17
Dez 11

Microgerador transforma movimento dos pneus em eletricidade

Energia dos pneus

O laboratório belga IMEC criou um minúsculo gerador capaz de produzir energia a partir das vibrações normais dos pneus durante o movimento de um carro.

O "dispositivo de colheita de energia" é capaz de gerar 42 microWatts de potência de forma sustentada quando o veículo roda a 70 km/h.

Em condições especiais de rodagem, ele chegou a gerar quase 12 vezes mais - 489 microWatts.

Contudo, os 42 microWatts são suficientes para alimentar sensores, como os usados nos sistemas de monitoramento da pressão dos pneus, já presentes em alguns carros - a vantagem é que esses sistemas não mais dependerão da troca de baterias.

O aparelho deverá também viabilizar automações adicionais, como sensores para monitorar a qualidade da estrada, ajustando automaticamente a suspensão, sistemas de segurança, detectando estilos de direção mais agressivos, e mesmo um monitoramento da integridade estrutural dos pneus.

 

 

Indústria e meio ambiente

Mas o coletor de energia não terá seus usos restritos à indústria automotiva.

Ele poderá ser instalado em qualquer equipamento que apresente algum tipo de vibração ou esteja sujeito a choques periódicos.

Isto inclui desde máquinas industriais até o monitoramento de estruturas civis, como pontes e edifícios, viabilizando ainda as redes de sensores, que deverão ser usadas para monitorar o meio ambiente e até a integridade estrutural de aviões.

O chip coletor de energia usa minúsculas vigas feitas de um material piezoelétrico, o nitreto de alumínio, que gera eletricidade quando é submetido a um impacto mecânico.

fonte:http://www.inovacaotecnologica.com.br

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16
Nov 11

Hídrica e eólica fizeram renováveis crescer 20 por cento em 2009

Em 2009 o peso das fontes de energia renováveis no total da energia primária foi de 20 por cento, o valor mais elevado dos últimos 10 anos. Segundo dados publicados no Relatório do Estado do Ambiente 2011. No final de Dezembro de 2009, Portugal tinha 8 994 MW de capacidade instalada para produção de energia elétrica a partir de renováveis. Foi um crescimento de 24,5 por cento, comparativamente ao período homólogo, devido ao acréscimo de cerca de 23 por cento verificado na produção hídrica e ao acréscimo de 31 por cento na produção eólica,

A incorporação de renováveis no consumo bruto de energia elétrica foi de 44,4 por cento em 2009 e de 50,1 por cento em 2010, ultrapassando a meta definida para o ano em questão. Portugal foi, em 2009, o 3º país da UE-15 com maior incorporação de energias renováveis.

fonte:http://www.ambienteonline.pt/

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14
Nov 11

Nova estratégia para renováveis motiva recados ao Governo

Numa altura que é de crise, o Governo decidiu voltar a fazer as contas às renováveis e mudar de estratégia. Questionado pelo AmbienteOnline quanto ao futuro das renováveis, Henrique Gomes, secretário de Estado da Energia, é peremptório: «Vamos abandonar tecnologias não maduras e não eficientes, porque não é possível suportar os sobrecustos.

É o que se passa, por exemplo, com o fotovoltaico. Estas renováveis emergentes devem ser apoiadas em programas muito específicos de investigação», revelou. E admite que o Governo tem estimulado as empresas a deixar a especialização no fotovoltaico e a apostar na eficiência energética.

O novo rumo da estratégia não caiu bem nas associações do sector. «Não se podem tomar medidas avulso que têm consequências muito graves para o sector e não só. A Secretaria de Estado da Energia deveria de uma vez por todas realizar o planeamento energético do País», considera António Sá da Costa, presidente da Associação de energias Renováveis – Apren. Segundo o responsável, desenvolveu-se um tecido empresarial baseado num pressuposto que agora deixa de existir.

«Que haja um hiato é perfeitamente aceitável, desde que não comprometa os compromissos assumidos. No caso do solar há um conjunto de investidores que se propuseram a desenvolver projectos.-piloto com a esperança que a tecnologia fosse vingar», lembra. António Sá da Costa defende que a política não pode ser feita por «saltos descoordenados» e com «cortes a direito», até porque há muitos postos de trabalho em causa.

Os impactes indirectos desta decisão, diz, vão afectar a desejada quebra nas importações energéticas, para além de um descrédito que se instala, com repercussões nos mercados internacionais para onde as empresas já começaram a exportar.

Apesar de Custódio Miguéns ressalvar que o cluster para a Energia EnergyIn não faz declarações em termos de políticas energéticas, o responsável diz entender que o Governo tenha que moderar os gastos que Portugal tem com energia. «O que acho é que o Governo também tem que ter o cuidado de criar um mercado interno minimamente desenvolvido para apoiar as empresas que estão a produzir bens transaccionáveis para as apoiar no momento em que elas são criadas. Qualquer empresa só se vai lançar na exportação depois de ter demonstrado em Portugal que os produtos funcionam. Seria de boa política económica criar um pequeno mercado para proteger as empresas em fase nascente», defende.

Apisolar contra metas da micro e minigeração

Maria João Rodrigues, presidente da Apisolar, sublinha que não a choca o anúncio do Governo, até porque a associação defende centrais associadas a pontos de consumo, e a julgar pela recente portaria nº 285/2011, a mini e microgeração continuam activas.

A apisolar estima que 40 a 50 por cento dos painéis solares fotovoltaicos instalados em 2011 sejam de fabrico nacional. Num contexto global de excesso de oferta, a contração de 47 por cento do mercado nacional de micro e miniprodução preocupa as empresas nacionais, que apresentam já um perfil exportador acentuado. «A eventual reafectação de potência entre os regimes da micro e miniprodução poderá minimizar os efeitos negativos já que se espera uma penetração de produtos extra-comunitários mais acentuada no regime da miniprodução do que do regime da microprodução», diz a associação em comunicado.

Ainda assim, a associação diz-se preocupada: «Se as tarifas são aceitáveis face à evolução dos preços, já as metas são altamente redutores», diz Maria João Rodrigues. A APISOLAR considera «excessiva e preocupante» a contração de 60 por cento do volume de mercado da microgeração.

«A confirmar-se a expectativa de excesso de procura face à oferta de licenças de microgeração, considera a Apisolar que as metas dos regimes da micro e miniprodução devem ser entendidas de modo integrado e flexível, procedendo-se periodicamente à reafectação de quotas entre os regimes, de acordo com os perfis de procura efectivamente verificados», sublinha a associação.

fonte:http://www.ambienteonline.pt/

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01
Nov 11

Energias renováveis: fontes infinitas de calor e eletricidade

As energias renováveis são obtidas de fontes que nunca se esgotam. Exemplos são as energias hidrelétrica, solar, eólica, oceânica, geotérmica e da biomassa

As energias renováveis são obtidas de fontes que nunca se esgotam. Exemplos são as energias hidrelétrica, solar, eólica, oceânica, geotérmica e da biomassa. Por outro lado, as não renováveis são baseadas em combustíveis fósseis ou outros recursos minerais que vão se esgotar. Exemplos são o petróleo, o carvão, o gás natural e o urânio, este último empregado nas usinas nucleares. Por maiores que sejam as reservas conhecidas dos recursos não renováveis, é certo que dentro de alguns anos a humanidade não poderá mais contar com a energia produzida a partir destas fontes. Por isso as fontes renováveis de energia são muito importantes para nossa sobrevivência. Além disso, as fontes renováveis são limpas e não poluem a atmosfera e o meio ambiente.

A energia hidrelétrica é uma fonte renovável muito conhecida no Brasil. Quase toda a nossa energia elétrica tem origem nas usinas hidrelétricas, que utilizam a energia potencial da água para produzir eletricidade. Nas usinas hidrelétricas a água de um rio é represada em barragens e depois é escoada por dutos onde existem turbinas. O movimento da água faz girar as pás das turbinas, que por sua vez acionam geradores elétricos. Como a água dos rios nunca se esgota devido ao ciclo de evaporação e das chuvas, as usinas hidrelétricas são uma fonte inesgotável de eletricidade.

A energia do Sol pode ser aproveitada como fonte de calor para aquecimento ou para produção de eletricidade. O calor do sol é captado por coletores solares instalados nos telhados de prédios ou residências para aquecer a água. Nas usinas termossolares o calor é captado por espelhos concentradores, que aquecem um fluido dentro de uma tubulação. Esse fluido quente é levado até uma central geradora que utiliza uma turbina a vapor para acionar um gerador elétrico -- desta forma o sol é uma fonte inesgotável de energia elétrica. Outra forma de utilizar a energia do sol para produzir eletricidade é através dos sistemas fotovoltaicos, que utilizam placas solares capazes de converter diretamente a luz solar em eletricidade. As placas fotovoltaicas podem ser usadas nos telhados das residências ou para construir grandes usinas geradoras de eletricidade. 

A energia eólica, ou dos ventos, pode ser extraída por uma turbina formada por pás, como um catavento, que aciona um gerador elétrico. Em regiões do planeta onde existem ventos constantes a energia eólica é uma fonte inesgotável de eletricidade. Os oceanos também podem ser uma fonte de energia para a humanidade. Na subida das marés um reservatório é enchido e na descida a água é escoada. O movimento da água é usado para acionar um gerador elétrico. Uma segunda forma de extrair a energia do oceano é através de geradores elétricos instalados nas profundezas do oceano, que capturam a energia do movimento das correntes marítimas. Outra forma de gerar eletricidade com o oceano é através de bóias flutuantes que oscilam com as ondas do mar e capturam a energia desse movimento.

O calor do interior da Terra também pode ser usado como fonte para aquecimento ou eletricidade. Em algumas regiões do planeta é possível encontrar temperaturas elevadas a apenas algumas centenas de metros de profundidade. Com tubulações subterrâneas de água é possível extrair o calor e levá-lo até centrais geradoras, que utilizam turbinas a vapor para acionar um gerador de eletricidade. A biomassa, ou a matéria orgânica, também é uma fonte de energia. A biomassa inclui os dejetos agrícolas, como o bagaço de cana, muito usado para produzir eletricidade no Brasil, os biocombustíveis e todo tipo de material vegetal que pode ser usado como combustível nos motores a combustão ou nas caldeiras para a produção de eletricidade nas usinas termelétricas. A biomassa é uma fonte renovável pois os vegetais empregados como fonte de energia podem ser obtidos através do plantio. Além disso, a biomassa é considerada uma fonte limpa de energia. 

fonte:http://portal.cruzeirodosul.inf.br

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18
Out 11

Investimentos em renováveis reavaliados ainda este ano

A proposta de Orçamento de Estado para 2012 prevê revisão dos objectivos da Estratégia Nacional para a Energia, com o objectivo de elaborar «uma nova política energética mais equilibrada e sustentável».

E reitera uma aposta forte na eficiência energética, na reavaliação de novos investimentos em energias renováveis – a ser feita ainda este ano – , assim como a revitalização das ESCOS e a «implementação efectiva» do programa Eco.AP.

De acordo com o documento, irão ainda ser reforçadas as medidas de eficiência energética no sector residencial, transportes e iluminação pública, que irão ser estabelecidas entre o último trimestre de 2011 e o primeiro de 2012.

Para o início do primeiro trimestre do ano está também prometida uma Estratégia Nacional dos Recursos Geológicos, que irá estabelecer um estratégia de financiamento para dinamizar a fase de prospecção e atracção de investimento estrangeiro para exploração.

fonte:http://www.ambienteonline.pt/

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07
Set 11

Energias renováveis combatem iliteracia em África

Em véspera do Dia Mundial da Alfabetização, o AmbienteOnline foi espreitar projectos em curso que estão alinhados com os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM). A TESE – Associação para o Desenvolvimento, é uma ONGD portuguesa que está a implementar dois projectos deste tipo em São Tomé e Príncipe e Guiné-Bissau. 

Aumentar o acesso a alfabetização de crianças e adultos, em particular de mulheres, através da iluminação de infra-estruturas escolares com recurso a energia solar é o grande objectivo dos dois projectos desenvolvidos pelos Engenheiros Sem Fronteiras da TESE. 

Estes dois projectos, que serão concluídos no final deste ano, procuram contornar o constrangimento que potenciais beneficiários tinham em largar as suas tarefas diárias que lhes dão rendimentos, para frequentar cursos de alfabetização. A iluminação em período nocturno de escolas maioritariamente situadas em meio rural permite que mulheres e homens realizem as suas tarefas durante o dia e tenham acesso a cursos de alfabetização nocturnos. 

O projecto Extensão Luz Bin, financiado pela Fundação EDP e pela TESE, na Guiné-Bissau, deverá equipar 15 salas escolares rurais com sistemas de iluminação solar, formar 15 professores, melhorar a gestão escolar para alargamento do horário escolar e garantir a correcta operação e manutenção dos equipamentos solares, e estudar a viabilidade de gestão de novas tecnologias solares: lampiões, fornos e purificadores, em escolas piloto. 

O projecto Escolas Solares de São Tomé e Príncipe, implementado em parceria com o Ministério da Educação, Cultura e Formação da República de São Tomé e Príncipe abrange 42 salas de 31 escolas, aumentando em 28 mil o número de horas de aulas/ano, apoiar e melhorar os serviços de gestão escolar, e capacitar técnicos em manutenção e instalação de sistemas de energia solar e formar jovens empreendedores, para potenciar a geração de rendimento. 

Segundo o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento a Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe, encontram-se na 151ª e 109ª posição em 179 do ranking mundial de alfabetização, respectivamente (dados de 2009).

fonte:http://www.ambienteonline.pt/

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06
Set 11

Ilha do Corvo substitui esquentadores a gás por energias renováveis

Na ilha do Corvo, os tradicionais esquentadores a gás vão ser substituídos por equipamentos que utilizam energias renováveis, num projecto da autarquia açoriana.

Os equipamentos - alimentados por painéis solares ou termodinâmicos ou ainda por bombas de calor - começarão a ser instalados ainda este ano, na sequência de um concurso que será lançado em meados de Outubro, informou Manuel Rita, presidente da Câmara do Corvo. 

No total existem 154 aparelhos para montar nos lares do Corvo, onde “apenas quatro ou cinco casas é que não quiseram aderir” a este processo de reconversão energética. 

“A instalação dos equipamentos que vão substituir os esquentadores a gás será gratuita. As pessoas não têm que pagar mais nada por isso”, garantiu o autarca, acrescentando que o processo envolve um investimento total de 700 mil euros. 

A ilha do Corvo, com cerca de 400 habitantes, é a única do arquipélago dos Açores totalmente dependente de combustíveis (gás butano, gasóleo e gasolina) transportados por via marítima, o que tem elevados custos associados, além dos riscos de ruptura decorrentes do mau tempo no Inverno. Actualmente, o governo regional paga 24 euros pelo transporte de cada garrafa de gás de S. Miguel para o Corvo.

fonte:http://ecosfera.publico.clix.pt/

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26
Ago 11

Como a África pode ser o paraíso das energias renováveis

O continente africano tem algumas das melhores condições globais para as energias renováveis, sobretudo solar e eólica, de acordo com a Greenpeace.

“Há um potencial considerável para a utilização de energias renováveis no norte de África, um potencial que ainda nem arrancou”, explicou ao Deutsche Welle Andrea Boehling, da Greenpeace. A responsável diz que é preciso, acima de tudo, um enorme investimento em parques eólicos e solares.

Um dos países que poderá beneficiar deste potencial é o Egipto, que tem um plano ambicioso de, até 2020, utilizar 20% da sua factura energética a partir de renováveis, sobretudo eólica.

Há vários projectos que estão a ser alinhavados no norte africano, como o Parque Eólico de Zafarana, perto do Golfo de Suez e que é já o maior de África. O parque, aliás, é co-financiado por vários governos europeus. Há também planos de curto prazo para lançar um novo projecto eólico em Gabal el-Zeit.

O Mar Vermelho é um dos melhores locais do mundo para a energia eólica, com um potencial estimado de 20.000 megawatts – o equivalente à energia gerada por 16 centrais nucleares.

Os restantes países do norte de África têm estratégias diferentes. Enquanto a Argélia continua a apostar nas suas reservas de gás e petróleo, outros, como Marrocos, desenvolveu uma estratégia baseada nas renováveis. Sobretudo com a ajuda europeia, como os parques eólicos de Essaouira e Tangier.

Há ainda outro ambicioso projecto africano, o Desertec. Lançado em 2009, este projecto pretende promover as energias limpas a partir dos desertos de todo o mundo. Um dos objectivos deste projecto é que, em 2050, cerca de 15% das necessidades energéticas da Europa sejam garantidas através dos parques eólicos e solares do Sahara.

“Quase toda a tecnologia está pronta. O próximo passo é estabelecer a estratégia política necessária”, explicou Alexander Mohanty, um dos responsáveis pelo conceito.

“O conceito Desertec pode resolver o problema global de energia”, mas as linhas de transmissão entre África e a Europa precisam de ser estendidas. E isso poderá demorar, pelo menos, dez anos.

fonte:http://www.greensavers.pt/

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17
Ago 11

Exército dos EUA investe US$ 7 bilhões em energia renovável

 

 

 

O exército norte-americano pretende suprir, ao menos, um quarto de seus gastos energéticos através de fontes renováveis. O desafio deve ser cumprido até o ano de 2025 e, para que isto vire realidade, devem ser investidos US$ 7 bilhões.

 

O assunto é tratado com tanta seriedade, que as forças armadas criaram um departamento especial para definir as estratégias, chamado de Escritório de Iniciativa em Energia (EIO, da sigla em inglês), que tem como uma de suas funções conseguir parcerias que facilitem a inserção de tecnologias para a produção energética. “Através desse escritório, pretendemos trabalhar muito duro com o setor privado”, explicou o secretário do Exército, Jonh M. McHugh, em uma teleconferência aos jornais dos EUA.

Somente o governo federal norte-americano gasta 1,5% de toda a energia usada no país. Deste montante, 80% é utilizado apenas pelo departamento de defesa, no qual está incluso o Exército. McHugh explica que através dessa iniciativa o governo pretende usar melhor o dinheiro resultante dos impostos pagos pela população, que será direcionado, tanto à segurança, quanto à redução da dependência da nação por combustíveis fósseis.

A parceria com o setor privado deve proporcionar a compra de equipamentos a preço de custo e, em contrapartida, as empresas têm a garantia de um grande cliente, que é o Exército. A expectativa é de que o projeto resulte na produção de dez megawatts de energia limpa.

Até o momento, as Forças Armadas dos EUA já têm 126 projetos de energia renovável em andamento, um deles inclui a instalação de uma central de energia solar na base da Califórnia.

fonte:http://exame.abril.com.br/

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08
Jul 11

Tâmega e Sousa querem ser uma região energeticamente sustentável

Fazer do Tâmega e Sousa uma região energeticamente sustentável e reduzir a factura energética dos municípios é o propósito da Agência de Energia criada, esta segunda-feira, pela Comunidade Intermunicipal (CIM) do Tâmega e Sousa. Os objectivos, adianta a CIM, passam por promover actividades que contribuam para o aumento da eficiência energética na região, a redução da dependência de energias fósseis e o aumento da exploração das energias renováveis.A proposta de criação e os estatutos da Agência de Energia do Tâmega e Sousa, que terá sede em Penafiel, foi aprovada em Assembleia-geral da CIM, com apenas dois votos contra.

 

 

O nascimento desta Agência parte de um estudo que traçou o cenário energético dos 12 municípios que integram a CIM. Segundo informações desta Comunidade, os transportes são o sector da região com maior procura energética (35%). Seguem-se o sector doméstico (27%) e a indústria (21%). O documento mostra ainda que, anualmente, só em iluminação pública estes municípios gastam cerca de 7,5 milhões de euros.

 

 

Cada vez mais é essencial ter uma agenda que passe pelas questões energéticas, acredita Alberto Santos. Segundo o presidente da CIM, "importa procurar fórmulas alternativas para conseguir energias que não sejam tradicionais, sejam mais baratas e amigas do ambiente" e, ao mesmo tempo, procurar formas para reduzir a factura energética.

Assim, a Agência Energética agora criada pretende apoiar os municípios do Tâmega e Sousa nessa tarefa de "caracterização e monitorização do desempenho energético", promovendo as práticas energeticamente eficientes e as energias renováveis, com o objectivo de desenvolver uma política energética para a região. A redução do consumo de energia, explicou Alberto Santos, pode ser conseguida com gestos simples. No caso da iluminação pública, por exemplo, podem ser desligadas lâmpadas em certos locais, substitui-las por tecnologia mais recente (como LED's) ou introduzir reguladores de fluxo.

Os estatutos prevêem ainda a participação da Agência em Programas Europeus e Nacionais para "projectar o Tâmega e Sousa como uma região energeticamente sustentável e mais competitiva".

A Agência Energética não terá fins lucrativos e terá como associados os 12 membros da CIM e outros aderentes, como grandes consumidores, empresários ou fornecedores de energia da região. Ainda segundo Alberto Santos, esta será uma "agência low-cost". A sua instalação poderá contar com fundos comunitários e, além disso, vão ser aproveitadas as instalações e os recursos humanos da CIM.´

 

 

 

 

 

7,5 milhões de euros gastos em iluminação pública

A criação desta Agência teve por base um estudo que estabeleceu um cenário energético no Tâmega e Sousa. Segundo o documento, a iluminação das vias públicas e o interior de edifícios do Estado representam 34 por cento dos consumos eléctricos do sector dos serviços na CIM. Só os encargos com iluminação de vias públicas representam para os 12 municípios gastos que ascendem aos 7,5 milhões de euros.

Este estudo faz uma análise sector a sector, mostrando que é o dos transportes o que tem maior procura energética, seguido pelo doméstico e pela indústria. No caso do sector dos transportes, o gasóleo representa 73 por cento do consumo, a gasolina 25 por cento, enquanto o GPL e o biodiesel se limitam a um por cento cada.

O consumo energético doméstico centra-se nas lenhas (40%) e na electricidade (40%). Já indústria recorre, sobretudo, à electricidade (36%) e aos resíduos de madeira (48%). "No sector agrícola destacam-se os consumos de gasóleo e electricidade que cobrem, em conjunto, 96% das suas necessidades energéticas", sustenta o documento.

fonte:http://www.verdadeiroolhar.pt

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