05
Mar 12

EDP Renováveis: 177 milhões para parques eólicos em Espanha

A EDP Renováveis estabeleceu um protocolo de financiamento de 177 milhões de euros com cinco bancos europeus para a instalação de três parques eólicos em Espanha, de acordo com o comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários.

Segundo a energética, a dívida de longo prazo contratada é de 177 milhões de euros e tem como objetivo a instalação de três parques eólicos na região espanhola da Catalunha. 

De acordo com a empresa, do projeto inicial «25 MW foram instalados em 2009 e 50 MW em 2011, enquanto os restantes 50 MW atualmente em construção espera-se que estejam instalados até ao final de 2012».

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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30
Dez 11

China de olhos postos na EDP Renováveis

Empresa liderada por Ana Fernandes «fará parte de uma plataforma» para a eléctrica chinesa «chegar a outros negócios e outros mercados»

O vice-presidente executivo da China Three Gorges admitiu esta sexta-feira o interesse na EDP Renováveis. «A EDP Renováveis é uma óptima plataforma para o futuro e para a China Three Gorges», disse Lin Chuxue, em resposta às perguntas da TVI.

«A EDP Renováveis fará parte de uma plataforma para chegar a outros negócios e outros mercados», acrescentou, ainda, o responsável, durante a conferência de imprensa para explicar o acordo para a compra de 21,35% da EDP, assinado esta manhã, pelas 11h00, no Ministério das Finanças, em Lisboa.

O acordo de compra de 21,35% da EDP já contempla a aquisição de posições minoritárias da EDP Renováveis, mas o presidente da Three Gorges não quis quantificar o interesse da eléctrica chinesa.

Questionado se, para além do acordo já firmado, a empresa estará interessada na compra de uma posição na EDP Renováveis, as respostas foram evasivas, mas não descartaram essa possibilidade.

Cao Guangjing, presidente da nova dona da EDP, admitiu que a compra de uma parcela da eléctrica nacional, é apenas «um ponto de partida, uma porta aberta, para mais investimentos chineses em Portugal».

«De facto, este acordo esta transacção vai claramente trazer boas noticias entre ligações comerciais entre Portugal e a China», explicou Cao Guangjing.

O responsável da eléctrica chinesa considerou que «o maior problema da EDP era o financiamento», realçando que a empresa e os bancos chineses vão ajudar, ao injectar liquidez na empresa. 

Cao Guangjing sublinhou, ainda, que, com o novo investimento, será possível à EDP criar mais postos de trabalho no futuro.

Escusando-se a revelar os planos enquanto maior accionista da EDP, o presidente da chinesa Three Gorges admitiu o interesse em comprar os quatro por cento do capital que ainda estão na posse do Estado e remeteu uma decisão sobre a manutenção de António Mexia na liderança da eléctrica para depois de uma discussão com os outros accionistas.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

 


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14
Jul 11

Renováveis aumenta produção de energia eólica em 27%

A EDP Renováveis aumentou a produção de energia eólica em 27% no primeiro semestre face ao mesmo período do ano passado.

Em comunicado enviado à CMVM, a empresa liderada por Ana Maria Fernandes refere que os "EUA representaram o principal motor de crescimento anual (+39%), enquanto o nível de crescimento na Europa foi afectado pelo elevado recurso eólico registado em particular no primeiro trimestre do ano anterior."

Os dados mostram que no Brasil, a produção mais do que duplicou, com um crescimento de 107%.

Nos últimos doze meses, indica também a energética, a capacidade eólica instalada da EDP Renováveis aumentou em 1,4 gigawatts, uma subida de 24% face ao primeiro semestre do ano passado.

Entre Janeiro e Junho, a EDP Renováveis instalou 486 megawatts (MW) (60% do total da nova capacidade prevista para 2011), dos quais 362 MW na Europa, 70 MW no Brasil e 54 MW nos EUA.

fonte:http://economico.sapo.pt

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28
Jun 11

EDP Renováveis vai produzir energia eólica em Aragão

A cotada liderada por Ana Maria Fernandes obteve uma licença para produzir energia eólica na região, num concurso para a produção de 1,2 GW na região.

 

A EDP Renováveis obteve uma licença instalação de 127 MW de capacidade eólica em de Aragão. A participada da EDP para as novas energias assegurou 11% do total de capacidade atribuída na região. 

“A EDP prevê que a conclusão do processo de licenciamwento e desenvolvimento dos projectos adjudicados venha a ocorrer após 2013”, conclui o comunicado da EDP Renováveis enviado à CMVM hoje depois do fecho do mercado. 

As acções da eólica valorizaram 1,16% para 4,37 euros. .

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/

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06
Jun 11

EDP Renováveis e Repsol levam eólica offshore ao Reino Unido

A EDP Renováveis (EDPR) anunciou hoje ter estabelecido uma parceria com a Repsol para o desenvolvimento de até 2,4 gigawatts de capacidade eólica offshore no Reino Unido. Em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a EDPR informa que ficará responsável por 60 por cento da participação e que irá liderar a parceria, que surge na sequência da aquisição pela Repsol da SeaEnergy Renewables (SERL).

Segundo o mesmo comunicado, no seguimento da aquisição da petrolífera espanhola, da SERL detida pela SeaEnergy PLC e consequente reestruturação societária, «a EDPR irá deter 67 por cento da sociedade Moray Offshore Wind Limited (MORL), anteriormente detida a 75 por cento pela EDPR e a 25 por cento pela SERL», bem como «49 por cento da sociedade Inch Cape Offshore Wind Limited, anteriormente detida a 100 por cento pela SERL».

A MORL está a desenvolver até 1,5 GW na Zona 1 do programa de atribuição de autorizações para o desenvolvimento de parques eólicos offshore no Reino Unido ("UK Round 3") conduzido pela Coroa Britânica. A Inch Cape, por seu turno, está a desenvolver até 0,9 GW na região Escocesa de Firth of Tay, no âmbito do programa de atribuição de autorizações para o desenvolvimento de parques eólicosoffshore em águas territoriais escocesas por parte da Coroa Britânica.

«Com esta nova parceria, a EDPR aumenta o seu pipeline de projectos, potencia as suas opções de crescimento rentável no longo prazo melhorando o seu perfil de risco, ao mesmo tempo que se associa com a Repsol, uma empresa de classe mundial no sector de energia e com um forte compromisso no desenvolvimento de capacidade eólica offshore», conclui o documento enviado à CMVM.

fonte:http://www.ambienteonline.pt/

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04
Jun 11

EDP Renováveis vende certificados verdes a Nova Iorque

A EDP Renováveis vai vender certificados verdes às autoridades de energia de Nova Iorque. Através da subsidiária Horizon Wind Energy LLC, a empresa garantiu um contrato de 10 anos «para a venda dos certificados verdes equivalentes a 45 MW do parque eólico de Marble River, no estado de Nova Iorque, com data prevista de entrada em operação em 2012», anuncia a empresa em comunicado divulgado hoje pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

«Este contrato foi atribuído no âmbito de um processo público e competitivo lançado pela New York State Energy Research and Development Authority em conjunto com a Public Service Commission, o que comprova a competitividade dos projectos eólicos da companhia», refere a empresa portuguesa no comunicado.

Este contrato de dez anos, explica a empresa, vem no seguimento do acordo efectuado em Abril de 2010 com as mesmas instituições «para a venda por um período de 10 anos dos certificados equivalentes a 171 MW do parque eólico de Marble River, o que perfaz um total de 216 MW de capacidade contratada a longo prazo».

fonte:http://www.ambienteonline.pt/

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28
Abr 11

PS rejeita energia nuclear e reforça aposta nas renováveis

O PS promete continuar a apostar nas energias renováveis e rejeita a opção pelo nuclear, segundo o programa eleitoral na área do ambiente, hoje apresentado, e que defende ainda uma abertura dos parques naturais ao cidadão.

"À tentação de alguns pela solução nuclear, o PS responde com a utilização dos recursos naturais renováveis mais presentes no país: sol, vento, mar e água", referem os socialistas no documento hoje apresentado pelo secretário-geral, José Sócrates.

Assim, é proposta a concretização do Plano Nacional de Barragens, o reforço da opção pela energia fotovoltaica, a continuação da aposta na eólica e o impulso à energia das ondas.

fonte:http://aeiou.expresso.pt

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15
Abr 11

REN investirá 450 milhões para apoiar nova produção renovável

As metas nacionais de aumento das renováveis levarão a REN a reservar mais de um quarto dos seus investimentos na rede eléctrica nos próximos cinco anos para dar suporte a essa expansão, mas Rui Cartaxo diz que o plano "é flexível".


Mais produção eólica obriga a reforço da rede de transporte.


A REN – Redes Energéticas Nacionais planeia investir cerca de 450 milhões de euros entre 2012 e 2016 na rede de transporte apenas para suportar as novas unidades de produção de electricidade a partir de fontes renováveis.

O valor consta do plano de desenvolvimento e investimento da rede de transporte de electricidade para os próximos cinco anos, plano esse que acaba de entrar em consulta pública e cuja versão final será entregue até 31 de Julho à Direcção Geral de Energia e Geologia.

O plano prevê investimentos globais de 1,6 mil milhões de euros, já incluídos na estratégia que a REN apresentou em Novembro no seu Dia do Investidor. A integração da nova potência renovável é a segunda maior componente do plano da REN para a electricidade.

A REN prevê destinar quase 34% do investimento de 2012 a 2016 à ligação à distribuição e a clientes, sendo a manutenção da segurança de abastecimento o principal objectivo da empresa.
O presidente da REN, Rui Cartaxo, afirmou durante a apresentação público do plano que o processo de consulta pública “assegura um diálogo muito grande entre a empresa e a sociedade”.

O CEO da REN disse ainda ao Negócios que “este plano é flexível”. Uma eventual contenção nos investimentos de Portugal nas renováveis terá repercussões na REN. “Se de facto vierem a ser revistas para baixo as metas de algumas renováveis, nós ajustaremos o plano”, indicou Rui Cartaxo.


fonte:Jornal de Negocios

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06
Mar 11

Energia do planeta pode ser 100% renovável em três décadas

Cientistas afirmam que totalidade do consumo poderia ser completamente de fontes eólicas, solares e hidroelétricas

Um polêmico estudo elaborado pelos pesquisadores Mark Z. Jacobson e Mark A. Delucchi, da Universidade da Califórnia, em Davis, e publicado na revista “Energy Policy”, assegura que 100% da energia consumida no planeta poderia ser obtida de fontes completamente limpas e renováveis em um prazo de três ou quatro décadas. 

No relatório se garante que esta energia teria um custo comparável ao da energia convencional que utilizamos na atualidade, e consideram que a conversão ao novo sistema seria um desafio como o do projeto Apolo, com o qual fomos à Lua na década de 1960. 

O projeto consiste na utilização de 90% da eletricidade procedente das fontes eólicas e solares. O resto da energia necessária, 8%, poderia ser gerada a partir das fontes geotérmicas e hidroelétricas, enquanto os restantes 2% se extrairia da energia produzida pelas ondas e pelas marés.

 

No entanto, embora os dois cientistas tenham tentado dar resposta a muitas das dúvidas que se colocam no setor das energias renováveis, a controvérsia já está aberta: segundo alguns pesquisadores, esta é uma concepção otimista demais sobre o futuro das energias limpas. 

Substituir o petróleo

Para Antonio Chica, cientista titular do Conselho Superior de Pesquisas Científicas (CSIC) no Instituto de Tecnologia Química de Valência, Espanha, "é preciso ser muito prudente na hora de afirmar que podemos nos servir de energias renováveis no tempo que indica este relatório”. 

“Não se pode prever a provisão futura de petróleo, as altas de preços que possa ter ou os conflitos que se possam gerar em torno dele. Embora em questão tecnológica seja certo que, por exemplo, já há países que utilizam energia eólica ou solar que produz eletricidade em grandes quantidades e de uma maneira bastante fácil", diz. 

Segundo Jacobson e Delucchi, os meios de transporte seriam movidos por energia elétrica procedente de renováveis, eliminando completamente a dependência do petróleo. Carros, trens, navios seriam impulsionados por motores elétricos alimentados por pilhas de combustível, baseadas em hidrogênio obtido mediante eletrólises de água. 

"Agora todas as grandes indústrias do automóvel estão trabalhando em alternativas que não utilizem petróleo e as alternativas são baterias e pilhas de combustível ainda em desenvolvimento. Essa pesquisa se deve a que a indústria é consciente de que o petróleo tem um tempo limitado", adverte Antonio Chica. 

"Mas para eles tanto faz que seja petróleo, hidrogênio ou qualquer energia renovável, o que lhes importa é que seja o mais barato e, por enquanto, o mais barato continua sendo o petróleo pela infraestrutura já existente que possui”, comenta.

 

“O mercado não vai se movimentar porque se polui mais ou menos. Os governos são os que teriam que direcionar o processo, assim como os níveis de poluição", também assinala o cientista. 

Esta transição para estas novas formas de energia traz uma despesa de adaptação tecnológica, mas Jacobson e Delucchi opinam que não é preciso que desenvolvamos nenhuma nova tecnologia porque elas já existem e se encontram disponíveis.

Jacobson e Delucchi apresentam um planeta semeado de sistemas eólicos e solares entre os quais se pudesse redistribuir a energia elétrica estacionária. Recolher o que o vento produz durante a noite e a energia solar durante o dia, e aproveitar ao máximo os excessos de geração que se produzem em algumas regiões e poder enviar para outras com mais dificuldades para gerá-las. 

Quanto à instalação de turbinas eólicas, um dos maiores problemas é a das grandes superfícies que são necessárias para sua instalação. O número delas que aparece no projeto é tão grande que seria preciso cobrir 0,6% da terra firme disponível. 

Mas Jacobson também tem resposta para este problema e propõe que "a maioria da terra existente entre as turbinas eólicas possa ser utilizada para a pecuária ou a agricultura". Além disso acrescenta outra alternativa: instalá-los sobre plataformas flutuantes no mar. 

Jacobson, reconhecido professor de engenharia civil especializado em temas ambientais, assegura que não existem barreiras de caráter tecnológico ou econômico para substituir todas as fontes de energia que utilizamos na atualidade por outras que sejam limpas e renováveis, e que o maior desafio é superar as barreiras políticas que o impedem.

fonte:http://revistagloborural.globo.com/

 

 

 

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22
Fev 11

Prioridade da EDP Renováveis passa ao largo da Península Ibérica

Os governos tem de dar condições de infra-estruturas e remunerações para as empresas investirem. O projecto português de eólicas ‘offshore’ vai este ano para o mar da Póvoa do Varzim.

A prioridade da EDP Renováveis (EDPR) não passa pela Península Ibérica. A garantia foi dada ontem por Enrique Alvarez-Uría, responsável pelos projectos de energia eólica ‘offshore' da empresa do grupo EDP. No II Encontro Energias do Mar, promovido em conjunto pelos jornais "Expansión" e Diário Económico, o responsável da EDPR falou perante um plateia de especialistas em energias do mar, muitos deles com reticências em considerar a eólica ‘offshore' como energia marinha. Em Portugal, o projecto Windfloat, de energia eólica ‘offshore', com turbinas dentro do mar na Póvoa do Varzim, arranca este ano com turbinas no mar.

 

fonte:http://economico.sapo.pt

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