30
Abr 12
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Abr 12

Renováveis: potência licenciada 24% acima da instalada

O total da potência instalada renovável atingiu 10.344 MW, no final de janeiro, existindo mais 24% desta capacidade já licenciada, de acordo com a Direção Geral de Energia e Geologia (DGEG), citada pela Lusa.

De acordo com as estatísticas da DGEG, o acréscimo de capacidade instalada para produção de energia elétrica, a partir de fontes renováveis (FER), em janeiro em relação ao mês anterior, «deve-se apenas à tecnologia fotovoltaica no regime de microprodução».

Até janeiro, tinham sido licenciados 12.786 MW de instalações eletroprodutoras a partir de FER, o que permite aumentar em mais 24% do que a potência instalada atualmente, numa altura em que o Governo admite suspender, até 2020, o licenciamento de potência adicional a partir de fontes de energia renováveis.

De acordo com o Plano de Apoio às Energias Renováveis (PNAER), divulgado na semana passada, que se encontra em consulta pública, «as medidas de eletricidade que impliquem o licenciamento de potência adicional a partir de fontes de energia renováveis poderão ser suspensas».

No Parlamento, o secretário de Estado da Energia, Artur Trindade, reiterou na passada sexta-feira que existe capacidade instalada suficiente para fazer face às necessidades atuais do país.

«Neste momento, não temos problema de incapacidade do sistema que leve a apressar essas obras», afirmou o governante na Comissão de Economia e Obras Públicas, quando questionado sobre o atraso na execução do Plano Nacional de Barragens.

Segundo as estatísticas da DGEG, a produção de energia elétrica, a partir de FER, registou uma quebra acentuada de 60 por cento, em janeiro de 2012, em relação ao período homólogo, o que se deve «fundamentalmente, à sua componente hídrica, que decresceu 78%», resultado da seca prolongada que assolou o país.

A produção eólica, para o mesmo período, decresceu 29%.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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24
Abr 12

Governo despromove renováveis

A suspensão de novos licenciamentos para fontes de energias renováveis até 2014, enunciado pelo Plano Nacional para as Energias Renováveis em consulta pública desde quinta-feira passada, pressupõe um forte travão na política energética em curso. Nenhuma das renováveis escapou à razia do Governo, que agora prefere a eficiência energética. Eólica, solar, mini-hídrica, biomassa todos sofreram um grande revés nas metas estabelecidas pelo PNAER de 2010.

Ao todo e comparando o primeiro Plano Nacional de Acção para as Energias Renováveis (PNAER) de 2010 com a versão agora em consulta pública, e até ao dia 18 de Maio, as metas de fontes de energias renováveis (FER) foram reduzidas em cerca de 32,7 por cento, o que se deverá traduzir em menos 3214 MW instalados em 2020. Só a solar sofre um corte de 63 por cento, enquanto a energia eólica vê a sua fasquia baixar 22 por cento.

 

 

O PNAER prevê a suspensão de qualquer destes investimentos até 2014/2015, quando o documento for objecto de nova revisão. Isto não significa que os projectos de energias renováveis vão parar, uma vez que o executivo quer que os cerca de 1,6 GW já licenciados ou autorizados sejam concretizados, mas representa um travão ao sector que passará a funcionar como medida de salvação a accionar caso as remanescentes não venham a revelar-se suficientes.

Por exemplo, o Aquecimento e Arrefecimento é o sector que mais FER incorpora, tendo já ultrapassado a meta proposta, permitindo atingir 25 por cento de FER em 2010. Neste cenário, pode ler-se no documento «muitas das medidas planeadas no horizonte 2020 perdem a sua relevância» e devem ser revistas. O novo quadro legal vai ainda estudar as tecnologias consoante a sua maturidade, estimando as que precisem de uma tarifa especial.

Com as renováveis em queda, a aposta do actual executivo vai para a eficiência energética. O Governo opta assim por eliminar as medidas mais onerosas e reforçar as medidas de baixo custo para o Estado, sem que se ponham em causa o cumprimento das metas europeias a que Portugal se comprometeu. No Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética (PNAEE), igualmente em consulta pública, têm destaque as medidas para o segmento dos transportes. A execução do actual PNAEE é de 651 ktep, apontando para uma taxa de cerca de 36 por cento. As medidas com melhor execução respeitam ao Programa Renova casa e escritório (61 por cento) e Mobilidade urbana (59 por cento), enquanto as medidas com piores resultados são eficiência energética do Estado (20 por cento) e sistema de eficiência nos transportes (22 por cento).

Nos transportes e no sector residencial&serviços existe um potencial de mais de110 ktep resultante de novas medidas como o reforço da medida actualmente vocacionada para os mini-bus através da introdução de táxis colectivos, promoção do uso da bicicleta e de outros modos de transportes suaves; promoção da aquisição de veículos eléctricos nomeadamente no mercado de mistos e passageiros; limitação do transporte de mercadorias em modo rodoviário para áreas onde se justifica a oferta/procura de modo ferroviário para trajectos superiores a 300 km; contabilizar a venda de equipamentos eficientes (lavar loiça e secar roupa).

fonte:http://www.google.com/

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24
Abr 12

Energia renovável é o sector com mais investimento directo estrangeiro em 2011

A energia renovável foi o sector que mais cresceu em termos de investimento directo no estrangeiro em 2011, segundo o relatório. The FDI report 2012 – Global greenfield investment trends. A energia renovável tornou-se o sector líder em investimento de capital na Europa em 2011, e foi o segundo maior sector na América do Norte.

O número de projectos aumentou 20 por cento e o investimento de capital aumentou 40,7 por cento. A criação de empregos associados a estes projectos cresceu também 54 por cento. Em contraste, o número de projectos em carvão, petróleo e gás natural caíram 6 por cento em 2011, com uma diminuição global de 54 por cento entre 2008 e 2011.

As alterações climáticas, o esgotamento dos recursos naturais e as oportunidades para as energias renováveis estão entre os temas globais importantes na última década, altura em que se verificaram anos de grandes incentivos fiscais e subsídios dos governos encorajando o rápido crescimento do sector.

No entanto, pode ler-se no relatório, na esteira da crise económica global, os preços do petróleo caíram e os orçamentos governamentais foram cortados, reduzindo os incentivos disponíveis para as empresas de energia renovável. Com a procura de energia renovável sob pressão e com um crescimento enorme na capacidade de produção para as indústrias de energia solar e eólica na China, os preços dos principais componentes caíram drasticamente levando a várias falências das principais empresas de energia renovável.

O relatório revela ainda que o investimento directo no estrangeiro em volume de projectos aumentou quase seis vezes de 2003 e 2011 nas energias renováveis. Este é o crescimento mais rápido de todos os sectores em investimento directo no estrangeiro. Em 2011, o investimento em em energia renovável era de 77 mil milhões de dólares.

Se os motores, turbinas e componentes solares que alimentam o sector fossem incluídos, o total de investimento em 2011 subiria para os 91 mil milhões de dólares. 
O mesmo documento revela que os EUA foram o país líder em investimento em projectos de energia renovável em 2011, atraindo 11 por cento dos projectos globais no sector, seguida pelo Reino Unido com 9 por cento dos projetos. A Roménia também teve um ano muito forte, atraindo 7 por cento dos projectos globais.

fonte:http://www.google.com

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23
Abr 12

Plano para Barragens evita importação de 3,3 mil milhões de petróleo

A actual rede hidroeléctrica explora 50% do potencial hídrico de Portugal.

A energia produzida através do Plano Nacional de Barragens (PNB), e de acordo com dados do executivo, evitará a importação de 3,3 mil milhões de barris de petróleo por ano. Além disso, com este plano, Portugal passa a ter um aproveitamento hídrico de 75%. Mesmo assim, muito longe do que seria ideal e das nossas potencialidades. Fonte oficial da EDP disse ao Diário Económico que "o nosso país é dentro da UE um dos países com maior potencial de desenvolvimento hídrico ainda não aproveitado". Daí que a eléctrica acredite que "a construção destes novos empreendimentos pode ser entendido como a conclusão de um trabalho de casa que os nossos parceiros da União já realizaram anteriormente".

A actual rede hidroeléctrica explora 50% do potencial hídrico de Portugal, cerca de 5000 MW de potência, mas a capacidade produtiva nacional através desta fonte renovável é bem maior. A nova Estratégia Nacional de Energia definiu como prioridade atingir os 8.625 MW de potência instalada, até 2020, o que pode elevar para 40% a energia de origem hídrica.

Para esta crescente importância da produção de energia eléctrica através da água, muito vai contribuir o Plano Nacional de Barragens. O PNB foi apresentado pelo Governo de José Sócrates como uma das principais bandeiras políticas energéticas, tendo no seu pacote inicial, dez centrais, todas objecto de concurso público. Porém, duas acabaram por não conseguir atrair investidores, sendo que as restantes caíram por questões ambientais. Um dos casos foi uma barragem ganha pela Iberdrola, e mais recentemente, o empreendimento do Alvito, que estava nas mãos da EDP.

Aliás, a eléctrica nacional é praticamente o único produtor hídrico no país, à excepção de alguns projectos de mini-hídricas e o caso da barragem da Aguiera, gerida pela Iberdrola, empresa espanhola que irá entretanto reforçar o seu peso, uma vez que terá a cargo, em conjunto com a Endesa, a gestão de outras barragens, do PNB, plano esse que, apesar de estar reduzido a seis projectos, continua a ser o grande motor da energia hídrica em Portugal e do próprio sector da construção, criando, em média, cerca de mil postos de trabalho directos por ano, por central.

Actualmente estão a ser feitos novos aproveitamentos em Baixo Sabor, Ribeiradio-Ermida e Foz Tua e reforços de potência em Picote II, Bemposta II, Alqueva II, Venda Nova III e Salamonde II, sendo que "a potência instalada é da ordem de 2140 MW", informa fonte oficial da EDP, que adianta que o investimento global ascende a cerca de 3,28 mil milhões de euros. Se considerarmos apenas o conjunto das que já se encontram em construção ou que entraram em exploração em Dezembro 2011 (Picote e Bemposta),"esse valor ronda 1,97 mil milhões de euros", diz a mesma fonte que esclarece que as centrais de Bemposta e Picote "irão poupar em termos anualizados cerca de 35 milhões de euros de combustíveis diminuindo assim não só a nossa dependência energética como irão contribuir positivamente para a nossa balança de transacções com o exterior".

De referir ainda que os centros electroprodutores hidroeléctricos da EDP actualmente em construção ou em fase de estudo/licenciamento, "representam uma potência instalada da ordem de 3540 MW", informa a empresa que antevê ver tudo a funcionar "num horizonte dos próximos dez anos".

Mini-hídricas atraem atenções de outras empresas do sector
A actuar no segmento das pequenas centrais hídricas, ou seja, menos de 10 MW, o grupo Generg tem actualmente um portfólio produtivo de 33,2 MW de capacidade instalada, sendo que em 2011, o volume de negócios neste sector representou 6% da facturação total do grupo. Álvaro Brandão Pinto, administrador-delegado do grupo afirma que a produção hidroeléctrica o ano passado "pese embora a alta disponibilidade do portfolio, atingiu apenas 87% do esperado, situando-se em cerca de 74,3 GWh, muito inferior à do ano civil anterior". O responsável informa que este valor representou cerca de 7% da produção total do Grupo Generg em 2011".

Também o Grupo Mota-Engil está de olhos postos no sector das energias renováveis, estando interessada em entrar no negócio das grandes barragens e da mini-hídricas dentro e fora de Portugal. As empresas DTS e Energy Top actuam também neste segmento.

 

fonte:http://economico.sapo.pt/

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23
Abr 12

«Governo tem de esclarecer estratégia para renováveis»

A Associação Portuguesa da Indústria Solar (APISOLAR) solicitou uma audiência ao Governo para esclarecer a estratégia relativa ao regime de microprodução e à energia solar térmica, prevista pelo Governo na revisão do Plano Nacional para as Renováveis.

«A APISOLAR considera serem pouco claros os documentos disponibilizados, estando a solicitar uma audiência à Secretaria de Estado da Energia (SEE) no sentido de esclarecer a abordagem estratégica ao regime da microprodução e às disposições relativas à energia solar térmica», anunciou esta segunda-feira a associação em comunicado citado pela Lusa.

Na semana passada, foi divulgada a revisão dos Planos Nacionais de Ação para a Eficiência Energética (PNAEE) e para as Energias Renováveis (PNAER), cuja consulta pública decorre até 18 de maio.

«A APISOLAR pretende em particular esclarecer qual o enquadramento das medidas lançadas no âmbito do trabalho que tem vindo a desenvolver em conjunto com as restantes associações do setor», explicou.

O PNAER prevê que «as medidas de eletricidade que impliquem o licenciamento de potência adicional a partir de fontes de energia renováveis poderão ser suspensas».

Segundo o relatório, os transportes são o setor que incorpora menos fontes de energia renováveis, podendo levar a atrasos nos compromissos assumidos por Portugal até 2020.

«Possíveis atrasos de execução do PNAEE poderão ser colmatados com ações nas áreas do aquecimento/arrefecimento e eletricidade», realça o relatório do Ministério da Economia, que aponta caminhos para melhorar a eficiência energética do país, através de uma redução de 25 por cento do consumo até 2020.

Por seu lado, o aquecimento/arrefecimento é, atualmente, o setor que mais fontes de energia renovável incorpora, tendo ainda margem de progressão, através de medidas de apoio ao solar térmico, bem como de promoção à utilização de biomassa para aquecimento.

Portugal é o quarto país da União Europeia com maior grau de cumprimento do peso das fontes de energia renovável no consumo final de energia, sendo apenas superado pela Suécia, Finlândia e Áustria.

fonte;http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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21
Abr 12

Governo trava eólicas e corta energia solar em mais de 60%

Novas metas para 2020 apertam objectivos do Governo de Sócrates.

A revisão do Plano Nacional de Acção para as energias renováveis (PNAER) dará menos espaço para o crescimento de fontes como a eólica e a energia solar. Face ao anterior plano, delineado pelo Governo de José Sócrates, o PNAER do Executivo de Pedro Passos Coelho reduz em 23% a meta de capacidade eólica em 2020 e corta em 63% a fasquia de potência solar.

O PNAER do anterior Governo previa que Portugal chegasse a 2020 com 6,88 gigawatts (GW) de potência eólica (hoje está com 4,1 GW), mas a revisão do plano aponta para não mais que 5,3 GW. No que respeita a energia solar, as contas do Executivo socialista previam que o País atingisse 1,5 GW de capacidade em 2020 (dez vezes mais que a actual). Porém, a proposta do novo Governo não vai além dos 0,55 GW. 

As novas metas, apresentadas pela Direcção-geral de Energia e Geologia (DGEG), serão debatidas em consulta pública até 18 de Maio, para que o Governo depois redija o relatório oficial para Bruxelas. No documento disponibilizado pela DGEG lê-se que "a capacidade das tecnologias emergentes, ondas e solar térmico, é praticamente anulada". O Governo reconhece ainda que as potências previstas para tecnologias como o solar fotovoltaico e a geotermia "são reduzidas a mais de metade" face ao plano actual.

Com efeito, enquanto o PNAER elaborado pelo Governo de Sócrates estimava que Portugal teria 75 MW de potência geotérmica em 2020, o plano agora revelado pela DGEG admite somente 30 MW. Na energia das ondas há uma razia: a potência prevista para o ano 2020 afunda de 250 MW para 6 MW. 

O novo PNAER faz um ligeiro ajustamento na capacidade hídrica, reduzindo a potência prevista para as barragens em 2020 de 9,5 para 9 GW. Quanto à produção eléctrica a partir de combustíveis fósseis, o Governo admite a entrada em operação em 2017 das centrais de ciclo combinado a gás natural de Sines e Lavos, empreendimentos já incluídos nas contas do plano original.

Crescimento cauteloso da potência para um consumo débil

Globalmente, Portugal deverá ver a sua potência eléctrica total passar dos actuais 19,6 GW para 24,2 GW, resultado da nova capacidade prevista até 2020 (sobretudo eólica, hídrica e gás) e do fecho de algumas centrais (fuel e carvão). 

Segundo os novos dados da DGEG, o País deverá até 2020 ter um crescimento médio anual do consumo de electricidade de 0,7%. Mas a electricidade é só uma parte (cerca de 20%) do consumo energético total do País. Para cumprir as metas internacionais de incorporação de renováveis também são tidos em conta os sectores dos transportes e do aquecimento e arrefecimento. 

Nos transportes, a inclusão de renováveis (biocombustíveis) era de 5,6% em 2010, correspondendo a 326 mil toneladas equivalentes de petróleo (TEP). No aquecimento e arrefecimento as fontes renováveis valem 2,2 milhões de TEP, ou 34,5% da energia do sector. Na electricidade a quota de 41% de renováveis valia em 2010 quase 2 milhões de TEP. Tudo somado, Portugal já tem 25% da sua energia final proveniente de renováveis. A meta para 2020 é 31%.

O novo plano de acção

Revisão do PNAER elimina medidas mas vai reforçar outras

Cancelar plataforma de gestão de tráfego

Os anteriores planos para as renováveis (PNAER) e eficiência energética (PNAEE) contemplavam a criação de uma plataforma de gestão de tráfego dos grandes centros urbanos, para estimular a eficiência nos transportes. O plano revisto sugere eliminar essa medida, que não chegou a avançar, por ser de "difícil implementação". 

Reforçar a adesão a lâmpadas economizadoras 

A medida, que vinha do anterior plano, de incentivar o abandono de lâmpadas incandescentes teve um "impacto acima do esperado", avalia o Governo. Por isso, a acção proposta é "reforçar" a medida, promovendo o uso de lâmpadas LED ou de halogéneo eficiente. 

Dinamizar a cogeração nos hospitais 

A instalação de cogerações (produção simultânea de calor e electricidade) nos hospitais já estava no anterior plano, mas não foi implementada. O plano revisto pretende "reforçar a medida", em linha com as metas de estímulo da eficiência energética na Administração Pública.

Incentivar a adesão aos veículos eléctricos 

O Executivo quer promover a procura e penetração de carros eléctricos no mercado de veículos mistos e de passageiros, incentivando a sua utilização nos principais centros urbanos, com parqueamento grátis e circulação autorizada nas faixas BUS ou em outras faixas dedicadas. 

Medida "carga verde" 

Uma das novidades na revisão do plano é a medida "Carga Verde", que prevê a criação de "portos secos" em alguns pontos das linhas ferroviárias para permitir a intermodalidade nos transportes de mercadorias, de modo a que, onde seja possível, se evite o meio rodoviário, o que contribui para poupar em importação de combustíveis fósseis.

FPONTE_https:www.jornaldenegocios.pt

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«Governo trava projetos nas energias renováveis»

A revisão do Plano Nacional de Ação para as Energias Renováveis vai dar menos espaço para o crescimento de fontes como a eólica e a energia solar. E o apoio à produção de energia pelas famílias irá acabar. Comparado com o plano feito pelo Governo de José Sócrates, o delineado pelo Executivo de Pedro Passos Coelho reduz em 23 por cento a meta de capacidade eólica em 2020 e corta em 63 por cento a fasquia da potência solar.

FONTE:http://www.abola.pt/

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21
Abr 12

Portugal é o quarto país da UE mais perto de atingir meta das renováveis em 2020

Portugal é o quarto país da União Europeia mais avançado em termos de cumprimento das metas para 2020 sobre peso das fontes de energia renováveis no consumo final de energia, de acordo com um relatório do Ministério da Economia.

Segundo o documento de apoio à revisão dos Planos Nacionais de Ação para a Eficiência Energética (PNAEE) e para as Energias Renováveis (PNAER), Portugal já tinha cumprido, em 2009, 79 por cento dos objetivos previstos, sendo apenas superado pela Suécia, Finlândia e Áustria.

Para cumprir a meta até 2020, faltavam apenas seis por cento, de acordo com o documento, que conclui que “os desafios associados ao PNAER são hoje facilmente alcançáveis com medidas de menor investimento”.

“A revisão do plano requer uma redução no pacote de medidas e deve centrar-se no ajustamento da oferta à procura”, realça o documento hoje divulgado, que está disponível para consulta pública até ao próximo dia 18 de maio.

Neste contexto, a potência atribuída e não instalada, de fontes renováveis, é de 1,6GW, considerando “prioritário” o seu seguimento e garantia de entrada na rede, mas, ressalvando, não parecer crítico licenciar potência adicional no curto/médio prazo.

O documento admite a possibilidade de a obrigação de incorporação de biocombustíveis substitutos da gasolina ser numa percentagem superior à inicialmente prevista, de 2,5 por cento.

Em matéria de eficiência energética, refere, "o pacote de medidas deve ser reforçado em algumas das medidas existentes e com novas medidas de baixo custo para atingir as metas".

fonte_:http://www.energiasrenovaveis.com/

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18
Abr 12

Portugal tem 186 pequenas centrais hidroeléctricas

Mini-hídrica podem abastecer o consumo doméstico de uma cidade com 700 mil habitantes, como por exemplo Lisboa.

O país tem cerca de 48 centrais com potência entre 10 MW a 30 MW e 138 com potência inferior ou igual a 10 MW em funcionamento. Todas consideradas pequenas centrais hidroeléctricas (que vulgarmente se designam de mini-hídricas), e que correspondem à instalação de 590 MW de potência e a uma produção média de mil MW. Para melhor ilustrar esta capacidade, saliente-se que é passível de abastecer o consumo doméstico de uma cidade com 700 mil habitantes, como por exemplo Lisboa.

O negócio das pequenas centrais hidroeléctricas oferece potencialidades de crescimento, existindo, seguramente condições para duplicar a capacidade instalada e porventura até atingir os 1000 MW. Mas desde há quatro anos a esta parte que a actividade vive um impasse e não têm sido atribuídas novas licenças, acrescentou, apesar de haver cerca de mil novos pedidos. No entanto, não é um negócio para qualquer um e, refira-se, 95% da capacidade instalada está localizada da bacia do Mondego para Norte, assim como a potencialidade para a construção de novos equipamentos. Os valores de investimento inerentes obrigam a que os potenciais interessados tenham alguma capacidade financeira. Os valores de investimento podem variar entre os dois a três milhões de euros por MW. Talvez por isso, o negócio está concentrado em quatro entidades empresarias, existindo também alguns pequenos operadores.

Quatro operadores em Portugal 
A EDP é a principal operadora das pequenas centrais hidroeléctricas com cerca de 160 MW, embora neste momento esteja um pouco desinteressada do negócio. Esta actividade é ainda explorada pela Hidrocentrais Reunidas (empresa de capital austríaco) que responde por uma capacidade instalada de 42 MW, pela portuguesa Generg (tem 33 MW), pela luso-alemã Hidroerg (20 MW) e ainda pela sociedade Empreendimentos Hidroeléctricos do Alto Tâmega e Barroso.

 

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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18
Abr 12

EDP Renováveis: produção aumenta 18% num ano

A EDP Renováveis (EDPR) aumentou a produção de eletricidade em 18 por cento, para 5,2 TWh, no primeiro trimestre de 2012 em relação ao mesmo período do ano passado, o que se explica pelo aumento da capacidade instalada e ao crescimento nos EUA.

«Os EUA foram o principal motor de crescimento ao registarem um aumento na produção de 16 por cento, para 3,1 TWh, em relação ao período homólogo», explica a empresa do grupo EDP em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). 

Na Europa, a produção da EDPR aumentou seis por cento, devido ao crescimento na Europa Central e de Leste, enquanto em Portugal houve uma quebra na produção, de 21 por cento em relação ao período homólogo, devido «ao fraco recurso eólico». 

Já em Espanha, nos primeiros três meses de 2012, a produção subiu quatro por cento devido à maior capacidade instalada em relação ao ano anterior. 

A empresa liderada por Manso Neto destacou ainda a produção no Brasil, que cresceu «mais de oito vezes» em relação ao período homólogo, com a entrada em operação de 70 MW em maio de 2011. 

«No trimestre, a EDPR alcançou um fator de utilização de 34 por cento, um valor de destaque na indústria, evidenciando a elevada qualidade dos seus parques eólicos e capturando os benefícios de uma carteira diversificada de ativos», realçou no anúncio ao mercado. 

De todos os mercados, foi nos EUA que a EDPR alcançou um fator de utilização mais elevado, de 41 por cento, mais seis por cento do que no mesmo período de 2011. 

No final de março de 2012, a EDPR geria uma carteira de ativos de 7,5GW de capacidade onshore em oito países e tinha em construção 500 MW.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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