20
Fev 12

Turbina a gás da Siemens recebe prémio de inovação na Alemanha

A Siemens desenvolveu uma turbina a gás com o recorde mundial de eficiência energética – 60,75 por cento em produção de ciclo combinado - que acaba de ser galardoada com o Prémio de Inovação da Indústria Alemã, na categoria de grandes empresas. A turbina a gás SGT5-8000H foi desenvolvida durante cerca de uma década e envolveu um investimento de aproximadamente 500 mil milhões de euros, no qual se inclui a operação da central protótipo em Irsching, na Bavaria.

Uma única turbina a gás deste tipo a funcionar em modo de ciclo combinado é suficiente para fornecer electricidade «limpa» a uma cidade como Berlim. Por outro lado, a nova central eléctrica de ciclo combinado gasta aproximadamente um terço de combustível menos por kilowatt-hora (kWh) comparado com a média de consumo das centrais termoelétricas com turbinas alimentadas a gás de todo o mundo. O aumento de eficiência alcançado oferece não só um significativo potencial de redução de custos de combustível como também uma importante redução de emissões de CO2.

Durante o exercício de 2011, a Siemens aumentou em 10 por cento o número das suas invenções anuais para cerca de 8.600, o que se traduz numa média de 40 invenções por dia. Esta evolução positiva levou a que pela primeira vez na sua história, a Siemens ocupe o primeiro lugar no ranking europeu de pedidos de patentes, com um total de 2.135 patentes pendentes. A Siemens desenvolveu uma turbina a gás com o recorde mundial de eficiência energética – 60,75 por cento em produção de ciclo combinado - que acaba de ser galardoada com o Prémio de Inovação da Indústria Alemã, na categoria de grandes empresas.

fonte:http://www.ambienteonline.pt/

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20
Fev 12

Renováveis estão ameaçadas por economia portuguesa

A Federação Europeia de Energias Renováveis (FEER) apresentou nesta segunda-feira uma carta aberta à Comissão Europeia onde aponta preocupações sobre o mercado português, definindo a situação económica do país como uma "séria ameaça" às renováveis.

 

O Governo decidiu 'congelar' no começo de Fevereiro a atribuição de novas licenças para a produção de electricidade em regime especial, afectando principalmente a geração eólica e a cogeração.

Na carta aberta dirigida ao comissário responsável pela Energia, Günther Oettinger, e divulgada esta segunda-feira em Bruxelas, a federação das renováveis "convida" o responsável a "tomar as medidas necessárias para convencer o governo português a abster-se da contraproducente medida" e a apoiar as renováveis como um "caminho para sair da crise".

Segundo o decreto-lei publicado em Diário da República, o Governo suspendeu, "com efeitos imediatos, a atribuição de potências de injecção na Rede Eléctrica de Serviço Público (RESP)", ressalvando, contudo, a possibilidade de poderem vir a ser casos de excepção por "relevante interesse público".

O Governo comprometeu-se, na segunda revisão do memorando de entendimento com a 'troika', a analisar a eficiência dos regimes de apoio aos produtores de energia em regime especial até ao final de Janeiro, um mês após a data definida em Setembro, na primeira revisão do acordo.

Na segunda revisão do memorando de entendimento, os prazos para a análise da eficácia dos regimes de apoio à cogeração e possíveis reduções na tarifa, uma redução implícita da subvenção, deveriam ter sido entregues à troika até final de Janeiro. No entanto, até ao momento, o Governo ainda não anunciou se entregou ou não.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/


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06
Fev 12
06
Fev 12

Espanha: Suspensão de subsídios às renováveis bloqueia 11 mil megawatts em parques eólicos

Recorde-se que o Governo de Rajoy implementou esta medida para reduzir o elevado défice tarifário de 24 mil milhões de euros.

Segundo o "Cinco Dias", a suspensão dos subsídios para as energias renováveis, em Janeiro, deixa 11.080 megawatts em projectos de parques eólicas sem forma de avançar.

O Executivo de Mariano Rajoy em Conselho de Ministros, a suspensão dos subsídios às energias renováveis (em especial à energia termo solar), que, em 2011, totalizaram 6,4 mil milhões de euros.

A medida representou o segundo obstáculo a estes projectos que foram adjudicados por nove governos regionais nos últimos dois anos.

Ainda segundo o jornal espanhol, esses projectos já tinham sido restringidos pela expiração da lei, no mês passado, que sustentava os seus incentivos.
fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/
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