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Energias Renovaveis

Blog destinado a partilhar o que de melhor existe no mundo das energias renováveis. Energia solar, energia eólica, biomassa, etc, tudo sobre as ultimas novidades e noticias.

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Energias Renovaveis

04
Ago14

Julho com a produção elétrica renovável mais baixa do ano

adm

As condições meteorológicas em julho foram pouco favoráveis à produção de energia elétrica de origem renovável, que no seu conjunto representou 37% do consumo, o valor mais baixo do ano, de acordo com a REN -- Redes Energéticas Nacionais.

No mês de julho, a produção renovável foi sobretudo afetada pela reduzida produção hídrica, enquanto a produção eólica ficou próxima dos valores normais para a época.

Ainda assim, entre janeiro e julho, a produção renovável representou 69% do consumo, com a hídrica a assegurar 38% do consumo, a eólica 25%, a biomassa 5% e a fotovoltaica 1%.

O consumo de energia elétrica voltou a contrair em julho face ao mês homólogo, contrariando a tendência de crescimento verificada no primeiro semestre deste ano.

 

Em julho, o consumo de energia elétrica apresentou uma contração face ao mês homólogo do ano anterior de 3,5%, que se reduz para 0,3%, com a correção do efeito da temperatura e número de dias úteis.

Nos primeiros sete meses do ano, o consumo de energia subiu 0,2% em relação ao mesmo período de 2013.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/e

09
Jun14

Portugal exporta energia renovável

adm

Nos cinco primeiros meses do ano, graças à produção de energia com base em fonte renováveis como o vento, o sol e a água, Portugal registou um saldo exportador na ordem dos 1526 gigawatts/hora (GWh). A balança favorável a Portugal resulta do mau tempo que se fez sentir nos primeiros três meses do ano, com forte precipitação e vento forte. No final de março, o saldo exportador atingia então os 1934 GWh. Nos dois meses seguintes, abril e maio, as importações foram, contudo, superiores às exportações, mas mesmo assim a balança permaneceu positiva num ganho próximo dos 40 milhões de euros. 

Em maio, a redução da chuva e a consequente menor produção de energia pelas barragens levou a que a produção de energia com base em fontes amigas do ambiente tenha tido o desempenho mais fraco do ano. Nesse mês, a produção de energia com base nas renováveis representou 54% do consumo nacional. Em termos comparativos, no mês de janeiro esse valor estava na ordem dos 80%. A quebra é resultado, sobretudo, de uma redução da produção hídrica, que foi 27% mais baixa em relação ao mês homólogo do ano passado. Em contrapartida, a produção eólica aumentou 21% em maio, com o índice de produtibilidade a ser o mais elevado de sempre para este período, segundo a REN - gestora da rede elétrica nacional. Na análise dos primeiros cinco meses do ano, a energia produzida a partir da água, luz e sol representou 76% do consumo, com a produção hídrica a assegurar 44% deste valor, a eólica 27%, a biomassa 5% e a fotovoltaica 1%. Na produção não renovável (com base em combustíveis importados), as centrais a carvão asseguraram 13% do consumo e as centrais a gás natural 10% do consumo. O consumo de eletricidade subiu em maio 0,4% face ao mesmo mês de 2013. 

fonte: http://www.cmjornal.xl.pt/

22
Abr14

EDP Renováveis aumenta produção de eletricidade em 10% até março

adm

A EDP Renováveis (EDPR) aumentou em 10% a produção de eletricidade no primeiro trimestre de 2014 em relação ao período homólogo, um crescimento que reflete o aumento da capacidade instalada e da produção eólica, anunciou esta terça-feira a empresa.

Em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a EDPR informou que até março produziu 6,1 Terawatts-hora (TWh) de energia limpa, um aumento de 10% face ao período homólogo, que se deveu essencialmente à atividade na Europa.

 

"As operações na Europa foram o principal motor de crescimento da produção de eletricidade, ao registar um aumento de 13%, representando 51% da produção do período", adianta a subsidiária do grupo EDP.

Na América do Norte, a EDPR aumentou a sua produção em 8% face ao período homólogo, atingindo os 2,9 TWh. Em contrapartida, a produção no Brasil decresceu 5% devido ao menor fator de utilização.

Nos três primeiros meses do ano, a empresa liderada por Manso Neto alcançou um fator de utilização (índice de produção média) de 38%, valor que é justificado pela "elevada qualidade dos parques eólicos" e pelo "forte recurso eólico do período".

Em março, a EDPR geria uma carteira de ativos de 8,6 MW em dez países, dos quais 7,8 GW consolidados integralmente e 817 MW consolidados pelo método de equivalência patrimonial.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/E

13
Fev14

Mau tempo empurra renováveis para recorde em Janeiro

adm

As barragens e parques eólicos em Portugal produziram em Janeiro electricidade que seria suficiente para assegurar 91% do consumo nacional. Se parte desta energia não tivesse sido exportada, na prática nove em cada dez lâmpadas acesas numa casa poderiam ter sido alimentadas sobretudo pelos parques eólicos e barragens do país.

“São números brutais”, diz o presidente da Associação de Energias Renováveis (Apren), António Sá da Costa. “E o mês de Fevereiro vai pelo mesmo caminho”, completa.

Os números avançados pela Apren, com base na estatística mensal das Redes Energéticas Nacionais (REN), representam apenas uma imagem do potencial das fontes renováveis no país. Em números reais, 78% da produção nacional de electricidade são de origem renovável. Cerca de 14% de toda a electricidade produzida foram exportados.

A maior fatia da produção em Janeiro cabe às barragens, que estão a abarrotar com as chuvas deste Inverno. Das 57 albufeiras monitorizadas pela Agência Portuguesa do Ambiente, 35 estão acima dos 80% da sua capacidade de armazenamento. Quase todas as bacias hidrográficas do país estão com mais água do que a média dos últimos 30 anos para Janeiro.

Com isso, as grandes hidroeléctricas produziram 44% da electricidade do mês passado. As mini-hídricas completaram a produção com mais 4%.

A seguir vêm os parques eólicos, que foram responsáveis por 30% da produção eléctrica. “Foi o mês de Janeiro de maior produção eólica de sempre”, afirma António Sá da Costa.

A queima de resíduos, de biomassa e de biogás contribuiu com mais 4% para a produção de electricidade e os painéis solares fotovoltaicos com uma pequena fatia — 0,4%.

A influência da meteorologia tem sido determinante. Em 2012, ano de um Inverno mais seco, apenas 36% da electricidade produzida em Janeiro veio de fontes renováveis.

Portugal está, agora, a passar por semanas extremamente húmidas. Depois de um Novembro seco e de um Dezembro próximo da média, Janeiro foi um mês de chuvas em grande parte do país. As barragens encheram-se e têm sido feitas descargas controladas, de modo a manter alguma reserva para “encaixar” picos de cheias.

Ainda assim, alguns efeitos têm sido sentidos. Na manhã desta quarta-feira, havia 50 estradas e caminhos cortados em todo o país devido ao mau tempo. Reguengo do Alviela, como sempre ocorre mal sobem as águas do Tejo, ficou isolada na terça-feira. Na Régua, o cais fluvial foi inundado pelas águas do Douro. E na região Oeste, os agricultores começam a fazer contas aos prejuízos do alagamento dos campos de hortícolas.

A situação actual não chega a ser excepcional. “De três em três anos temos valores como os de agora”, afirma Rui Rodrigues, director do Departamento de Monitorização e Sistemas de Informação do Domínio Hídrico. “São variações próprias do clima mediterrânico”, completa.

O reverso da medalha é o empurrão que as condições do tempo estão a dar às renováveis. O presidente da Apren acredita, porém, que a meteorologia não diz tudo e afirma que o resultado do mês passado — que se soma ao de 2013, com quase 60% de electricidade com origem em fonte renovável em todo o ano — mostra que as renováveis são uma fonte fiável de abastecimento.

Sá da Costa refere-se em particular aos críticos, que argumentam que muita dependência das renováveis — em particular dos parques eólicos — pode representar um risco, dada a variabilidade da produção em função das condições naturais. “Nada disto é verdade”, afirma.

fonte:http://www.publico.pt/e

14
Jan14

Quase 60% do consumo de eletricidade oriundo de energias renováveis

adm

Quase 60% do consumo de eletricidade em 2013 em Portugal foi oriundo de fontes renováveis, um aumento de 20% em relação 20%, refere a Quercus num comunicado emitido esta terça-feira.

 

A organização ambiental refere que se assistiu a uma "redução do valor de eletricidade importada em 2,8 vezes, o que, na prática, se traduz num decréscimo de 10% do total consumido".

A produção de energia hídrica mais do que duplicou, ao passo que a produção de energia eólica aumentou quase 20% e a fotovoltaica disparou 25% face a 2012, de acordo com a Quercus.

"Não podemos deixar de continuar a apostar nas energias renováveis e na eficiência energética, permitindo a recuperação da economia sem onerar o ambiente. Para tal, é preciso um investimento na sensibilização e um planeamento adequado do setor energético também em prol de uma desejável política climática exigente", afirmou Francisco Ferreira, coordenador do grupo de energia e alterações climáticas da Quercus, citado no comunicado.

A Quercus aponta que a produção de energia através de fontes renováveis foi responsável por 32% de toda a eletricidade produzida em Portugal continental, sendo que em 2012 esta proporção tinha sido de 27%.

Este aumento deve-se sobretudo à energia eólica, que garantiu 23% da produção elétrica, referiu a organização ambiental, estimando que, em cada hora de consumo de eletricidade em 2013, dezanove minutos tiveram origem nestas centrais renováveis, dos quais catorze minutos foram produzidos pela energia eólica.

fonte:http://www.jn.pt/Pa

09
Nov13

Energias renováveis criaram cinco mil postos de trabalho nos últimos quatro anos

adm

A área das energias renováveis deu emprego a cinco mil pessoas nos últimos quatro anos. 

Para Carlos Pimenta, antigo secretário de Estado do Ambiente e presidente da Plataforma para o Crescimento Sustentável, Portugal vai acabar por conseguir produzir quase toda a energia que gasta. 

“Acredito muito que Portugal tem como objectivo que, em 2050, 100% da sua electricidade e uma percentagem muito grande do resto da energia de que precisa seja de fontes portuguesas, renováveis, com tecnologia portuguesa, feita em Portugal e investigada em Portugal”, afirma. 

O ex-governante elogia o potencial da indústria energética portuguesa, sobretudo na vertente de criação de emprego. 

“Só nos últimos quatro anos na indústria eólica criaram-se mais de dois mil postos de trabalho industriais, e mais três mil de serviços. Só este ano de 2013 exportaram-se mais de milhões de euros em máquinas e para o ano já temos mais de três milhões de euros em encomendas do estrangeiro de máquinas eólicas feitos em Portugal.” 

O agora eurodeputado Carlos Pimenta apresenta um guião para o crescimento do país. 

São 72 medidas em quase todas as áreas da governação, entre as quais a fixação de limites à despesa do Estado, condições para desagravar o IRS e a criação de uma instituição independente para as parcerias publico privadas.

fonte:http://rr.sapo.pt/i

02
Nov13

Renováveis abastecem mais de metade do consumo de electricidade

adm

O consumo de electricidade aumentou em Outubro pelo quarto mês consecutivo, reduzindo a queda verificada desde Janeiro para 0,2%, e a produção renovável abasteceu este ano 57% do consumo nacional, segundo dados da REN.

De acordo com os dados da REN - Redes Energéticas Nacionais, o consumo de energia eléctrica registou, em Outubro, um aumento de 1,2% em relação ao mesmo mês de 2012, que se limita a 0,9% com correcção dos efeitos de temperatura e número de dias úteis.

Entre Janeiro e Outubro deste ano, o consumo apresentou uma tendência de queda de 0,4% face a igual período de 2012, ou de 0,2% com correcção dos efeitos de temperatura e dias úteis.

Até final de Outubro, 57% do consumo nacional de electricidade foi abastecido por fontes renováveis: hídricas 28%, eólicas 23%, biomassa 6% e fotovoltaicas 1%.

Já as centrais a carvão abasteceram 22% do consumo e as centrais a gás natural 14%.

Nota ainda para o facto de, na madrugada do dia 22 de Outubro, a produção eólica ter atingindo o valor mais elevado de sempre: 3.840 Megawatt (MW).

Em Outubro, a tendência importadora que se registou nos últimos meses manteve-se, com o saldo importador anual a equivaler, no final do mês, a 6% do consumo total.

 

fonte:http://economico.sapo.pt/n

14
Out13

EDP Renováveis vende 49% de parque eólico em França

adm

Valor de 100% do parque está estimado em 126 milhões de euros.

A EDP Renováveis vendeu 49% de um portefólio de parques eólicos com França com 100 'megawatts' (MW) de capacidade a duas subsidiárias do grupo suíço Axpo Group.

A venda inclui uma participação accionista representativa de 49% do capital e respectivos empréstimos obrigacionistas a Axpo Power AG e à Celtralschweizerische Kraftwerke, segundo o comunicado enviado à CMVM.

Os dois parques beneficiam de uma remuneração em regime de 'feed in tariff'. "Considerando o preço da transacção, o Enterprise Value (EV) implícito para 100% dos activos ascende a 126 milhões de euros", segundo o comunicado.

A EDP Renováveis já completou quatro transacções de activos (Borealis, CTG, Fiera Axium e Axpo), alcançando um total de 620 milhões de euros com a venda de participações minoritárias em parques eólicos em operação.

Esta estratégia é um dos objectivos centrais da EDP Renováveis, para cristalizar valor e investir em no desenvolvimento de projectos de valor acrescentado, conclui o comunicado.

As acções da EDP Renováveis desciam 0,57% para 3,82 euros.

fonte:http://economico.sapo.pt/

12
Out13

Viver do renovável é possível e Portugal é exemplo mundial

adm

Quando Thomas Midgley Jr. inventou, na década de 20, o aditivo de chumbo para a gasolina utilizado nos automóveis, além de alguns dos CFC utilizados em aerossóis, o seu trabalho foi acatado como de grande importância científica, tendo o inventor recebido vários prémios pelo seu trabalho. 

Só mais tarde se viria a descobrir que Midgley teve «mais impacto na atmosfera do que outro organismo na história da Terra», palavras do historiador ambiental J. R. McNeill.

Midgley ficaria conhecido como o «homem que matou mil milhões de pessoas», devido aos malefícios para a saúde da exposição ao chumbo libertado na atmosfera mundialmente, e dos danos causados pelos CFC na camada do Ozono.

Agora é preciso reverter este processo. E a maioria da comunidade mundial está interessada em retroceder os danos causados ao planeta, não só pelas invenções de Midgley, mas principalmente pela utilização de combustíveis fósseis para criação de energia. 

Portugal está, no entanto, no top 10 mundial de uso de energias limpas (dados de 2012), com 70% da energia consumida a nível nacional a provir de fontes renováveis, segundo dados da REN, relativos ao primeiro trimestre deste ano, e que foram esta quinta-feira referidos num artigo do jornal The Guardian. 

Significam estes números que a energia eólica (25% do consumo), a energia provinda de barragens (cerca de 36%), a solar, a biomassa e até a energia das ondas (produto inovador a nível mundial instalado no fundo do mar ao largo de Peniche) podem vir a sustentar o setor energético português se assim se entender.

A produção de energias renováveis, uma das bandeiras dos mandatos de José Sócrates, cresceram dos 38% de 2008, segundo estudo da APREN (associação das energias renováveis), para os 70 de hoje, com o norte e centro do país responsáveis pela maioria da energia gerada pelo vento, o sul encarregue da maioria da produção solar, e o litoral e arquipélagos responsáveis pela maioria da energia gerada pelo mar.

No dia 6 deste mês a EDP Renováveis conseguiu um contrato na Califórnia, EUA, para abastecer aquela zona com 100 mega Watts durante 20 anos, a juntar ao contrato de julho, para abastecer igualmente o estado de Oklahoma. 

A lembrar também, a fábrica de turbinas eólicas que estava nos planos da CTG, empresa que comprou a parte do Estado português na EDP, que poderia gerar uma fonte de riqueza ao nosso país e ainda não foi descartada pela empresa chinesa.

Portugal deu também um salto no setor automóvel, estando já disponíveis vários modelos de carros completamente elétricos, hoje mais apelativos que os primeiros modelos lançados há uns anos. 

Carros como o desportivo «Model S», da Tesla, conseguem já uma autonomia de 480km com uma única carga, que alimenta um motor de 410cv e vai dos 0 aos 100km/h em apenas 4.3 segundos. E se o seu problema é os pontos de carga, saiba que existem 1300, normais (6-8 horas), e 50 postos rápidos (de 20/30 minutos) em todo o país.

Por falar em carros, o projeto que está em desenvolvimento na cidade da Covilhã, onde está a ser testado um captador de energia cinética de automóveis que irá alimentar os semáforos e luzes de uma avenida da cidade.

O projeto da empresa, waydip, desenvolvido por dois ex-alunos da UBI, Francisco Duarte e Filipe Casimiro, consiste numa espécie de mosaico que capta a energia produzida pelo andar das pessoas, e dos carros, quando pisado. 

Estamos, por isso, mais além das meras lâmpadas económicas e dos carros híbridos disponíveis na década passada. Na semana em que se anunciou a produção de um carro que gasta apenas um litro de gasolina aos 100km, de um drone que consegue manter-se a uma altitude de quase 20km durante 5 anos sem gastar um único litro de combustível, e um mês depois do anúncio de um barco movido a energia solar, é possível pensar que num futuro próximo estaremos livres dos combustíveis habituais. E Portugal parece estar pronto para acompanhar o resto do mundo


fonte:http://www.tvi24.iol.pt/t

06
Out13

EDP Renováveis fecha acordo para projecto de 100 MW nos EUA

adm
A eólica portuguesa assinou um contrato de venda de energia eléctrica na Califórnia para os próximos 20 anos. Instalação está prevista para 2015.

A EDP Renováveis fechou um contrato de venda de 100 mega watts (MW) de energia eléctrica (CAE) nos Estados Unidos da América (EUA), segundo comunicou a empresa em comunicado publicado junto da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

 

O projecto de energia eólica Rising Tree South tem uma duração e 20 anos e estará localizado na Califórnia, com instalação prevista para 2015, segundo o documento.

 

Este projecto vem acrescer aos investimentos previstos que irão gerar 730 MW, a partir de 2014, acordados desde o início do ano. A cotada conseguiu ainda fechar acordos de geração de outros 250 MW para serem produzidos em projectos já em exploração, refere a cotada. 

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/e

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