05
Mar 12

EUA quer liderança em energia limpa

Os Estados Unidos, sem uma política governamental a fixar limites à emissão de gases do efeito estufa, continuam alheios ao aquecimento global, mas uma agência estatal, de orçamento modesto, mostra os primeiros sinais que o país pode tomar um rumo diferente. 
A Agência de Projectos Avançados em Energia (Arpa-E) realizou um congresso em que apresentou mais de 250 programas de pesquisa em energia que estão ainda na fase de experiência. Todos têm como meta serem alternativa aos combustíveis fósseis. 
Empresas recém-criadas e laboratórios universitários tentam criar tecnologias limpas, desde equipamentos com hélices para gerarem energia eólica até bactérias geneticamente modificadas para produzir biodiesel. A Arpa-E, que tem à frente o cientista de materiais Arun Majumdar, tenta, desde 2009, fomentar ideias na área, embora o dinheiro para isso, pelo menos por enquanto, não seja muito. A agência, com um orçamento de 180 milhões de dólares, tem para gastar num ano o que o Exército norte-americano gasta num dia no Afeganistão. 
“A primeira coisa que perguntamos é se, caso o projecto tenha sucesso, vai fazer alguma diferença”, referiu Arun Majumdar. 
“A natureza deste tipo de inovação é arriscada, mas não corremos o risco pelo risco”, salientou.

fonte:http://jornaldeangola.sapo.ao

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20
Set 11

Renováveis são fonte que mais cresce até 2035 - governo EUA

Nos próximos 25 anos, as fontes de energia renováveis são as que mais vão crescer, mas as fósseis vão continuar a dominar o consumo energético, de acordo com um relatório anual do Departamento de Energia dos Estados Unidos.

No que se refere às emissões de dióxido de carbono, o relatório estima um crescimento de 43 por cento das emissões, sendo que se prevê que a maioria ocorra nos países em desenvolvimento, sobretudo na Ásia.

"O consumo de energia renovável vai crescer a uma taxa de 2,8 por cento ao ano e a quota das renováveis no consumo total de energia vai aumentar dos dez por cento em 2008 para os 15 por cento em 2035", refere o Departamento Norte-Americano da Energia, no 'International Energy Outlook 2011', publicado segunda-feira.

fonte:lusa

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08
Set 11

China e EUA são os países mais atrativos para renováveis

China e os Estados Unidos são os maiores poluidores do mundo, mas paradoxalmente, ou talvez por isso mesmo, são os que mais atraem investimentos em energias renováveis. Esses dados, apresentados na quinta-feira (1) pela empresa Ernst & Young, indicam uma predominância dos países do Hemisfério Norte nas primeiras posições. Mas uma boa notícia para os brasileiros: o país já está entre os 15 mais atrativos para os investimentos renováveis, e subiu uma posição desde o último trimestre.

O Índice de Atratividade das Energias Renováveis por País estima o quanto um país atrai os investimentos de energias renováveis através de uma análise trimestral de tecnologias eólicas, solares, de biomassa e geotérmicas, além de fazer um diagnóstico com base nas questões econômicas e de mercado do setor renovável de cada país.

A pesquisa informa que, entre 2000 e 2010, a divisão dos investimentos feitos na indústria renovável foram de 42% para a eólica, 25% para a solar, 20% para a biomassa, 5% para as pequenas hidrelétricas, 4% para a geotérmica e 4% para a energia dos oceanos. Estes investimentos foram conduzidos principalmente pelo crescimento da Ásia e da América do Sul, pelo fortalecimento da biomassa na Europa e pela recuperação do crescimento nos EUA.

Segundo as informações da nova edição do relatório, a China e os Estados Unidos se mantiveram nos dois primeiros lugares do ranking, seguidos pela Alemanha, que subiu da terceira para a quarta posição, da Índia, que caiu da terceira para a quarta, e do Reino Unido e da Itália, que empataram em quinto lugar.

O documento afirma que a China se manteve no topo do ranking devido às recentes decisões do país de aumentar sua capacidade eólica offshore de 2 GW para 5 GW até 2015. Além de acrescentar sua capacidade energética, a China pretende também aumentar suas redes de energia.

Os Estados Unidos se conservaram em segundo na liderança por causa da administração do presidente Barack Obama, que, defendida pelos Democratas, criou programas de empréstimos e subsídios para as indústrias eólica e solar norte-americanas. No segundo trimestre do ano, o Departamento de Energia dos EUA (DOE) continuou a aprovar empréstimos e garantias para projetos de energias renováveis, apesar da pressão dos Republicanos para cortar estes fundos.

Já a Alemanha se aproximou um pouco do topo do ranking devido às iniciativas do país de acabar com seu programa nuclear, anunciando que o fechamento da última usina de energia atômica será em 2022, e de lançar um programa de incentivo de US$ 7,14 bilhões (R$ 11,45 bilhões) para a energia eólica offshore.

Mas os países que mais subiram posições foram a Finlândia, que galgou do 30º para o 23º lugar, e a Romênia, que saltou do 21º para a 16º. A maior queda ficou por conta da Grécia, que devido à série crise financeira que vem atravessando, despencou 11 posições, caindo da 10ª para a 21ª.

A pesquisa diz que apesar do momento relativamente estável que vive o setor renovável, a recessão econômica que ronda os Estados Unidos e a Europa deve em breve ter efeitos sobre essa indústria. O relatório sugere ainda que esse abalo financeiro será sentido principalmente nos mercados mais vulneráveis, enquanto as economias menos expostas devem ter uma rápida reação, retornando a condições de financiamento mais competitivas.

Brasil

O Brasil ganhou uma posição no Índice de Atratividade das Energias Renováveis por País, ficando em 11º, devido principalmente ao preço da energia eólica no país, cujo teto nos leilões foi estabelecido entre R$ 139 e R$ 146 por MWh pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).

Com relação ao ranking de atratividade de energia eólica, o país subiu duas posições, indo de 16º para 14º. Já nos investimentos solares, o país manteve seu índice de atratividade em 16º lugar.

Na biomassa o Brasil também ganha destaque. De acordo com o documento, os leilões e subsídios governamentais são os grandes responsáveis pelos mecanismos de apoio à biomassa do país. Segundo dados de Javier Sobrini, do Banco Santander SA, incluídos no relatório, o desenvolvimento de economias emergentes como o Brasil está criando oportunidades para investimentos em energias renováveis que não existiam antes.

Essa tendência já vem se desenvolvendo há algum tempo, e é a segunda vez que o país aparece entre os 15 mais atrativos para os investimentos renováveis na pesquisa da Ernst & Young. A primeira foi no trimestre passado, quando o Brasil subiu quatro posições, atingindo o 12º lugar.

fonte:http://www.midianews.com.br

 

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17
Ago 11

Exército dos EUA investe US$ 7 bilhões em energia renovável

 

 

 

O exército norte-americano pretende suprir, ao menos, um quarto de seus gastos energéticos através de fontes renováveis. O desafio deve ser cumprido até o ano de 2025 e, para que isto vire realidade, devem ser investidos US$ 7 bilhões.

 

O assunto é tratado com tanta seriedade, que as forças armadas criaram um departamento especial para definir as estratégias, chamado de Escritório de Iniciativa em Energia (EIO, da sigla em inglês), que tem como uma de suas funções conseguir parcerias que facilitem a inserção de tecnologias para a produção energética. “Através desse escritório, pretendemos trabalhar muito duro com o setor privado”, explicou o secretário do Exército, Jonh M. McHugh, em uma teleconferência aos jornais dos EUA.

Somente o governo federal norte-americano gasta 1,5% de toda a energia usada no país. Deste montante, 80% é utilizado apenas pelo departamento de defesa, no qual está incluso o Exército. McHugh explica que através dessa iniciativa o governo pretende usar melhor o dinheiro resultante dos impostos pagos pela população, que será direcionado, tanto à segurança, quanto à redução da dependência da nação por combustíveis fósseis.

A parceria com o setor privado deve proporcionar a compra de equipamentos a preço de custo e, em contrapartida, as empresas têm a garantia de um grande cliente, que é o Exército. A expectativa é de que o projeto resulte na produção de dez megawatts de energia limpa.

Até o momento, as Forças Armadas dos EUA já têm 126 projetos de energia renovável em andamento, um deles inclui a instalação de uma central de energia solar na base da Califórnia.

fonte:http://exame.abril.com.br/

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21
Nov 10

Obama: Portugal e EUA podem colaborar mais nas renováveis

O presidente norte-americano, Barack Obama, afirmou hoje que Portugal e os Estados Unidos podem trabalhar mais no domínio das energias renováveis, confessando-se «impressionado» com os avanços portugueses nesta matéria.

 

Discursando após um encontro com o presidente português, Aníbal Cavaco Silva, no Palácio de Belém, Obama identificou as energias renováveis com uma das formas de expandir a cooperação bilateral entre Lisboa e Washington na frente económica.

«Visamos um aprofundamento da nossa cooperação no comércio, investimento, ciência e tecnologia. Estou muito impressionado com o trabalho notável que Portugal tem feito em áreas como energias `limpas´, [onde] pensamos que podemos colaborar mais», disse Barack Obama.

Diário Digital / Lusa

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08
Set 10

DST prepara entrada nas renováveis dos Estados Unidos

O grupo na corrida para centrais fotovoltaicas norte-americanas no valor de 50 milhões.

O grupo DST está a preparar a entrada no mercado das energias renováveis dos Estados Unidos. O Diário Económico apurou que a empresa liderada por José Teixeira está a concorrer a várias centrais fotovoltaicas em quatro estados norte-americanos - Nova Iorque, Nova Jersey, Connecticut e Pensilvânia -, um projecto global que representa um investimento na ordem dos 50 milhões de euros.

Estas centrais com base em energia solar equivalem à instalação de 5 MW até ao final de 2011 e de mais 15 MW até 2013. Nessa altura, a potência prevista poderá fornecer energia suficiente para três mil casas. A decisão relativa a esta adjudicação deverá ser conhecida ainda durante este mês.

Com este projecto, a DST Renováveis, subsidiária do grupo nortenho liderada por Margarida Monteiro quer abrir portas no mercado norte-americano. O objectivo é aumentar a facturação em 650% face ao ano passado, ultrapassando os 20 milhões de euros em 2013.

fonte:economico

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15
Jul 10

China ultrapassa os EUA como o país com mais investimento em energia renovável

A China superou pela primeira vez aos Estados Unidos nos investimentos em energias renováveis em 2009, ano no que a Ásia e Oceania foram as regiões mais dinâmicas do mundo nesse setor, disse nesta quinta o Programa da ONU para o Meio Ambiente (PNUMA).

 

Pelo segundo ano consecutivo, o investimento em energias limpas superou o gasto pelas fontes tradicionais na Europa e nos Estados Unidos, mas mesmo assim em 2009 não foi um bom ano para o setor nesses mercados, devido à crise econômica.

 

Após anos de crescimentos espetaculares, na Europa, o investimento caiu 10% em 2009, para US$ 43,7 bilhões, enquanto na América do Norte e a redução foi de 38%, o que a deixou em 20,7 bilhões, segundo o PNUMA, que apresentou hoje seu relatório anual ao respeito.

Por outro lado, na Ásia e Oceania subiu 30%, até os US$ 40,8 bilhões, graças particularmente à atividade na China e Índia, uma alta que situou a uma passagem de atalhar ao velho continente como a região líder das energias renováveis.

 

No Oriente Médio e África houve um aumento de 19%, embora a partir de um nível muito baixo, com o que a quantia total alcançou os US$ 2,5 bilhões no ano passado.

 

O investimento na América do Sul caiu 20%, para os US$ 11,6 bilhões, apesar de o Brasil produzir quase todo o etanol à base de cana-de-açúcar do mundo e também ter construído recentemente plantas eólicas e de processamento de biomassa.

 

No total, o investimento mundial em energias limpas caiu 7% em 2009 e se colocou em US$ 162 bilhões, de acordo com o relatório.

As maiores baixas foram registradas em grandes plantas de energia solar e em biocombustíveis, enquanto o investimento cata-ventos foi recorde, graças às novas instalações chinesas e a complexos eólicos no Mar do Norte.

 

Achim Steiner, o chefe do PNUMA, assinalou que em 2009 o setor demonstrou "resistência" diante da crise, já que a queda foi menor do que o previsto por muitos analistas.

fonte:De Agencia EFE

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