26
Mai 13

Escócia anuncia construção da maior usina das marés do mundo

O governo escocês aprovou, na última quinta-feira (23), a construção da maior usina de energia a partir das ondas no mundo. O projeto faz parte do esforço do país em reduzir a dependência de combustíveis fósseis, partindo para fontes mais limpas.

De acordo com a empresa responsável pelo projeto, Aquamarine Power, a proposta é construir uma estrutura capaz de gerar 40 megawatts de energia renovável. O montante seria suficiente para abastecer 30 mil residências.

Para que seja possível aproveitar a energia das ondas, a companhia pretende instalar de 40 a 50 dispositivos conhecidos como “Oyster” na costa de Lag ne Greine. A tecnologia permanece flutuante, ao mesmo tempo em que está conectada a sensores instalados em profundidade que vai de dez a quinze metros. A estrutura deve ser instalada a, aproximadamente, meio quilômetro da costa.

No último ano as autoridades escocesas já haviam aprovado a construção de uma usina hidrelétrica e o intuito é manter as duas centrais conectadas. No entanto, para que a proposta se concretize ainda é necessário melhorar a infraestrutura das redes de transmissão, que deve acontecer somente em 2017.

A usina hidrelétrica já entrou em fase de construção e a expectativa é de que ela comece a operar ainda neste ano, sendo capaz de gerar 500kw de energia limpa. Quando estiver totalmente concluída, a estrutura deverá produzir 7,5 MW, eletricidade suficiente para abastecer dez mil casas. Com informações do Planning Source,Fish Update e Energy Live News.

fonte:http://ciclovivo.com.br/no

publicado por adm às 22:46 | comentar | favorito
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29
Set 10

Escócia e Dinamarca consideram depender exclusivamente das energias renováveis em 2025 e 2050 respectivamente

Recentemente a Comissão do Clima do governo da Dinamarca publicou um relatório que conclui que é possível a energia do país ser 100% renovável em 2050. Por seu lado, o Primeiro-ministro da Escócia afirma que a Escócia pode em teoria gerar toda a sua energia eléctrica a partir de renováveis até 2025.

 

À medida que o petróleo se torna cada vez mais escasso e caro multiplicam-se os casos de nações que fazem planos de depender apenas das energias renováveis a médio prazo.

Com efeito, depois de a Agência do Ambiente Federal da Alemanha ter em Julho passado afirmado que é técnica e ecologicamente possível o país dependa apenas das energias renováveis paraa produção de electricidade em 2050, avançam agora a Dinamarca e a Escócia.

A Comissão do Clima do governo da Dinamarca publicou hoje um relatório que conclui que é possível criar uma rede energética totalmente independente dos combustíveis fósseis em 2050, com a energia eólica e a biomassa a poderem só por elas da resposta à maior parte da procura.

O documento conclui também que a relação custo-benefício é mais favorável no caso das energias renováveis do que nos combustíveis fósseis. Consequentemente, o relatório recomenda que o Governo comece a dedicar 0,5 do PIB anual aos investimentos no sector para garantir que a meta dos 100% é atingível em 2050.

Por seu lado, o Primeiro-ministro escocês deitou recentemente por terra os actuais objectivos do país de atingir os 50% de energia eléctrica renovável em 2020 substituindo-os por uma ambiciosa meta de 80%, chegando até a afirmar que é possível atingir os 100% em 2025.

Para tal, o chefe de governo crê no potencial da energia eólica alto mar e das marés mas o seu optimismo não convence a todos, e o seu próprio governo reconhece as dificuldades no que diz respeito à concretização destes objectivos.

fonte:naturlink

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08
Set 10

Escócia desenvolve biocombustível com resíduos de uísque

Um grupo de cientistas da Universidade de Napier, em Edimburgo, Escócia, desenvolveu um novo biocombustível à base da refinação dos resíduos provenientes da produção de uísque.O biobutanol, que, segundo os cientistas, gera 30 por cento mais potência que o etanol, utiliza dois produtos derivados da produção do uísque.


Ao contrário do que acontece com o etanol, os motores dos automóveis não precisam ser alterados para utilizarem o biobutanol em vez do combustível convencional. O biobutanol também pode ser utilizado para fabricar outros bioquímicos ecológicos, como a acetona.

Os cientistas, que solicitaram a patente e querem criar uma empresa para comercializar o novo produto, afirmam que se inspiraram num processo desenvolvido há um século por Chaim Weizmann, químico de origem judaica refugiado em Manchester, que se tornou no primeiro presidente de Israel.


Weizmann estudou a fermentação do butanol como parte de um programa de produção de borracha sintética, e o processo seria utilizado mais tarde para a fabricação de explosivos.

O projecto de desenvolvimento do combustível foi financiado pelo Scottish Enterprise, organismo de apoio ao empresariado, que conta com a ajuda do governo escocês.

fonte:ambienteonline

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