30
Dez 12

Brasil é o 10º país mais atraente para energias renováveis

De acordo com pesquisa divulgada pela consultoria Ernst & Young, apesar dos esforços no investimento em fontes alternativas de energia, o Brasil ainda não é atrativo para novos aportes no setor


Apesar dos esforços no investimento em fontes alternativas de energia, como é o caso da construção dos Complexos Eólicos, na região Nordeste, e da maior usina de energia solar do Brasil, em Campinas (SP), o país não é um destino atraente para novos aportes no setor. Esta é a conclusão da última edição de 2012 do Índice de Atratividade dos Países em Energias Renováveis, divulgado pela consultoria Ernst & Young.

O estudo é publicado a cada três meses e reúne as 40 nações mais atraentes para investimentos em energia eólica, solar, geotérmica e de biomassa. O primeiro lugar ficou com a China, que somou 69,6 pontos de média numa escala de 0 a 100. Entre os quatro tipos de produção de energia avaliados, a produção eólica foi a mais bem pontuada, chegando a 76 pontos. A segunda melhor nação para aportes é a Alemanha, que ficou um ponto à frente dos Estados Unidos pela primeira vez desde que o ranking foi criado.

O Brasil ocupa o 10º lugar entre os países avaliados pelo Índice, ficando também atrás de Índia, França, Reino Unido, Canadá, Japão e Itália, com 50,5 pontos. Apesar de estar bem no meio da lista, a posição é considerada ruim pelo histórico do país no ranking. Na última edição, divulgada em agosto de 2012, ocupava a nona posição. Em relação à avaliação divulgada em setembro do ano passado, o país teve uma evolução já que estava em 11º lugar.

Entre os quatro tipos de energias avaliadas, a geotérmica é a menos atraente com apenas 24 pontos. Em terceiro e segundo lugares estão, respectivamente, a geração solar (48 pontos) e a eólica (52). A melhor opção para investimentos em energia renovável no Brasil é a produção com o uso de biomassa, que tem como fonte as matérias orgânicas sejam elas animal, mineral ou vegetal, tais como lenha e madeira em geral, carvão vegetal, bagaço de cana e fontes primárias de energia.

Na cidade de Piracicaba, uma das maiores produtoras de cana de açúcar do país, está localizado o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), que está em negociação com BNDES, FINEP e Governo do Estado de São Paulo para a criação de um Projeto de Gaseificação de Biomassa. O custo atual estimado para viabilizar a ideia é de R$ 83 milhões. De acordo com estudos do IPT, o programa piloto teria capacidade de processar cerca de 400 mil toneladas de bagaço e palha de cana por ano.

A produção de gás de síntese a partir do bagaço e palha da cana-de-açúcar é uma forma de obter, de modo mais eficiente, a energia contida nestes resíduos. A utilização de fontes de biomassa, além de ser uma forma mais ecológica de gerar energia, também contribui para o aproveitamento dos recursos naturais resultantes de desmatamentos, queimadas e outros problemas ambientais.

fonte:http://invertia.terra.com.br/e

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07
Set 12

Brasil pode produzir mais 40% de renováveis

O estudo da WWF Brasil “Além das hidroeléctricas” sublinha que , o país já tem capacidade para aumentar em 40 por cento a produção de eletricidade a partir de fontes renováveis alternativas - sobretudo se investir na geração de energia eólica, de biomassa e nas pequenas centrais hidroelétricas.

Segundo o estudo, o país sinaliza para uma tendência de queda nos preços das fontes renováveis alternativas nos próximos 10 a 15 anos - enquanto o valor da produção de electricidade nas centrais hidroelétricas seguirá o caminho oposto, de aumento, transformando-as interessantes, também, do ponto de vista económico.

fonte:http://www.ambienteonline.pt/

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20
Dez 11

Brasil se prepara para fazer Copa do Mundo "verde" em 2014

Com as mãos na massa para construir estádios monumentais, as 12 sedes brasileiras que receberão a Copa do Mundo de futebol em 2014 têm como objetivo dar um bom espetáculo em cenários esportivos respeitosos ao meio ambiente.

Por recomendações da Fifa, todos os estádios devem cumprir com exigências mínimas de sustentabilidade ambiental, como reuso da água da chuva, emprego de equipamentos que consumam menos eletricidade e limitar a geração de resíduos.

"Já não se aceitam obras de engenharia sem levar em conta a sustentabilidade ambiental", afirmou à José Roberto Bernasconi, presidente do Sindicato de Arquitetura e Engenharia de São Paulo (Sinaenco-SP).

Mas o Estádio Governador Magalhães Pinto, o Mineirão, em Belo Horizonte, quer ir além das exigências da Fifa e pretende ser o primeiro estádio brasileiro a receber a reconhecida certificação internacional "Leed" de edifício verde, concedida pelo Conselho Americano de Edifícios Verdes (US Green Building Council).

O plano ambiental do estádio, construído em 1965 e que deve ser reinaugurado no fim de 2012, inclui ações para controlar a emissão de gases causadores do efeito estufa durante a obra, através da contratação de fornecedores com instalações próximas para reduzir o transporte; a coleta de até seis milhões de litros d'água da chuva para regar o gramado e para limpeza e uso sanitário, e o reuso de resíduos.

100% do concreto retirado do edifício original foi reutilizado na própria reforma ou destinado a obras vizinhas; os 800.000 m³ de terra retirada foram destinados à recuperação de áreas degradadas por mineradoras, e os 50.000 antigos assentos foram doados para ginásios e estádios do interior do estado de Minas Gerais.

"Tudo foi reutilizado, não teve desperdício o descarte de material que poderia ser reaproveitado", afirmou Vinicius Lott, gerente do projeto Copa Sustentável do governo do estado de Minas Gerais.

Mas o carro-chefe do projeto é a geração de energia limpa com a instalação da primeira usina elétrica solar no teto de um estádio brasileiro, que abastecerá a rede elétrica local e fornecerá energia para 1500 residências.

"Tem uma cobertura ociosa, parada, recebendo radiação solar grande. Nós resolvemos colocar esse tipo de paneis fotovoltaicos, cobrir, e com isso fazer uma usina solar", explicou o engenheiro elétrico Alexandre Heringer, administrador do projeto Minas Solar 2014 da Companhia Elétrica de Minas Gerais (Cemig).

Os mais de 6.000 painéis de silício cristalino que serão instalados terão uma potência de 1,5 megawatts (MW) por hora. Comparativamente, a hidrelétrica brasileira-paraguaia de Itaipu tem 14.000 MW de potência instalada.

A usina solar terá um custo de 12 milhões de reais (US$ 6,5 milhões), investimento que deve ser recuperado durante os 25 anos de vida útil que os painéis têm, explicou Heringer.

Já os custos operacionais da usina são "muito baratos", já que não exige manutenção e a limpeza é feita com água da chuva, acrescentou.

Como o Brasil não dispõe de fábricas de painéis solares, no próximo ano será feita uma licitação internacional para a compra das placas, um chamado que atraiu empresas alemãs, chinesas, coreanas, espanholas e italianas, afirmou o encarregado.

Após a inauguração da usina no Mineirão, os engenheiros esperam "aproveitar o máximo de tetos possíveis" de Belo Horizonte e para 2013 projetam que uma nova usina esteja funcionando no ginásio Mineirinho, e em 2014 no aeroporto internacional, afirmou Heringer.

A cidade de Belo Horizonte, a sexta maior do Brasil, com 2,5 milhões de habitantes, deve receber seis partidas do Mundial de 2014 e três da Copa das Confederações de 2013.

Durante a Copa, a capital mineira se prepara para receber mais de 100 mil turistas e os torcedores em um grande complexo de atividades ao redor do estádio, com capacidade total para 157.000 pessoas em três espaços: Mineirão, Mineirinho e uma arena multiuso, explicou Sergio Barroso, encarregado da Secretaria para a Copa (Secopa).

O total de investimentos que Minas Gerais fará para os grandes eventos esportivos seriam de pelo menos US$ 2,8 bilhões, incluindo capitais públicos e privados, acrescentou.

fonte:http://esportes.terra.com.br/n

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04
Set 11

RSA Seguros quer alcançar 20% do mercado em energias renováveis até 2013

Apostando no crescimento da geração de energia por fontes renováveis, a RSA Seguros acredita que pode alcançar 20% de market share no setor até 2013, no Brasil.
 
A empresa já tem muita experiência no setor em outros países, principalmente na Europa, e já tem 80% dos seguros de energia eólica offshore do mundo, por exemplo.
 
No Brasil, somente neste ano a empresa já tem R$ 8 milhões em prêmio contratado somente para o setor de energia eólica, de acordo com Ariel Couto, diretor comercial da empresa.
 
A expectativa era chegar ao final do ano com R$ 16 milhões, mas o executivo acredita que a empresa pode superar esse valor. "O segundo semestre promete ser ainda melhor que o primeiro, e podemos chegar a até R$ 20 milhões", diz.
 
A RSA oferece seguros para a construção e o transporte das plantas eólicas, fase que está mais forte atualmente, e também para a planta operante e seguro para lucro cessante - ou seja, o lucro que a empresa deixa de ter caso alguma turbina pare de funcionar.
 
Além de energia eólica, a empresa também oferece seguros para biomassa, energia solar e Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs).
 
"A biomassa é muito ligada às usinas, por isso o seguro costuma ser total; e a energia solar ainda é muito pequena no Brasil, por isso nossa atuação é mais forte em eólica e PCH", diz Couto.[2]
fonte:http://www.segs.com.br/
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26
Ago 11

Energia de biomassa com benefício fiscal

Referência na geração de energia a partir de biomassa, a ERB – Energias Renováveis do Brasil, acaba de ter seu projeto UTE ERB Candeias habilitado ao REIDI (Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento de Infraestrutura). O projeto está localizado no complexo industrial de Aratu (Candeias-Bahia), onde fica a maior instalação da Dow Brasil e consiste no fornecimento de vapor industrial para a petroquímica e eletricidade para a rede.

A ERB é responsável pelo investimento, instalação e operação da planta de cogeração de energia a partir de eucalipto de reflorestamento. O objetivo da Dow é substituir 200 mil m3 de gás natural por dia, reduzindo as emissões de CO2 da planta em 180 mil toneladas por ano.

O benefício conquistado pela ERB prevê a suspensão de alguns tributos federais pelo período de cinco anos, contado da data de habilitação do titular do projeto de infraestrutura. A habilitação ao benefício se deu por meio do Ato Declaratório Executivo nº. 20, de 15 de agosto de 2011, da Receita Federal.

A partir de agora o projeto fica isento da contribuição ao PIS/PASEP (Programa de Integração Social) e da COFINS (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) na compra de bens e serviços, como aquisição de máquinas e equipamentos. O benefício também se aplica ao aluguel de maquinário necessário para a implantação do projeto.

Criado em 2007 por meio da Lei 11.478, o REIDI visa incentivar os investimentos em infraestrutura no âmbito do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) por meio da redução de custos.

fonte:http://www.revistafator.com.br/

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08
Jul 11

Brasil começa a atrair investimentos em renováveis

Com a inauguração da fábrica de equipamentos eólicos pela espanhola Gamesa na Bahia e o leilão de energias renováveis dominada por eólicas mês que vem, o setor começa a consolidar-se, colocando as energias renováveis brasileiras em destaque.

As movimentações mais recentes foram: a subsidiária sulina da Eletrobras, Eletrosul, abre chamadade  P&D para apoiar desenvolvimento de paineis solares nacionais, e a consultoria interacional, Ernst&Young apontando o Brasil como o 12º melhor país para investimentos em renováveis. 

Além disso, os biocombustíveis foram elencados entre os pontos que melhoraram a posição noranking de inovação.
fonte:http://www.revistasustentabilidade.com.br/
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03
Jul 11

Brasil no top 15 da energia renovável

Desde 2003, a consultoria Ernst & Young publica trimestralmente um ranking com os 35 países mais atrativos para investimentos relacionados a energias renováveis. Após oito anos, o Brasil entrou para a lista dos top 15. A expansão da energia eólica foi decisiva para que o país subisse quatro posições no último trimestre, da 16ª para a 12ª.

Curioso é que, em movimento inverso, os demais países mais bem classificados restraram uma ligeira queda em seus índices – reflexo da redução de incentivos e restrição de acesso ao capital para projetos desta natureza. Ainda assim, o estudo prevê que eventos globais recentes, como o tsunami (e o consequente desastre nuclear) no Japão e as sucessivas turbulências políticas no Oriente Médio e norte da África servirão de estímulo para que os países ampliem o uso de energias renováveis em seu portfólio.

China manteve a primeira posição no ranking, muito em função de seus projetos de geração de energia eólica em águas marítimas rasas e à meta de, até 2015, obter 11,3% de sua energia a partir de combustíveis não fósseis.

Com uma série de projetos de energia solar em andamento e boas perspectivas para este setor, os Estados Unidospermaneceram no segundo lugar. A Índia, dando sequência aos resultados registrados nos boletins anteriores da consultoria, continuou subindo no ranking. Ultrapassou a tradicionalmente verde Alemanha e se posicionou em terceiro lugar.

A lista dos 35 países mais promissores para investimentos em renováveis ganhou quatro novos nomes. Marrocos foi um deles, ocupando o 27º lugar, graças a projetos de energia solar e eólica e a uma demanda crescente por novos investimentos nestes setores.

Empreendimentos de energia solar e o potencial da eólica também permitiram a Taiwan ingressar na lista. O estudo apontou, ainda, que a exploração do potencial natural de Bulgária e Chile vêm sendo minados por barreiras políticas.

Já o Japão perdeu três posições no ranking após adotar a estratégia de utilizar mais gás natural e importar petróleo para substituir a capacidade de geração de energia nuclear comprometida depois do acidente em Fukushima.

fonte:http://colunas.epocanegocios.globo.com/

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10
Mai 11

Brasil pode chegar a 2050 com 80% de energia renovável

Potencial brasileiro ultrapassa previsão mais otimista do Painel de Mudanças Climáticas, de que 77% de toda a energia do mundo pode vir de fontes renováveis, até 2050. Para chegar lá, país tem que acertar política.

 

Ainda sob o choque da crise nuclear de Fukushima, o mundo precisa de um empurrão para continuar a virada energética rumo às fontes renováveis. O novo estudo publicado pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) visa servir de estímulo para os tomadores de decisão.

O Relatório Especial sobre Fontes de Energias Renováveis e Mitigação das Mudanças Climáticas (SRREN, na sigla em inglês) é categórico: até 2050, 77% de toda a energia produzida no mundo poderia vir de fontes renováveis "se houver apoio correto de políticas públicas".

Segundo os pesquisadores, esse panorama reduziria em 33% as emissões de gases de efeito estufa e ajudaria a manter a elevação da temperatura global abaixo de 2ºC. Dessa maneira, seriam aliviados os efeitos catastróficos do aquecimento global previstos pelos cientistas.

Decisões certas

Para o relatório, consideraram-se 160 cenários possíveis para a participação das fontes renováveis até 2050, e quatro deles foram analisados com maior profundidade. No mais otimista, a geração de energia limpa saltaria dos atuais 12,9% para 77%, até metade do século.

"O Brasil pode chegar em 2050 com 80% de sua energia a partir de fontes renováveis. Hoje temos aproximadamente 45% ou 46%", afirmou Carlos Nobre, secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do Ministério de Ciência e Tecnologia, em conversa com a Deutsche Welle.

Para chegar lá, no entanto, é preciso pavimentar bem o caminho. "Sim, estamos num momento de importantes definições de políticas públicas. Finalmente criou-se uma base, quase que um consenso, de que o Brasil tem que acompanhar o desenvolvimento mundial na incorporação de novas tecnologias de energias renováveis, principalmente eólica, solar e de biomassa", acrescentou Nobre.

No mix nacional de geração de energia, as hidrelétricas aparecem em primeiro lugar, com 66,28%. Mas a fonte eólica é promissora: "O potencial brasileiro é, talvez, o segundo maior do mundo, depois dos Estados Unidos", comentou o secretário. Essa fonte de energia cresceu 30% em todo o mundo, em 2009, diz o relatório do IPCC, perdendo apenas para a expansão da energia fotovoltaica, que foi de 50%. Os autores acreditam que em 2050 a energia solar será uma das principais fontes de geração limpa.

Fábio Scarano, autor do IPCC e diretor executivo da ONG Conservação Internacional no Brasil, lembra que há armadilhas no caminho. "O investimento que o Brasil está fazendo na polêmica usina de Belo Monte, por exemplo, poderia ir para a pesquisa de energia renovável. É preciso muito mais pesquisa nessa área, e nós estamos bem atrasados."

Euforia do petróleo brasileiro

Com o aumento da exploração petrolífera no Brasil e toda a expectativa de ganhos que se criou com a descoberta do Pré-Sal, o Brasil foi desafiado a demonstrar quão comprometido está com a sustentabilidade, e se existe risco de o país deixar de lado o investimento em energia limpa.

"O risco existe. O Brasil não pode cair no erro histórico em que a Venezuela caiu. Ela poderia ter utilizado com sabedoria sua enorme riqueza petrolífera, poderia ter sido, talvez, o primeiro país desenvolvido da América do Sul", pontua Carlos Nobre.

A maneira como o governo brasileiro irá empregar essa fonte de bonança temporária mostrará se o Brasil tem condições de fazer parte do time definitivo de economias desenvolvidas e sustentáveis. "O país tem que usar essa riqueza – que hoje vale até muito mais do que no tempo em que a Venezuela começou a extrair – para dar um salto na educação, na capacidade de inovar, principalmente no setor de energia", ponderou Nobre, que também assina o relatório do IPCC.

Jogo de interesses

Mais de 120 pesquisadores do mundo todo, dentre eles 24 brasileiros, assinam o estudo. Antes de ser publicado, nesta segunda-feira (09/05), o conteúdo precisou da aprovação dos 194 países-membros das Nações Unidas.

"O Brasil se mostrou bastante engajado no tema e, como outros países, defendeu assuntos de seu interesse", disse à Deutsche Welle o porta-voz do IPCC, Nick Nuttal, depois de o Brasil ter sido acusado de atrasar a votação do relatório.

Segundo Nuttal, a representação brasileira quis esclarecer alguns pontos referentes ao uso de biocombustível. Isso porque, como atestado num relatório das Nações Unidas de 2010, nem toda produção de combustível a partir de fonte renovável é uma arma contra as mudanças climáticas. No caso brasileiro, o modelo adotado com base na cana-de-açúcar é considerado, de fato, uma fonte limpa.

Autora: Nádia Pontes 
Revisão: Augusto Valente

fonte:http://www.dw-world.de/d

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