase totalmente dos combustíveis fósseis importados.

De acordo com Foua Toloa, antigo chefe de governo de Tokelau, no próximo ano as ilhas serão autossuficientes em energia através da implementação de energias renováveis: 93% da energia necessária será produzida através de instalações solares e a restante a partir de óleo de coco.

As ilhas estão apenas 5 metros acima do mar o que as torna particularmente vulneráveis ao aumento da subida do nível médio da água do mar associado às alterações climáticas.

“Uma vez que somos afetados por todos os lados pelo impacte das alterações climáticas, (...) este projeto é uma mensagem para todo o mundo”, refere Toloa numa entrevista ao Radio New Zealand International.

Se tudo correr de acordo com o planeado não será necessário importar mais energia no futuro. Os especialistas referem que para produzir toda a energia consumida na ilha são necessários 600 metros quadrados de painéis solares juntamente com algumas centenas de coqueiros.

fonte:http://naturlink.sapo.pt/

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12
Set 11
12
Set 11

Produção renovável regista quebra em relação a 2010

A produção de energia eléctrica de fonte renovável diminuiu no primeiro semestre de 2011 em comparação com o período homólogo do ano passado, de 17,3 para 14 TWh. A quebra é justificada, sobretudo, pela componente hídrica, que registou uma diminuição de 28 por cento, de acordo com informação da Direcção-Geral de Energia e Geologia.

Em termos de capacidade instalada, Portugal tinha 9688 MW de capacidade renovável instalada em Junho, num acréscimo de potência em relação ao mês anterior. A entrada em funcionamento de uma nova central eólica, duas fotovoltaicas e duas de biogás, assim como um reforço de potência em quatro das centrais eólicas já existentes, foram os principais responsáveis pelo acréscimo de capacidade instalada.

fonte:http://www.ambienteonline.pt/

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